Arquivo do mês: janeiro 2011

Em Cacoal, interior de Rondônia, motorista põe fogo no próprio carro

Foto: PRF/RO

Na cidade de Cacoal, centro-leste de Rondônia, a 500 km da capital Porto Velho, um motorista de 51 anos colocou fogo no próprio carro, uma camioneta Toyota Hilux  depois de capotar na  BR-364, neste sábado (29). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o dono do carro apresentava sinais de embriaguez. O motorista teria perdido o controle do carro e capotado ao entrar em uma rotatória. Testemunhas informaram que após o acidente, o proprietário teria se dirigido a um posto de gasolina nas proximidades , comprado gasolina e a seguir ateado fogo no veículo. A PRF foi acionada e prendeu o infrator por direção perigosa e por provocar incêndio em local público.

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39 :: power (via just me & my dad)

me :: dad k1000 :: d80 … Veja Mais

via just me & my dad

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Mubarak jamais cairá porque tem o apoio dos homens bons (via Professor Hariovaldo Almeida Prado)

Cada vez mais firme no cargo, o grande presidente do Egito, Hosni Mubarak, jamais cairá pois tem o apoio dos homens bons de todo o mundo, o que consolida sua posição frente a gentalha insubmissa e ouriçada pelos agentes comunistas internacionais. As falsas notícias da mídia marxista internacional não nos enganam pois sabemos que o presidente egípcio tem todo o controle da situação e logo levará os revoltosos aos tribunais para que sejam todos condenados …Continue lendo a análise impiedosa do Venerável Mestre Hari

via Professor Hariovaldo Almeida Prado

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Hormônios, Chatices e Chateações

Por Marli Gonçalves

“Tem uns assuntos que são bem chatinhos, e a gente evita a todo custo até lembrar-se deles, quanto mais comentar ou tocar neles. Entre alguns, o de pensar e avaliar nossas próprias limitações, o que acontece no nosso organismo, ou admitir dores, fraquezas, cansaços e idiossincrasias, inclusive sexuais. Cobrar amigos também é um porre, igual aguentá-los quando eles estão de porre. A lista é enorme. E dependem de nossas descargas hormonais do dia. Descobri o culpado pelos males do mundo: os hormônios.”

Prato do dia: hormônios efervescentes à Provençal. Oferta do dia: hormônios equilibrados, com baixas calorias e irritações. Na sobremesa, altas taxas de compreensão e, de quebra, um livrinho iogue qualquer, com exercícios para manter a cabeça no lugar quando o que se quer mesmo é arrancá-la do tronco, se não for a sua própria, especialmente aquela cabeçorra de quem está aborrecendo você. Nos meus retiros espirituais, como diria Gilberto Gil, descubro certas coisas tão normais. Só que eu não tenho tempo para retiro algum, e ando vendo as coisas normais absolutamente anormais. Por exemplo, você faz uma compra pela internet justamente por causa da urgência que tem. Os caras não só não te entregam logo, como ainda cozinham seu galo em banho-maria. Só resolvem quando você ameaça, e mais, você precisa brigar e lutar via todos os canais competentes, com a boca no trombone e a mão na catapulta. Não seria mais fácil resolverem sem isso? Levei um mês para conseguir receber uma lavadora. Uma saga. Nada mais se faz – me parece – de forma simples. Outro dia resolvi me libertar, em minha casa, do jugo da Telefonica. Gastava e pagava sem usar. Quando usava pagava mais do que gastei. Enfim, resolvi. Vocês já tentaram se livrar de uma operadora? Foram quase duas horas de puro desgaste, espere um momentinho, departamento x, para departamento y, perguntas, respostas, mesmas perguntas e, claro, as mesmas respostas. Parecia aula de jornalismo. Por que, quando, onde. O melhor foi uma enorme e variada quantidade de coisas que me ofereceram tentando me demover da ideia, só faltou (uma pena) oferecerem um cruzeiro no Caribe. Se podiam me dar tudo isso, porque não deram antes? Juro: foi difícil demais da conta. As atendentes só faltaram me contar histórias de como elas seriam açoitadas caso me deixassem partir. Agiram como amantes abandonadas à própria sorte, grávidas, no meio do Congresso Nacional assistindo a discurso do Suplicy. Eu, de minha parte, senti-me uma carrasca, com a no final, como está tanto na moda, a fria, a insensível por abandonar uma empresa tão “legal” depois de dezenas de anos de convivência. Deve ser mais fácil separar-se do marido do que desvencilhar-se das operadoras. Eu consegui, mas ando atormentada se algumas dessas atendentes não foram demitidas por minha causa. As pessoas do caso da máquina de lavar, ao contrário, não me comoveram. Por mim, desejei que todas elas e eles comprassem no mesmo lugar e tivessem o mesmo problema para ver como é bom para a tosse, e enfiassem aquelas respostas cretinas que me davam em um lugar bem legal. A mim parece que o mundo todo está no limite, ou sendo levado até ele. O tempo. A política. A natureza. O bom senso. As relações humanas. Será que estamos recebendo descargas atômicas junto com todas essas chuvas? Será a nossa alimentação? Não há teses falando dos hormônios das carnes dos animais que comemos, e dos efeitos dos agrotóxicos, que nem barato dão? Será o ar que respiramos? Será culpa do governo? Do Obama? Aí, saquei o que acontece. Os hormônios – verdade! – parece que têm, sim, boas partes de culpa no cartório. Eles estão na corrente sanguínea ou em outros fluídos corporais. Esses casos nervosos acabam envolvendo todos, os masculinos, os femininos, os vegetais (é, são fundamentais), os dos adolescentes. Sou a favor de penas mais leves, por exemplo, para mulheres que cometeram crimes durante o período de TPM. Fui fazer uma pesquisa sobre isso, tentando entender o meu próprio organismo. Estou num tal de climatério, palavra bonita, mas que acaba irritando mais porque lembra calor e cemitério. Dizem por aí que o citado dá ondas de calor, suores noturnos, insônia, menor desejo sexual, irritabilidade, depressão, ressecamento vaginal, dor durante o ato sexual, diminuição da atenção e memória. Ufa! Não cheguei a tudo isso, mas pensei que se tem quem passa por metade, imagine pisar sem querer no calo dessa mulher. É tudo culpa dos hormônios, sim! Só pode ser a falta ou excesso de estradiol, progesterona, testosterona, esterona, cortisol, melatonina, um bando a quatro, os culpados pelos males do mundo. Descobri até um que chama premarim, estrogênio artificial receitado com frequência, porque protegia pessoas com problemas cardíacos, mas também já contribuía para o aumento do câncer de mama e do endométrio (parte interna do útero). Os médicos tentaram melhorar a coisa, aliando-o ao provera (progesterona sintética) , mas o risco de doenças cardíacas aumentou de novo. O pior vem agora: segundo consta, o premarim é feito com urina de éguas prenhas que são aprisionadas, tratadas estupidamente e sacrificadas para este fim. Socorro!. O que uma veggie, vegan, vegeta diria? Não sei se estou certa ou não, mas fico mais tranquila em saber que não sou só eu que passa por tantos   perrengues. Que esses hormônios atacam todo mundo, desde que nascemos até nossa morte. Nos adolescentes que quase piram, tantas transformações. Nas mulheres, por outro tanto. Nos homens, nos ossos, nos órgãos, nos acúmulos de gordura aqui e ali. Por via das dúvidas já fui ao médico, fiz todos os exames e as coisas – por dentro – estão normais. O que me faz crer que, então, as chatices e chateações são da natureza. São do dia-a-dia que temos que viver. Calma.    Take it easy

São Paulo, o que ajuda na irritação, 2011

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Não contrate um gordo. (via Mulherão)

Por Keka Demétrio

Todos os dias enquanto me arrumo para ir trabalhar, e modéstia parte, desempenhar muitíssimo bem meu trabalho, deixo a TV ligada no programa Bom Dia Brasil, da Rede Globo de Televisão, que na última sexta-feira exibiu uma reportagem que me deixou, no mínimo, irritada. De acordo com a matéria, em uma pesquisa realizada, constatou-se que 70% das empresas brasileiras não contratam profissionais que se enquadram na categoria: gordo.  Pelo que entendi que se dane se você amassou o seu grande bumbum em uma cadeira de universidade, se possui MBA, mestrado ou se pode ser chamado de Doutor. O que importa não é o quanto você exercita o seu cérebro, mas sim os seus glúteos e se está com tudo em cima Continue Lendo no Mulherão

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Gauchão 2011 : Ypiranga é "garfeado" em Caxias, contra o Juventude

Por Antônio Barcellos
O Ypiranga não jogou bem em Caxias contra o Juventude, mas foi literalmente garfeado pelo juiz Anderson Daronco, principiante, amador, desqualificado, que aceitou a malandragem e catimba do Juventude mais interessado no anti-jogo. Afinal, o Ypiranga estava invicto e era uma grande ameaça aos caxienses. Resultado: o segundo gol do Ju veio de uma falta absurdamente inexistente próxima da grande área, e o Ypiranga teve um gol anulado na cobrança de escanteio quando este desqualificdo marcou “perigo de gol“. Que vergonha para o futebol. Seria uma compensação para o Ju, que amarga um Brasileirão “D”? Com 8 pontos em 5 jogos (duas vitórias, dois empates e agora uma derrota), o Ypiganga está em quarto lugar na chave 1, e hoje estaria classificado para o octogonal.
NR: Depois do jogo do Ypiranga, um Gre-Nal animado aconteceu pela primeira vez fora do Rio Grande do Sul . Foi na cidade uruguaia de Rivera, e o placar não poderia ser melhor para o imortal tricolor: 2 a 1, de virada. Tá certo que os dois times jogaram com os reservas. Mas mostrou que os reservas gremistas são melhores que os reservas colorados. Ponto.

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Gauchão 2011 : Ypiranga é “garfeado” em Caxias, contra o Juventude

Por Antônio Barcellos
O Ypiranga não jogou bem em Caxias contra o Juventude, mas foi literalmente garfeado pelo juiz Anderson Daronco, principiante, amador, desqualificado, que aceitou a malandragem e catimba do Juventude mais interessado no anti-jogo. Afinal, o Ypiranga estava invicto e era uma grande ameaça aos caxienses. Resultado: o segundo gol do Ju veio de uma falta absurdamente inexistente próxima da grande área, e o Ypiranga teve um gol anulado na cobrança de escanteio quando este desqualificdo marcou “perigo de gol“. Que vergonha para o futebol. Seria uma compensação para o Ju, que amarga um Brasileirão “D”? Com 8 pontos em 5 jogos (duas vitórias, dois empates e agora uma derrota), o Ypiganga está em quarto lugar na chave 1, e hoje estaria classificado para o octogonal.
NR: Depois do jogo do Ypiranga, um Gre-Nal animado aconteceu pela primeira vez fora do Rio Grande do Sul . Foi na cidade uruguaia de Rivera, e o placar não poderia ser melhor para o imortal tricolor: 2 a 1, de virada. Tá certo que os dois times jogaram com os reservas. Mas mostrou que os reservas gremistas são melhores que os reservas colorados. Ponto.

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