Arquivo do dia: 19/10/2010

Umas das pastas mais importantes do futuro governo dos homens bons (via Professor Hariovaldo Almeida Prado)

Com a vitória já praticamente garantida, de forma límpida e digna, nosso líder varonil já se debruça sobre os planos de governo, traçando novas estratégias para fazer frente ao enorme desafio de controlar as massas ignaras sublevadas no (des)governo do usurpador marxista, fazendo-as retornarem ao antigo modo de vida pacata e ordeira, para o bem da nação. Para este primoroso fim será de fundamental importância a criação do Ministério das Políticas Sociais, o qual comandará o Instituto Federal de Reeducação Social Henning Boilesen, futura peça vital para a reeducação social, não só das massas, mas também dos elementos subversivos e agitadores comunistas, como os blogueiros sujos e outros sabotadores da imprensa livre, não controlada pelos marxistas.

Está chegando a hora de limpar as instituições republicanas nacionais (governamentais ou não), da vil influência bolchevista e da contaminação do comunismo satânico e inimigo da família cristã. Uma das primeiras leis a ser enviada ao Congresso Nacional sera a Lei Bolsonaro-Bornhausen , obrigando a todo militante das organizações comunistas como o PT, MST, UNE e assemelhadas a se registrar perante a Polícia Federal. Em paralelo, será criado o Comitê de Investigação das Atividades Anti-Homens Bons, para acusar, investigar e punir todos aqueles que em nome do esquerdismo se levantarem contra o novo governo dos Homens Bons. Uma das principais funções desse importante comitê será a de elaborar listas fidedignas dos comunistas infiltrados nos diversos setores da sociedade nacional para que se assim todos possam conhecer onde está o inimigo e para que possamos culpá-los por tudo que de pior houver no país.

Indo muito além disso, outra função importantíssima do Comitê da Verdade, como já está sendo carinhosamente apelidado, será a de interrogar os suspeitos de comunismo lulista de forma dura e contundente para desmascarar as suas ações subversivas e para isto bastará somente uma única pergunta: “você é ou alguma vez foi membro do PT, do MST, dos Blogueiros Progressistas ou foi beneficiário do bolsa família, prouni ou do minha casa minha vida?”, se o meliante confirmar será processado e condenado, se negar o safado será preso por perjúrio.

Assim se dará, alegremente a remissão da nação das hostes comunistas que a maculou e o período da usurpação ignara será esquecido para sempre. Alvíssaras.

Alguns comentários que grassam por lá…

  1. Muito bom e condizente com a filosofia da coligação O Brazil se Explode Mais.

    Comentário por Comendador Igor Gonzola — 15 outubro 2010 @ 19:42Responder

  2. Não está muito longe da verdade. Haverá uma lista negra nas universidades federais e estaduais. Nas universidades, já há homens bons fazendo a lista.

    Comentário por Baronesa Maria Yolanda Prado de Albuquerque Tavares Penteado — 15 outubro 2010 @ 20:00Responder

  3. Malafaiano e Piedoso Macartista Prof.Hariovaldo, Saudações!

    Nossa abadia encontra-se à disposição para a re-educação das filhas do desmindinha e abduzidas pela búlgara herodiana.

    Dom Serra, o Magnânimo, com certeza irá conceder a este velho e humilde frade a glória em reeducar essas filhas do barbudo-ateu e realojá-las em todos os puxadinhos já maqueteados no Magnifico Projeto Meu Puxadinho Minha Sina.

    Isso sim é que será um grande governo! Que venham todas! De preferencia aquelas meninas do tele-jornal do Desgarrado Bispo J. C é o senhor S.A! Esta abadia retornará aos tempos da Filhas de Maria! Qeeiiimaaa! Cadê os archotes??

    (Madre, vista-se e prepare os chicotes enquanto arrumo a sala da bem-aventurança!)

    Comentário por Padre Josephus Phillis et Puthas, SJ — 15 outubro 2010 @ 20:01Responder

via Professor Hariovaldo Almeida Prado

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Penitenciária Federal de Porto Velho passa a ter visitas virtuais

Segundo a coordenadora de tratamento penitenciário do Depen, Rosângela Peixoto, o objetivo da ação é incentivar o diálogo e o envolvimento de todos os atores do Sistema Penitenciário Federal envolvidos no processo de fortalecimento do projeto Visita Virtual. Os cerca de 500 presos das quatro penitenciárias federais, localizadas em Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Porto Velho (RO) e Mossoró (RN), podem receber visitas de familiares por meio de equipamentos de videoconferência. A visita é realizada por meio de um equipamento chamado Codec, um monitor de 15 polegadas que reproduz som e imagem. As penitenciárias federais e as Defensorias Públicas de todas as capitais são equipadas para permitir aos presos rever suas famílias através de visitas virtuais. A conexão é feita através de uma rede segura, para garantir a inviolabilidade na transmissão de dados.  Os familiares, muitas vezes, moram em outros estados e não possuem condições financeiras para o deslocamento. Cerca de 50% dos presos federais fizeram o cadastro para receber visitas virtuais.

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Vox Populi : Dilma 57 %, Serra 43 % dos votos válidos

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, tem 51 por cento das intenções de voto, contra 39 por cento de seu adversário, José Serra (PSDB), segundo pesquisa Vox Populi divulgada nesta terça-feira pelo portal IG. De acordo com o Vox Populi, 4 por cento dos entrevistados se declararam indecisos e 6 por cento declararam voto branco ou nulo.Na pesquisa anterior do instituto, realizada nos dias 10 e 11 de outubro, Dilma tinha 48 por cento, contra 40 por cento de Serra. Os indecisos somavam 6 por cento.Se considerados somente os votos válidos –que excluem os brancos, nulos e indecisos– Dilma tem 57 por cento, contra 43 por cento de Serra. Na sondagem anterior, a petista aparecia com 54 por cento dos válidos, ante 46 por cento do tucano. A pesquisa, realizada entre os dias 15 e 17 de outubro, tem margem de erro de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos. O instituto ouviu 3 mil pessoas para o levantamento.

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Curvas em Linhas Retas…

Por Dom Lauro


Desaguam as curvas

em linhas retas.

Nas furnas das turbinas

finge ficar as águas que eram parceiras das curvas.

Antes das barreiras, das barragens.

Morta é a mata,

nascente é o clarão na redondeza da região.

Um urro diurno em clamor:

é a onça pintada na parede da sala.

Nada na mesa pra jantar das caçadas,

nas calçadas descalço,

nas sombras dos postes que cobrem a região,

descobertos, os mendigos não tem o poder do disjuntor

pra desligar e queimar uma pestana,

da treva do claro da vida da morte

em pé no pé da sorte.

Poeta Dom Lauro, caboclo de pé de serra, criado a rapadura, que nunca escovou os dentes, mas tem boa dentadura”. Desenvolve seu trabalho criando poesias que apresentam a realidade vivida no cotidiano de seu entorno.  “Todo ser humano tem açúcar no sangue, como também tem poesia no sangue, não podemos deixar alterar”. Atualmente está divulgando o livro “espia a poesia”, lançado com a apresentação do espetáculo teatral homônimo, dirigido pelo Poeta Mado,com  a proposta de integrar a arte literária com a arte teatral. Em novembro irá participar da FLIPORTO festa literária internacional de Pernambuco, onde apresentará e divulgará seu livro. Atualmente trabalha no próximo livro “repara a poesia” que será publicado em breve e também lançado com uma apresentação teatral que expõe as poesias do livro. O e-mail é dom.lauro@hotmail.com e o blog  www.domlauropoesias.blogspot.com.

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Desculpe, Marina, mas eu estou de mal

Por Maurício Abdalla:

Marina, há os que a conhecem de agora, como candidata aplaudida pelos mass media. Esses podem estar de bem com você. Mas há os que a conhecem como a militante cristã, engajada nas causas sociais que os que hoje a paparicam jamais tiveram sequer conhecimento – ou, de qualquer forma, com elas nunca se importaram. Há os que também a conhecem como a doce e ferina oposição ao Governo do PSDB em seu mandato como senadora. Esses, Marina, como eu, estão de mal.

Neutra, Marina? Neutros ficamos diante de questões que nos são indiferentes. É-lhe indiferente o futuro do nosso país? Custa-me crer, pois sua história um dia a posicionou. Posicionou-a, inclusive, ao lado de Lula. Não acredito que para você tanto faça a continuidade do atual Governo ou o retorno dos tucanos. Sabe por que, Marina? Porque não “tanto fez” para você durante os 5 anos e meio em que esteve no Governo. Ou você também ficaria tanto tempo como ministra de um Governo do PSDB/DEM? Ou se o governo Lula fosse igual ao do FHC? Alguma diferença havia de ter, não é verdade? Caso contrário, suas motivações passariam a ser um tanto quanto paradoxais.

Em que pese às decepções que tivemos, Marina, não nos é indiferente – a nós que pensamos nos pobres e na justiça social – o fato de 30 milhões de pessoas terem, hoje, o que comer. Não podemos dizer que tanto faz um salário mínimo de R$ 300,00 ou de R$ 510,00. Que mais 15 milhões de pessoas tenham emprego, em contraste com o presidente anterior que cunhou o termo “inempregáveis” como resposta ao desemprego, é fato que não pode deixar de tocar-nos o coração.

É diferente, Marina, tratar os presidentes de outros países, quando são índios, mestiços e ligados aos movimentos sociais, como legítimos mandatários ou tratá-los como ralé que deveria submeter-se aos EUA e ao sub-imperialismo de nosso país gigante.

Temos severas críticas ao Governo Lula, mas nenhuma delas se assemelha às críticas das elites e de seus meios de comunicação. Nenhuma delas pode ser superada por alguma proposta do Serra. Ao contrário, o retorno do PSDB/DEM apenas aumentará as nossas bandeiras de oposição.

Em situações como esta, a neutralidade é um péssimo exemplo para os jovens. Ainda espero que você se posicione. Ainda aguardo que você volte a ser a Marina, de família de seringueiros, cristã, militante, sindicalista e Silva. E que repita para essa juventude que não conheceu o governo do PSDB/DEM tudo aquilo que você já disse sobre ele no senado.

Ainda espero. Pois eu, ao contrário de Caymmi – e, em certo sentido, ao contrário também de você que ainda rumina uma mágoa mal digerida do Governo – “quando me zango, Marina, eu sei perdoar”.

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Gente que encontrei por aí…Louise Sherwood

” Sou uma inglesa morando em Porto Velho e gosto de estudar as belezas da Amazônia. Este região tem muitas histórias e muitas riquezas culturais e históricas. Encontrei os soldados da borracha, aprendi sobre o epopéia da ferrovia Madeira Mamoré, comi pirarucu, tomei uma tigela da açaí tropical e andei na mata. Adorei tudo e quero descobrir mais sobre este terra linda. Selva!”

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Acusan a la esposa de Serra de doble discurso/Imprensa internacional repercute denúncias

La campaña del candidato presidencial opositor José Serra, que ha tenido como pivotes la religión y su defensa de la vida, quedó expuesta al escarnio luego de que alumnas de su esposa declararon que ésta admitió durante una clase haber abortado. José Serra y su mujer, la psicóloga chilena Mónica Allende, vivían en Santiago cuando Augusto Pinochet derribó a Salvador Allende en 1973, lo cual los obligó a exiliarse en Estados Unidos. En 1992 Mónica Allende, profesora de la Universidad de Campinas (Unicamp), hizo un relato de su experiencia “traumática” durante la dictadura pinochetista, cuando se vio “obligada” a abortar, contó a Página/12 Sheila Ribeiro, ex alumna del Instituto de Artes de esa casa de estudios. “Cuando supe que Mónica dijo que estaba contra el aborto y que Dilma Rousseff se comería a los niños me quedé desconcertada, Mónica era una persona de posiciones muy claras sobre el aborto cuando fue mi profesora en la Unicamp.”

–Cuándo y cómo Mónica Serra dijo que tuvo que interrumpir un embarazo?

–Teníamos clases con ella una vez por semana, éramos unos diez alumnos, que nos sentábamos en círculo y en uno de esos encuentros ella comenzó a contar su historia, no como la revelación de algo personal, lo contó dentro del contexto de su exposición. Su historia fue muy marcante para mí y creo que para otras colegas de la clase, yo tenía 18 años, estaba entrando en la edad adulta. Mónica dijo que debió abortar debido a la situación que estaba viviendo por la dictadura, yo no puedo afirmar que lo hizo, digo lo que ella nos contó largamente. Eso me dejó una impresión muy buena de ella, luego volví a encontrarla años después en un restaurante y la saludé.

–¿Por qué decidió revelar esa historia ahora?

–A mí lo que menos me importa es lo que haga Mónica Serra en su vida privada, pero ahora ella es una persona pública y me sorprendió mucho ver lo que está diciendo públicamente sobre el aborto, eso me desconcertó y creí importante hacerlo saber. Yo estoy en un ciento por ciento, trescientos mil por ciento a favor de la privacidad de las personas, lo que me llevó a una reflexión fue lo siguiente: si Mónica fuera la esposa del carnicero no importaría nada lo que dice del aborto y lo que hace, pero cuando se torna una persona pública…importa ¿cómo es posible que una profesora que habló públicamente su experiencia de vida y de la dictadura, que fue obligada a hacer de lo que no quería, ahora dice que alguien va a matar niñitos?

–Que repercusión tuvo su relato en Facebook?

–Soy brasileña y canadiense, vivo un tiempo en cada país, algunos amigos me dijeron que fui arriesgada al manifestarme como me manifesté, me dijeron que eso lo podría hacer en Canadá, acá no, acá se vive una libertad vigilada. He recibido algunos mensajes extraños, intimidatorios.

No tengo miedo, pero siento algo extraño; mi padre me dijo que vivimos en un clima de libertad vigilada y que haber dicho lo que dije puede enojar a algunas personas poderosas.

La versión de la coreógrafa y bailarina Sheila Ribeiro es refutada por los asesores de prensa de la campaña de José Serra. “Es una historia completamente mentirosa, absurda, es una historia que no tiene ni pies ni cabeza”, declaró Marcio Aith, del equipo de comunicación de Serra consultado por Página/12.

“Además no tengo la mínima idea de si esa persona fue alumna” de Mónica Serra, completó el vocero. La versión de Sheila Ribeiro fue reforzada por la de otra ex alumna de la Unicamp, que actualmente reside en Brasilia, donde es profesora de danza.                                                                                                       Página|12

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Além desta matéria, a notícia ribombou em agências internacionais como EfeAnsa, sob títulos como “Aborto, um bumerangue para Serra”, saiu no espanhol “ABC” e nos argentinos “Clarín“ e “La Nación” .

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