Arquivo do dia: 06/11/2010

Em Rondônia, mulher de 250 kg pede ajuda. Para que serve um governo afinal ? Hay ALE o es una lenda ? Vão deixar para o Confúcio resolver?

Vi a matéria na TV. É estarrecedor e revoltante ver uma senhora idosa implorando ajuda às pessoas. Eu aposto que se fosse o caso de conseguir dinheiro para algum concurso tipo garota camiseta molhada em algum rodeio no interior do Estado a grana aparecia rapidinho. Mas a gente sabe. É o sistema, tão bem representado no filme Tropa de Elite. O coronel Nascimento saberia o que fazer. Vejo que diversos sites publicaram apelos para que a população ajude esta senhora do distrito de Novo Paraiso, a 50 km de Cacoal , no município de São Felipe do Oeste, no interior do Estado de Rondônia, para que ela, que pesa 250 kg, tenha auxilio médico.É um caso típico de obesidade mórbida.  Como a maioria dos sites e jornais de RO  apoiam o governo Cassol e a ALE-RO  e os defendem até os dentes , só resta perguntar: Para quê serve um Governo numa situação destas e por quê eles, que tanto defendem a domesticada e cordeirinha ALE e o nefasto governo Cassol não dão nome aos bois ? Afinal, para que serve um Governo de Estado numa situação destas ? Hay gobierno ? Hay ALE o es una lenda ? Vamos nos unir e resolver este problema de uma vez , senhor governador e senhores deputados ? Não dá prá solucionar o caso sem precisar da intervenção do MPE ? Pelo jeito o governador eleito Confúcio Moura terá um problema semelhante ao que teve em Ariquemes logo no primeiro dia de mandato. Talvez proceda a piada ouvida numa roda de bar de que as supostas iniciais IC visiveis no novo Centro Administrativo signifiquem : Inicia , Confúcio ! E logo.

Dona Iraci Costa de Jesus morreu dormindo nesta madrugada do dia 16
Segundo o site rondoniainfoco, de Cacoal a senhora Iraci Costa de Jesus, com 68 anos e 250 quilos que clamava por ajuda para emagrecer, faleceu na madrugada desta terça (16/11), enquanto dormia em sua residência. Antes de morrer, Iraci chegou a rever os irmãos, de quem estava afastada há 42 anos. Eles ficaram sabendo do caso graças a uma campanha de doação levantada pelo jornalista Paulo Henrique Silva, editor do rondoniainfoco,  que acabou tendo repercussão nacional. Mãe de quatro filhos, dona Iraci, de acordo com Paulo, chegou a dizer que não queria morrer antes de ter um reencontro com os irmãos.  A prefeitura de São Felipe já custeou parte do funeral, restando ainda que os colaboradores sensibilizados com o caso, façam doações. Dona Iraci começou a engordar há 10 anos atrás, após sofrer uma queda dentro do banheiro de sua casa. De lá, para cá, o sofrimento tomou conta de sua vida. A lesão causou hérnia , problemas glandulares (tireóide) e outras enfermidades. Na época pesava 100 kg. Depois, com o agravamento da obesidade, realizava suas necessidades fisiológicas e sua alimentação em cima da cama, pois o seu peso não permitia se deslocar.

Uma simples homenagem

“Existem pessoas tão especiais que tudo que desejamos é que elas estejam sempre ao nosso lado; Existem pessoas maravilhosas, que desejamos sempre ter seu encanto presente em nossas vidas; Existem pessoas tão marcantes e tão amigas que jamais pensamos na hipótese de um dia vê-las partir… Mas, inevitavelmente existem também, os desígnios de Deus, e a Sua vontade é Soberana. Temos certeza Iraci que neste momento você está em paz, junto com nosso Pai, que nos criou, lhe concedendo agora a vida eterna; Sua história de vida deixa marca permanente na nossa vida e se isso nos faz menos tristes. Mas nada diminui a nossa angústia. Com imenso pesar e grande tristeza, convictos de que a fé vence a morte, Deus há de reservar-lhe o merecido lugar que seu carisma, sua bondade e o seu amor souberam conquistar. Adeus querida! Tendo agora em nossos corações, uma imensa e indescritível dor pela sua ausência aqui conosco e também muitas lágrimas de uma imensa saudade; Até outro dia em que nos encontraremos em breve para o nosso reencontro eterno. Com muito amor, de todos que conviveram ao seu lado.”

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SOS. Jorcêne Martinez precisa de ajuda

Por Beto Bertagna

O jornalista Jorcêne Martínez que atuou durante muito tempo na imprensa do Norte, sofreu um AVC e está passando por dificuldades médicas e financeiras em Brasília. Martinez trabalhou nos extintos A Tribuna, O Guaporé , O Imparcial e O Parceleiro além do Estadão e sucursal da Radiobrás. Também foi assessor de imprensa de alguns parlamentares na Capital Federal. Jorcêne vive com a Amábia, que é quem segura a barra, enquanto Diego e Rock, os filhos, o cuidam. Martinez tem 68 anos e está desempregado há bastante tempo , necessitando da força de todos, principalmente daqueles a quem ele um dia  ajudou. O seu telefone de contato é (61) 8452 8143, operadora OI.  É hora de solidariedade. Martinez chegou em Rondônia em 1978, uma época de “vacas gordas” para os correspondentes. Logo foi trabalhar para o Jornal do Brasil. Hoje, o próprio ombudsman  da “Folha de S.Paulo”, reconhece. “A Folha tem uma correspondente em Pequim e não tem em Belém”.
Publico o comentário do jornalista Montezuma Cruz, que foi seu companheiro na fase áurea dos “correspondentes”: “Verdade o que você diz em relação aos quase extintos correspondentes. Na Amazônia, então…Martínez desembarcou de mala e cuia em Porto Velho naquele movimentado 1978, designado que foi por Benedito Juarez Bahia (editor nacional e chefe da Produção JB) para ser correspondente itinerante: trabalhava em Porto Velho, Rio Branco e, às vezes, esticava até Boa Vista. Rochilmer Rocha levou-o também para A Tribuna. Viveu o glorioso momento daquele jornal da esquina da Sete com a ex-Kennedy. Martínez é um dos integrantes daquele grupo de profissionais que transita pelos corredores do poder sem se distanciar do povo. Por isso, vive essa situação delicada, a exemplo de tantos outros que chegam à idade dita avançada sem amealhar fortunas, exceto a honra. É uma raça em extinção, evidentemente. Sejamos fraternos com ele e com todos os que necessitam. Do contrário, conforme diz muito bem Trude Landau, não somos dignos de nos considerarem seres humanos civilizados.”
O jornalista Nelson Townes escreveu no site http://www.noticiaro.com : Martinez, um profissional importante para Amazônia. Jornalistas como Martinez, de 68 anos, são como um bom vinho. Quanto mais velhos, melhores ficam. Essa idade lhe dá, na condição de jornalista, um profundo conhecimento da natureza humana, permite-lhe a lucidez e a sabedoria de vida com que o passar do tempo premia os grandes repórteres como ele.Martinez é extremamente importante para a imprensa amazônica e precisa, agora, de nossa urgente solidariedade – pois, como foi bem observado, embora tenha todo um passado de proximidade com o Poder, manteve-se sempre a serviço do povo, como um sacerdote da comunicação, sem pensar em riquezas. E agora enfrenta um momento em que precisa de dinheiro para as mínimas condições de sobrevivência.Além desse apoio material que lhe permita superar os obstáculos para uma recuperação plena da saúde, conforto e segurança para si e sua família, Martinez precisa também encontrar uma nova porta aberta para o trabalho. Ele pode voltar à mídia, especialmente na Internet, e se lhe dermos a estabilidade de um contrato de trabalho, teremos de novo um cronista do Norte, um analista versátil, um notável contador de histórias . Martinez, na distante periferia de Brasília em que se encontra, é um patrimônio vivo da história recente de Rondônia e outros Estados do Norte, que não podemos abandonar. Seu talento, sua memória, sua experiência, são tesouros que não podemos perder.O que fizermos por ele será um investimento num profissional que retribuirá à sociedade cada centavo e a chance que lhe dermos, enriquecendo-nos com sua sabedoria e com o muito que tem para ensinar. Valorizando, resgatando o Martinez das dificuldades em que se encontra, estaremos também nos valorizando.”
O jornalista e advogado Hércules Góes, por telefone, também manifestou solidariedade ao movimento e deverá contribuir na causa.
Atualizando: Somente agora sou informado da conta do seu filho :
Diego Martinez  / Banco Itaú  / agência 0522 /conta 73756-8. É hora da ação, amigos.

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Dilma implantará o comunismo búlgaro no Brasil (via Professor Hariovaldo Almeida Prado)

Após a consolidação do Plano Condor Vermelho pelo eixo Caracas-Brasília-Buenos Aires, o próximo passo dos bolchevistas tupiniquins, no afã de subverterem a tradicional família cristã brasileira, impondo uma representante feminina do comunismo do leste europeu para usurpar o cargo maior da nação, será o aprofundamento do estado estalinista através do politburo e da instituição danomenklatura, a qual deverá ser composta, dentre outros próceres do comunismo, pela Maria Frô e pelo José de Abreu, representando a perdição final para a sociedade brasileira.

Congresso do PT

Além da abolição da propriedade privada no campo e nas cidades e da construção de uma nova cortina de ferro maldita para impedir a fuga dos homens de bem para a Europa e os Estados Unidos, medidas feministas também serão obrigatoriamente adotadas, tais como a proibição da depilação feminina, principalmente nas axilas para evitar que as mulheres se submetam aos caprichos masculinos, e também o fim das transmissões dos jogos do campeonato brasileiro durante a semana para que não haja o encurtamento dos capítulos das novelas. Enfim, as perspectivas para os homens bons que ainda não partiram para Miami são sombrias, não existe outra saída senão o aeroporto. Que São Serapião nos proteja!

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via Professor Hariovaldo Almeida Prado

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O Violeiro e o Sargento

Por Aparício Secundus Pereira Lima

João Bilôto era um exímio tocador de violão, na década de 40, da Região Sanfranciscana, nordeste Brasileiro. Bilôto, boêmio de Juazeiro da Bahia, com seus vinte e poucos anos, resolveu dar um giro pelas cidades ribeirinhas, próximas a Petrolina e Juazeiro.

João Bilôto baixou em Pilão Arcado. Cidade pequena, pacata. “Vou ver se arranjo uns cobres por aqui” – Pensou Bilôto.

Na cidade havia um sargento da polícia, comandante do destacamento e delegado, figura importante da cidade. Era conhecido pelas redondezas por se tratar de elemento perigoso, cheio de bossa e valentia, principalmente quando tomava umas cachaças.

João Bilôto estava tocando tranquilamente, num barzinho de ponta de rua, quando o tal sargento entrou no boteco cambaleando, fumaçando de raiva, completamente bêbado. O ambiente ficou tenso. Todo mundo conhecia o gênio do sargento, mais ainda quando bebia. Olhares cruzados, silêncio de cemitério no boteco cheio de moscas e cusparadas no chão. O sargento aproximou-se a muito custo do balcão, pediu uma cana. Sem piscar, tascou a branquinha goela abaixo. Olhou pro Bilôto com cara de poucos amigos e disse: – Toca aí. Bilôto começou a tocar. – Pára! Bradou o sargento. Bilôto cessou de tocar, tremendo dentro das calças. E pro dono do bar: – Bota mais uma! Bebeu de um só trago, arrumou o enorme revólver entre a barriga e a calça. Aproximou-se do Bilôto, e, colocando a mão sobre seu ombro, indagou: – Sabe que sou maior que o prefeito dessa cidade? E exigiu confirmação. Bilôto, meio constrangido, afirmou: – O senhor é muito maior que o prefeito… O sargento, sentindo-se satisfeito, sorriu, mostrando os dentes empretecidos pelo fumo.Retirou a mão do ombro do Bilôto. E para o dono do bar: – Bota mais uma! Prá Bilôto:- Toca aí! Jogou a lapada de cana na goela engolindo-a de vez, olhos em cor de brasa. Olhou pro violeiro: – Pára! Colocou a mão esquerda pesada no ombro do Bilôto e a outra segurando o revólver: – Sabe que sou maior que o governador do Estado? E Bilôto, já temendo o pior: – O senhor é muito maior que o governador do Estado! O sargento arreganhou a cara de satisfação e ordenou que o violeiro tocasse outra música enquanto ele tratava de tomar outra pinga. E a cena repetida: – Pára de tocar! Mão esquerda no ombro do cantador, a direita coçando o coldre, mostrando a identidade do poder: – Sabe que sou maior que o Presidente da República? Bilôto, testa franzida pelo medo, quase se borrando todo: – O senhor é muito maior que o Presidente da República. Depois de alguns minutos, que se tornaram infindáveis, lá vem o sargento de novo: – Sabe que sou maior do que DEUS??? Desta vez falou mais alto o sentimento religioso do violeiro, que temendo os castigos de Deus, por proferir tamanha blasfêmia e temendo arder no fogo do inferno, retrucou: – Mamamamaior do que DEUS?? Gaguejou meio sem jeito. – Sim, sou maior do que Deus! Enquanto isso, apertava mais o ombro do violeiro, a mão coçando o gatilho. Pediu confirmação: – Como é, rapaz, sou ou não sou maior do que Deus? João Bilôto, temendo blasfemar, cometer pecado mortal e ao mesmo tempo perder a vida afirmou meio sem graça, esfregando o dedo indicador da mão direita ao da mão esquerda: Sabe que vocês dois são  assim, parelha??

Só assim o cantador Bilôto conseguiu sair ileso daquela situação angustiante, prometendo, enquanto em vida, jamais voltar a Pilão Arcado.

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