Arquivo do dia: 06/12/2010

Prefeitura e Iphan querem Estrada de Ferro Madeira-Mamoré revitalizada. População de Porto Velho recebe a 1ª fase concluída

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O projeto de revitalização da Madeira-Mamoré não é uma obra comum. Para alguns leigos, e aí se inclui quem tem preguiça de pesquisar um pouco e a turma do quanto pior melhor, foi apenas uma “guaribada”. Este pessoal invejoso esquece, talvez propositadamente, que foi a primeira vez que se mexeu de fato naquela estrutura metálica, até então desconhecida em seus mínimos detalhes. Mas , sinceramente, quem é contra tudo e vive com uma nuvenzinha negra em cima da cabeça, a única coisa que presta é Prozac. Tem gente que deve estar chorando baixinho, de raiva. ” Não é possível, não acreditooooo. Vou odiá-los até a última célula do meu serrrrrrrrrrrrrr ! ”  Ouvi até um “amigo” meio embriagado lá na praça reclamar do apito do trem, dizendo que “aquilo era poluição sonora”. Afinal apito de trem numa estação ferroviária, não tem nada a ver . Pode ?  Deixa seu Evaristo apitar a vontade, ele esperou tanto tempo prá isso. O importante é que o povo compareceu em peso à praça e ficou encantado com tudo, com a nova iluminação, com o paisagismo, com a enorme bandeira do Brasil, afinal ali é um Patrimônio Histórico Nacional e a bandeira nestes casos é a brasileira, capice ? Depois que a bandeira surgiu, apareceu gente dizendo que a bandeira que tinha que estar ali era a de Rondônia, a do Município, a dos 52 países que cederam a força humana para a sua construção, a bandeira do Flamengo, a do Fluminense, porque é campeão(ôpa, daí então quero também a do imortal tricolor). Não me espantaria se alguém sugerisse tirar as locomotivas e os carros de passageiros de lá. Já escutei  uma figura famosa de Porto Velho(nascido aqui) falar sério que a Madeira-Mamoré era um monte de ferro-velho imprestável que tinha que ser vendido como sucata!  Mas alguns foram mais generosos e elogiaram muito o projeto do arquiteto José Augusto. Até a imprensa internacional tem dado destaque à matéria com precisão, sem bairrismo e  sem dor de cotovelo.  Leia reportagem  completa  produzida por Louise Sherwood , para a BBC News

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Queremos a cooooopa !

Por Geral do Grêmio

“Vamos tricolor
queremos a coooooopa
a banda ta loka e eu
quero te ver campeão

eu vou te apoiar como em todos os anos
força e raça meu Grêmio temos que ganhar.”

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Porto Velho e Rio Branco correm risco de surto de dengue, alerta Ministério da Saúde. E cuidado com a chikungunya

Um relatório do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda(7) mostra que 24 municípios  correm risco de surto de dengue. As cidades classificadas como em situação crítica apresentaram uma taxa de mais de 4% dos lares com a presença do Aedes aegypti. São 17 cidades no Nordeste:  10 em Pernambuco, 4 no Rio Grande do Norte e 3 na Bahia. O Norte tem 4 municípios em risco(dentre eles as 2 capitais, Rio Branco no Acre e Porto Velho, em Rondônia,  citadas na manchete) e o Sudeste, 3. Além destes 24, mais 154 municípios estão em situação de alerta, com índice de infestação de larvas do mosquito transmissor nas residências oscilando entre 1% e 3,9%. Entre as cidades em alerta, estão 14 capitais: Salvador, Palmas, Belém, Rio de Janeiro, Maceió, Recife, Natal, Goiânia, Cuiabá, Aracaju, Manaus, Boa Vista, Fortaleza e Vitória. No Nordeste, 42 municípios estão em situação de alerta. O Norte tem 17 cidades na mesma situação e o Sudeste  76 cidades. No Centro Oeste, estão em alerta Goiânia, Cuiabá e mais 11 cidades. A região Sul tem seis cidades em alerta. Outras 192 cidades brasileiras estão em situação satisfatória, com focos de larvas em menos de 1% das residências. O Ministério da Saúde também determinou o aumento das ações de vigilância e prevenção relativas a uma doença que nunca havia sido registrada no Brasil, a chikungunya. Três casos importados da infecção foram identificados no País entre agosto e outubro.

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Enfim, uma cagada cibernética…

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Nossos gringos (via Paulo Martins)

Na primeira metade dos anos 70, surgiu uma leva de cantores e grupos brasileiros que adotaram pseudônimos estrangeiros e passaram a gravar músicas em inglês. Na época, a música internacional no idioma inglês tomava conta do mercado fonográfico, muito por conta das trilhas sonoras das novelas televisivas. O sucesso dessas primeiras trilhas internacionais das novelas contribuiu para difundir este movimento “made in brazil”, em que cantores brasileiros passaram a gravar temas na lingua extrangeira para que suas gravações fossem inseridas nos discos de trilhas internacionais das novelas.

Para isso, tiveram que adotar nomes artísticos em inglês. Fábio Júnior, por exemplo, tinha dois alter-egos: Mark Davis e Uncle Jack. Como Mark Davis, emplacou o sucesso “Don’t Let Me Cry”, como Uncle Jack, fez sucesso com a música “My Baby”. Nessa esteira, temos vários brasileiros que embarcaram nessa onda, alguns se deram muito bem, outros, sumiram completamente da mídia após o fim do movimento.Aqui estão músicas muito lembradas até hoje como “Feelings” (Morris Albert), “Me and You”, “We Said Goodbye” (ambas com Dave McLean), “Hey Girl” (Lee Jackson), “Tell Me Once Again” (Light Reflections), “I’m Gonna Get Married” (Sunday) e “Pidgeon without a Dove” (Patrick Dimon). Chrystian, cujo nome verdadeiro é José Pereira da Silva, emplacou em todo o Brasil, a balada “Don’t Say Goodbye”, em 1974. Seu irmão Ralf, sob o pseudônimo Don Elliot, cantava covers como “One Day in Your Life” (Michael Jackson) e “My Love for You” (Johnny Mathis). O falecido Jessé também usava dois pseudônimos: Christie Burgh e Tony Stevens (com este alter-ego emplacou em todo o Brasil as baladas “If You Could Remember” e “Flying High”). Michael Sullivan(nome verdadeiro,Evanilton), estourou com dois grandes sucessos: “My Life” e “Sorrow”. Depois que o movimento acabou, participou dos Blue Caps e depois dos Fevers. No final dos anos 80, fez muito sucesso como compositor e produtor em dupla com Paulo Massadas.

“Naquele tempo era difícil as emissoras conseguirem os direitos de grandes nomes internacionais, daí essa leva de artistas cantando em inglês ter sido um achado”, diz Hélio Costa Manso, ex-integrante do grupo Sunday.“Ficávamos no corredor da gravadora esperando informações sobre o personagem que ganharia o tema. A música, o arranjo, tudo era composto ali, em um ou dois dias, sob encomenda”, conta Chrystian.Os depoimentos do Hélio Costa Manso (ele fazia parte do Sunday e também tinha carreira solo como Steve MacLean) e Chrystian confirmam a tese de que as trilhas sonoras das novelas foi o que impulsionou este movimento de cantores brasileiros com pseudônimos estrangeiros a gravarem músicas em inglês. Boa parte destes artistas eram músicos e cantores competentes. A maioria vinha do circuito de bailes, como Os Pholhas, Sunday, Light Reflections (ex-Os Bruxos, da Jovem Guarda) e o Lee Jackson. Outros eram profissionais de estúdios de gravação, como os Harmony Cats.Quanto ao idioma inglês, aí sim, pesava contra todos eles as dificuldades do desconhecimento da lingua. “As letras eram compostas por quem não sabia nada de inglês e corrigidas por quem tinha alguma noção”, diz Hélio Costa Manso. Os Pholhas tinham um método original de compor. Eles tiravam os versos de suas canções de um livro dos anos 30 chamado Inglês Como Se Fala. “A gente achava uma frase legal, copiava e depois tentava emendar com outras do mesmo livro”, confessa Oswaldo Malagutti, ex-baixista do grupo. Para não ser desmascarados, os artistas evitavam fazer espetáculos e se apresentar na TV, o que os prejudicava bastante do ponto de vista financeiro. “Em 1973, eu estava estourado em todo o Brasil com a canção Dont’t Say Goodbye. Podia ter ganho um bom dinheiro, se não fosse tão difícil encarar um show ao vivo”, diz Chrystian. Pernambucano radicado no Rio de Janeiro

Um fato curioso ocorreu com o cantor Ivanilton de Souza Lima (O Michael Sullivan): em 1975 ele compôs uma linda balada e a intitulou de “My Life”. Na hora de lançar o disco pelo selo Top Tape, teve de escolher um nome internacional. Abriu a lista telefônica de Nova York e escolheu Michael Sullivan. “My Life” entrou na trilha sonora da novela O Casarão, mas Michael continuou a faturar como Ivanílton – ele era vocalista da banda Renato e Seus Blue Caps. “O chato é que eu cantava My Life com o grupo e tinha de ouvir das pessoas que a versão da novela era melhor”, diverte-se.A mania dos cantores internacionais made in Brazil começou a decair no início dos anos 80, quando a música brasileira ganhou mais espaço nas rádios. “As gravadoras sentiram que a longo prazo era mais negócio investir no Martinho da Vila do que na gente”, pondera André Barbosa Filho, integrante do Light Reflections, que em 1972 vendeu 1 milhão de compactos da música Tell Me Once Again.

MORRIS ALBERT – O MAIOR DE TODOS

Muitos deste artistas sonhavam em fazer sucesso em outros países. Apenas um deles conseguiu: o carioca Maurício Alberto Kaiserman, aliás, Morris Albert. “Feelings”, canção que compôs e gravou em 1973, está entre as músicas mais executadas em todos os tempos. Chegou a ganhar versões de Frank Sinatra e Julio Iglesias. Recentemente o grupo americano Offspring, fez uma releitura satírica do hit. A carreira de Morris Albert declinou ainda nos anos 70. Depois de “Feelings” ele ainda conseguiu emplacar mais dois hits nas paradas, “She’s My Girl” e “Conversation”.Mas o pior estava por vir. Nos anos 80, o compositor francês Lou Lou Gasté processou Morris Albert por plágio, alegando que Feelings seria cópia de uma composição sua, Pour Toi. Morris perdeu a causa e teve de entregar 3 milhões de dólares a Gasté. Nunca mais se recuperou do baque. Hoje, ele vive em Toronto, no Canadá, onde dirige um estúdio de gravação.
Vários dos artistas daquela época permaneceram em evidência, com seus nomes verdadeiros ou mantendo os pseudônimos. Michael Sullivan, por exemplo, e até mesmo o Chrystian, que formou ao lado do seu irmão Ralf (Don Elliot), a dupla Chrystian & Ralf. Outros retornaram aos seu nomes verdadeiros e conseguiram alavancar a carreira ainda com mais sucesso, como Fábio Júnior e Jessé. Mas a grande maioria destes artistas mudaram de ramo, quando este movimento “made in Brazil” começou a decair. André Barbosa Filho (integrante do Light Reflections, conforme citado no início), é hoje professor de rádio e TV da Universidade de São Paulo, USP. “A certa altura, delirando com o sucesso, chegamos a pensar que poderíamos estourar também no exterior”, relembra ele. “Naturalmente, tudo não passou de ilusão.” O sonho acabou, ou melhor, The Dream Is Over.

via Paulo Martins

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“Carta de um brasileiro” já percorreu mais de 200 km a pé

Três horas de caminhada pela manhã, percorrendo em média 15 km, parada para almoço e mais 15 km no período da tarde. As pausas são apenas para entrevistas e conversas com a população. Assim tem sido a rotina do professor de comunicação social Backer Ribeiro Fernandes, que segue a pé de São Paulo a Brasilia para entregar à presidente Dilma a “Carta de um brasileiro”. Até o momento, ele já andou mais de 200 km.Apesar de preparado, o professor entende que caminhar bastante exige um processo de adaptações “a estrada em si tem desníveis, o que faz com que o corpo fique mais inclinado do que numa caminhada comum”, explica. Fora isso, as diferenças climáticas  também alteram o desempenho do indivíduo, conta ele. “Escolhemos começar a andar mais cedo, às oito da manhã, porque o sol é menos forte”.Backer começa agora a ganhar massa muscular o que o fez engordar um quilo. “Bebo líquidos a cada quinze minutos, como me recomendou minha nutricionista. Pode ser água de coco, água mineral, maltodextrina, suco, tanto faz. O importante é repor líquido a todo momento. Devo terminar a caminhada do dia com os mesmos quilos que estava quando iniciei. Se percebo que perdi, reponho em líquido”, conta ele.Contatos com o médico, nutricionista e preparador físico acontecem por telefone. A caminhada tem sido tranquila e ainda não foi preciso trocar de tênis, mas segundo recomendações do preparador físico Vanderlei Carlos Severiano, mais conhecido como “Mestre Branca”, serão mais de três até o final do trajeto, dia 1º de janeiro em Brasília.Tal esforço é parte do projeto “Carta de um brasileiro”, movimento que partiu de São Paulo no dia 21 de novembro rumo ao Distrito Federal com o objetivo de recolher cartas, pedidos e reivindicações do povo ao longo do caminho para entregar a presidente eleita Dilma Rousseff no dia da posse. Os brasileiros podem fazer seus pedidos pessoalmente para o professor ou pelo site www.cartadeumbrasileiro.com.br, além de acompanhar a caminhada pelas redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter. O endereço online oferece também os resultados da pesquisa desenvolvida pelo IBOPE no mês de outubro, onde foi perguntado a 2002 de 140 municípios de todo o país: “se você pudesse se encontrar com o presidente eleito por apenas 5 minutos, o que você pediria a ele para si mesmo?”. As respostas destacaram a saúde como preocupação nacional e a educação como top of mind. “Carta de um brasileiro” é um movimento desvinculado de partidos ou instituições oficiais que busca criar uma nova forma de participação popular na política. O movimento busca dar voz a todo e qualquer cidadão que queira se posicionar diante do novo governo, fazendo do Brasil um país que entende que o papel dos individuos vai além das urnas.

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Responda Rápido (via descicloblog)

O que esse policial está pensando? …

via descicloblog

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