Arquivo do mês: novembro 2010

Stand-up com Fábio Flores – Anúncio de Puta !

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Empombado

Empombado
Sujeito cheio de orgulho.
[Bepigeoned] Very proud person, person full of himself.
[Empigeonné] Personne pouffée de fierté.

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"Parece cocaína, mas é só tristeza" (via Blog do Vlad)

Não era o filme Tropa de Elite; era a invasão da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão pela Polícia. Não era ficção; era a realidade cruenta de um confronto urbano como nunca se viu no Brasil. Ao vivo na TV durante dias. Os tiros, porém, ecoaram na cidade prenunciando mortos e feridos. Era ”sangue mesmo, não era mertiolate” (Renato Russo). Parecia a confirmação do refrão de outra canção: o Rio a 40 graus, o ”purgatório da beleza e do caos” (Fernanda Abreu).

Há muito anos, organizações criminosas (primeiro os traficantes, agora as milícias) tomaram conta da Cidade Maravilhosa, a vitrine universal do Brasil, a nossa janela para o mundo. Quem não é capaz de amar o Rio?

A cidade está diante de um momento crucial para o combate ao crime organizado. Não é o Dia D, mas os jornais exageradamente assim o chamaram. Não há generais; as tropas são comandadas por um secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, que parece saber o que faz. Não há guerra, mas o Exército e a Marinha estão mobilizados. Não há toque de recolher ou estado de sítio. A democracia segue impávida neste colosso que é o Brasil, mas os tanques estão nas ruas da nossa capital, a mais bela e mais conhecida, pois é por ela que no exterior vêem o nosso País. Somos todos cariocas.

As razões desse descalabro que atormenta a vida do Rio são bem conhecidas. Uma Polícia corrupta, um sistema judiciário ineficiente e leniente, leis mal redigidas e mal aplicadas, incapacidade ou inércia do Ministério Público, conivência da sociedade. Somos todos culpados. Ninguém pode dar-se por exonerado de suas responsabilidades.

Há um incômodo sentimento de vingança e ufanismo no ar, que parte da falsa dicotomia entre os criminosos e a Polícia. Na verdade, há uma relação de simbiose entre os setores minoritários, mas corruptos, da Polícia Civil e da Polícia Militar e organizações e esquemas criminosos não só no Rio. Ambos se retroalimentam. Muitas armas de fogo e suas munições entram nas favelas com a ajuda de um punhado de delinquentes fardados, que enlutam suas corporações. Comunidades são abandonadas pelas quadrilhas de traficantes e em seguida são tomadas pelas milícias dos “homens da lei”. Este filme já foi visto antes.

O cenário da “guerra”, o atual teatro de operações, é o Rio de Janeiro, mas poderia ser Florianópolis, Foz do Iguaçu, Recife ou Salvador. Há organizações criminosas semelhantes às do Rio, violentas, sanguinárias e impunes, em várias cidades do País. Há locais onde o serviço dos Correios não pode ser prestado. Há locais onde oficiais de Justiça não podem fazer intimações. Há espaços das cidades em que a Polícia não pode entrar. Há zonas interditadas até mesmo para jornalistas e cidadãos comuns.

Estes cada vez maiores domínios do tráfico mantêm-se em virtude da ausência do Poder Público (federal, estadual e municipal). Não há policiamento, mas antes disto não há escolas, empregos, postos de saúde, saneamento básico, vias e calçamento, iluminação pública, espaços de lazer ou acesso à Justiça. Com isto, a vida das pessoas torna-se difícil e dramática, o que contribui para aumentar o contingente de jovens recrutáveis por quadrilhas. Estes serão os soldados do tráfico, atividade arriscada para a qual são atraídos pelos ganhos fáceis propiciados pela compra de drogas, por consumidores dos bairros chiques e das próprias favelas. “Parece cocaína, mas é só tristeza”, profetizou Renato Russo.

Ver o todo e não a parte

O problema não é do Rio nem é o Rio. A repercussão internacional dos eventos desta sangrenta semana nos fazem lembrar que o mundo está nos vendo. Não é só porque teremos a Copa do Mundo em 2014 e as Olímpiadas em 2016. O Brasil ocupa um espaço cada vez mais privilegiado no cenário político-econômico mundial, é um destino turístico importante e é natural que a comunidade internacional mostre-se preocupada. Quantos contrastes! O país que é capaz de êxitos formidáveis em vários campos é também palco de misérias indizíveis. E quantas semelhanças com outros países da América Latina! Basta lembrar dos casos do México e da Colômbia, onde os Estados Unidos despejaram milhões de dólares por causa das guerras locais contra os carteis dos narcos. Mesmo assim, as estruturas mafiosas continuam incontroláveis e matam a cada dia mais. Aqui não será diferente.

Corroborando esta faceta mundial do problema da criminalidade organizada, recordo que o caso ou o caos (mas não o ocaso) do Rio se encaixa simultaneamente em cinco regimes internacionais de proibição, que nos fazem ver que para “problemas globais” precisamos de “regras universais”. Tais regimes levaram à construção de arcabouços normativos, de regulação, prevenção e repressão, que devem servir de modelo aos países que desejem cooperar para garantir o direito à segurança pública. Esta elaboração normativa conjunta costuma ser capitaneada por organizações internacionais como a ONU, a OEA, a União Europeia e a OCDE.

A relação de tratados internacionais abaixo mostra muito bem que o Rio se encaixa em cinco desses megaproblemas globais:

1. Crime organizado. O tema é objeto da Convenção de Palermo (ONU). Os criminosos em ação na capital fluminenses não formam quadrilhinhas de São João. São organizações criminosas armadas e violentas, com domínio territorial, conexões nacionais e internacionais. Valem-se da corrupção e da intimidação para manter-se fortes e operacionais. Estão misturadas ao Estado.

2. Tráfico de armas de fogo. É a matéria-prima do Terceiro Protocolo Adicional à Convenção de Palermo (ONU). Os perigosos “brinquedos” utilizados pelos criminosos brasileiros são importados. Quase tudo vem de fora, graças a uma rede logística que se apoia na conivência e na corrupção de alguns cidadãos que agora parecem indignados, mas que, para ficar no jargão da guerra, não são paesanos da resistência. Na verdade, não passam de “quintas colunas”.

3. Corrupção. Convenção de Mérida (ONU). As coisas só chegaram a esse ponto por causa da corrupção descarada. E a culpa não é da “malandragem carioca”. Corrupção há em toda parte, mesmo entre os órgãos que deveriam combatê-la.

4. Lavagem de dinheiro. Tema presente em várias resoluções e tratados internacionais (GAFI, ONU, OEA, OCDE). A ocultação dos ativos realimenta a corrupção e serve para a aquisição de armas de fogo e mais drogas. Todo narcocriminoso lava seu dinheiro. Aliás, “lava, passa e dobra”. E corrompe.

5. Drogas. Objeto da Convenção de Viena (ONU). O comércio de drogas é o motor por trás dessa complexa engrenagem, que envolve criminosos, policiais e cidadãos comuns. Pela quantidade de cadáveres que gera, facilmente se vê que esta atividade não cheira nada bem.

Quem se organizar melhor, terá vantagem

Se não houver ação coordenada dos Estados (todos eles simultaneamente) e da União, caminharemos rapidamente para a disseminação de práticas ainda mais deletérias do que as acima enumeradas. Tais modos de agir já foram vistos em São Paulo, sob o comando do PCC, em 2006, e agora se repetem no Rio de Janeiro, com ataques deliberados contra a população civil, para infundir pânico e desacreditar os governos. Daí tardará muito pouco para precisarmos das regras do sexto regime global de proibição, que é o do terrorismo, regulado por uma dezena de convenções internacionais.

Há algumas soluções a prazo. Nenhuma a vista. Nada é para já em segurança pública. Não foi de uma hora para outra que o tráfico dominou o México e a Colômbia onde os carteis dos narcos são poderosíssimos. O risco é trilharmos o mesmo caminho. É preciso levar a sério o direito constitucional à segurança pública. Todos temos direito à vida, à integridade física, à inviolabilidade do domicílio e ao patrimônio. Todos temos o direito à liberdade e à tranquilidade, o que inclui o direito inalienável de usar nossas cidades sem medo, direito de caminhar pelas ruas sem temor.

Obviamente, não basta policiamento constante. Não basta sequer o policiamento comunitário. É indispensável, antes de tudo, capacitar nossos policiais e bem remunerá-los, tal como se pretende com a aprovação da necessária PEC 300. É preciso unificar as polícias civil e militar, transformar a Força Nacional de Segurança Pública em uma polícia nacional permanente, criar uma carreira independente de corregedoria policial, aumentar o controle da sociedade sobre a Polícia e fortalecer a supervisão do Ministério Público sobre suas ações (controle externo).

A estruturação de serviços de inteligência policial não pode ser menosprezada. É preciso ainda que a sociedade colabore com os órgãos de segurança pública com informações sobre as atividades de grupos delinquentes em suas comunidades, e que possam fazê-lo de forma anônima, sem medo de represálias. Embora esses serviços de disque-denúncia sejam eficientes em todo o mundo, o Superior Tribunal de Justiça, o autointitulado “Tribunal da Cidadania”, tem criado dificuldades incompreensíveis para a aceitação de delações anônimas como base de investigações policiais (veja isto).

Também é preciso que sejam realizadas prioritariamente ações sociais e de promoção da cidadania nos bairros mais carentes de nossas cidades. A fórmula não é mágica. Todos a conhecem. O Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) é um bom caminho a ser trilhado e que pode trazer resultados após alguns anos de trabalho persistente.

Eliminar os focos da criminalidade apenas com prisões dos líderes e membros dessas máfias não é possível. Tornar indisponíveis seus bens deve ser uma regra. Em certos casos, “prender o dinheiro” talvez seja mais importante que prender o criminoso. É preciso também que o Congresso Nacional se movimente para aprovar ainda em 2011 os projetos da nova lei de lavagem de dinheiro (PL 3443) e da nova lei do crime organizado (PL 150/2006), e que corrija os inúmeros equívocos do projeto do novo CPP (PL 156/2009) e da Lei 11.343/2006, a lei antidrogas,que instituiu a esquizofrênica política que “libera geral” para os usuários e pune mais severamente os traficantes. Não há lógica alguma na atual solução normativa, pois, com o aumento da demanda (porque há menor risco penal, há mais consumidores), a pressão sobre os fornecedores de droga (que continuam sob severa repressão) se acentua, o que provoca a subida dos preços e o incremento dos lucros destes últimos. Com mais dinheiro nas mãos dos traficantes, é mais fácil corromper, adquirir armas e comprar mais drogas. É a narcoeconomia, amigos.

Para agora, estas operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), com apoio das Forças Armadas, são bem-vindas no Rio, desde que executadas de acordo com as regras constitucionais (falou-se na invasão de 30 mil casas no Complexo do Alemão sem mandado judicial), com respeito aos direitos de todos. Mas depois as Três Armas devem ser empregadas na sua finalidade precípua, de defesa da integridade das fronteiras nacionais. Armas de guerra que são utilizadas por traficantes e assaltantes nas nossas maiores cidades entram no Brasil pelas fronteiras do Paraguai, Bolívia, Colômbia e Peru. As drogas, especialmente a cocaína, vêm pela mesma rota, e também entram pelos portos e aeroportos do País. Aliás, é esta também a logística que favorece a introdução no Brasil de produtos contrabandeados, que são comumente comercializados pelas ruas, nas feiras paraguaias às quais já nos habituamos. O mesmo ônibus que traz inofensivos brinquedos chineses, traz também cocaína, maconha, armas de fogo, munições, agrotóxicos proibidos e medicamentos clandestinos.

Fonte: Blog do Marcelo Cunha

O que eu tenho a ver com isto?

O crime organizado está por toda a parte. No transporte clandestino de passageiros, no contrabando de mercadorias, no tráfico de pessoas, na exploração sexual, no comércio de drogas, na sonegação fiscal e na lavagem de dinheiro. Não podemos querer uma sociedade segura, se individualmente contribuímos todos os dias para a insegurança geral. Compramos produtos ilícitos, consumimos drogas, fazemos gatonet, furtamos água e energia elétrica, corrompemos policiais e fiscais, sonegamos impostos e silenciamos diante de tudo isto. De quem é a culpa?

Pelo menos no Rio, chegou a hora de retomar alguns desses espaços para a cidadania e pôr na cadeia muitos desses criminosos crueis e desumanos. O tráfico de drogas não acabará, mas alguma coisa vai mudar. Os cidadãos do Rio e seus milhões de visitantes querem sua liberdade de volta.

Esses criminosos, agora desalojados, não virarão “cavalheiros europeus” de uma hora para outra, nem se tornarão empresários de drogarias do tipo delivery. Eis o falso dilema, que pode ser visto em duas películas que retratam vidas criminosas no Rio de Janeiro e que simbolizam duas visões da mesma realidade: ”Meu nome não é Johnny” contra “Meu nome é Zé Pequeno, p….“. O Rio não virará uma “Cidade de Deus” e de anjos depois da invasão das “Tropas de Elite”. Amanhã, “Johnny” continuará cheirando sua cocaína e alimentando o tráfico.

O México e a Colômbia, especialmente o primeiro (veja aqui e aqui), estão aí para mostrar que os narcos podem escolher um caminho muito mais sangrento do que a utopia do “narcotráfico empresarial”. Nossas quadrilhas, com as demonstrações de 2006 e 2010, chegaram a um ponto classificável como de narcoterrorismo.

É fundamental a persecução criminal rigorosa contra esses delinquentes e tantos outros que estão noutras cidades do País. Porém, embora seja o anseio de muitos, não há como compactuar com julgamentos sumários para aplicação de sentenças de morte pela própria Polícia.

Por outro lado, os tribunais superiores têm de descer das nuvens e fazer valer a força do direito penal para a proteção da sociedade e dos direitos humanos mais preciosos, abandonando o laxismo que tem sido corresponsável por muito sofrimento e ranger de dentes. Quantos desses criminosos que vimos pela TV já estiveram presos e foram soltos devido ao coitadismo penal que se vê na doutrina criminal brasileira?

No fim das contas, para os que almejamos um País melhor e democrático, que respeite o direito de todos (inclusive dos bad guys) fica a mensagem: fora da lei e da Constituição não há salvação. Nem para “nós” nem para “eles”.

via BLOG DO VLAD

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“Parece cocaína, mas é só tristeza” (via Blog do Vlad)

Não era o filme Tropa de Elite; era a invasão da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão pela Polícia. Não era ficção; era a realidade cruenta de um confronto urbano como nunca se viu no Brasil. Ao vivo na TV durante dias. Os tiros, porém, ecoaram na cidade prenunciando mortos e feridos. Era ”sangue mesmo, não era mertiolate” (Renato Russo). Parecia a confirmação do refrão de outra canção: o Rio a 40 graus, o ”purgatório da beleza e do caos” (Fernanda Abreu).

Há muito anos, organizações criminosas (primeiro os traficantes, agora as milícias) tomaram conta da Cidade Maravilhosa, a vitrine universal do Brasil, a nossa janela para o mundo. Quem não é capaz de amar o Rio?

A cidade está diante de um momento crucial para o combate ao crime organizado. Não é o Dia D, mas os jornais exageradamente assim o chamaram. Não há generais; as tropas são comandadas por um secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, que parece saber o que faz. Não há guerra, mas o Exército e a Marinha estão mobilizados. Não há toque de recolher ou estado de sítio. A democracia segue impávida neste colosso que é o Brasil, mas os tanques estão nas ruas da nossa capital, a mais bela e mais conhecida, pois é por ela que no exterior vêem o nosso País. Somos todos cariocas.

As razões desse descalabro que atormenta a vida do Rio são bem conhecidas. Uma Polícia corrupta, um sistema judiciário ineficiente e leniente, leis mal redigidas e mal aplicadas, incapacidade ou inércia do Ministério Público, conivência da sociedade. Somos todos culpados. Ninguém pode dar-se por exonerado de suas responsabilidades.

Há um incômodo sentimento de vingança e ufanismo no ar, que parte da falsa dicotomia entre os criminosos e a Polícia. Na verdade, há uma relação de simbiose entre os setores minoritários, mas corruptos, da Polícia Civil e da Polícia Militar e organizações e esquemas criminosos não só no Rio. Ambos se retroalimentam. Muitas armas de fogo e suas munições entram nas favelas com a ajuda de um punhado de delinquentes fardados, que enlutam suas corporações. Comunidades são abandonadas pelas quadrilhas de traficantes e em seguida são tomadas pelas milícias dos “homens da lei”. Este filme já foi visto antes.

O cenário da “guerra”, o atual teatro de operações, é o Rio de Janeiro, mas poderia ser Florianópolis, Foz do Iguaçu, Recife ou Salvador. Há organizações criminosas semelhantes às do Rio, violentas, sanguinárias e impunes, em várias cidades do País. Há locais onde o serviço dos Correios não pode ser prestado. Há locais onde oficiais de Justiça não podem fazer intimações. Há espaços das cidades em que a Polícia não pode entrar. Há zonas interditadas até mesmo para jornalistas e cidadãos comuns.

Estes cada vez maiores domínios do tráfico mantêm-se em virtude da ausência do Poder Público (federal, estadual e municipal). Não há policiamento, mas antes disto não há escolas, empregos, postos de saúde, saneamento básico, vias e calçamento, iluminação pública, espaços de lazer ou acesso à Justiça. Com isto, a vida das pessoas torna-se difícil e dramática, o que contribui para aumentar o contingente de jovens recrutáveis por quadrilhas. Estes serão os soldados do tráfico, atividade arriscada para a qual são atraídos pelos ganhos fáceis propiciados pela compra de drogas, por consumidores dos bairros chiques e das próprias favelas. “Parece cocaína, mas é só tristeza”, profetizou Renato Russo.

Ver o todo e não a parte

O problema não é do Rio nem é o Rio. A repercussão internacional dos eventos desta sangrenta semana nos fazem lembrar que o mundo está nos vendo. Não é só porque teremos a Copa do Mundo em 2014 e as Olímpiadas em 2016. O Brasil ocupa um espaço cada vez mais privilegiado no cenário político-econômico mundial, é um destino turístico importante e é natural que a comunidade internacional mostre-se preocupada. Quantos contrastes! O país que é capaz de êxitos formidáveis em vários campos é também palco de misérias indizíveis. E quantas semelhanças com outros países da América Latina! Basta lembrar dos casos do México e da Colômbia, onde os Estados Unidos despejaram milhões de dólares por causa das guerras locais contra os carteis dos narcos. Mesmo assim, as estruturas mafiosas continuam incontroláveis e matam a cada dia mais. Aqui não será diferente.

Corroborando esta faceta mundial do problema da criminalidade organizada, recordo que o caso ou o caos (mas não o ocaso) do Rio se encaixa simultaneamente em cinco regimes internacionais de proibição, que nos fazem ver que para “problemas globais” precisamos de “regras universais”. Tais regimes levaram à construção de arcabouços normativos, de regulação, prevenção e repressão, que devem servir de modelo aos países que desejem cooperar para garantir o direito à segurança pública. Esta elaboração normativa conjunta costuma ser capitaneada por organizações internacionais como a ONU, a OEA, a União Europeia e a OCDE.

A relação de tratados internacionais abaixo mostra muito bem que o Rio se encaixa em cinco desses megaproblemas globais:

1. Crime organizado. O tema é objeto da Convenção de Palermo (ONU). Os criminosos em ação na capital fluminenses não formam quadrilhinhas de São João. São organizações criminosas armadas e violentas, com domínio territorial, conexões nacionais e internacionais. Valem-se da corrupção e da intimidação para manter-se fortes e operacionais. Estão misturadas ao Estado.

2. Tráfico de armas de fogo. É a matéria-prima do Terceiro Protocolo Adicional à Convenção de Palermo (ONU). Os perigosos “brinquedos” utilizados pelos criminosos brasileiros são importados. Quase tudo vem de fora, graças a uma rede logística que se apoia na conivência e na corrupção de alguns cidadãos que agora parecem indignados, mas que, para ficar no jargão da guerra, não são paesanos da resistência. Na verdade, não passam de “quintas colunas”.

3. Corrupção. Convenção de Mérida (ONU). As coisas só chegaram a esse ponto por causa da corrupção descarada. E a culpa não é da “malandragem carioca”. Corrupção há em toda parte, mesmo entre os órgãos que deveriam combatê-la.

4. Lavagem de dinheiro. Tema presente em várias resoluções e tratados internacionais (GAFI, ONU, OEA, OCDE). A ocultação dos ativos realimenta a corrupção e serve para a aquisição de armas de fogo e mais drogas. Todo narcocriminoso lava seu dinheiro. Aliás, “lava, passa e dobra”. E corrompe.

5. Drogas. Objeto da Convenção de Viena (ONU). O comércio de drogas é o motor por trás dessa complexa engrenagem, que envolve criminosos, policiais e cidadãos comuns. Pela quantidade de cadáveres que gera, facilmente se vê que esta atividade não cheira nada bem.

Quem se organizar melhor, terá vantagem

Se não houver ação coordenada dos Estados (todos eles simultaneamente) e da União, caminharemos rapidamente para a disseminação de práticas ainda mais deletérias do que as acima enumeradas. Tais modos de agir já foram vistos em São Paulo, sob o comando do PCC, em 2006, e agora se repetem no Rio de Janeiro, com ataques deliberados contra a população civil, para infundir pânico e desacreditar os governos. Daí tardará muito pouco para precisarmos das regras do sexto regime global de proibição, que é o do terrorismo, regulado por uma dezena de convenções internacionais.

Há algumas soluções a prazo. Nenhuma a vista. Nada é para já em segurança pública. Não foi de uma hora para outra que o tráfico dominou o México e a Colômbia onde os carteis dos narcos são poderosíssimos. O risco é trilharmos o mesmo caminho. É preciso levar a sério o direito constitucional à segurança pública. Todos temos direito à vida, à integridade física, à inviolabilidade do domicílio e ao patrimônio. Todos temos o direito à liberdade e à tranquilidade, o que inclui o direito inalienável de usar nossas cidades sem medo, direito de caminhar pelas ruas sem temor.

Obviamente, não basta policiamento constante. Não basta sequer o policiamento comunitário. É indispensável, antes de tudo, capacitar nossos policiais e bem remunerá-los, tal como se pretende com a aprovação da necessária PEC 300. É preciso unificar as polícias civil e militar, transformar a Força Nacional de Segurança Pública em uma polícia nacional permanente, criar uma carreira independente de corregedoria policial, aumentar o controle da sociedade sobre a Polícia e fortalecer a supervisão do Ministério Público sobre suas ações (controle externo).

A estruturação de serviços de inteligência policial não pode ser menosprezada. É preciso ainda que a sociedade colabore com os órgãos de segurança pública com informações sobre as atividades de grupos delinquentes em suas comunidades, e que possam fazê-lo de forma anônima, sem medo de represálias. Embora esses serviços de disque-denúncia sejam eficientes em todo o mundo, o Superior Tribunal de Justiça, o autointitulado “Tribunal da Cidadania”, tem criado dificuldades incompreensíveis para a aceitação de delações anônimas como base de investigações policiais (veja isto).

Também é preciso que sejam realizadas prioritariamente ações sociais e de promoção da cidadania nos bairros mais carentes de nossas cidades. A fórmula não é mágica. Todos a conhecem. O Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) é um bom caminho a ser trilhado e que pode trazer resultados após alguns anos de trabalho persistente.

Eliminar os focos da criminalidade apenas com prisões dos líderes e membros dessas máfias não é possível. Tornar indisponíveis seus bens deve ser uma regra. Em certos casos, “prender o dinheiro” talvez seja mais importante que prender o criminoso. É preciso também que o Congresso Nacional se movimente para aprovar ainda em 2011 os projetos da nova lei de lavagem de dinheiro (PL 3443) e da nova lei do crime organizado (PL 150/2006), e que corrija os inúmeros equívocos do projeto do novo CPP (PL 156/2009) e da Lei 11.343/2006, a lei antidrogas,que instituiu a esquizofrênica política que “libera geral” para os usuários e pune mais severamente os traficantes. Não há lógica alguma na atual solução normativa, pois, com o aumento da demanda (porque há menor risco penal, há mais consumidores), a pressão sobre os fornecedores de droga (que continuam sob severa repressão) se acentua, o que provoca a subida dos preços e o incremento dos lucros destes últimos. Com mais dinheiro nas mãos dos traficantes, é mais fácil corromper, adquirir armas e comprar mais drogas. É a narcoeconomia, amigos.

Para agora, estas operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), com apoio das Forças Armadas, são bem-vindas no Rio, desde que executadas de acordo com as regras constitucionais (falou-se na invasão de 30 mil casas no Complexo do Alemão sem mandado judicial), com respeito aos direitos de todos. Mas depois as Três Armas devem ser empregadas na sua finalidade precípua, de defesa da integridade das fronteiras nacionais. Armas de guerra que são utilizadas por traficantes e assaltantes nas nossas maiores cidades entram no Brasil pelas fronteiras do Paraguai, Bolívia, Colômbia e Peru. As drogas, especialmente a cocaína, vêm pela mesma rota, e também entram pelos portos e aeroportos do País. Aliás, é esta também a logística que favorece a introdução no Brasil de produtos contrabandeados, que são comumente comercializados pelas ruas, nas feiras paraguaias às quais já nos habituamos. O mesmo ônibus que traz inofensivos brinquedos chineses, traz também cocaína, maconha, armas de fogo, munições, agrotóxicos proibidos e medicamentos clandestinos.

Fonte: Blog do Marcelo Cunha

O que eu tenho a ver com isto?

O crime organizado está por toda a parte. No transporte clandestino de passageiros, no contrabando de mercadorias, no tráfico de pessoas, na exploração sexual, no comércio de drogas, na sonegação fiscal e na lavagem de dinheiro. Não podemos querer uma sociedade segura, se individualmente contribuímos todos os dias para a insegurança geral. Compramos produtos ilícitos, consumimos drogas, fazemos gatonet, furtamos água e energia elétrica, corrompemos policiais e fiscais, sonegamos impostos e silenciamos diante de tudo isto. De quem é a culpa?

Pelo menos no Rio, chegou a hora de retomar alguns desses espaços para a cidadania e pôr na cadeia muitos desses criminosos crueis e desumanos. O tráfico de drogas não acabará, mas alguma coisa vai mudar. Os cidadãos do Rio e seus milhões de visitantes querem sua liberdade de volta.

Esses criminosos, agora desalojados, não virarão “cavalheiros europeus” de uma hora para outra, nem se tornarão empresários de drogarias do tipo delivery. Eis o falso dilema, que pode ser visto em duas películas que retratam vidas criminosas no Rio de Janeiro e que simbolizam duas visões da mesma realidade: ”Meu nome não é Johnny” contra “Meu nome é Zé Pequeno, p….“. O Rio não virará uma “Cidade de Deus” e de anjos depois da invasão das “Tropas de Elite”. Amanhã, “Johnny” continuará cheirando sua cocaína e alimentando o tráfico.

O México e a Colômbia, especialmente o primeiro (veja aqui e aqui), estão aí para mostrar que os narcos podem escolher um caminho muito mais sangrento do que a utopia do “narcotráfico empresarial”. Nossas quadrilhas, com as demonstrações de 2006 e 2010, chegaram a um ponto classificável como de narcoterrorismo.

É fundamental a persecução criminal rigorosa contra esses delinquentes e tantos outros que estão noutras cidades do País. Porém, embora seja o anseio de muitos, não há como compactuar com julgamentos sumários para aplicação de sentenças de morte pela própria Polícia.

Por outro lado, os tribunais superiores têm de descer das nuvens e fazer valer a força do direito penal para a proteção da sociedade e dos direitos humanos mais preciosos, abandonando o laxismo que tem sido corresponsável por muito sofrimento e ranger de dentes. Quantos desses criminosos que vimos pela TV já estiveram presos e foram soltos devido ao coitadismo penal que se vê na doutrina criminal brasileira?

No fim das contas, para os que almejamos um País melhor e democrático, que respeite o direito de todos (inclusive dos bad guys) fica a mensagem: fora da lei e da Constituição não há salvação. Nem para “nós” nem para “eles”.

via BLOG DO VLAD

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Ocupado o QG do Comando Vermelho. Algo vai mudar? (via Carlos Amorim)

Às oito horas da manhã do domingo 28 de novembro – uma data histórica -, três mil policiais, soldados da Brigada Paraquedista do Exército, além de fuzileiros navais com 15 blindados leves, mais helicópteros de combate, invadiram o quartel-general do Comando Vermelho: o Morro do Alemão, no centro de um complexo de 14 favelas e quase meio milhão de moradores. Até as cinco horas da tarde, quando a ocupação se completava, a força milita ainda se impressionava com a calma aparente no bairro. Esperava enfrentar 600 traficantes fortemente armados, mas esse grande confronto, que resultaria em dezenas de mortos, simplesmente não aconteceu.

Utilizando a velha tática das guerrilhas, os bandidos se dispersaram e sumiram em meio à população. Deixaram para trás toneladas de maconha e cocaína, armas de guerra, dinheiro (60 mil dólares só numa mochila apreendida com um garoto) e as casas luxuosas dos gerentes do tráfico. Quase uma centena de pessoas foram presas, a maioria inocentes. A ocupação do Morro do Alemão encerra uma semana de violência desmedida no Rio de Janeiro. No domingo anterior, bandos armados começaram a queimar ônibus e carros por toda a cidade, num total de quase 100 veículos, semeando o pânico. No enfrentamento entre os criminosos e a polícia, 36 pessoas morreram e não há conta do número de feridos.

A batalha – e este é apenas um episódio numa guerra que levará décadas – produziu três resultados inéditos e surpreendentes: a reação solidária de todos os níveis de governo, com o governador aceitando a intervenção de tropas federais; a resposta indignada da população carioca, que colaborou com a força-tarefa inclusive nas favelas; a unificação das facções criminosas. A pergunta que se coloca é a seguinte: por que os bandidos tomaram a iniciativa do confronto, com a queima dos veículos, provocando abertamente o poder público? A explicação oficial é a de que eles estavam perdendo territórios para as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Difícil de acreditar, porque essas unidades existem apenas em 12 (agora 13) das mais de mil favelas cariocas – uma gota no oceano. Outra explicação: os bandidos estariam reagindo contra a transferência de suas lideranças para presídios de segurança em outros estados. Essa pode ser. Mas, como eles foram transferidos há muito tempo, soa estranho. A minha tese é a de que os ataques visavam criar uma moeda de troca para uma trégua na Copa do Mundo e nas Olimpíadas.

Todas as vezes em que o crime organizado promoveu esses levantes armados – e foram várias -, havia sempre uma pauta de reivindicações por trás dos atentados. Foi assim com os ataques do CV nos anos 1980 e 1990; com o PCC paulista em 2001, 2003 e 2006; com a Organização Plataforma Armada (OPA), em Salvador, em 2008. Quase sempre as reivindicações se destinavam a melhorar as condições carcerárias, especialmente porque tais facções agem de dentro para fora das prisões. Toda a chefia desses grupos está presa – e do lado de fora das celas os novos comandantes são da terceira geração do tráfico de drogas, jovens e cruéis, que não têm o mesmo senso de convivência comunitária que seus antigos líderes pregavam.

Esses movimentos reivindicatórios sempre foram mantidos em segredo pelos governantes, tratados em gabinetes, distantes da imprensa e da opinião pública. E quase sempre resultaram em acordos benéficos para o crime. Um exemplo escandaloso foi o de uma comissão do governo paulista que foi até o presídio de Presidente Bernardes se encontrar com o suposto chefe do PCC, Marcos Herbas Camacho, o Marcola, em plena onda de atentados de 2006. Vou repetir: muitas das exigências das facções criminosas (visitas íntimas, aumento do banho de sol, fim dos espancamentos e dos castigos, melhoria da comida, transferência de presos doentes) foram atendidas, porque esses confrontos cobram alto preço político, particularmente com as rebeliões prisionais banhadas a sangue, como no  caso do Carandiru, o mais emblemático de todos.

E agora, neste episódio do Rio de Janeiro, silêncio total as autoridades e da mídia. O governador Sérgio Cabral tomou a atitude corajosa de partir para cima do crime organizado. Alguns anos atrás, chegou a admitir que o Rio “vive um estado de guerra”. E Cabral foi tão longe, que já não tem caminho de volta. A briga vai ser feia mesmo. Aliás, comente-se que a mídia aderiu completamente, sem qualquer tipo de questionamento. A capa da Veja, com foto de um soldado do Bope apontando uma arma, dizia: “o dia em que o Brasil começou a vencer o crime”. Parece mais um desejo do que uma realidade.

O Brasil, que vive uma democracia avançada e de plenas liberdades, com um partido popular no poder, agora se equiparou ao México, onde o narcotráfico está vencendo a guerra, e à Colômbia, onde há uma guerra civil que já dura 56 anos e que resultou até agora em quase um milhão de mortos. Lamentavelmente, adentramos o perigoso pântano de uma guerra urbana de verdade. (Ver o artigo “As UPPs e o Estado de Direito”, neste site.) Num dos meus livros, escrevi: “não quero ver a minha cidade ocupada por fuzileiros navais e paraquedistas – assim como não quero vê-la ocupada pelos meninos do tráfico”. Poucos anos depois, o pesadelo chegou. (E o que aconteceria se o PCC aderisse ao levante?)

Outra questão que me preocupa: comemorando 25 anos de liberdades, podemos conviver com ocupações militares, com pequenos Estados de Sítio? É isso que a população quer? Certamente, é isso que a classe média, a maior vítima da violência, deseja – assim como é o mesmo que deseja a elite consumidora de drogas e cínica. Vamos também erguer uma força-tarefa para pegar os bandidos da Esplanada dos Ministérios e da Avenida Paulista? E os traficantes da orla de luxo do Rio, do Guarujá, Floripa, Vitória ou Salvador? Aparentemente, o braço armado do Estado vai continuar caindo sobre as “classes perigosas”, os pobres em geral.

Quem acha que a batalha do Alemão vai acabar com o tráfico ou o crime, está enganado. O Comando Vermelho ocupava aquela área há quase 30 anos, inclusive com hotéis para receber seus fornecedores estrangeiros e seus sócios do PCC. Quanto tempo os militares ficarão por lá? Nossos governantes nem sabem direito o que é crime organizado. Os chefes do tráfico de drogas e de armas, da pirataria e do contrabando, não moram em favelas e não serão presos. O tráfico no Rio movimenta 100 toneladas de drogas por ano, com um faturamento de aproximadamente 700 milhões de reais. Quem vocês acham que são os agentes financeiros de toda essa grana, só no Rio?

Por que o governador Sérgio Cabral não aproveitou a ofensiva contra o crime organizado para atacar também as milícias, bandos armados formados por policiais e ex-policiais, que ocupam quase 100 favelas na cidade? Esses grupos paramilitares agem como forças auxiliares da polícia. A mais famosa dessas milícias – a “Liga da Justiça”, da zona oeste – é comandada por um deputado e uma vereadora – pelo menos é isso o que garante o Ministério Público e a imprensa carioca. Mais uma: porque não aproveitou o momento de mobilização para anunciar um plano de reforma do aparelho policial e combate à corrupção entre as forças da lei? Estava na hora de fazer tudo isso? Não! Essa hora já passou há muito tempo! Depois do calor das emoções, tudo isso escorrega para o silêncio.

Ou seja: dispersada a pólvora e a fumaça, vai começar tudo de novo.

via Carlos Amorim

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Porto Velho sediará a 2ª Mostra de Tecnologias Sociais nos dias 29 e 30

Atendendo ao chamado do Ministério da Ciência e Tecnologia para realização de atividades de divulgação científica da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2010, com o tema: “Ciência para desenvolvimento sustentável”, a Prefeitura de Porto Velho e a Universidade Federal de Rondônia realizam nos dias 29 e 30 de novembro a 2ª Mostra de Tecnologias Sociais com o tema “Energias Renováveis Sustentáveis”. A mostra é realizada em 2010 após as eleições para garantir a efetiva participação da sociedade.
Em 2009, foi realizada a 1ª Mostra de Tecnologias Sociais de Porto Velho, quando a Prefeitura Municipal aderiu formalmente à RTS e assumiu papel de articuladora local de organizações de C&T, empreendimentos de economia solidária, poder público, sociedade civil, instituições de ensino, pesquisa e extensão no fomento e popularização destes conhecimentos voltados para a transformação efetiva da sociedade.
Considerando o contexto da cidade de geração de energia a partir da construção de duas usinas hidrelétricas, o tema principal da Mostra, este ano, será “Energias Renováveis Sustentáveis”.O evento acontece com o objetivo de difundir tecnologias sociais e promover a reflexão sobre as estratégias e maneiras de se utilizar os recursos naturais brasileiros com sustentabilidade e de forma conjugada com a melhoria das condições sócio-econômicas de sua população e reforçar a parceria entre as instituições envolvidas.
“Tecnologia Social compreende produtos, técnicas e/ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e que represente efetivas soluções de transformação social” (conceito utilizado pela Rede de Tecnologias Sociais – RTS).
Espera-se receber cerca de 500 pessoas entre estudantes do ensino fundamental, médio, técnico/tecnológico e superior bem como gestores públicos, pesquisadores,  gestores de empreendimentos de economia solidária e cooperativas.
Com entrada gratuita em toda a programação, a 2ª Mostra acontecerá no campus Porto Velho do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRO),  localizado à Av. Jorge Teixeira, 3146 – Setor Industrial (antigo CETENE) em Porto Velho.
A programação do primeiro dia, 14h, no auditório do IFRO, contará com mesa redonda sobre energias renováveis e show às 21h 30 com o grupo Minhas Raízes. Já no segundo dia, a 2ª Mostra apresentará a mesa de debate com o tema: “Universidade e tecnologias sociais”. O evento conta ainda com exibição de vídeos clipes com a temática ambiental, mostras em estandes e interatividade com os participantes.
O grupo “Minhas Raízes”, que está gravando o segundo CD, é composto por 25 crianças e adolescentes ribeirinhos da comunidade de Nazaré no baixo rio Madeira e trabalha com a inclusão social a partir da cultura com o diferencial de construção de seus bioinstrumentos, produzidos com o que a natureza descarta.
O participante da Mostra poderá visitar estandes de tecnologias sociais já reconhecidas como Aquecedor Solar de Baixo Custo, Biodiesel com Óleo de Babaçu, Fogão Eficiente, Aproveitamento de óleo como biocombustível, Conexões de Saberes, Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS), Projeto RECA, entre outros. E de experiências de projetos que se reconhecem como TS: Pesca Sustentável; Diagnóstico Etnoambiental participativo; Com.Ciência Florestal; Uso e manejo de plantas medicinais na Amazônia.
O visitante poderá ainda conhecer a Mostra itinerante disponibilizada pela Rede de Tecnologias Sociais – RTS com resumos de tecnologias sociais como o Banco Palmas, Incubadora Pública de Empreendimentos Econômicos Populares, Minhocasa, Húmus Sapiens – Sanitário Compostável, Superadobe.
A Mostra receberá, dia 30, a partir das 8h, visitas agendadas de escolas que serão guiadas por uma trupe de atores e as impressões dos alunos e alunas registradas em desenho em atividade facilitada pela Rede de Educação Cidadã. Paralelamente à Mostra acontecerá, no auditório do IFRO, seminário com palestras e mesas redondas.
A fim de minimizar os impactos de emissão de CO² gerados pelo evento serão plantadas árvores em atividade realizada em parceria com o Coletivo jovem pela Sustentabilidade do Meio Ambiente em Rondônia – CJS/RO.
Visando oportunizar aos interessados condições de continuidade de troca de informações sobre tecnologias sociais pós-evento, será realizada a divulgação do Portal da RTS e Espaço Aberto de Conhecimento em espaço de inclusão digital disponibilizado aos participantes.
São parceiros da Mostra a SECIS – Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do MCT; a Rede de Tecnologias Sociais – RTS; o Instituto Federal de Rondônia; o Projeto Casa Brasil; Programa Conexões de Saberes e a Fundação Rio Madeira.

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Uma chama nada Olímpica no Rio de Cabral (via Pauta do Dia)

Uma chama nada Olímpica no Rio de Cabral Em quatro dias de ataques, 72 veículos foram incendiados em diversos pontos do Estado do Rio de Janeiro. Só nesta quinta-feira, dia 25 de novembro, foram 31 – sendo 13 carros, 2 vans, 11 ônibus, 2 motos, 2 caminhões e 1 microônibus. Entre presos e detidos desde o último domingo, dia 21, há 188 pessoas. No balanço dos últimos quatro dias há um ferido, três PMs baleados sem gravidade e 30 pistolas e revólveres apreendidos, além de 11 fuzis, duas escopetas … Continue Lendo

via Pauta do Dia

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Zeu: Traficante condenado por morte do jornalista Tim Lopes se entrega a polícia (via Diálogos Políticos)

Zeu: Traficante condenado por morte do jornalista Tim Lopes se entrega a polícia Rio – Foi preso na tarde deste domingo no complexo do Alemão o traficante Elizeu Felício de Souza, o Zeu, condenado pela morte do jornalista Tim Lopes, em 2002. Segundo a polícia, ele se rendeu em sua casa às forças de segurança que ocupam o conjunto de favelas. Zeu estava foragido desde 2007, quando recebeu o benefício do regime semiaberto. Zeu, que não estava armado no momento da prisão, era um dos criminosos mais procurados pela polícia do Rio … Read More

via Diálogos Políticos

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Chapado

Chapado
Travado, sob o efeito de narcóticos ou bebida.
[Complete] Drunk, under the effect of narcotics or drink.
[Complet] Ivre, sous l’effet de narcotiques ou de boisson.

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Declaração da evolução do homem

Por Dr.Timothy Leary, Ph.D.


Quando no decurso da evolução orgânica torna-se evidente que um processo mutacional é inevitavelmente dissolver o desenvolvimento físico e os vínculos neurológicos que ligam os membros de uma geração com o passado, e inevitavelmente orienta-os entre as espécies da Terra, a assumir, a estação da separação e da igualdade para a qual as leis da natureza e a Natureza de Deus intitulou-os, uma justa preocupação para com a harmonia das espécies exige que as causas da mutação devam ser declaradas.
Nós defendemos estas verdades para se tornarem auto-evidentes:
* Que todas as espécies são criadas diferentes, mas iguais;
* Que são dotados, cada um, com certos direitos inalienáveis;
* Que entre estes direitos são a liberdade de viver, liberdade para crescer, Liberdade e Felicidade para prosseguir em seu próprio estilo;
* Que sempre que qualquer forma de governo se tornar destruidor da vida, liberdade e harmonia, é o dever orgânico dos jovens membros dessa espécie em mutação, cair fora (Drop Out), para dar início a uma nova estrutura social, colocando as suas bases em tais princípios e organizando o seu poder na forma que pareça vir a produzir segurança, felicidade e harmonia para todos os seres sencientes.

Mas, quando um longo comboio de abusos e usurpações, todos perseguindo invariavelmente as mesmas metas destrutivas, ameaçam o verdadeiro tecido de vida orgânica e a serena harmonia do planeta, é o direito, é o dever dos orgânicos abandonar esses pactos mórbidos e evoluir para novas estruturas sociais amorosas.

A história do branco, menopausa, homens embusteiros agora regem o planeta Terra, é uma história de repetida violação das harmoniosas leis da natureza, todas com o objetivo direto de estabelecer uma tirania de envelhecimento materialista sobre o gentil, o que ama a paz, o jovem, o colorido. Para provar isso, deixe que os fatos sejam submetidos ao julgamento das gerações vindouras.
* Estes antigos, governantes brancos têm mantido uma contínua guerra contra outras espécies de vida, escravizam e destroem no capricho, galinhas, peixes, animais e espalham um letal tapete de concreto e metal ao longo do corpo mole da terra.
* Eles têm mantido, um permanente estado de guerra entre si e contra as raças coloridas, amantes da liberdade, o gentil, os jovens. Genocídio é o seu hábito.
* Têm glorificado valores materiais e degradados os espirituais.
* Em sua ganância têm erguido barreiras artificiais de imigração e alfândega, impedindo a livre circulação de pessoas.
* Em seu desejo por controle, eles têm criado sistemas de ensino obrigatório para coagir a mente das crianças e para destruir a sabedoria e a inocência lúdica dos jovens.
* Em sua raiva eles têm coagido os jovens pacíficos, contra a sua vontade, a se unirem aos seus exércitos e guerras de assassinos salariais contra os jovens e gentis de outros países.
* Em sua ganância fizeram da fabricação e venda de armas à base de suas economias.
* Para lucrar eles têm poluído o ar, os rios e os mares.
* Eles têm tentado de todas as maneiras, impor uma uniformidade robô para esmagar variedade, individualidade e independência de pensamento.
* Em sua ganância, instituíram sistemas políticos que perpetuam regras para o envelhecimento e para forçar a juventude a escolher entre a conformidade plástica ou alienação desesperada.

Eles são entediantes.Eles odeiam beleza.Eles odeiam sexo.Eles odeiam vida.

Temos profetizado em pormenor o terror que estão perpetuando. Mas eles têm sido surdos ao pranto dos pobres, a angústia dos coloridos, ao balanço zombeteiro (rocking mockery) dos jovens, as advertências de seus poetas. Adorando apenas força e dinheiro, eles só ouvem a força e dinheiro. Mas nós vamos deixar de falar nestas línguas sinistras.
Devemos, portanto, concordar com a necessidade genética e retirar-nos da sua loucura insensível e manter-los, doravante, como se espera do resto das criaturas de Deus – em harmonia, irmãos da vida, nos seus excessos e ameaças à vida.

E que, agrupando-nos em tribos de companheiros concordando mentalmente, estaremos alegando pleno poder de viver e circular sobre a terra, obter sustento com nossas próprias mãos e mentes, no estilo que parece sagrado e santo para nós, e de faremos todas as coisas e atos que homens livres e mulheres livres independentes podem por direito fazer sem violar o mesmo direito de outras espécies e grupos fazerem suas próprias coisas.

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Amigos e inimigos do coração

Por Américo Tângari Júnior , médico cardiologista.

Nós, brasileiros, gostamos de jogar na sorte. Apostamos na loteria, no resultado do futebol, no tempo para o fim de semana e até na nossa saúde. Somos tentados a diagnosticar qualquer problema, com freqüência nos valemos da automedicação e, muitas vezes, nos damos mal. Principalmente, com nosso coração que, cansado dos maus tratos, pode se vingar de forma violenta.

Do médico, poucos se lembram, a não ser quando, flagrados subitamente, saem em desenfreada corrida em busca de socorro. No apuro, muitos lastimam ter abandonado a rotina que os acompanhou na primeira infância, quando frequentavam, todos os anos, os consultórios do pediatra.  É incrível como o hábito de prevenir as doenças se perde quando chega a pré-adolescência. A partir daí, costuma-se viver ciclos continuados sem o monitoramento e assistência de um bom clínico que possa dar orientação sobre saúde e fazer o encaminhamento adequado aos especialistas.

É até compreensível jogar a culpa dos problemas de saúde no stress provocado por pressões do cotidiano, pelos compromissos pessoais e demandas profissionais, pelos congestionamentos do trânsito e até por conta dos chamados do telefone celular. As pessoas passam a ser extensões do ritmo agitado do mundo moderno, relegando a plano inferior a meta de administrar uma vida saudável, pela via de exercícios físicos, adoção de uma dieta sem excesso de gorduras e integração harmônica ao ambiente em que vivem.

É indefensável a hipótese de que essas são características unicamente do brasileiro, mas o fato é que 315 mil pessoas morreram no país, no ano passado, devido às doenças do coração, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia. No mundo, conforme estudos da Organização Mundial de Saúde, os problemas cardiovasculares são responsáveis por 15 milhões de mortes, anualmente. O maior pecado, para usar a imagem popular, é o desleixo para com a prevenção das doenças cardíacas. É procurar ignorar, de maneira consciente, que  exames periódicos, como o de sangue e o ergométrico, permitem ao clínico avaliar os fatores de risco e o histórico de cada pessoa. Como um automóvel, o motor humano, depois de muita quilometragem, carece de prevenção e revisão. Sem estes cuidados, poderá pifar na próxima curva.

O coração tem inimigos mortais, como o colesterol alto, o sedentarismo e o tabagismo. Os dados são aterradores: de 11% a 20% da população adulta com mais de 20 anos sofrem de hipertensão arterial, problema presente entre 40% a 60% nas pessoas que desenvolvem um infarto do miocárdio. Grandes vilões, também, como já se acentuou acima, são o stress e a ansiedade, inclusive porque estes fatores prejudicam o sono e a alimentação, aumentando a adrenalina. Em consequencia, emerge a hipertensão e esta pode ser comparada a uma carga a mais para sobrecarregar o coração. Ninguém pode esquecer que um sono de seis horas seguidas, todas as noites, é fundamental para a saúde. Do mesmo modo, o sedentarismo deve dar lugar à atividades físicas, como caminhadas, a serem reguladas pelas condições de cada um.

É recomendável, ainda, a participação em atividades culturais – cinema, teatro e até mesmo festas onde se possa dançar. Tais ações  colaboram para o controle emocional e, ao mesmo tempo, harmonizam o pensamento, ajudando a pessoa a ver a vida de forma diferente de sua rotina. Reservar um tempo para a vida cultural ajuda no equilíbrio da mente. Por isso, o lazer é fundamental para todos nós.

Não tente adiar a decisão. Está na hora de mudar hábitos de vida, caso você ainda não os tenha em boa medida. Escolha entre um ciclo de vida mais curto ou mais longo. Conscientize-se, ainda, que adotar uma alimentação balanceada não significa comer mal. Pelo contrário, ajuda a controlar o peso, a pressão e o colesterol, que também aceitam uma taça de vinho. Comer a cada quatro horas, no máximo, acelera o metabolismo e contribui para perder peso. Nada faz mal se for consumido com moderação, até porque os hábitos culturais e regionais devem ser levados em conta na escolha da alimentação. E mais: você pode ter um alimento bom e barato, colhendo-o em seu próprio quintal ou na área de serviço do apartamento, onde podem ser plantados temperos que substituem – e bem – os condimentos industrializados. É preciso convir que vivemos num país miscigenado, que cresceu com imigrantes de todas as nacionalidades e deles absorveu hábitos e costumes.

Uma combinação bem brasileira e muito boa é o arroz e feijão, acompanhado de salada, legumes, carne magra e até um pouco de farinha, ingrediente tão ao gosto nacional. A carne vermelha pode comparecer no prato duas vezes por semana, e à noite, a opção deve ser por alimentos leves. A razão é simples: o organismo não terá tempo para digerir alimentos mais pesados, que acabam sobrecarregando o coração.

Constrói-se um coração saudável com a argamassa de um estilo de vida regrado pela qualidade. Coração saudável é uma obra erguida a partir do café da manhã, incluindo o consumo de frutas ou de suco natural, leite, pão integral e queijo sem gordura.  Alimentos baratos e fáceis de encontrar.

Almoçar em casa e descansar um pouco depois ( fazer a siesta), como é comum em alguns países europeus, seria recomendável, pois proporcionaria um descanso ao coração. Reconheço, porém, que, no Brasil, isso é privilégio de poucos. Cuidar do nosso principal órgão não é difícil e vale muito a pena.

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Os Piores e os Melhores Amantes do Mundo

Uma pesquisa feita pelo site OnePool com 15 mil mulheres de 20 países listou os piores e os melhores amantes do mundo. Os alemães foram considerados os piores. O motivo? Higiene pessoal precária (eca!). Os latinos foram considerados os melhores de cama: espanhóis em primeiro lugar, brasileiros em segundo e italianos em terceiro. Abaixo, a lista completa:

Os piores

1. Alemães (muito fedorentos)
2. Ingleses  (muito preguiçosos)
3. Suecos  (muito afobados)
4. Holandeses (muito dominadores)
5. Americanos (muito brutos)
6. Gregos (muito sentimentais)
7. Galeses (muito egoístas)
8. Escoceses (muito grosseiros)
9. Turcos (suam demais)
10. Russos (muito peludos)

Os melhores

1. Espanhóis
2. Brasileiros
3. Italianos
4. Franceses
5. Irlandeses
6. Sul africanos
7. Australianos
8. Neozelandeses
9. Dinamarqueses
10. Canadaenses

via Gostei prá Caralho


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A repercussão da Guerra do Rio contra os bandidos, na França (via Adilson Bevilacqua – informa:)

A repercussão da Guerra do Rio contra os bandidos, na França O Le figaro publicou hoje um álbum de fotografias maior que o da nossa imprensa sobre a guerra do Rio. Clique aqui para ver o álbum da guerra do Rio no Le Figaro … Read More

via Adilson Bevilacqua – informa:

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Finanças: O que fazer para ter um “próspero ano novo”?

Por Antonio de Julio, especialista em finanças

Já repararam que o ano está acabando cada vez mais cedo? Mal chegou Novembro já temos Panetone nos supermercados, carros 2011 nas lojas (esses estão começam a trocar de ano cada vez mais cedo), decoração natalina nas ruas, lojas começando mais uma “queima total, ficamos malucos, descontos nunca vistos antes”, etc., etc., etc. e por aí vai. Isto é, o décimo terceiro salário nem entrou na conta dos brasileiros e o comércio já está “seduzindo” o consumidor para que ele o gaste antes mesmo de chegar.

Temos que lembrar que depois de toda festa regada a muita bebida vem uma forte ressaca depois. Estamos falando de Janeiro, o mês dos “I”s. IPVA, IPTU, “ihhhhh faltou dinheiro para a matrícula dos filhos”, e por aí vai. Mas quem consegue passar de Janeiro “no azul”, tem grandes chances de continuar na mesma situação no decorrer do ano. Vamos a algumas dicas de como podemos entrar em 2011 em paz e saúde física e financeira, afinal, um bolso saudável ajuda até mesmo a cuidar melhor da nossa saúde e bem estar.

1)  Conheça a si mesmo antes de começar o ano novo: saiba o quanto gastou por mês com água, luz, combustível, supermercado, compras, lazer e prestações em 2010. Coloque essas despesas em uma planilha e veja o que pode ser reduzido. Despesas relacionadas ao consumo (despesas variáveis) são mais fáceis de abater. O seu extrato bancário dos últimos 12 meses pode dizer maravilhas (ou não) ao seu respeito. Faça um mapa de todos os financiamentos e prestações adquiridas em 2010 e veja o quanto precisa de sua renda para tratar desses assuntos. Procure não contrair dívidas que consumam mais do que 30, 35% de sua renda.

2) Só pense em adquirir um novo bem se estiver bem financeiramente.

3) Aprenda a mágica dos juros compostos em aplicações financeiras e a tragédia nas compras a prazo. Não se iluda com “essa parcela cabe no meu bolso tranquilamente”. Antes de fechar uma compra, entenda bem como funciona o mecanismo das prestações.

4) Dedique um pouco do seu tempo para pensar na sua carreira profissional. Será que na mesma empresa onde trabalha não existe uma oportunidade melhor? E nas outras empresas? Não vale a pena disparar alguns currículos, com a tranquilidade de estar empregado?

5) Não seja acomodado. O mundo gira, e cada vez mais rápido a medida que ficamos mais velhos.

6) Desenvolva seu network. Participe de grupos e fóruns relacionados a sua carreira.

7) Não é só de empréstimos e financiamentos que vive o mundo. Se já tem um carro e pode esperar um pouco, um consórcio pode ser uma boa pedida para comprar um novo. Fuja do imediatismo.

8) Converse com sua esposa e filhos sobre planejamento doméstico. Um time que joga unido tem mais chances de ser campeão do que um time que tem um artilheiro que não passa a bola pra ninguém.

9) Quem deve cuidar da sua saúde financeira É VOCÊ! Conheça os planos que seu banco oferece e as taxas que ele cobra. Por mais experiente que o seu gerente seja, quem sabe onde aperta o calo é você.

10) Seja realista: não adianta querer ter uma casa na praia ou fazer “a viagem dos sonhos” devendo no cartão de crédito e no cheque especial. Concentre-se em quitar as dívidas e pense duas vezes antes de contrair uma nova.

Lembrem-se: O importante é “viver em paz” com o nosso dinheiro. Não podemos ter comportamento “bipolar” com ele, isto é, no início do mês ele é “do bem” e no fim do mês quando ele falta ele é “do mal”. Dinheiro deve ser a nossa base sólida para a prosperidade, para o nosso futuro. Não existe grandes lavouras sem pequenas sementes. Não existe grandes fortunas sem pequenos investimentos. Quem gasta mais do que ganha, não só está contraindo dívidas. Está deixando de plantar as sementes do seu futuro.  O método MoneyFit foi criado não apenas para ensinar a poupar, mas ensinar as pessoas a viver bem com odinheiro, a fazer dele um degrau de cada vez rumo a prosperidade.

via moneyfit

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Espera

Tela: Espera de Said Ahmady

-------------------------------------------------------------------------------- Tela: Espera de Said Ahmady

noite longa… eu me pergunto
sobre o significado
do silêncio,
do tempo esquecido
na ampulheta.

brasas dormidas,
madrugadas insones,
ouvidos atentos
aos passos no corredor,
ao sons do elevador.

mais um dia cerra suas portas
e um outro começa.
somos distâncias e medos,
vidas pelo avesso,
longo intervalo de quatro tempos.

somos uma música
da qual ninguém se lembra.
e mesmo assim eu persisto,
porque depois de tudo
ainda há poesia,

vestígios, restos de estrelas,
ecos dos nossos sonhos,
o teu calor em mim,
esta longa noite…
e nada mais.

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Deu no JB : roteirista de Tropa de Elite diz que "é agora ou nunca"

O ex-capitão do Bope (Batalhão de Operações Especiais) e roteirista dos dois filmes Tropa de Elite, Rodrigo Pimentel, diz que o Rio de Janeiro passa por um momento de “agora ou nunca” na reação à onda de violência dos últimos dias. “É um momento único na história do Rio de Janeiro”, diz otimista. Crítico da repressão violenta ao tráfico, ele defende as invasões de favelas e policiamento nas ruas que foram intensificadas desde os ataques que começaram no domingo (21).

Pimentel reforça a declaração do secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, para quem os ataques são uma reação de traficantes ao processo chamado de pacificação das favelas. As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) se instalaram de forma permanente em favelas da capital carioca e, para Pimentel, diminuíram o poder do tráfico.

Um dos autores do livro Elite da Tropa, Pimentel e sua experiência no Bope inspiraram a criação do personagem capitão Nascimento, dos filmes. Lembrando de sua atuação na polícia, ele ressalta:

– Quando eu era da polícia, tinha a nítida sensação de estar enxugando uma pedra de gelo. Eu nunca fui otimista em 12 anos de polícia e hoje eu sou otimista… Se isso aí não fizesse parte de um pacote mais completo de segurança, eu diria que é a repetição de um ciclo que a gente já conhece. Mas não é isso.

Leia a matéria completa no JB

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Deu no JB : roteirista de Tropa de Elite diz que “é agora ou nunca”

O ex-capitão do Bope (Batalhão de Operações Especiais) e roteirista dos dois filmes Tropa de Elite, Rodrigo Pimentel, diz que o Rio de Janeiro passa por um momento de “agora ou nunca” na reação à onda de violência dos últimos dias. “É um momento único na história do Rio de Janeiro”, diz otimista. Crítico da repressão violenta ao tráfico, ele defende as invasões de favelas e policiamento nas ruas que foram intensificadas desde os ataques que começaram no domingo (21).

Pimentel reforça a declaração do secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, para quem os ataques são uma reação de traficantes ao processo chamado de pacificação das favelas. As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) se instalaram de forma permanente em favelas da capital carioca e, para Pimentel, diminuíram o poder do tráfico.

Um dos autores do livro Elite da Tropa, Pimentel e sua experiência no Bope inspiraram a criação do personagem capitão Nascimento, dos filmes. Lembrando de sua atuação na polícia, ele ressalta:

– Quando eu era da polícia, tinha a nítida sensação de estar enxugando uma pedra de gelo. Eu nunca fui otimista em 12 anos de polícia e hoje eu sou otimista… Se isso aí não fizesse parte de um pacote mais completo de segurança, eu diria que é a repetição de um ciclo que a gente já conhece. Mas não é isso.

Leia a matéria completa no JB

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Buchuda

Buchuda
Mulher grávida.
[Bepaunched] Pregnant woman.
[Pansue] Femme enceinte.

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1º Forum de Cultura Regional , um novo olhar sobre a Amazônia

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Revolução Interior

Enfrente-se! Torture os seus espelhos,
(com todos os seus requintes de perversidade)!!
Sofra até a exaustão de seus nervos
Até se ver inteiro!
Sinta em si o útero e a cova.
Depois dissolva todas as dores
(como se tivesse parido anjos)
Que os pólens de tal explosão fecundem as flores libertinas…

E se algum dia você desejar que alguém venha te libertar,
Deseje que esse alguém seja você mesmo!

via Coletivo CCP

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Tropa de Elite 3

Numa noite emblemática para a sociedade carioca e brasileira, a sociedade civil organizada e ativista constituída e representada no gesto pelo Oscar, Aline, Juliana, Sandro, Deyvesson, Maíra, Marquinhos das Alagoas, Mônica, Zane e este humilde blogueiro, não se curvou à violência e permaneceu de prontidão guardando o Teatro Municipal, a Biblioteca Nacional e a Estação de Metrô da Cinelândia.Fizemos nossa parte.  Não constatamos nenhum movimento suspeito , mesmo assim esta verdadeira tropa de elite acabou expulsa . Mas não foi por nenhuma facçãozinha qualquer , não. Saímos pela insistência dos garçons , que já estavam de saco cheio com aquela nossa atitude patriótica em defesa da segurança pública e começaram a arrastar cadeiras prá lá e prá cá, acho que para barricadas. Ora, bolas. Esta tchurma do Iphan é mesmo phoda, fica fechando até o respeitável e honrado Amarelinho…

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Ao Norte – Novo Airão/AM

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Nosso fotógrafo JLZ Barcelos e sua filha, a bióloga Adriana, no Rio Negro, em Novo Airão/Amazonas na aprazível companhia da fauna e da flora

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Sem Usinas, Cem Árvores

Sem mãos justapostas
Sem corpos ajoelhados
Sem hinos nem bandeiras
Sem dorsos encurvados
Sem a presença do estado
Sem o consentimento dos parlamentos
Sem olhos devotados à imagem
Sem sonhos de consumo
Sem a aprovação da academia
Sem nota fiscal
Sem submissão ao capital
Sem vontade de poder
Sem a mediação das máquinas
Sem as cercas das nações
Sem identidade social
Sem palavras envenenadas
Cem palavras fecundas
Cem vontades de liberdade
Cem vozes elevadas
Cem versos malditos
Cem ângulos de verdade
Cem olhos visionários
Cem mãos desarmadas
Cem bocas escancaradas
Cem corpos que amam
Cem baleias que sobreviveram
Cem florestas sagradas
Cem horizontes para celebrar
Cem pratos de comida
Cem crianças selvagens
Cem estradas para a realidade
Cem terroristas iluminados

Que o Caos esteja conosco…!

via Coletivo CCP

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CV cumpre promessas de ataques registradas em carta (via Pauta do Dia)

CV cumpre promessas de ataques registradas em carta Menos de um mês após o PAUTA DO DIA publicar, com exclusividade, a apreensão de uma carta com conteúdo “explosivo” que poderia ser o indício de uma série de ataques planejados por criminosos da facção Comando Vermelho (CV) a locais públicos e agentes de segurança, a ameaça começa a se cumprir. Em duas semanas, postos de policiamento foram atacados, policiais foram executados, carros foram incendiados e arrastões se repetiram em diversas partes do Rio de Janeiro… Read More

via Pauta do Dia

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Lula entre os sujos (via Brasília, eu vi)

Lula entre os sujos Amanhã, quarta-feira, dia 24 de novembro, terei a honra de participar do grupo de blogueiros progressistas convidado pelo Palácio do Planalto para entrevistar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Da última vez que entrevistei Lula, eu era um garoto de 23 anos e ele estava no meio de uma guerra: as eleições presidenciais de 1989 … Read More

via Brasília, eu vi

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Quem segue o bom caminho suporta todas as penitências (via Professor Hariovaldo Almeida Prado)

Quem segue o bom caminho suporta todas as penitências Neste momento terrível no qual as forças do dilmolulismo parecem triunfar sobre a nação indefesa, precisamos mais do que nunca perseverar no sagrado combate pela libertação total das chagas marxistas opressoras do Brasil. Tenhamos fé, amados irmãos numerários e supranumerários, pois à partir de São Paulo conseguiremos livrar todo o país das hostes petistas para o nosso bem. Lembrem-se,  o comunismo malévolo foi derrotado na Polônia pelos santos… Read More

via Professor Hariovaldo Almeida Prado

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3 símbolos de uma era(Carrocultura)

Quem aí já andou numDKW ? (clique na foto para ampliar)  via Carrocultura

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Dor no pescoço pode ser emocional : Especialista revela 7 dicas para amenizar o problema

Por Dr. Gilberto Anauate, médico ortopedista do Hospital Santa Paula/SP

Depois da dor nas costas, a dor no pescoço é a campeã de afastamentos e licenças médicas. Na opinião do médico ortopedista Gilberto Anauate, do Hospital Santa Paula (SP), o problema não tem como causa apenas a má postura. Pode ter um forte componente emocional também. “Ao contrário do que muitos imaginam, a cervicalgia – dor no pescoço – não pode ser associada única e exclusivamente a um problema postural. Por apresentar grande mobilidade em relação ao restante da coluna, a região cervical está mais sujeita a dores e contraturas musculares devido à friagem e, principalmente, episódios de alta tensão psicológica”, diz  Anauate.Para o ortopedista, o estresse é o grande vilão da cervicalgia em grande parte dos casos. “Os músculos localizados atrás do pescoço têm de estar sempre tensos para suportar a parte de cima do corpo. Mas, quando eles trabalham além da conta, sofrendo contrações constantes de fundo nervoso, a dor é inevitável. Essa dor pode, inclusive, ser irradiada para os ombros ou ainda resultar em dor de cabeça”. Depois de um diagnóstico preciso, em que se detecta a origem da dor, Anauate orienta o paciente a buscar ajuda especializada. “Constantemente surgem recursos terapêuticos que podem amenizar o problema. O paciente poderá ser orientado tanto a fazer um tratamento à base de anti-inflamatórios e relaxantes musculares, até a buscar terapias complementares, como a acupuntura.  O ideal é que seja feita uma investigação personalizada”.Gilberto Anauate faz um último alerta: “Ninguém deve se acostumar com a dor. Se o mal-estar começar a incomodar os braços, ou se o paciente começar a sentir ‘pinçadas’ no pescoço, é necessário realizar uma investigação diagnóstica mais detalhada”.

Sete dicas para driblar a dor no pescoço:

  • Evite tomar friagem e esteja sempre bem agasalhado;
  • Quem trabalha o dia inteiro diante do computador deve fazer pausas para movimentar ombros e pescoço lentamente, por alguns minutos, a cada duas horas. Esse hábito costuma aliviar a tensão acumulada ao longo do dia;
  • Quem se desloca de carro o dia inteiro a trabalho deve usar um encosto de cabeça devidamente ajustado ao corpo, mantendo as mãos firmes no volante e os braços esticados;
  • Massagens suaves com óleos aromáticos ou anti-inflamatórios em gel ou creme também contribuem para aliviar a dor;
  • Ao arrumar a casa, acostume-se a usar mais a força das pernas para se abaixar ou se levantar;
  • Busque atividades de relaxamento para a mente e o corpo. Isso inclui terapias alternativas, cursos de artesanato, ou simplesmente se dar ao luxo de descansar mais;
  • Escolha um travesseiro nem muito fino, nem muito grosso. O ideal é que ele se encaixe direitinho entre a extremidade do ombro e o início do pescoço.

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Chamas Gêmeas

por Klaxons

A chama ardente passa e o
Visível amor está lado a lado
Compreende
Iniciam e  nunca terminam

No ciclo do aqui e agora
Nós levamos os nossos medos e sumimos de alguma forma
Conforme subimos
Iniciam e  nunca terminam

Chamas gêmeas em nossos corações
Quando voltamos para o nosso início
Chamas gêmeas em nossas mentes
Quando passamos as emoções se multiplicam

Chamas gêmeas em nossos corações
À medida que avançamos você não pode ver que estamos afastados
Chamas gêmeas em nossas mentes
Quando passamos juntos

Um mar de chamas, antes de hoje à noite
Conduzindo amor, nos trouxe acesa
As misturas de fogo
Começando e nunca terminam

Duplas metades da totalidade
Encontrar o sinal de falta de igualdade
Duplas metades da totalidade
Agora voltam  para se entrelaçarem

Espirais transformam o fogo em nós
Instantes sincronizados
Se juntam a nós,e  num segundo amor
Nos harmonizaremos no tempo

NR : É um  trabalho  artístico e refinado . Algumas mentes poluídas já começaram, porém, a notar semelhanças do clip com os movimentos da disputa pela Presidência da ALE de alguns estados brasileiros do norte, e suas 300 dúvidas.

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PIG: contagem regressiva (via O que será que me dá?)

PIG: contagem regressiva Você se considera antenado? Reconhece que a mídia manipula a informação de acordo com seus interesses ou de grupos a ela associados? Certo… Isso não é mais novidade para muita gente. Mesmo assim, não estamos imunes à manipulação, pois nem sempre reconhecemos sua sutileza. … Continue Lendo

via O que será que me dá?

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Candiru

Candiru (Vandellia cirrhosa, etc.)
[Tupi] Peixe intruso que, que segundo a crença (não simplesmente crença), se entranha nos orifícios humanos, erigindo as espinhas nas suas guelras e de lá saindo só após muito esforço ou ação de bisturi…
[Tupi] Candiru: interfering little fish (±1”) reputed (not simply reputed) to penetrate human orifices, opening out the spines on its gill-covers and very difficult to remove, sometimes needing the scalpel…
[Tupi] Candiru : petit poisson pervers (2,5 cm) qui, d’après la croyance (pas simplement une croyance), pénètre les orifices humaines, étale les épines portées sur l’opercule, et ne peut être sorti qu’au coût d’immenses efforts, ou du bistouri…

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E se o seu estômago falasse em 2 lições (velhas, mas engraçadas!)

Enviado por e-mail pelo arqueoguerrilheiro Fernando Figali :

Lição 1 :

Aprenda a beber:

Você vai ao bar e bebe uma cerveja. Bebe a segunda cerveja. A terceira e assim por diante….O teu estômago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo “caracas  véi…  o cara tá bebendo muito liquido, to cheião!!!”

Teu estômago e teu cérebro não distinguem que tipo de liquido está sendo ingerido, ele sabe apenas que “é líquido”.

Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: “Caracas, o cara tá maluco!!!”. E manda  a seguinte mensagem para os rins: “Meu, filtra o máximo de sangue que tu puder, o cara aí tá maluco e tá bebendo muito liquido,  vamo botar isso tudo pra fora” e o rim começa a fazer até hora-extra e filtra muito sangue e enche rápido.

Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque além de água, vem as impurezas do sangue.

O rim aliviou  a  vida  do  estômago,  mas  você continua bebendo e o estomago manda outra mensagem pro cérebro – “Cara, ele não pára, socorro!!!” e o cérebro manda outra mensagem pro rim “Véi, estica a baladeira, manda ver aí na filtragem!!!”

O rim filtra feito um louco, só que agora, o que ele expulsa não é o álcool,  ele manda pra bexiga apenas água (o liquido precioso do corpo). Por isso que as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mais o organismo joga água pra fora e o teor de álcool no organismo aumenta e você fica mais “bunitin”.

Chega uma hora que você tá com o teor alcoólico tão alto que teu cérebro desliga  você. ….Essa  é  a hora que você desmaia… dorme… capota… resumindo: essa é a hora…………

Ele faz isso porque pensa  – “Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele”.

Enquanto você está lá,  apagado (sem dono), o cérebro dá a seguinte ordem pro sangue –  “Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem que tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles e assim a gente consegue jogar esse veneno fora”. O sangue é como se  fosse  o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece as  ordens  direitinho e por isso começa a retirar água de todos os órgãos. Como o cérebro é constituido de 75% de água, ele é o que mais sofre com essa “ordem” e daí vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca.

Então, sei que na hora a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo dágua, porque na medida que você mija, já repõe a água.

(Texto carecendo de verdade cientîfica, retirado de “O bar do Zé”, que não sei exatamente onde fica, porque deve ter uns 3.800 pelo país. Não aceitamos “trolls”.)

Lição 2 :

Enquanto isso, no rodízio…

Estômago: – Cara, manera aê com o que vai comer. Essa semana foi foda. Manda uns vegetais pra dentro, porque as coisas no intestino estão feias.

Primeiro prato (800g): Arroz, feijoada, cupim, picanha gorda, coração de galinha

e tomate.

Estômago: – Tá de sacanagem, né? Duas rodelas de tomate?

E essas carnes mal-passadas? Pelo menos mastiga direito essa…………

Segundo prato (550g): Arroz, costela, picanha, alcatra e salada de

maionese.

Estômago: – Chega de carne, cara, não cabe mais nada aqui.

Lembra daquela úlcera? Tá faltando pouco pra cicatriz abrir.

Tu quer  me……arrenbentar, né ? Manda um pouco de água.

Bebida: Coca-Cola 600ml

Estômago: – Seu imbecil, eu falei um pouco de água.

– Eu: – Ué, Coca-Cola tem água. E ainda ajuda a dissolver a carne.

Estômago: – Coca-cola tem o inferno dentro, meu. Tá estraçalhando com o

suco-gástrico.

– Esposa: – Amor, com quem você tá falando?

– Eu: – Nada, não,tô pensando alto.

Sobremesa: 300g de pudim.

Estômago: – Eita cara, cabe mais não. Tá ouvindo?

Intestino: – O que tá acontecendo aí em cima? Que zorra é essa?

Estômago: – O cara tá empurrando comida. Agora veio pudim pra dentro. Não

sei mais o que fazer.

Intestino: – Vamos mandar direto.

Estômago: – O quê?

Intestino: – É isso aí, operação descarga.

Estômago: – Cara, o cérebro não vai gostar.

Intestino: – que se dane o cérebro, ele nunca veio aqui em baixo pra saber como são as coisas.

Estômago: – Vamos dar mais uma chance pra ele. Eu acho que ele não vai mais…

Bebida 2: Cafezinho.

Estômago – Filho da mãe……. Vou explodir.

Intestino – Operação descarga iniciando. Anda, libera o canal do duodeno que eu já tô conversando com o esfíncter.

Coração – Que que tá havendo aí embaixo? A adrenalina tá aumentando muito.

Intestino – Operação descarga.

Coração – Quem autorizou isso? O cérebro não me mandou nada.

Estômago – que se dane aquela geléia! Nem músculo tem.

Intestino – É isso aê, que se dane essa géleia inútil. Vinte segundos pra

abrir o esfíncter anal. Quero ver a saida arder com esse suco gástrico.

Esposa – Amor, você tá passando bem? Tá suando todo, aonde você vai?

Eu – Preciso ir ao banheiro, urgente. Paga a conta e me espera no carro.

Esposa – O que você comeu pra isso?

Eu – Não sei. Acho que foi o tomate……..

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O que está acontecendo com parte da juventude? (via Cão Uivador)

Por Rodrigo Cardia

Não acho a juventude dos dias de hoje “sem noção”, mesmo com a onda de preconceito no Twitter após a eleição (eram jovens destilando ódio). Afinal, generalizar a partir do que alguns racistas disseram, é também ser preconceituoso, é ignorar que há sim muitos jovens que não aceitam a estupidez reinante.

Mas, não podemos negar que há uma tendência ao crescimento do percentual de jovens de classe média (que está em expansão) que não são simplesmente conservadores, mas sim reacionários, raivosos. Que não têm vergonha de expressarem opiniões totalmente preconceituosas (e que eles não acham ser isso, mas sim “a verdade”). Não fazem uma reflexão crítica sobre o que ouvem, o que lêem.

Engana-se quem pensa que eles não são rebeldes, “coisa típica da juventude”. O problema, é que hoje em dia até a rebeldia foi “enquadrada”, virou “produto”, “moda”, como prova uma loja em um centro comercial de Porto Alegre especializada em “rock e cultura alternativa”. Agora é assim: quer ser “alternativo”, vá ao shopping… E, por favor, isso não é culpa dos jovens. Eles não se tornam consumistas “ao natural”, e sim, porque são compelidos a isso. Afinal, praticamente vivem dentro do shopping, ouvem o tempo todo que “a rua é muito perigosa”. É muito difícil resistir a este verdadeiro terrorismo que é praticado pela “grande mídia”.

Além disso, eles refletem um problema sério de nossa época, que é a aparente falta de uma utopia, de um ideal pelo qual lutar, como lembra muito bem o excelente documentário Utopia e Barbárie, de Sílvio Tendler. Tanto que, a quem acha que a vida dos jovens de hoje é melhor por não estarmos mais sob uma ditadura, o meu amigo Diego Rodrigues lembra em um ótimo texto escrito em seu antigo blog Pensamentos do Mal (clique aqui para ler na íntegra):

Os que dizem que a vida dos jovens hoje é mais fácil não têm idéia do que é viver sem causa, numa época que não pensa, que não reflete. Faço parte da juventude mais revolucionária de todos os tempos, mas que não tem inimigo. Não sabemos contra o que lutar. Vivemos na era da descrença: as religiões são uma farsa; a política, uma hipocrisia; e os sonhos, ilusões. Isso é que a juventude pensa, e de forma cada vez mais individualista.

Assim, quais são os principais sonhos de boa parte dos jovens? Ganhar dinheiro, “subir na vida”… Uma luta extremamente solitária, o que fortalece o individualismo e faz com que eles não descubram o quão podem ser revolucionários. Enquanto quem luta por algum ideal se insere num grupo de pessoas com objetivos semelhantes, laços que reforçam a solidariedade e a motivação para seguir sonhando.

via Cão Uivador

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O que quer a juíza Karla ? Fechar o ENEM ? Desembargador impede que Juíza subverta a ordem(via Conversa Afiada)

A Dra Maia tem um problema Superior

Saiu no Globo, na Folha (*) e no Estadão.

Juíza Karla Maia, da Justiça Federal do Ceará, que tentou anular o ENEM, agora quer fechar o ENEM por sua desmoralização. A Advocacia Geral da União conseguiu anular a primeira decisão da Dra Maia. E, na decisão, ficou previsto o mecanismo que dará aos 0,0000001% dos prejudicados o direito à isonomia. Pois a Dra Maia resolveu enfrentar a instância superior que a derrotou. E quer criar instrumentos mais abrangentes – e descabidos – para um segundo ENEM. A Dra Maia provavelmente não gosta do ENEM, do Haddad nem de Instância Superior.Por muito menos, o corajoso Juiz Fausto De Sanctis é perseguido até hoje pelo Supremo ex-Supremo Presidente do Supremo.

ENEM: desembargador impede que Juíza subverta a ordem

Faria não deixou os candidatos assumirem o poder no ENEM

O presidente do TRF da 5ª região, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, suspendeu ontem a decisão da Juíza Federal da 7ª vara/CE, Karla Maia, que assegurava a realização de uma nova prova a TODOS  os estudantes que se sentissem prejudicados pelos erros de impressão do caderno amarelo ou pela inversão dos cabeçalhos nos cartões de resposta do Enem.  O Desembargador Faria denunciou o caráter subversivo – lesão á ordem pública – da decisão da Dra Maia.Igualmente subversiva foi a adesão furiosa do PiG (*) às insensatas decisões da Juíza (foram duas !). Mas, para prejudicar o Presidente Lula, o PiG (*) é capaz de subverter tudo.
Leia trechos da decisão do desembargador Luiz Alberto Faria (extraído do site “Migalhas”):
Destaca que a pretensão do MPF é tangenciar a decisão proferida na SL nº 4208-CE, não podendo ser aceito, sob pena de subverter o que restou decidido nesta Corte. Aduz a ocorrência de grave lesão à ordem pública, na sua feição administrativa, considerando que a tutela deferida possibilita que os candidatos possam livremente optar se querem fazer uma nova prova, sem qualquer verificação objetiva por parte da Administração do prejuízo efetivo. Por fim, requer a extensão da decisão proferida na SL nº 4208-CE, ou caso assim não entenda, seja a presente peça recebida como nova suspensão de antecipação de tutela.Determinei a autuação do presente petitório, vindo-me os autos conclusos para o exame do pleito.Passo a decidir.Na hipótese de que se cuida, vislumbro, mais uma vez, a presença dos pressupostos legais. Com efeito, a possibilidade de grave lesão à ordem pública, aqui considerada na acepção ordem administrativa, decorre da faculdade autorizada pelo Juízo Federal da 7ª Vara – CE de possibilitar aos alunos “que se sintam prejudicados” no ENEM 2010 a submissão a novo certame, sem que a Administração Federal possa realizar a verificação objetiva do efetivo prejuízo sofrido pelos candidatos, circunstância essa possível a partir do cotejo do teor das atas de aplicação das provas e dos requerimentos contendo as reclamações.De mais a mais, a adoção do critério subjetivo na avaliação do prejuízo sofrido pelo candidato levaria a Administração à difícil situação de ficar submetida ao alvedrio do candidato dito prejudicado, impossibilitando-se, assim, qualquer controle estatal, ocasionando grave violação à ordem pública.Afora isso, conforme já destaquei quando do exame da SL nº 4208-CE, a alteração do cronograma fixado pelo MEC implica, inquestionavelmente, atraso na conclusão do ENEM 2010, aspecto por demais relevante, levando em conta que diversas instituições de ensino superior utilizarão as notas do ENEM na seleção de ingresso dos novos alunos, repercutindo sobremodo nos vestibulares realizados em todo o País.Não se pode admitir, pois, que paixões a teses jurídicas venham aflorar e contaminar o Judiciário, a ponto de se pretender a reforma de decisão por quem não possui competência para tanto, trazendo insegurança jurídica, por corolário, para milhões de jovens atônitos (e suas famílias) à espera da definição das respectivas situações escolares, em um momento tão importante das suas vidas, às vésperas da difícil disputa pelo ingresso no ensino superior.
LUIZ ALBERTO GURGEL DE FARIA
Presidente

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

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Falando um pouco de Candomblé e Natureza… (via Candomblé)

Falar sobre Candomblé hoje, para os adeptos mais preocupados e mais ativos quanto à religião, não significa apenas discutir sobre assuntos do terreiro, orixás e obrigações. Hoje convido a todos para percebermos sobre o espaço em que a nossa religião está inserida, falando sobre a Terra e seus recursos, essa grande mãe que nos fornece além da possibilidade de vida, a possibilidade de termos uma fé, uma crença que se baseia totalmente no seu funcionamento …    Continue Lendo via  Candomblé

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A imprensa cansada

Por Alberto Dines, do Observatório da Imprensa

“Vinte dias depois de terminada uma das mais renhidas a chamada grande imprensa ainda não conseguiu se reencontrar. Parece nocauteada: não recuperou a sua energia, entonação, nem a velha dimensão. Perdeu o jeito – na verdade a grande imprensa ficou pequena. Não conseguiu adaptar-se à súbita mudança nas esferas do poder. Parece de ressaca. Não percebeu que até o dia 31 de outubro dependia exclusivamente do presidente da República, era viciada em Lula, ele comandava o espetáculo, ele comandava o noticiário. Agora, o presidente recolheu-se, passou a operar nos bastidores enquanto a sucessora está completamente absorvida pelo desafio de montar a sua equipe, organizar as prioridades, montar os bastidores e as rotinas. É preciso reconhecer que o poder também não se encontrou, nem se consolidou. Dilma Rousseff levará algum tempo para encontrar um estilo e descobrir o seu tom. Neste clima generalizado de intervalos, onde impera o silêncio depois de um longo e cansativo berreiro, fica visível que a imprensa está patinando, perdeu as referências, não tem onde se agarrar, sobretudo está exibindo sem qualquer disfarce a sua velha fraqueza: não sabe viver sem declarações.Pior: precisa ser pautada, não tem agenda própria. Não sabe ver o mundo, muito menos colocar-se nele. Sem o Enem e a débâcle de Silvio Santos teríamos os jornalões tratando apenas de crimes e futebol.O Natal promete ser lucrativo– isso basta, já que nossos jornais são uma extensão do comércio. Depois virá o verão com as suas banalidades. O quadro é ainda pior na mídia digital – que no Brasil, aliás, só existe como reverberação, incapaz de inventar-se para ocupar os espaços que uma mídia impressa cansada lhe oferece graciosamente. O encerramento da primeira década do século 21 merecia olhares mais atentos e ânimos menos acirrados.

via Brasil ! Brasil !

NR: A nojeira estampada nos jornalões,tvs e sites pelegos durante a campanha serviu para muita coisa, passada agora a refrega. A uma prá descobrir que existe definitivamente o que o jornalista Paulo Henrique Amorim chama de P.I.G. (Partido da Imprensa Golpista). A duas para soterrar de vez a tênue credibilidade que alguns jornalistas e comentaristas, a duras custas,  mantinham . Eles se cobriram em um poço de lama tão profundo que só o que poderá vir a tona são vazamentos de gazes fétidos. É a terceirização da vassalagem: Os patrões pensam e os vassalos usam as mãos e o nome. A três, que vale a famosa frase do Barão de Itararé. “o Brasil têm a melhor imprensa que o dinheiro pode comprar“.

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I Seminário Internacional Centro Ruth Cardoso

Centro Ruth Cardoso, em conjunto com a AlfaSol e com o apoio da Universidade de São Paulo (USP), realizará seminário internacional multidisciplinar aberto ao público, nos dias 24 e 25 de novembro, na Faculdade de Economia e Administração (FEA-USP). Os painéis serão formados por especialistas nacionais e internacionais como Lesley Esters Redwine (EUA); Cecilia Maria Velez (Colômbia); Gustavo Cardoso (Portugal); Gerard Clarke (Inglaterra); Ezequiel Reficco (Argentina/Colômbia); Rosa Fischer, Elisa Reis e Silvio Meira (Brasil).

Direcionado a pesquisadores, estudantes, professores e público em geral, o encontro busca agregar o “estado da arte” tanto na produção teórica sobre o assunto, quanto nas vivências práticas, sejam elas iniciativas governamentais, empresariais ou de organizações da sociedade civil.

No primeiro dia, a programação contemplará os painéis “Democracia e novas formas de participação social” e “Empreendedorismo social e desenvolvimento sustentável”. Já no segundo dia, serão discutidas as temáticas de “Educação e cidadania” e “Redes sociais e sociedade em rede”. Além das mesas-redondas, os participantes poderão inscrever-se nas oficinas específicas de cada eixo, pelo site www.centroruthcardoso.org.br/seminario

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Jogadores que fizeram ENEM(via blog do Kuelho)

Richarlyson – perdeu a caneta no meio da prova
Kléber – Deu uma cotovelada na pessoa de trás da carteira que tentou colar dele
Danilo – Foi parar no STJD, por chamar a caneta de preta
Val Baiano – Estudo pra caralho!
Ronaldo – comeu a prova
Andrés Sanchez – Deixou duas questões em branco: Libertadores e Estádio
Neymar – Comprou a prova
Diego Souza – Agradeceu ao Enem por ter cancelado a prova pois dormiu e perdeu o horário!
Felipão – Xingou os fiscais de palhaço quando terminou a prova
Ronaldo – não sabia a diferença de masculino e feminino.
Bruno ex-goleiro do flamengo: não respondeu a prova porque o cachorro comeu
Marcos – era o fiscal..
Lucas – não pode fazer a prova porque se inscreveu como “Marcelinho”
Rogerio Ceni – esquentou o banco do Marcos antes dele chegar na sala
Roberto Carlos – foi pego com as respostas no meião
Felipe Mello – não conseguiu fazer a prova porque foi expulso da sala
Fred: teve uma lesão no punho durante a prova e ficará afastado das salas de aula por seis meses.
Conca: Tirou dez na prova e pediu aumento!
Washington: errou todos os chutes
Romário – antes do Enem, fez sexo com a fiscal!
Adriano – ficou insatisfeito com a prova
Jobson – cheirou a prova
Lincoln – Fez a metade da prova e cansou
Joel Santana – errou todas questões de língua estrangeira
Marcos Assunção – acertou no chute
Renato Gaúcho – Foi brincar na prova
Grafite – Não pode fazer, pois só podia caneta
Kaká – Foi expulso da sala. Sabe-se lá o porquê.
Keirrison – não esboçou nenhuma reação ao fazer a prova.

Por Cleide Almeida, via Blog do Kuelho

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O Imaginário apresenta :


Banzeirando é uma jornada teatral pelos rios da Amazônia que reunirá 4 grupos de teatro: Manjericão, do Rio Grande do Sul, Tancredo Silva, do Acre, Cia de Dell`Arte de Comédia, do Estado do Amazonas e O Imaginário, do Estado de Rondônia. O Projeto é uma ação que consiste de apresentações de espetáculos e atividades artísticas e serão desenvolvidas ao longo do Rio Madeira e o Amazonas, com início no dia 22 de Novembro, saindo de Porto Velho (RO) e com término no dia 22 de Dezembro de 2010,em Manaus (AM). Serão 7 rios, 5 cidades, 6 distritos, 80 localidades com espetáculos, debates, vivências, cursos/oficinas, rodas de memórias, documentários, registros fotográficos e filmagem, divulgação em rede social e mídias. Este projeto foi contemplado pelo Prêmio Funarte Myriam Muniz de fomento ao teatro de 2010 e é uma iniciativa idealizada pela Associação Cultural O Imaginário, de Porto Velho/Rondônia.

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Coisas de Porto Velho : Cultura de cabaré

Por Altair Santos (Tatá)

Atalíbio Ferreira Bindá, um anônimo senhor dos cabarés, à luz do texto: Cabaré Também é Cultura , de Anísio Gorayeb e Antonio Serpa do Amaral (Basinho)

O amigo Basinho, nascido Antonio Serpa do Amaral, sempre abre a maleta da sua inquieta verve criativa, analítica e produtiva e nos chama para a prosa. Fazendo reverberar o texto do também versado amigo Anísio Gorayeb, o Serpa escreveu há uns três meses ou mais, na página diária da cidade, o artigo Cabaré Também é Cultura o fazendo com a naturalidade e lirismo de quem caprichosamente, bebesse uma cerveja bem gelada, tal qual aquelas servidas, como de praxe, lá dos lupanares – pelo menos nos de outrora. Sem ater-se a tantos detalhes, mas com riqueza de citações, discorreu sobre a histórica e sociológica existência dos gloriosos cabarés no cotidiano de Porto Velho, fazendo emergir fatos dados e passados, trazendo para cena o colorido, o festivo, o intrigante, o contestado, o fantasioso e arrebatador universo do cabaré nosso de cada dia. Aqui nessas paragens do poente, o cabaré também se fez e se faz braço social, com tudo o que teve ou tem direito, ou seja, da glória, prazer e fama de muitos, ao infortúnio e desassossego de outros principalmente de algumas mulheres casadas, cujos maridos, viravam vaga-lumes e brilhavam nos salões secretos (nem tanto) da orgia portovelhense. Quando descobertos ou dedurados, os pirilampos de aliança no anelar esquerdo justificavam: são as evidencias e movimentos naturais de uma sociedade em seus ciclos.  Na boêmia e pacata Porto Velho dos idos de 50, 60 e 70 os cabarés compunham o painel diário da nossa jovem urbe, fazendo a festa e alegria de muitos. Nesses verdadeiros paraísos do prazer e da gastança, desfilavam empresários endinheirados, profissionais liberais, sambistas e seresteiros, poetas e aventureiros, muito ou pouco capitalizados. Comum entre todos, era o democrático exercício dos seus direitos (nos tempos da ditadura) de se alistarem e portarem-se atuantes fervorosos na confraria dos infaltáveis do cabaré.  E eles eram aos muitos. Nômades e notáveis, cada qual com suas posses e poses em meio à fragâncias importadas e sob o lume irresistível de beldades caboclas dessas barrancas amazônicas e de outras raparigas não menos formosas e amáveis dos muitos longes desse Brasil de Meu Deus que, por aqui, desfilavam e exibiam seus encantos e gracejos. Curiosos e engraçados ocorridos, sempre habitaram a coleção de pormenores da atribulada vida dos habituês cabareanos daqui.  Um senhor de nome Atabílio Ferreira Bindá (meu padrinho), pescador, vindo de Codajás – Amazonas, aqui se fez um exímio garimpeiro do ciclo da cassiterita e se abancou por essas bandas karipunas. Na lavra gastou muito de sua força e juventude, extraindo minério pesado dos garimpos massangana e jacundá. Sempre que vinha para a cidade, aportava em nossa casa no Bairro do Triângulo (na linha de ferro), defronte a placa 1, para estadas de 10 a 15 dias, ou melhor, por quanto tempo durasse as suas fartas economias, as quais gastava sem dó e sem piedade, em deleites nas coloridas tardes/noites e madrugadas a fio, em luz tênue, na privacidade dos cabarés do centro. Ao ensejo de sua chegada, a providência primeira era aquele banho de loja no movimentado comércio da Rua do Coqueiro pra renovar o guarda-roupa, este, exaustivamente surrado nas catas, ou seja, nas escavações para garimpagem. Em meio às compras de eletro-eletrônicos, roupas e sapatos, óculos, discos (lp’s de vinil), eram inevitáveis as frequentes idas aos botecos da redondeza para sucessivos tragos de cachaça. Quando pra aliviar, tomava uma cerveja. Na volta às compras, já com a cabeça em plano de desordem etílica, parava numa das barbearias para as providências dos esteticistas capilares da época, os barbeiros. Certa ocasião, sob efeito de muita bebida forte, sentou-se na cadeira pra fazer cabelo, barba e bigode e, em meio à sessão do trato na vaidade e no look, recostou a cabeça num dos ombros e pesadamente dormiu. Quando acordou, já noitinha, o paciente operário da beleza (o barbeiro) ainda o esperava pra virar de lado e raspar a barba da face oposta.   Enfezado e de ressaca, assustou-se com o avançado da hora, teve pressa e pediu agilidade e qualidade na complementação do serviço, afinal, logo mais, estaria a bordo dos seus paramentos entrecortando o epicentro do prazer no coração da cidade – entre um cabaré e outro – mais precisamente na mui-requisitada tríade de “casas de apoio” da Maria Eunice, Madame Elvira (tartaruga) e Tambaqui de Ouro, os ancoradouros preferidos do Atabílio durante a noite. Moreno alto, forte, conversador, afamado “comedor”, bebedor de cachaça e cerveja, afeito aos desperdícios exibicionistas, além de deitar-se, enchia as putas de mimos como jóias, perfumes, roupas e generosas quantias em dinheiro. Atabílio, cujo apelido era “jagunço” o que fazia contraponto à sua personalidade e desdizia o seu estilo alegre e fanfarrão, sempre se apresentava cheirando a bebida porém, amenizado por mil borrifadas de sete bruxas ou almíscar, dentre outros perfumes comprados ou contrabandeados da Bolívia. O moço chamava a atenção pelo seu atraente plano estético, quase dois metros de altura, em cujo visual se destacava certos ornamentos como: um reluzente dente de ouro, um enorme chapéu preto (de massa), camisa colorida de seda, calça preta de linho e sapato de verniz. Não era só. Dentre os badulaques constavam também grossas correntes – de ouro é claro – exagerados pingentes com batéias e picaretas esculpidas também no valioso metal, como a simbolizar o brasão da atividade profissional exercida (garimpeiro), um baita relógio Seiko 5 a prova d’água –  pra variar coberto de ouro – além de anéis em tudo que é dedo. O exotismo visual do Atabílio, afinado para a época, trazia de quebra, um potente rádio marca phillips transglobe de 12 faixas, carregado no ombro pelas ruas e praças, em alto volume e sintonizado na Rádio Caiari de Porto Velho, ou na Rádio Rio Mar de Manaus, suas emissoras preferidas, ainda mais, quando essas tocavam repetidamente os sucessos dos seus artistas queridos, o Waldick Soriano e a Claudia Barroso. Os seus ídolos cantavam os melosos hits românticos de então. Fazendo tipo romântico Atabílio quase ia às lágrimas quando ouviao baiano Waldick cantar: “amigo se essa cartinha falasse, pra dizer àquela ingrata, como está meu coração, vou ficar aqui chorando pois um homem quando chora, tem no peio uma paixâo.” No esporte se dizia botafoguense, por influência do seu compadre (Ademar, o meu pai), mas quando perguntado, só lembrava do Garrincha, do goleiro Manga e do jovem promissor Jairzinho, mais tarde o furacão do tri, na copa de 70 no México. Muito raro, o costumeiro dos cabarés parava em casa para momentos de repouso, acho que isso ele fazia, lá mesmo, nos lupanares, sob os carinhos e jeitosos afagos das meninas. Porém nas poucas horas que ficava em nossa residência, enchia as mesas de presentes, comidas, doces e guaranás pra molecada. Depois, ia pro terreiro armava a vitrola de pilhas, pegava os lp’s e tome cachaça, cerveja e overdoses de Claudia Barroso e doses cavalares de Waldik Soriano no quengo. Pra ficar mais brega-eclético o repertório, ele variava as seleções com Evaldo Braga (ainda jovem na carreira), Ludugero, Marinês e sua Gente e até as piadas do humorista Barnabé, o que lhe roubava sessões de alto, escandaloso e demorado riso. Antes mesmo do arrebol a festa acabava. Ao cair da tarde, os primeiros poucos lampiões da cidade porto arrebatavam Atabílio. Logo se ia o peregrino do prazer para a sua incursão noturna. Tragado pelos sedutores mantras da noite, dobraria as esquinas, sumiria das vistas e perder-se-ia sabe-se lá em quantos e quais braços, aos preços de algumas tantas notas da moeda nacional da época, o cruzeiro talvez!  Contrapondo-se ao visual estilizado e poderio econômico dos mineradores abastados da região, Atabílio, o garimpeiro artesanal, varava noites gastando nos cabarés e quando a bufunfa minguava, de táxi, ele fazia sucessivas idas na madrugada, em nossa casa, para acordar minha mãe – a quem confiava a guarda de todo o seu dinheiro – com o intuito de fazer saques seqüenciais, como fosse, a mamãe (dona Luzia), uma precursora dos caixas 24 horas, ali pronta para atendê-lo, durante a madrugada, sem sair do ar. Nessas idas e vindas, não somente reforçava o bolso como, rapidamente, trocava uma roupa nova e se perfumava todo. Estava pronto pra sua sina boêmia pelos cabarés, até que o sono ou o alvorecer lhe desse cartão vermelho. Não tinha muitos amigos e nem costumava reunir muita gente. Parecia um turista em férias na cidade. A sua realidade comum se dividia entre meses de trabalho no garimpo com interstícios de farras nos cabarés de Porto Velho. Anos mais tarde recebeu o recado de uma irmã sua da capital baré e, com a atividade garimpeira já em baixa, foi pro Cai N’Água, pegou um barco, rumou pro Amazonas e nunca mais deu notícias.

(*) o autor é Presidente da Fundação Cultural Iaripuna e músico e o seu e-mail é tatadeportovelho@gmail.com

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Tinoco fez show gratuito ontem, em seu aniversário de 90 anos

O músico sertanejo Tinoco do Brasil comemorou 90 anos de idade com um show em Guarulhos (Grande São Paulo), nesta sexta-feira (19), no Pátio de Eventos do Adamastor Centro. Tinoco nasceu no dia 19 de novembro, em Botucatu, interior de São Paulo. Ficou conhecido nacionalmente ao formar dupla com o irmão Tonico, falecido na década de 90. Em 60 anos de carreira, a dupla “Tonico & Tinoco” vendeu mais de 50 milhões de discos e gravou quase mil canções. José Perez, o Tinoco, formou ao lado de seu irmão Tonico uma das mais conhecidas duplas sertanejas do Brasil, precursora da música de raiz. O gosto pela cantoria veio dos avôs maternos, que alegravam a colônia ao som de uma antiga sanfona. A primeira música que aprenderam foi “Tristeza do Jeca”, em 1925. Dez anos depois, a dupla fez sua primeira apresentação profissional, na festa da Aparecidinha, no município de São Manuel (SP). Junto com o primo Miguel, Tonico e Tinoco formavam o “Trio da Roça”. Em 1941, a dupla chegou à capital São Paulo. Tinoco foi trabalhar num depósito de ferro velho e Tonico era diarista nas chácaras do bairro de Santo Amaro. Numa apresentação no programa “Arraial da Curva Torta”, a dupla ganhou o nome de “Tonico & Tinoco”. Já o título de “A Dupla Coração do Brasil” surgiu em 1951, quando o humorista Saracura resolveu batizá-los assim, pela interpretação de todos os ritmos regionais. Em 1964, com quase 20 anos de carreira, a dupla já era sucesso em todo o país, cantando em várias emissoras de rádio e canais de televisão da época.

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Anjos Alados

Por Clara da Costa

Nas asas de belos anjos alados,
me perco em pensamentos escuros,
em devaneios obscuros,
em sonhos obtusos,
que se escondem no sussurro do vento.
Onde estão aqueles sonhos risonhos?
Se perderam no vazio da existência
onde o silêncio canta uma canção melancólica,
como um lenço branco de adeus,
na beira do cais.

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USB : coisa do capeta para alguns evangélicos

O culto evangélico “Paz do Senhor Amado” do interior de SP proibe seus fiéis a usar toda e qualquer tecnologia USB, por alegar que a mesma use um simbolo que faz apologia ao demônio.  De acordo com seu fundador, o “Apóstolo” Welder Saldanha diz que isso é apenas mais um simbolo de satanás, estando sempre presente em todos os lares cristãos.  “O simbolo daquilo (nome que ele sequer gosta de pronunciar) é um tridente, que é usado para torturar almas que vão para o inferno. Usar um simbolo daqueles apenas mostra que todos usuários dessa pífia tecnologia são de fato, adoradores de satã” – explica o “Apóstolo”.  As medidas tomadas foram para que todas as conexões USB de seus seguidores fossem trocadas por conexões comuns e até mesmo pelo Bluetooth , que de acordo com Welder Saldanha é permitida, pois “Azul era a cor dos olhos de nosso salvador Jesus Cristo”.

via laspblog

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Semana Educa 2010 em Rondônia

O I Encontro de Pós-Graduação em Educação é uma iniciativa do Programa de Pós-Graduação em Educação – Mestrado em Educação da UNIR. Em 2010, o evento que acontece em Porto Velho, capital de Rondônia de 23 a 26 de novembro acolherá a X Semana de Pedagogia e a VIII Semana da Educação Física desta IFES. Estes eventos estão integrados de modo interdisciplinar na Semana Educa 2010, ação conjunta que acontecerá nas dependências da ILES/ULBRA – PVH, contando com o apoio institucional dos Cursos de Graduação em Educação Física e Pedagogia desta IES.Inspirada pelo tema “Políticas Educacionais e Formação Docente na/para Diversidade”, a Semana Educa 2010 tem por objetivo proporcionar aos pesquisadores, docentes e discentes da área da Educação um espaço de diálogo, discussão e construção do conhecimento, contribuindo para a formação profissional continuada e melhoria dos cursos de graduação. Os Eixos Temáticos decorrentes da temática do evento são: (1) Formação Docente, Novas Tecnologias e Práticas pedagógicas; (2) Currículo e Políticas Públicas para a Educação Básica e Superior; (3) Educação Inclusiva, Direitos Humanos e Diversidade Cultural; (4) Educação, Linguagem e Cultura na Amazônia; (5) Educação, Saúde e Qualidade de Vida; (6) Educação Física e Esportes. Os inscritos terão a oportunidade de apresentar trabalhos nas modalidades: Comunicação em Pôster, Comunicação Oral e/ou Relato de Experiência; participar de Conferências e Mesas-Redondas/Simpósios com especialistas nacionais e internacionais; participar de Minicursos/Oficinas e estabelecer relações profissionais e acadêmicas com vistas à melhoria da educação em nossa região.

Veja em PDF >>I Encontro de Pós-Graduação em Educação da UNIR – Programa Completo

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Deu no portal Terra : Torcedor mirim "se recupera" com hino do Grêmio no hospital

Deu no Portal Terra esta matéria assinada por João Paulo Fontoura :
” Quem vê os pais de João Victor contando calmamente a história do filho, não crê na barra que eles passaram este ano. Em maio, depois de 21 dias de internação na CTI do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, foi diagnosticado que a criança estava com artrite reumatóide juvenil, uma doença rara que atinge as articulações. Sedado na cama do hospital, João reagia á medida que ouvia o hino do Grêmio em um CD preparado pela família.
“Uma hora a enfermeira pediu para que abaixássemos o volume – afinal de contas, estávamos no hospital. E depois, foi o médico que observou a mudança dos batimentos cardíacos dele, que excitava-se logo nas primeiras estrofes do ‘até a pé nós iremos'”, conta a mãe Adriana Medeiros.
A história mais comovente, porém, foi vivenciada pelo pai. “Cheguei no ouvido dele e perguntei: ‘Grande (apelido do filho), vamos no jogo do Grêmio?’ E ele, com a voz fraca e rouca, respondeu: ‘quando?'”, emociona-se Marcus Vinicius, pois foi a primeira palavra pronunciada por João Victor depois de dias de internação.
João Victor hoje está se recuperando à base de medicamentos. Faceiro, mas tímido, viveu um dia especial na manhã desta quinta-feira, quando completou seis anos de idade onde mais gosta de estar.
Proprietário de uma cadeira no estádio desde o primeiro ano de vida, hoje conheceu novas dependências do Olímpico. Assistiu ao treino de dentro do campo, acompanhou as entrevistas coletivas da sala de imprensa e por fim, tirou fotos com os jogadores e recebeu do ídolo Jonas uma camisa de presente de aniversário.
“São exemplos assim que faz com que a gente valorize ainda mais o torcedor. Não tenho a mínima noção do que a gente representa para uma criança assim. Se Deus quiser, vamos dar alegria para ele no final do ano”, diz Fábio Santos.
“Virou promessa virmos a todos os jogos até o fim do ano. Dia 5, contra o Botafogo, ele vai entrar em campo com o time”, conclui o pai orgulhoso.”

Este outro gremista não é o Vitor. Ele fez 7 anos este mes e se recuperou de um mal terrível: ele era colorado.

Este outro gremista não é o João Victor. Ele fez 7 anos este mes e se recuperou definitivamente de um mal terrível: ele chegou a ser, por um breve tempo, colorado.

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Deu no portal Terra : Torcedor mirim “se recupera” com hino do Grêmio no hospital

Deu no Portal Terra esta matéria assinada por João Paulo Fontoura :
” Quem vê os pais de João Victor contando calmamente a história do filho, não crê na barra que eles passaram este ano. Em maio, depois de 21 dias de internação na CTI do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, foi diagnosticado que a criança estava com artrite reumatóide juvenil, uma doença rara que atinge as articulações. Sedado na cama do hospital, João reagia á medida que ouvia o hino do Grêmio em um CD preparado pela família.
“Uma hora a enfermeira pediu para que abaixássemos o volume – afinal de contas, estávamos no hospital. E depois, foi o médico que observou a mudança dos batimentos cardíacos dele, que excitava-se logo nas primeiras estrofes do ‘até a pé nós iremos'”, conta a mãe Adriana Medeiros.
A história mais comovente, porém, foi vivenciada pelo pai. “Cheguei no ouvido dele e perguntei: ‘Grande (apelido do filho), vamos no jogo do Grêmio?’ E ele, com a voz fraca e rouca, respondeu: ‘quando?'”, emociona-se Marcus Vinicius, pois foi a primeira palavra pronunciada por João Victor depois de dias de internação.
João Victor hoje está se recuperando à base de medicamentos. Faceiro, mas tímido, viveu um dia especial na manhã desta quinta-feira, quando completou seis anos de idade onde mais gosta de estar.
Proprietário de uma cadeira no estádio desde o primeiro ano de vida, hoje conheceu novas dependências do Olímpico. Assistiu ao treino de dentro do campo, acompanhou as entrevistas coletivas da sala de imprensa e por fim, tirou fotos com os jogadores e recebeu do ídolo Jonas uma camisa de presente de aniversário.
“São exemplos assim que faz com que a gente valorize ainda mais o torcedor. Não tenho a mínima noção do que a gente representa para uma criança assim. Se Deus quiser, vamos dar alegria para ele no final do ano”, diz Fábio Santos.
“Virou promessa virmos a todos os jogos até o fim do ano. Dia 5, contra o Botafogo, ele vai entrar em campo com o time”, conclui o pai orgulhoso.”

Este outro gremista não é o Vitor. Ele fez 7 anos este mes e se recuperou de um mal terrível: ele era colorado.

Este outro gremista não é o João Victor. Ele fez 7 anos este mes e se recuperou definitivamente de um mal terrível: ele chegou a ser, por um breve tempo, colorado.

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Enem: instrumento de subversão marxista (via Professor Hariovaldo Almeida Prado)

Não existe ofensa maior aos homens de bem do que tentar equivaler os seus filhos aos filhos da gentalha, subvertendo a ordem natural e divina que edificou os estamentos da República pelo nascituro, incentivando a usurpação pelas classes subalternas dos lugares pré-estabelecidos … Continue Lendo

via Professor Hariovaldo Almeida Prado

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Estado laico? Crucifixos proibidos no Corpo de Bombeiros de Tatuí/SP

Por Beto Bertagna

Uma decisão do capitão José Natalino de Camargo, comandante do Corpo de Bombeiros de Tatuí (SP), mandando retirar  os crucifixos e imagens de santos católicos da corporação reacendeu o “fogo” (desculpem o trocadilho infame) da questão religiosa na cidade, tão explorada de forma intensa e inadequada durante a campanha eleitoral deste ano. O capitão Camargo diz que “os simbolos católicos em repartições públicas fazem apologia da religião católica e contribuem para a falsa crença de que aquela religião é a única detentora da benesse estatal, ferindo a Constituição Brasileira que estabelece que o Estado é laico”. A Câmara de Vereadores decidiu publicar uma moção de repúdio contra  a medida tomada pelo militar. Na moção aprovada por unanimidade, os vereadores consideram que “no ato arbitrário o militar usou termos desrespeitosos, equivocados e imprudentes ao se referir aos símbolos católicos, demonstrando uma total falta de sensibilidade.” Um cidadão de Porto Velho,Rondônia que preferiu não se identificar assim se expressou: “Vejo isto em escolas públicas e as imagens estão em toda parte, me empurrando a fé católica. Se a Igreja Católica pretende colocar os símbolos, que os coloque em suas propriedades privadas, não nas públicas.”  Vamos agora aguardar o desdobramento dos fatos com a manifestação do Comando da Polícia Militar do Estado de SP e da paróquia de Tatuí, através do padre Milton de Campos Rocha. E você ? O que acha ?

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Marcelo Adnet ironiza eleitores elitistas

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O revanchismo da Folha contra Dilma (via Jornalismo B)

Em 2008, quando o governo federal trouxe à tona o debate sobre a abertura dos arquivos da Ditadura Militar, boa parte da imprensa dominante brasileira alinhou-se aos militares de pijama e aos mais diversos setores da direita brasileira para dizer que se tratava de revanchismo. A gritaria foi tanta, fortalecida pelo discurso conservador da grande mídia, que os setores mais combativos do governo arrefeceram.  … Continue Lendo

via Jornalismo B

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