Arquivo do dia: 02/12/2010

processo seletivo NAMORADO 2011 (via a vizinha só faz aloka)

Como surgiram muitas dúvidas sobre o processo seletivo para ser meu NAMORADO 2011 depois da divulgação nas mídias sociais, decidi explicar aqui como está funcionando a logística da bagaça. a primeira fase consiste na seleção dos candidatos que se encaixam no perfil procurado. CALMA QUE JÁ EXPLICO O PERFIL. depois de selecionado, o candidato é convidado (se me convidar, ganha ponto) a realizar a prova individual presencial. esta é a segunda fase. … Continue Lendo

via a vizinha só faz aloka

2 Comentários

Arquivado em Efêmeras Divagações

Rio acredita num futuro melhor, diz IBOPE

A população do Rio está otimista e apoia as medidas que estão sendo tomadas contra o tráfico de drogas, informa pesquisa do IBOPE Inteligência realizada no período de 27 a 29 de novembro. Foram entrevistadas por telefone 1.000 pessoas residentes no Estado do Rio de Janeiro, com 16 anos ou mais. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais. Para Laure Castelnau, diretora executiva de marketing e novos negócios do IBOPE Inteligência, o estudo confirma de forma irrefutável a aprovação da população do Rio de Janeiro às medidas que estão sendo tomadas, mas revela que o sentimento de segurança não acompanha o mesmo patamar desta aprovação. “É bastante elevada a aprovação e apoio às ações das autoridades, em todas as camadas da população, independente de renda ou escolaridade. Mas é importante atentar que ainda é relativamente baixa a sensação de segurança, demonstrando que a evolução deste sentimento dependerá do desenrolar das ações. Porém, há otimismo com o desfecho desses acontecimentos”, diz Laure.

Aprovação – De acordo com a pesquisa, 88% das pessoas aprovam as medidas tomadas (sendo que 49% aprovam totalmente), outros 7% disseram que nem aprovam e nem desaprovam, enquanto 3% desaprovam.

Segurança – Perguntados quanto à sensação de segurança com as medidas adotadas, 41% sentem-se seguros e 30% disseram se sentir inseguros. Além destes, outros 26% disseram que não se sentem nem seguros e nem inseguros.

Resultado da operação – Quando perguntadas sobre que tipo de lugar o Rio se tornaria no final da operação contra o tráfico, 70% dizem que será um lugar mais seguro, enquanto 17% disseram que não fará diferença. Outros 6% disseram que o Rio ficará mais inseguro.

Dificuldade de ir e vir – Sobre a dificuldade de ir ou voltar de trabalho, estudo ou outros compromissos, 69% disseram não ter enfrentado o problema e 31% alegaram ter tido alguma dificuldade. Naturalmente, esta proporção é mais elevada na capital.

Capacitação da polícia – A grande maioria confia na capacidade da polícia reprimir a ação dos bandidos: 82% dos entrevistados entendem que ela é capaz (sendo que 25% dizem que a polícia é totalmente capaz) e 8% dizem não ser capaz.

Forças armadas – Quanto à participação das forças armadas, 93% aprovam a iniciativa (sendo que 70% aprovam totalmente), 3% são indiferentes e outros 3% desaprovam.

Governo Federal – Apenas 11% acham que o Rio está lutando sozinho e 89% percebem o apoio do Governo Federal.

Imagem da cidade – Quando perguntados sobre a imagem do Rio no exterior após a operação, 69% consideram que a imagem será melhor (sendo que 22% acreditam que ficará muito melhor), 15% acreditam que a imagem ficará pior e 11% acham que não fará diferença.

Copa do Mundo e Olimpíadas – Indagadas quanto à possibilidade dos acontecimentos prejudicarem a realização da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, 54% das pessoas acreditam que será prejudicial (sendo que 18% dizem que prejudicará muito) e 41% confiam que não prejudicará em nada.

Otimismo – Em relação à expectativa para o desfecho do conflito, 72% estão otimistas (sendo que 20% se sentem totalmente otimistas), 16% se dizem nem otimistas e nem pessimistas e 10% se sentem pessimistas.

Deixe um comentário

Arquivado em Efêmeras Divagações

WikiLeaks: 2.855 documentos sobre o Brasil (via Opera Mundi)

Por Natália Viana, jornalista e colaboradora do site Opera Mundi

Fui convidada por Julian Assange e sua equipe para trazer ao público brasileiro os documentos que interessam ao nosso país. Para esse fim, o Wikileaks decidiu elaborar conteúdo próprio também em português. Todos os dias haverá no site matérias fresquinhas sobre os documentos da embaixada e consulados norte-americanos no Brasil.

Por trás dessa nova experiência está a vontade de democratizar ainda mais o acesso à informação. O Wikileaks quer ter um canal direto de comunicação com os internautas brasileiros, um dos maiores grupos do mundo, e com os ativistas no Brasil que lutam pela liberdade de imprensa e de informação. Nada mais apropriado para um ano em que a liberdade de informação dominou boa parte da pauta da campanha eleitoral.

Buscando jornalistas independentes, Assange busca furar o cerco de imprensa internacional e da maneira como ela acabada dominando a interpretação que o público vai dar aos documentos. Por isso, além dos cinco grandes jornais estrangeiros, somou-se ao projeto um grupo de jornalistas independentes. Numa próxima etapa, o Wikileaks vai começar a distribuir os documentos para veículos de imprensa e mídia nas mais diversas partes do mundo.

Assange e seu grupo perceberam que a maneira concentrada como as notícias são geradas – no nosso caso, a maior parte das vezes, apenas traduzindo o que as grandes agências escrevem – leva um determinado ângulo a ser reproduzido ao infinito. Não é assim que esses documentos merecem ser tratados: “São a coisa mais importante que eu já vi”, disse ele.

Não foi fácil. O Wikileaks já é conhecido por misturar técnicas de hackers para manter o anonimato das fontes, preservar a segurança das informações e se defender dos inevitáveis ataques virtuais de agências de segurança do mundo todo.

Assange e sua equipe precisam usar mensagens criptografadas e fazer ligações redirecionados para diferentes países que evitam o rastreamento. Os documentos são tão preciosos que qualquer um que tem acesso a eles tem de passar por um rígido controle de segurança. Além disso, Assange está sendo investigado por dois governos e tem um mandado de segurança internacional contra si por crimes sexuais na Suécia. Isso significou que Assange e sua equipe precisam ficar isolados enquanto lidam com o material. Uma verdadeira operação secreta.

Documentos sobre Brasil

No caso brasileiro, os documentos são riquíssimos. São 2.855 no total, sendo 1.947 da embaixada em Brasília, 12 do Consulado em Recife, 119 no Rio de Janeiro e 777 em São Paulo.

Nas próximas semanas, eles vão mostrar ao público brasileiro histórias pouco conhecidas de negociações do governo por debaixo do pano, informantes que costumam visitar a embaixada norte-americana, propostas de acordo contra vizinhos, o trabalho de lobby na venda dos caças para a Força Aérea Brasileira e de empresas de segurança e petróleo.

O Wikileaks vai publicar muitas dessas histórias a partir do seu próprio julgamento editorial. Também vai se aliar a veículos nacionais para conseguir seu objetivo – espalhar ao máximo essa informação. Assim, o público brasileiro vai ter uma oportunidade única: vai poder ver ao mesmo tempo como a mesma história exclusiva é relatada por um grande jornal e pelo Wikileaks. Além disso, todos os dias os documentos serão liberados no site do Wikileaks. Isso significa que todos os outros veículos e os próprios internautas, bloggers, jornalistas independentes vão poder fazer suas próprias reportagens. Democracia radical – também no jornalismo.

Impressões

A reação desesperada da Casa Branca ao vazamento mostra que os Estados Unidos erraram na sua política mundial – e sabem disso. Hillary Clinton ligou pessoalmente para diversos governos, inclusive o chinês, para pedir desculpas antecipadamente pelo que viria. Para muitos, não explicou direto do que se tratava, para outros narrou as histórias mais cabeludas que podiam constar nos 251 mil telegramas de embaixadas.

Ainda assim, não conseguiu frear o impacto do vazamento. O conteúdo dos telegramas é tão importante que nem o gerenciamento de crise de Washington nem a condenação do lançamento por regimes em todo o mundo – da Austrália ao Irã – vai conseguir reduzir o choque.

Como disse um internauta, Wikileaks é o que acontece quando a superpotência mundial é obrigada a passar por uma revista completa dessas de aeroporto. O que mais surpreende é que se trata de material de rotina, corriqueiro, do leva-e-traz da diplomacia dos EUA. Como diz Assange, eles mostram “como o mundo funciona”.

O Wikileaks tem causado tanto furor porque defende uma ideia simples: toda informação relevante deve ser distribuída. Talvez por isso os governos e poderes atuais não saibam direito como lidar com ele. Assange já foi taxado de espião, terrorista, criminoso. Outro dia, foi chamado até de pedófilo.

Wikileaks e o grupo e colaboradores que se reuniu para essa empreitada acreditam que injustiça em qualquer lugar é injustiça em todo lugar. E que, com a ajuda da internet, é possível levar a democracia a um patamar nunca imaginado, em que todo e qualquer poder tem de estar preparado para prestar contas sobre seus atos.

O que Assange traz de novo é a defesa radical da transparência. O raciocínio do grupo de jornalistas investigativos que se reúne em torno do projeto é que, se algum governo ou poder fez algo de que deveria se envergonhar, então o público deve saber. Não cabe aos governos, às assessorias de imprensa ou aos jornalistas esconder essa ou aquela informação por considerar que ela “pode gerar insegurança” ou “atrapalhar o andamento das coisas”. A imprensa simplesmente não tem esse direito.

É por isso que, enquanto o Wikileaks é chamado de “irresponsável”, “ativista”, “antiamericano” e Assange é perseguido, os cinco principais jornais do mundo que se associaram ao lançamento do Cablegate continuam sendo vistos como exemplos de bom jornalismo – objetivo, equilibrado, responsável e imparcial.

Uma ironia e tanto.

via Opera Mundi

Leia também:

2 Comentários

Arquivado em Delírio Cotidiano

Caos no Rio – A capa de jornal que nenhum jornal quer publicar (via Quanto Tempo Dura?)

Pra começar a completar, um comentário feito por Allan Patrick: Li no noticiário que há autoridades querendo revistar todas as casas de uma favela do Rio de Janeiro. Observo, como consequência, diversas mensagens de apoio no twitter. Aí me lembro que, ao ler o livro Elite da Tropa 2, havia a história da captura de um dos maiores traficantes e milicianos do Rio de Janeiro. Pelo que o relato do livro nos dá a entender, ele foi preso em Natal/RN…    Continue Lendo

via Quanto Tempo Dura?

Deixe um comentário

Arquivado em Efêmeras Divagações

Dezembro na Cinemateca Brasileira

01 a 12 de dezembro

Celebrando a obra de um dos maiores autores do teatro brasileiro e sua repercussão no cinema, a Cinemateca Brasileira presta homenagem ao dramaturgo Nelson Rodrigues, falecido em 21 de dezembro de 1980, aos 68 anos. A mostra reúne algumas das principais adaptações de seus folhetins e peças para as telas, revelando diversas perspectivas de leitura do universo rodriguiano. Dentre os destaques, Meu destino é pecar, de Manuel Peluffo, primeiro filme adaptado de um texto do escritor, o raro Bonitinha, mas ordinária, de J. P. de Carvalho, que será exibido em cópia nova em película, confeccionada pela Cinemateca e A Falecida, de Leon Hirszman, que será projetado em versão restaurada pela instituição. Integram a programação, ainda, títulos menos lembrados como O Beijo, de Flávio Tambellini, versão expressionista de uma das “tragédias cariocas”, e Engraçadinha depois dos trinta, de J. B. Tanko, adaptado de folhetim publicado no jornal Última Hora, entre 1959 e 1960.
+ consulte a programação

03 a 05 de dezembro

Um dos maiores montadores do cinema brasileiro, Mauro Alice faleceu no último dia 23 de novembro. Para celebrar seu legado, a Cinemateca Brasileira exibe, em película, alguns clássicos da nossa cinematografia, montados pelo artista – entre eles, Noite Vazia, de Walter Hugo Khouri, e O Beijo da Mulher Aranha, de Hector Babenco. + consulte a programação

06 a 12 de dezembro
ENTRADA FRANCA 

Evento pioneiro criado em 1987, a MOSTRA DO AUDIOVISUAL PAULISTA chega em 2010 a sua 22ª edição e traz à Cinemateca Brasileira parte de sua programação, que abarca obras produzidas numa multiplicidade de formatos de imagem por realizadores e empresas de São Paulo. + consulte a programação

08 a 12 de dezembro
ENTRADA FRANCA 

Em dezembro, a Cinemateca Brasileira, a Embaixada da Espanha no Brasil e a Agência Espanhola de Cooperação Internacional (AECID) reúnem-se outra vez para oferecer ao público mais uma edição da tradicional mostra dedicada à nova cinematografia espanhola, realizada desde 2005. + consulte a programação

03 de dezembro
ENTRADA FRANCA 

Dedicado à projeção de curtas-metragens de novos realizadores brasileiros, o projeto CURTA CINEMATECA ESPECIAL apresenta este mês O Voo do avestruz, de Clara Izabela e Zé Inlê; Liquidificador, de Gabriel Tye e Morgana Duque; Combustão espontânea, de Bruna Leonardi e Gabriel de Paula. + consulte a programação

04 a 11 de dezembro
ENTRADA FRANCA 

A Cinemateca Brasileira, desde 2004, mantém um espaço de exibição para o curta-metragem brasileiro. Em dezembro, a programação do CURTA CINEMATECA, em sintonia com a 29ª Bienal de São Paulo, que se encerra no dia 12 deste mês, segue exibindo documentários, ficções e filmes experimentais sobre o universo das artes plásticas. + consulte a programação

04 de dezembro
ENTRADA FRANCA 

Fruto de parceria entre a Cinemateca Brasileira, a UNIFESP e a FAP – Fundação de Apoio à UNIFESP, o projeto UNIVERCINE é uma atividade educativa voltada à formação de público e à discussão de temas relativos ao campo das ciências humanas. Exibe mensalmente, aos sábados, filmes brasileiros, e promove debates com a presença de professores da UNIFESP e convidados.
+ consulte a programação

Deixe um comentário

Arquivado em Efêmeras Divagações

Sr. Brasil, hoje, na TV Cultura

Deixe um comentário

Arquivado em Efêmeras Divagações