Arquivo do dia: 05/12/2010

Educação : Senadora Fátima Cleide comemora a destinação de recursos do pré-sal

A aprovação, na última quarta-feira (1), pela Câmara, de proposta que destina metade dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal para a área da educação foi comemorada nesta sexta-feira (3), em plenário, pela senadora Fátima Cleide (PT-RO). Uma das autoras da emenda aprovada, quando da tramitação do texto no Senado, a senadora afirmou, em pronunciamento, que muitos gestores têm a falsa ideia de que a educação já tem muito dinheiro. – Se estivermos falando da educação que finge que ensina e do aluno que finge que aprende, eu diria que  realmente tem muito dinheiro. Mas nós estamos falando da educação que deve qualificar, que deve formar, que deve capacitar as pessoas para o exercício da cidadania plena. Para esta educação, nós precisamos ainda de muito dinheiro – assinalou Fátima Cleide, que destacou o crescimento dos recursos investidos na educação durante o governo Lula . Segundo ela, a média  do orçamento da área, em governos anteriores, ficava em  R$ 20 bilhões, contra quase R$ 70 bilhões do orçamento atual.  – Precisamos de mais R$ 120 bilhões para fazer a educação de qualidade, a educação integral, com a qual tanto sonhamos para combater a violência que assola as grandes cidades  – afirmou.

Para Fátima, o combate à violência passa pela oferta de educação de qualidade, “que forma o cidadão pleno“, que qualifica bem os professores e também os remunera com salários dignos. Ela também frisou que as escolas devem ser  aparelhadas, com aulas de música, teatro e dança.

Fátima Cleide também comemorou a destinação de R$ 243 milhões em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para  13 obras em 4 municípios de Rondônia (Porto Velho, Cacoal, Ariquemes e Ji-Paraná). Os recursos serão destinados para ampliação do sistema de abastecimento de água, construção de sistema de drenagem pluvial, urbanização, pavimentação e drenagens em diversos bairros.

via Agência Senado

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Brasileirão por pontos corridos virou um tédio… (via Blog do Tonhão)

O Campeonato Brasileiro, tem se tornado a cada temporada que passa, mais monótono e repleto de polêmicas… É um absurdo chegar nas últimas rodadas e, pelo menos metade dos 20 times da série A e B, não estarem disputando absolutamente nada… Cai por terra, dessa forma a desculpa dos jornalistas brasileiros (que se acham europeus, como disse o Quesada ontem no Jogo Aberto) de que o formato por pontos corridos vai sempre premiar a melhor equipe    … Continue Lendo

via Blog do Tonhão

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O tempo

Por Pe. Júlio Antônio da Silva

O tempo constitui uma dimensão essencial da criatura humana. Está presente em tudo. É no tempo que construímos nossa história. Porém, nossa vida oscila entre a certeza de coisas experimentadas no presente e a incerteza do futuro que escapa ao nosso controle absoluto. Vivemos nesta dupla tensão entre um passado que já era e um futuro que é um devir.

A sucessão dos tempos, ou o tempo histórico, abre-nos para uma forma de conceber a história como experiência que nunca se repete. Mergulhamos no mar do passado para um imenso e misterioso futuro. E nesse mergulho deparamos com a vida a ser construída.

Na construção da vida deparamos com o limite dado pelo tempo, qual camisa de força, a nos encerrar num circuito limitado, a marcar nossa incapacidade de acelerar ou atrasar, um segundo sequer, o relógio da vida. Foi essa a angústia vivida por grandes pensadores, como por exemplo, Santo Agostinho, o Mestre do Ocidente, no século quarto. Para ele, o tempo será sempre algo enigmático. Entende que tudo e todos são reduzidos ao instante indivisível, chamado de presente, que coloca tudo em movimento.

Sem descurar do presente, a pregação de Jesus Cristo apontou um novo caminho para o tempo presente. Ele aponta o futuro como realização plena de sua proposta de vida, o Reino de Deus. Mas um futuro diferenciado, sem aquele escatologismo barato e infundado de alguns profetas do mau agouro.

O futuro do Reino de Jesus visa à construção de um mundo alternativo, moldurado pela paz, pela serenidade e alegria, que começa aqui e agora, mas ainda não em plenitude, devido a  transitoriedade das coisas. Essa visão e posição do cristianismo é uma força que ajuda a superar o velho passado. Coloca-nos diante da difícil tensão entre o “já” e o “ainda não”. Cristãos não podemos simplesmente olhar para o futuro, afinal Cristo Jesus está vivo na história que fazemos. Ele é o referencial, através da Igreja, dos bens futuros.

O nosso “já”, ou melhor, o presente que nos é reservado, ainda é imperfeito. Ainda padecemos em meio a tantas lutas e limites, sobretudo o pecado e a injustiça. Por isso, sonhamos com uma nova sociedade a ser construída. Esperamos ainda mais. Buscamos uma mudança nova e decisiva, que faça a história dar um salto qualitativo para chegar ao Absoluto, que faz história com as pessoas humanas e que se mistura ao tempo presente para fazê-lo “tempo da graça”, o kairós bíblico.

Portanto, esse futuro não tem nada de tenebroso; ao contrário, é um futuro-presente construído no amor e na esperança, pelo poder da fé. É um tempo santificado pela presença viva de Nosso Senhor Jesus Cristo, começo e fim de tudo, Senhor do tempo. Esta verdade não deixa ninguém desesperar-se diante do presente. Mas dá certeza da gestação de “um novo céu e uma nova terra” (Is 65, 17; Apoc 21,1).

via Arquidiocese de Maringá

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Pirataria é combatida nos portos

Com o fim do ano aumentam a comercialização de produtos falsificados. É possível encontrar desde aparelhos eletrônicos até escovas de dente. Réplicas perfeitas de grandes marcas passam despercebidas por muitos consumidores, mas mesmo com toda semelhança, é importante saber todos os riscos que esses produtos podem causar. A pirataria continua a afetar a economia do país. Diariamente são feitas blitz constantes em locais de comércio popular, mas os comerciantes sempre encontram formas de burlar a lei e comercializar esses produtos, e os consumidores são atraídos pelos baixos preços. As apreensões feitas nas ruas de comércio popularsão menos de 10% do que entra no país pelos portos. Cansados dessa concorrência desleal e sem fiscalização,as empresas lesadas precisam agir em um verdadeiro corpo a corpo combatendo em uma das principais fontes do problema, a chegada de navios que transportam esse material. Para combater, visitas aos portos tentam barrar os produtos falsificados assim que chegam ao país. Além disso, as empresas treinam os fiscais das receitas para identificarem produtos falsificados. “A receptividade dos é grande, e o trabalho gera resultados. Tão logo eles localizem produtos supostamente piratas, nós, como representantes das marcas, somos contatados, para tomar as providências cabíveis” – afirma o advogado Cássio Mosse, do Mansur Murad Advogados. Os números comprovam; em uma ‘batida’ feita em comércio popular, centenas de produtos piratas são apreendidos. Em uma interceptação no porto, centenas de milhares de produtos nem chegam a entrar no comércio.  Com ações como essas, as empresas esperam combater o contrabando e, continuar com campanhas para conscientizar os consumidores dos problemas que os produtos falsificados acarretam a população e ao país.

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Iphan : Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural avalia novas propostas de tombamento nos dias 9 e 10 de dezembro

Seguindo sua determinação de ampliar o número de bens culturais protegidos, garantindo o acesso e o envolvimento da sociedade, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan apresenta ao Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural novas propostas para a proteção do patrimônio cultural brasileiro. Nos próximos dias 9 e 10 de dezembro, serão avaliadas as propostas de tombamento de peças do Patrimônio Naval, como embarcações típicas do Maranhão, da Bahia, de Sergipe e do Rio Grande do Sul, além do acervo do Museu do Mar, em São Francisco do Sul, no estado de Santa Catarina. Os conselheiros vão debater também sobre a possibilidade de tombamento da Igreja Positivista, na cidade do Rio de Janeiro; dos centros históricos de Natal, no Rio Grande do Norte, e de São Luiz do Paraitinga, em São Paulo ; do conjunto histórico de Paracatu, e a ampliação de tombamento do conjunto urbanístico e paisagístico de Cáceres, no Mato Grosso; além do Registro como Patrimônio Cultural Brasileiro da Festa de Sant’Ana de Caicó, no Rio Grande do Norte.

Este ano, o Conselho Consultivo já esteve reunido três vezes. Na primeira, em março, foram aprovados o registro da Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis, em Goiás, e o tombamento da Vila Serra do Navio, no Amapá. Já no mês de junho, os conselheiros aprovaram o tombamento dos Lugares Sagrados dos Povos Indígenas do Alto Xingu, no Mato Grosso, de 14 Bens da Imigração Japonesa, em São Paulo , e do Teatro Oficina, também no estado paulista. A terceira reunião foi no início de novembro e resultou na proteção federal para o Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões e para o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro, no Amazonas. Também entrou para a lista de Patrimônio Cultural o Ritual Yaokwa do Povo Indígena Enawene Nawe, no Mato Grosso. Os conselheiros aprovaram ainda o tombamento do Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial, no Rio de Janeiro, do Centro Histórico de São Félix, na Bahia, e do conjunto arquitetônico e paisagístico de Santa Tereza, no Rio Grande do Sul.

O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural que avalia os processos de tombamento e registro, presidido pelo presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 22 conselheiros de instituições como Ministério do Turismo, Instituto dos Arquitetos do Brasil, Sociedade de Arqueologia Brasileira, Ministério da Educação, Sociedade Brasileira de Antropologia e Instituto Brasileiro de Museus – Ibram e da sociedade civil.

Leia a matéria completa no Novo Portal do Iphan

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