Arquivo do dia: 01/12/2010

Presídio Federal de Porto Velho recebe mais 10 inquilinos : agora são 23

Com a chegada de novos inquilinos no Presídio de Segurança Máxima de Porto Velho, entre eles os traficantes Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, e Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, já transferidos, sobe para  23 o número de criminosos hospedados. Junto com eles, também vieram Cleber Nunes de Azevedo (Doutorzinho), Fernando de Oliveira Reis (Fernando Cabeção), Gilmar Luiz Binda (Binda) e José Antônio Marinho (Toninho Pavão), Cláudio José de Souza Fontarego, Isaías Costa Rodrigues(Isaías do Borel), Leonardo Marques da Silva, Márcio Carvalho da Silva, Marcelo dos Santos Nepomuceno, Márcio Antônio Pereira Firmino Silva (My Thor),  Ricardo Chaves de Castro Lima Israel Gama Soares (Israelzinho ou Punk); André Amaral da Silva (Andrezinho Samango); Ronaldo Paes de Lima (Gordo Neném); Marco Antônio de Andrade Ruas (Marco Metralha); Roberto Carlos Pires de Andrade (Brucutu); Francivaldo Moreira Pontes (Ban); Alex Sandro Serafim Nogueira do Nascimento (Alex Jacaré); José Fernandes Barbosa (Zé Roberto ou Barão do Pó); Washingtom Luiz Gomes da Cunha ou Gomes da Silva (o Cachorro Doido) e Alberto Bararuá de Alcântara (Beto Bararuá), estes últimos provenientes do Pará, mas com estreitas ligações com o crime organizado do RJ.

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O ministro X-9 (via Brasília, eu vi)

Uma informação incrível, revelada graças às inconfidências do Wikileaks, circula ainda impunemente pela equipe de transição da presidente eleita Dilma Rousseff: o ministro da Defesa, Nelson Jobim, costumava almoçar com o ex-embaixador dos Estados Unidos no Brasil Clifford Sobel para falar mal da diplomacia brasileira…     Continue Lendo

via Brasília, eu vi

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Caveirão pode ter sido usado em fuga de chefões do CV (via Pauta do Dia)

A Corregedoria da Polícia Militar está investigando os policiais lotados no 16º BPM (Olaria) que estavam de serviço no blindado da unidade – popularmente conhecido como “caveirão” – no último domingo. Do início da noite do dia 28 de novembro até às 5h da manhã do dia seguinte, o veículo foi flagrado realizando viagens do Complexo do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio, até o Morro do Chapadão, na Pavuna, também na Zona Norte. … Continue Lendo

via Pauta do Dia

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Cara, crachá ! Cara, crachá ! (0xx21) 2253-1177 neles…

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A Nossa Amazônia (via Fatos Novos Novas Idéias)

por Francisco Barreira

Sobre a Amazônia inexplorada e incompreendida há muita  falação, no Sul e no estrangeiro, com linguagem  erudita e conteúdo  pseudo científico. Seja como for, já sabemos o suficiente para dizer que  se trata  da maior jóia natural do Planeta. E a estrategicamente mais rica. Como defendê-la e como  explorá-la sem   destruí-la ? Esta questão é a  razão de ser desta  coluna.  Para comandá-la, convidamos a brilhante jornalista Marla Alcântara, uma amazônida que compreende com o coração aquilo que seus olhos vêem. FB

Amazônia: a vulgarização do maior patrimônio da  humanidade

Por  Mara Alcântara

O que tem além daquele   teatro no meio da  Selva e da Zona Franca e porque a mulheres usam pouca roupa?
Esta é  síntese da curiosidade dos milhões de turistas que nos vistam todo ano. Talvez eles façam o mesmo tipo de pergunta diante de um tempo budista na Tailândia ou  das ruínas asteca no México. A indiferença blaze e boçal   dos turistas sejam eles de  onde forem é uma marca do nosso tempos. Eles viajam para carimbar passaporte (status), roubar suvenires nos hotéis e restaurantes e  para tentar realizar suas fantasias sexuais, nas terras consideradas liberadas e permissíveis. Exóticas.
Ontem fui correr na Praia da Ponta Negra, cartão postal da cidade e vi coreanos hospedados no Hotel Cinco estrelas logo ali ao lado,  quando desciam as escadas do calçadão para o lugar conhecido como “inferninho” e ali se acabarem  de tanto dançar com o que chamam de “piriguete”.  E por mais que conheça as coisas da vida, não deixo de me aborrecer com a idéia de que  os homens pensam que todas as nortistas são assim.

Mesmo  quando não nos vêem como  mulheres fáceis, tudo o que  eles  retêm em suas mentes é que somos exóticas e usamos pouca roupa. Outro dia,  um italiano idiota  puxou conversa e depois de  algum tempo declarou todo seu espanto: Você fala inglês! Onde aprendeu? Morou em outra cidade?
No mais  quase todos os  turistas imaginam que  a Zona Franca são apenas as lojas do centro da cidade, onde, como das ruas especializadas de São Paulo e da Ciudad del Leste, no Paraguai,   estão ali apenas para servir aos sacoleiros. Não sabem que a Zona Franca, acoplada ao Pólo Industrial e incrustada   em uma metrópole de  quase dois milhões de habitantes, é o cerne da economia do Amazonas e o  maior centro industrial e tecnológico da Região Norte.
Aqui  estão instaladas fábricas como CCE, Brastemp, Elgin, Evadin, Nokiao, Yamaha e Honda. E aqui são fabricados produtos elétricos e eletrônicos essenciais para as  indústrias do  Sul  brasileiro e mesmo para o MERCOSUL. Não existe um único automóvel fabricado na  Argentina que não tenha  um componente  produzido em Manaus.

O consumismo, a alienação e a ignorância são as marcas da indústria turística que transporta centenas de milhões de pessoas  de um lado para o outro do Planeta,  esmagadas como sardinha dentro de aviões pouco confiáveis. Tudo, com o  único propósito de  dar lucro à hotelaria, às produtoras de  combustível,  à jogatina e à prostituição. Será que viemos ao Mundo apenas para fazer isso?
E por nenhum instante passa pela cabeça não só dos turistas boçais como  dos políticos e  das autoridades  brasileiras que estamos sentados em cima da  maior, mais rara e mais cara jóia da Humanidade.  Detentora de descomunais  reservas estratégicas, tanto minerais como hídricas e de biodiversidade, a região não é  cobiçada  por acaso. Se querem  avaliar seu  preço,  multipliquem por mil o Pré Sal, que, aliás, é esgotável.
Mas tudo os que eles sabem dizer quando nos vem é: Poxa como você é exótica

Na Amazônia, o homem  vai  ter que
aprender a desenvolver sem destruir

Uma nação vive em  busca de liberdade, melhoria  da qualidade de vida e crescimento. O que é ser um país subdesenvolvido ou um país pobre? Você é pobre de quê?
Nasci num país do chamado  Terceiro Mundo. Mas quantos mundos existem? Três? Então somos da última categoria?

Sabe lá que idade eu tinha, mas escutava os adultos dizerem: carne de primeira, segunda ,terceira.  O Brasil é tão pobre e desclassificado assim? Agora somos emergentes. Mas estamos emergindo de onde para onde?

Penso nas riquezas visíveis na minha Amazônia e “tudo que é pobre se desmancha no ar”, cheia de frutos e sementes curandeiras. E penso nos pássaros de inúmeras e incontáveis espécies, talvez comandados pelo famoso canto do Uirapuru.

Se sou amazônida, como posso  ser pobre?

Se moro circundada pelo maior rio do Planeta e do mais belo encontros de outros dois? Se tenho em minha terra Boi Bumbá, Festival de peixe Ornamental, terra da Ciranda, Festa do Cupuaçú, e lindos hotéis de selva?

Não pense que sou ingênua e que não saiba que nessas mesmas cidades: Parintins, Barcelos, Manacapuru e Presidente Figueiredo não haja pobreza e gente sofrida. E como há…

Mas se me confronto  com o que é rico e o que é pobre, como posso morar e assumir que moro num país pobre? Se ele é pleno de reservas de tantos minerais tão estratégicos quanto cobiçados. Se é pleno de reservas indígenas que de canto, cura e cultura tem tanto?

E que dizer do capitalismo se alastrando floresta adentro? Falei dos hotéis de selva, que recebem tantos europeus, mas que são inacessíveis para o brasileiro e o próprio amazonense. E nós amazonenses também vamos nos alastrando pelo capitalismo e trocamos nossas comidas milenares pelo McDonald’s. E aprendemos a correr atrás da grana como qualquer povo “civilizado”.

Sim, estou inserida no sistema.  Mas quem disse que por isso perdi o direito de sonhar? Sonhar, por exemplo, com desenvolvimento  compatibilizado com a preservação. Se o homem não conseguir fazer isto na  Amazônia, não o fará em nenhuma outra parte do mundo.

Lembro agora  do pequeno canoeiro que leva turistas para conhecer o encontro das águas, mostra as  tribos indígenas  e ensina como segurar jacarés bebês, bicho preguiça, macaco e cobra. Isso para dizer que ele  está estudando inglês para bem atender sua clientela. Não é ele apenas que está aprimorando seus estudos. Há, na verdade, uma troca equânime de  conhecimentos e informações. Talvez o caminho seja por aí.

Está  na  hora de transforma a Amazônia  exótica numa solução, num exemplo para o Brasil e para o Mundo.

Como diria  Antoine de Saint-Exupéry, o essencial é invisível aos olhos, só se vê bem com o coração.

via  Fatos Novos Novas Idéias

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Gravação de DVD em Porto Velho no Teatro 1 do SESC, hoje dia 1º

Hoje, dia 1º de dezembro, às 20:30 hs tem gravação do DVD do H.Montnegro no Teatro 1 do Sesc, em Porto Velho/Rondônia. Parabéns, Montnegro !

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ANCINE recebe teses e dissertações para publicação em sua página web

Os trabalhos podem ser submetidos através do Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual – OCA (www.ancine.gov.br/oca), na seção Teses e Dissertações. Foram definidas três áreas temáticas: 1) Políticas do audiovisual; 2) Economia do audiovisual; e 3) Gestão, inovação e estratégia das atividades audiovisuais, cada qual com respectivas subáreas de interesse (ver abaixo). Inicialmente, serão aceitos trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação stricto sensu, em nível de mestrado e doutorado, aprovados por banca examinadora. Um Conselho Editorial, formado por servidores da Agência Nacional do Cinema, ficará responsável pela classificação dos trabalhos recebidos de acordo com os eixos temáticos definidos. Em breve, a área de Teses e Dissertações do OCA passará a receber também monografias e artigos.

Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual – OCA

O Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual (OCA) é um espaço dedicado à publicação de informes, estudos e pesquisas sobre o mercado brasileiro de cinema e audiovisual. Tem como principal objetivo ser um instrumento público de produção, armazenamento e divulgação de informações, de forma a atender à demanda por números e análises sobre as mais amplas manifestações da atividade audiovisual no país. Com a publicação de teses e dissertações, o OCA caminha para se tornar um centro de referência para o mercado e a academia, servindo a pesquisadores, agentes do mercado, organismos internacionais e outros órgãos públicos.

Áreas temáticas e subáreas de interesse para publicação de teses e dissertações no Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual

Área 1 – Políticas do audiovisual

1.1 – Políticas públicas e modelos de financiamento da produção audiovisual
1.2 – Estado e a regulação do audiovisual
1.3 – Organismos e acordos multilaterais relacionados ao audiovisual
1.4 – Acordos internacionais de co-produção audiovisual
1.5 – Estudos comparados da legislação do audiovisual

Área 2 – Economia do audiovisual

2.1 – Teoria econômica e história do audiovisual
2.2 – Cadeias produtivas da indústria audiovisual
2.3 – Direitos autorais e seus modelos de negócio no audiovisual
2.4 – Regulação econômica e defesa da concorrência nos serviços audiovisuais
2.5 – Indústria audiovisual e desenvolvimento econômico
2.6 – Impactos econômicos da convergência no audiovisual
2.7 – Recepção e consumo do audiovisual

Área 3 – Gestão, inovação e estratégia das atividades audiovisuais

3.1 – Gestão cultural na área audiovisual: Ferramentas, instrumentos e organização
3.2 – Estratégias de gestão privada nas atividades audiovisuais
3.3 – Gestão de direitos nos mercados de bens e serviços audiovisuais
3.4 – Gestão de programas e projetos culturais na área audiovisual
3.5 – Novos Formatos e Tecnologias na Indústria do Audiovisual

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