Arquivo do dia: 21/11/2010

O que quer a juíza Karla ? Fechar o ENEM ? Desembargador impede que Juíza subverta a ordem(via Conversa Afiada)

A Dra Maia tem um problema Superior

Saiu no Globo, na Folha (*) e no Estadão.

Juíza Karla Maia, da Justiça Federal do Ceará, que tentou anular o ENEM, agora quer fechar o ENEM por sua desmoralização. A Advocacia Geral da União conseguiu anular a primeira decisão da Dra Maia. E, na decisão, ficou previsto o mecanismo que dará aos 0,0000001% dos prejudicados o direito à isonomia. Pois a Dra Maia resolveu enfrentar a instância superior que a derrotou. E quer criar instrumentos mais abrangentes – e descabidos – para um segundo ENEM. A Dra Maia provavelmente não gosta do ENEM, do Haddad nem de Instância Superior.Por muito menos, o corajoso Juiz Fausto De Sanctis é perseguido até hoje pelo Supremo ex-Supremo Presidente do Supremo.

ENEM: desembargador impede que Juíza subverta a ordem

Faria não deixou os candidatos assumirem o poder no ENEM

O presidente do TRF da 5ª região, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, suspendeu ontem a decisão da Juíza Federal da 7ª vara/CE, Karla Maia, que assegurava a realização de uma nova prova a TODOS  os estudantes que se sentissem prejudicados pelos erros de impressão do caderno amarelo ou pela inversão dos cabeçalhos nos cartões de resposta do Enem.  O Desembargador Faria denunciou o caráter subversivo – lesão á ordem pública – da decisão da Dra Maia.Igualmente subversiva foi a adesão furiosa do PiG (*) às insensatas decisões da Juíza (foram duas !). Mas, para prejudicar o Presidente Lula, o PiG (*) é capaz de subverter tudo.
Leia trechos da decisão do desembargador Luiz Alberto Faria (extraído do site “Migalhas”):
Destaca que a pretensão do MPF é tangenciar a decisão proferida na SL nº 4208-CE, não podendo ser aceito, sob pena de subverter o que restou decidido nesta Corte. Aduz a ocorrência de grave lesão à ordem pública, na sua feição administrativa, considerando que a tutela deferida possibilita que os candidatos possam livremente optar se querem fazer uma nova prova, sem qualquer verificação objetiva por parte da Administração do prejuízo efetivo. Por fim, requer a extensão da decisão proferida na SL nº 4208-CE, ou caso assim não entenda, seja a presente peça recebida como nova suspensão de antecipação de tutela.Determinei a autuação do presente petitório, vindo-me os autos conclusos para o exame do pleito.Passo a decidir.Na hipótese de que se cuida, vislumbro, mais uma vez, a presença dos pressupostos legais. Com efeito, a possibilidade de grave lesão à ordem pública, aqui considerada na acepção ordem administrativa, decorre da faculdade autorizada pelo Juízo Federal da 7ª Vara – CE de possibilitar aos alunos “que se sintam prejudicados” no ENEM 2010 a submissão a novo certame, sem que a Administração Federal possa realizar a verificação objetiva do efetivo prejuízo sofrido pelos candidatos, circunstância essa possível a partir do cotejo do teor das atas de aplicação das provas e dos requerimentos contendo as reclamações.De mais a mais, a adoção do critério subjetivo na avaliação do prejuízo sofrido pelo candidato levaria a Administração à difícil situação de ficar submetida ao alvedrio do candidato dito prejudicado, impossibilitando-se, assim, qualquer controle estatal, ocasionando grave violação à ordem pública.Afora isso, conforme já destaquei quando do exame da SL nº 4208-CE, a alteração do cronograma fixado pelo MEC implica, inquestionavelmente, atraso na conclusão do ENEM 2010, aspecto por demais relevante, levando em conta que diversas instituições de ensino superior utilizarão as notas do ENEM na seleção de ingresso dos novos alunos, repercutindo sobremodo nos vestibulares realizados em todo o País.Não se pode admitir, pois, que paixões a teses jurídicas venham aflorar e contaminar o Judiciário, a ponto de se pretender a reforma de decisão por quem não possui competência para tanto, trazendo insegurança jurídica, por corolário, para milhões de jovens atônitos (e suas famílias) à espera da definição das respectivas situações escolares, em um momento tão importante das suas vidas, às vésperas da difícil disputa pelo ingresso no ensino superior.
LUIZ ALBERTO GURGEL DE FARIA
Presidente

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

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Falando um pouco de Candomblé e Natureza… (via Candomblé)

Falar sobre Candomblé hoje, para os adeptos mais preocupados e mais ativos quanto à religião, não significa apenas discutir sobre assuntos do terreiro, orixás e obrigações. Hoje convido a todos para percebermos sobre o espaço em que a nossa religião está inserida, falando sobre a Terra e seus recursos, essa grande mãe que nos fornece além da possibilidade de vida, a possibilidade de termos uma fé, uma crença que se baseia totalmente no seu funcionamento …    Continue Lendo via  Candomblé

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A imprensa cansada

Por Alberto Dines, do Observatório da Imprensa

“Vinte dias depois de terminada uma das mais renhidas a chamada grande imprensa ainda não conseguiu se reencontrar. Parece nocauteada: não recuperou a sua energia, entonação, nem a velha dimensão. Perdeu o jeito – na verdade a grande imprensa ficou pequena. Não conseguiu adaptar-se à súbita mudança nas esferas do poder. Parece de ressaca. Não percebeu que até o dia 31 de outubro dependia exclusivamente do presidente da República, era viciada em Lula, ele comandava o espetáculo, ele comandava o noticiário. Agora, o presidente recolheu-se, passou a operar nos bastidores enquanto a sucessora está completamente absorvida pelo desafio de montar a sua equipe, organizar as prioridades, montar os bastidores e as rotinas. É preciso reconhecer que o poder também não se encontrou, nem se consolidou. Dilma Rousseff levará algum tempo para encontrar um estilo e descobrir o seu tom. Neste clima generalizado de intervalos, onde impera o silêncio depois de um longo e cansativo berreiro, fica visível que a imprensa está patinando, perdeu as referências, não tem onde se agarrar, sobretudo está exibindo sem qualquer disfarce a sua velha fraqueza: não sabe viver sem declarações.Pior: precisa ser pautada, não tem agenda própria. Não sabe ver o mundo, muito menos colocar-se nele. Sem o Enem e a débâcle de Silvio Santos teríamos os jornalões tratando apenas de crimes e futebol.O Natal promete ser lucrativo– isso basta, já que nossos jornais são uma extensão do comércio. Depois virá o verão com as suas banalidades. O quadro é ainda pior na mídia digital – que no Brasil, aliás, só existe como reverberação, incapaz de inventar-se para ocupar os espaços que uma mídia impressa cansada lhe oferece graciosamente. O encerramento da primeira década do século 21 merecia olhares mais atentos e ânimos menos acirrados.

via Brasil ! Brasil !

NR: A nojeira estampada nos jornalões,tvs e sites pelegos durante a campanha serviu para muita coisa, passada agora a refrega. A uma prá descobrir que existe definitivamente o que o jornalista Paulo Henrique Amorim chama de P.I.G. (Partido da Imprensa Golpista). A duas para soterrar de vez a tênue credibilidade que alguns jornalistas e comentaristas, a duras custas,  mantinham . Eles se cobriram em um poço de lama tão profundo que só o que poderá vir a tona são vazamentos de gazes fétidos. É a terceirização da vassalagem: Os patrões pensam e os vassalos usam as mãos e o nome. A três, que vale a famosa frase do Barão de Itararé. “o Brasil têm a melhor imprensa que o dinheiro pode comprar“.

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I Seminário Internacional Centro Ruth Cardoso

Centro Ruth Cardoso, em conjunto com a AlfaSol e com o apoio da Universidade de São Paulo (USP), realizará seminário internacional multidisciplinar aberto ao público, nos dias 24 e 25 de novembro, na Faculdade de Economia e Administração (FEA-USP). Os painéis serão formados por especialistas nacionais e internacionais como Lesley Esters Redwine (EUA); Cecilia Maria Velez (Colômbia); Gustavo Cardoso (Portugal); Gerard Clarke (Inglaterra); Ezequiel Reficco (Argentina/Colômbia); Rosa Fischer, Elisa Reis e Silvio Meira (Brasil).

Direcionado a pesquisadores, estudantes, professores e público em geral, o encontro busca agregar o “estado da arte” tanto na produção teórica sobre o assunto, quanto nas vivências práticas, sejam elas iniciativas governamentais, empresariais ou de organizações da sociedade civil.

No primeiro dia, a programação contemplará os painéis “Democracia e novas formas de participação social” e “Empreendedorismo social e desenvolvimento sustentável”. Já no segundo dia, serão discutidas as temáticas de “Educação e cidadania” e “Redes sociais e sociedade em rede”. Além das mesas-redondas, os participantes poderão inscrever-se nas oficinas específicas de cada eixo, pelo site www.centroruthcardoso.org.br/seminario

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