Arquivo do dia: 18/10/2010

Green Records (via Tio Dino)

Green Records Clica que aumenta: Incluindo a faixa: "Você sabe o que é tergiversar?/ Nunca li, nem ouvi, só ouço a Dilma falar". E participação de BeSerra da Silva com: "Vou abortar, mas não vou falar disso agora/ Se segura, tucano/ Pra criar polêmica sempre tem hora". Copyright @tiodino e @microcontoscos … Read More

via Tio Dino

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Voltou a valer G-4 prá Libertadores !

A Conmebol resolveu  nesta segunda (18) , após analisar uma reclamação da CBF ,devolver uma vaga brasileira para a  Taça Libertadores. A confusão havia iniciado em setembro, quando a Conmebol anunciou que o país do campeão da Libertadores teria uma vaga a menos no ano seguinte. A decisão se baseava no fato que o campeão já ocupava esta vaga. Porém o que prevaleceu foi que o país do vencedor da Copa Sul-Americana terá uma vaga a menos.

Leia também A Conmebol anuncia que será G-3

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Juntam-se aos reitores, milhares de professores universitários em defesa da educação pública

Segundo  37  reitores  de Universidades Públicas do Brasil este  é o melhor período da história do País e, portanto, de longe muito superior ao período FHC/Serra. “Este período do Governo Lula ficará registrado na história como aquele em que mais se investiu em educação pública”.

Veja o conteúdo integral do Manifesto dos Reitores das Universidades Públicas do Brasil

Veja o conteúdo integral do Manifesto dos Professores em Defesa da Educação Pública

Vá no blog emdefesadaeducacao e atualize a lista on-line. Ou então envie um e-mail para emdefesadaeducacaopublica@gmail.com , informando seu nome e instituição de ensino superior onde é ou foi professor.

A educação pública agradece.

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Na CartaCapital, a matéria que ninguém queria dar (via Brasília, eu vi)

Por Leandro Fortes

Em 27 de novembro de 2009, o delegado Wellington Soares Gonçalves, da Diretoria de Inteligência da Polícia Federal, deu uma batida no gabinete de Fábio Simão,então chefe de gabinete do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, do DEM. A ação, autorizada pelo ministro Fernando Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), fazia parte da Operação Caixa de Pandora, realizada em conjunto com o Ministério Público Federal, responsável pela desarticulação de uma quadrilha montada no governo local movida a corrupção pesada e farta distribuição de propinas.… Continue Lendo

via Brasília, eu vi

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Na CartaCapital, a matéria que ninguém queria dar (via Brasília, eu vi)

Por Leandro Fortes

Em 27 de novembro de 2009, o delegado Wellington Soares Gonçalves, da Diretoria de Inteligência da Polícia Federal, deu uma batida no gabinete de Fábio Simão,então chefe de gabinete do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, do DEM. A ação, autorizada pelo ministro Fernando Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), fazia parte da Operação Caixa de Pandora, realizada em conjunto com o Ministério Público Federal, responsável pela desarticulação de uma quadrilha montada no governo local movida a corrupção pesada e farta distribuição de propinas.… Continue Lendo

via Brasília, eu vi

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Eu prometo !

Por Marli Gonçalves

A eleição presidencial está na boca do povo. Nem sei como finalmente aquele torpor do primeiro turno passou. Vemos e ouvimos as pessoas conversando nas ruas, nas mesas dos bares, na internet, trocando ideias, brigando, querendo saber que bicho vai dar. Mas ainda não ouvi nenhum dos candidatos dizendo que registrou no cartório as suas promessas. Assim, por favor, candidatos, peguem a caneta e assinem aqui, uma espécie de plataforma básica, como um documento e compromisso em nome da população brasileira. Para acalmar todos os corações.

Eu prometo, antes de mais nada, voltar minha atenção não só para mim, ou meu grupo político, mas a toda a população e suas necessidades básicas há muito relegadas. As questões principais voltam a ser saneamento básico, educação, alimentação, saúde, habitação, transportes, lazer e qualidade de vida.

Eu prometo buscar o desenvolvimento por meio de ações que garantam condições dignas de sobrevivência aos homens, mulheres e crianças deste país. Não quero mais vê-los remexendo latas de lixo nas ruas, nem jogados como sacos descartáveis nas calçadas. Não quero ter medo de me aproximar de crianças, julgando que elas poderão estar armadas ou com caco de telha ou com caco de vidro. Ou loucas paranoicas cheirando colas dos saltos e solas que as chutam. Não quero vê-las fechadas em caixões de madeira de tapumes, nem em valas, mortas por inanição e subdesenvolvimento. Não quero que elas mal cheguem de um lado e desencarnem de outro, numa breve passagem pelo tempo. Não quero vê-las tristes e chorando de fome e barrigas d’água cheia de vermes – nem quebradas pelo crack nem com as mãos cortadas de trabalho, que talvez pensem ser um passo para o brinquedo que nunca alcançam em seus trapiches. Não quero ver seus corpos mirrados sendo violentados.

Eu prometo cuidar de todos os tipos de cabeça do país. As cabeças chatas do Nordeste. Dos cabelos louros do Sul. As de todos os tipos do Sudeste. E a dos caboclos do Norte, com pena ou sem pena, caciques de suas aldeias ainda distantes. Das cabeças pensantes. Das cabeças modernas, coloridas. Das cabeças montadas em corpos de homens ou mulheres que querem ser ou homens ou mulheres, sem ter a parte de baixo para mostrar. Das cabeças brancas, grisalhas, de rostos enrugados e corpos alquebrados pela labuta, pela vida vivida nos limites. Eu prometo cuidar dos velhos quando mais eles precisam.

Eu prometo cuidar dos recursos naturais do país enquanto ainda é tempo, dispensando os discursos que, vazios de preservacionismo e repletos de interesses escusos, apenas impedem que o desenvolvimento e o progresso sejam de todos. Ao mesmo tempo, lutarei para que nossas belezas tropicais sejam exemplo para o mundo, continuem a oxigenar o ar e proteger as camadas da Terra das inclemências da natureza, que nos golpeia em lances-surpresa que buscarei prever melhor. E que nossos oceanos e rios possam ser navegados como dantes. E que nossas estradas façam o vaivém, sem tantas mortes.

Eu prometo que saberei perceber o que é qualidade de vida em cada canto dessa pátria, tão multifacetada, tão eclética, urbana e rural. Que saberei auxiliar na reorganização das grandes cidades, que abrigam e abrigaram os refugiados de longe, no êxodo de quem busca um local para morar, viver e morrer.

Eu prometo que me guiarei pelo bom senso e pelo sentido de liberdade mais amplo, preservando a enorme cultura e capacidade criativa do povo, acima de religiões, cores, raças, credos, cruzes, terreiros, templos, mesquitas e catedrais.

Eu prometo deixar nascer quem puder e quiser nascer, de quem puder parir e educar. E evitar que morram os que não estão na hora, dando-lhes a garantia necessária e medicamentos, os meios para que seus dias não sejam tormentos, e que encontrem em si próprios a razão de tudo.

Eu prometo buscar compreender tudo o que não sou eu, ou igual a mim, e respeitar ao próximo que me respeite e que siga as leis da nossa Constituição que poderei rever, sim, mas enxugando-a e tornando-a finalmente democrática e exequível. Não mudarei as regras e as placas do caminho.

Eu prometo respeitar os Poderes da República, como se fosse monarca com a sensatez dos contos de fadas, com destemor, amor, solene para quem o merecer. Insolente contra qualquer um que nos ultrajar aqui ou acolá de nosso continente. Qualquer tentativa de desestabilizar a alegria, a liberdade, os direitos e deveres, a paz e harmonia, será rechaçada firmemente. Porque assim deve ser. Tentarei estar sempre alinhado ao lado dos líderes, contra os ditadores, ainda que estes se mostrem camuflados. Escutarei os clamores das ruas.

Eu prometo atenção e sempre que possível prestigiar e apoiar o trabalho dos cientistas e intelectuais, mantendo-os entre nós. Assim como prometo não considerar o esporte, nem em Copa, nem em Olimpíadas, como arma populista, mas como o avanço de nossos guerreiros e marcas, orgulhos de nossas conquistas que serão muitas, em todos os campos da ciência, do futebol, nas raias das piscinas, e nas passarelas que desfilarão os tecidos das roupas do futuro, vindos da agricultura, que também alimentará grão a grão todos os seres vivos, que prometo respeitar, incluindo os cães e gatos, toda a flora e toda a fauna, todos os troncos que puderem ser usados de uma célula e os transplantes que garantirão a continuidade da vida.

Enfim, eu prometo proteger os seus como se fossem meus filhos, membros de minha família, dando-lhes um chão firme para pisar, ensinando a pescar e a entender que os efeitos de ação e reação serão sempre compatíveis. Que somos nós que fazemos a legitimidade das leis, da ordem social.

Eu prometo fazer do Brasil a terra sempre prometida e nunca entregue, para que os mais modernos satélites do mundo possam acompanhar seu crescimento sustentado, e que esse seja um exemplo. Eu prometo meditar bem antes de qualquer decisão.

Eu não só prometo, como farei cumprir o exposto acima porque é o que todos nós queremos.

Atesto e dou a fé, a minha fé e a de cada um que poderá participar.

BRASIL, (espaço para a assinatura), 2010

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Matou a família e foi ao churrasco. O assassinato do casal Wilson Tafner e Tereza Cobra em Santana de Paranaíba

Filha suspeita de matar pais foi para churrasco após o crime. Um dia antes das eleições, um casal foi encontrado morto em um condomínio em Santana de Paranaíba, na Grande São Paulo. Em princípio, a polícia desconfiava que o empresário Wilson Tafner, de 64 anos, e a esposa Tereza Cobra, de 60, tivessem sido vítimas de um assalto. Porém, agora a polícia aponta a filha do casal, Roberta Tafner, e seu marido , Willian Souza, como suspeitos do crime.As câmeras do condomínio registraram quando o caseiro chegou para avisar a filha que havia algo errado com os pais. Cinco minutos depois, as imagens mostram Roberta e o marido saindo para ir a um churrasco.A polícia descobriu que o casal tinha um seguro de vida em nome da filha. Além disso, dois dias depois do crime, o genro foi à empresa da família querendo assumir a administração como representante da esposa. Os investigadores têm certeza que  a única intenção do criminoso era de matar, já que o casal foi assassinado com facadas no rosto e nenhum objeto foi roubado. Outro fato descoberto é que a cena do crime foi alterada. Quando o departamento de homicídios chegou, os quartos já estavam sem manchas de sangue. A limpeza teria sido ordenada pelo genro. Com recursos de computação gráfica, a polícia conseguiu reconstituir uma pegada que será comparada com os sapatos de Willian. Um exame de corpo de delito confirmou que o genro também tem escoriações nas mãos.

Novos Indícios

Novos indícios reforçam a suspeita da polícia de que a filha e o genro tenham assassinado o casal . Imagens do circuito interno do condomínio mostram o empresário Wilson Tafner e, a mulher, Tereza, chegando de carro à casa onde acontecia um churrasco. Após dez minutos, o veículo do genro Willian deixa o imóvel, mas retorna e volta a sair. A gravação foi feita no dia anterior ao crime.No primeiro depoimento, ele negou que havia saído. Depois, mudou a versão e disse que levou o lixo até a portaria do condomínio. Roberta Tafner, filha do casal assassinado, não explicou como as chaves da mãe, único objeto que havia desaparecido da cena do crime, foram parar nas mãos dela.Wilson e Tereza não estavam mais juntos. Enquanto ela vivia na cobertura de um edifício de alto padrão em Barueri, ele morava em outro condomínio também de luxo bem próximo. Aos finais de semana, iam para a mansão onde foram mortos.Além disso, tinham vários outros imóveis, um patrimônio que pode chegar a R$ 3 milhões. De acordo com a polícia, as várias apólices de seguro de vida do casal em nome de Roberta giram em torno de R$ 1 milhão.

Genro e filha suspeitos de matar por herança

Os suspeitos de terem assassinado a facadas um casal de idosos em um condomínio na cidade de Santana de Parnaíba (Grande SP), no início de outubro, no último dia 2, são o genro William Sousa, 33 anos, e a filha deles Roberta Tafner. De acordo com a investigação da polícia, o assassinato pode ter sido cometido por brigas e discussões relacionadas ao dinheiro e aos bens do empresário Wilson Roberto Tafner, 68 anos, e da advogada Maria Nogueira Cobra, 60 anos, pais de Roberta.”Nós temos evidências contra o William, e a Roberta [filha] tinha algumas indisposições com os pais”, diz Zacarias Katzer Tadros, responsável pelo setor de homicídios de Santana do Parnaíba e também encarregado de esclarecer o assassinato do casal de idosos no município.

O prazo de 30 dias para a conclusão do inquérito, que se encerraria nesta semana, foi estendido. O delegado aguarda resultados dos laudos periciais feitos no local do crime, em roupas e objetos das vítimas, e na casa dos suspeitos, vizinha ao local do assassinato, para concluir as investigações e repassar o caso ao Ministério Público.  Tadros afirmou que a motivação do crime seria patrimonial. Os dois tinham bens, imóveis e um seguro de vida de R$ 1 milhão que beneficiaria Roberta. Além disso, conforme informações recentes obtidas pela polícia, Wilson estava prestes a receber uma indenização da ordem “R$ 50 milhões”. Mais de 20 pessoas já prestaram depoimento e, para o delegado, a hipótese de latrocínio está descartada. “Não foi subtraído nada de valor da casa. Tinha um netbook em cima da mesa e mil e poucos reais no bolso do Wilson. Nada foi levado. Os criminosos foram exatamente para matá-los” afirma. “Foi um homicídio. Um homicídio planejado”.

Mesmo divorciados, Wilson e Tereza mantinham um bom relacionamento. Na noite do dia 1º de outubro, uma sexta-feira, haviam jantado na casa de amigos. Ao voltar para casa, por volta de 0h15, foram atacados. Wilson já estava na cama quando foi morto com pelo menos cinco facadas no rosto e uma na cabeça. Ele também tinha uma fratura em um osso do pescoço e, segundo o delegado, se não morresse pelos golpes, morreria sufocado.Tereza, que dormia no quarto ao lado, ao ouvir os gritos do ex-marido, levantou e também levou pelo menos cinco facadas. “Tudo indica que foi uma ação rápida e que Tereza reagiu violentamente, lutou com o agressor. Ela tinha cortes nas mãos”, explica o delegado. A brutalidade dos assassinatos impressionou até mesmo investigadores e o delegado, acostumados a lidar diariamente com casos de violência. “O criminoso queria desfigurar as vítimas. É próprio de um crime por vingança ou raiva”. Os corpos foram encontrados por volta das 11h30 de sábado, por um pedreiro que acionou a polícia. O empresário Wilson Tafner morreu com 10 facadas na cama e a advogada Tereza Cobra recebeu 16 facadas no corredor de casa. Um laudo sobre as mortes deve ficar pronto na próxima semana.

De acordo com a polícia, o empresário foi atacado na cama, quando se preparava para dormir, com dez facadas. A mulher dele, que estava no quarto ao lado, assustou-se com os gritos e se levantou para ver o que acontecia. No corredor, a advogada levou 16 facadas. A polícia já descartou a hipótese de latrocínio, roubo seguido de morte. Como o crime aconteceu às vésperas do primeiro turno das eleições, período em que são permitidas apenas prisões em flagrante, Roberta Tafner e o marido não foram presos. Peritos devem concluir nos próximos dias as análises de amostras de sangue, digitais que ficaram em uma faca e pegadas encontradas na casa onde as vítimas foram assassinadas. Também há vestígio de sangue entre a casa dos suspeitos e a residência do casal. Roberta Tafner, se casou há um ano e trabalhava em um escritório de advocacia com a mãe, mas foi demitida, de acordo com a polícia, depois de um desvio de dinheiro. Desempregada, ela passou a pedir ao pai 30% das empresas dele. Depois da chegada da polícia e antes da chegada da perícia a cena do crime foi alterada, de acordo com o delegado. A informação é baseada em fotos feitas por policiais. “Willian e Roberta determinaram que os empregados lavassem o local e ateassem fogo nos objetos com sangue”, disse Tadros.

Assassino-amigo

O delegado Katser Tadros diz que não havia sinais de arrombamento na casa e, possivelmente, os assassinos eram próximos das vítimas. “Eles conheciam a rotina dos dois e naquele dia estavam acompanhando (o ex-casal)”, considera.Uma das testemunhas, segundo Tadros, disse que por volta das 21h da sexta-feira, viu uma luz acender na casa e em seguida um vulto se abaixar. Para a polícia foi neste momento que os assassinos entraram no imóvel. Pela rapidez e violência da ação, a polícia acredita que mais de uma pessoa tenha participado. Segundo Tadros, as brigas entre os pais de Roberta e o genro eram constantes por causa de dinheiro. “O sr. Wilson relatava a amigos que tinha muito medo e que temia pela vida dele e de Tereza”. A mãe queria que a filha Roberta se casasse no regime de separação total de bens, mas ela teria optado pelo parcial. Roberta, segundo o delegado, é tida como uma pessoa facilmente manipulável. “Ela estava em poder do Willian e seguia o que o marido falava”, afirma, e acrescenta que apesar de poder “não estar na cena do crime, Roberta saberia e de alguma forma consentiria o que iria acontecer”. Willian, diz o delegado, se sentia prejudicado pelo sogro. Ele não trabalha de forma formal e viveria de uma pensão dada pela ex-mulher. “Ele queria casar e se apropriar dos bens, mas Tereza era muito esperta e percebeu”, considera ele. Tanto que a polícia descobriu que desde julho de 2009 a mãe monitorava e imprimia as conversas que a filha tinha por e-mail com o marido. “Em uma delas, Willian fala para ela depositar o dinheiro na conta dele. Falava palavrões contra os sogros e que se Roberta não resolvesse a situação, ele iria resolver”, conta Tadros. Outra das testemunhas ouvidas pela polícia diz que durante o jantar, horas antes de morrer, Tereza comentou que a filha andava estranha. “Não a reconheço mais”, teria dito.

Instituto de Criminalística deve aprontar laudo até o início da semana que vem

O Departamento de Homicídios da Polícia Civil deve receber na próxima semana o resultado da perícia sobre as mortes da advogada Tereza Cobra, 62, e do seu ex-marido, o empresário Wilson Tafner, 64. Ambos foram assassinados a facadas dentro da casa de veraneio que mantinham no condomínio Acácias, em Santana de Parnaíba.Os peritos estão analisando uma série de provas colhidas no local do crime, como amostras de sangue, duas facas, fios de cabelo, impressões digitais e a principal, uma pegada encontrada em um dos cômodos, o que poderia incriminar o principal suspeito de ser o autor do assassinato: Willian Souza, 33, casado com Roberta Tafner, 29, filha do casal. Eles teriam se desentendido meses antes do crime, quando a filha reclamou sua parte da herança ainda em vida. Além da empresa de representação de Wilson e do escritório de advocacia de Tereza, o patrimônio a que Roberta teria direito inclui duas casas no condomínio Acácias, um apartamento em Alphaville, um imóvel na praia e seguros de vida em nome da filha, que totalizariam cerca de R$1 milhão. Roberta e Willians deixaram a casa em que moravam um dia depois do crime. Segundo os vizinhos, eles disseram que iriam para a casa de um parente. A promotoria pública de Barueri não tem atendido a imprensa, alegando que o caso corre em segredo de justiça. Em nota, o Ministério Público do estado apenas informou que está acompanhando o caso. “Neste momento, a Promotoria de Justiça aguarda o prosseguimento das investigações, com a realização de diligências e perícias já determinadas pela autoridade policial que preside o Inquérito instaurado no dia 4 de outubro pela Delegacia de Polícia Seccional de Carapicuíba – Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa”, diz a nota.

Dados telefônicos dos suspeitos são analisados

Segundo a Folha.com, a Polícia Civil está analisando os dados telefônicos dos principais suspeitos de envolvimento no assassinato de um empresário e uma advogada em Santana de Parnaíba (Grande SP), no dia 2 de outubro. A filha deles, Roberta Tafner, 29, e seu marido, William Souza, 33, são investigados pelo crime.O investigador-chefe da Delegacia de Homicídios de Carapicuíba, Marcos Velloza, diz que recebeu as informações das operadores de telefonia. “Estamos fazendo a reconstituição virtual, o caminho percorrido pelos suspeitos”, afirma. Estão sendo analisados também telefonemas das próprias vítimas. Os dados são sigilosos e serão apresentados ao Ministério Público, segundo o delegado.

William Souza e Roberta Tafner foram presos nesta quarta (15/12)

Foram presos às 7h desta quarta-feira a filha e o genro do casal Wilson Tafner e Teresa Cobra, assassinados no dia 2 de outubro passado em Alphaville, na Grande São Paulo. Tafner foi morto no quarto, com 10 facadas. A mulher dele foi assassinada no corredor, com 16 facadas. A polícia havia descartado a possibilidade de latrocínio , que é roubo seguido de morte.As prisões foram efetuadas depois que a Justiça determinou prisão preventiva dos dois suspeitos do assassinato. Roberta Tafner e seu marido, William Souza, foram indiciados por homicídio triplamente qualificado.A filha do casal, Roberta, trabalhava no escritório de advocacia com a mãe, mas havia sido demitida depois de um desvio de dinheiro. Depois disso, ela passou a exigir dos pais 30% das empresas. Os pais tinham ainda seguro de vida no valor de R$ 1 milhão.O casal assassinado tinha deixado a casa onde morava, que foi cedida para moradia a filha e o genro, William Souza. Passou a morar em uma casa menor, bem perto da residência anterior. No caminho entre as duas casas a polícia achou vestígios de sangue.Filha e genro não foram presos antes porque o crime aconteceu às vésperas do primeiro turno das eleições, período em que são permitidas apenas prisões em flagrante.A perícia retirou amostras de sangue e digitais que ficaram em uma faca, além de pegadas encontradas na casa. Roberta e William estão casados há cerca de um ano.

Liminar sequestra bens e direitos de herança de suspeita de matar os pais em SP

A liminar prevê ainda a suspensão de direitos de herança e o bloqueio dos prêmios de seguros de vida contratados pelas vítimas, que tinham Roberta como beneficiária. Wilson Roberto Tafner, 68, era dono de uma firma de representações, e Maria Nogueira Cobra, 60, era advogada. Os dois foram mortos a facadas no dia 2 de outubro. Eles moravam em Alphaville e passavam o fim de semana na casa de Santana de Paranaíba. De acordo com a denúncia apresentada pela Promotoria, o casal não aprovava o relacionamento de Roberta com Willians. A promotora Juliana Peres Almenara afirma que eles se casaram sob o regime de comunhão parcial de bens contrariando os pais, que queriam um acordo pré-nupcial. Ainda de acordo com a denúncia, a convivência familiar era tumultuada porque Willians queria que o casal transferisse para eles a propriedade da casa onde moravam. Meses antes do assassinato, Maria teria demitido Roberta do escritório de advocacia por suspeitar do envolvimento da filha e do genro em um desvio de dinheiro. A Promotoria acusa Willians de matar os sogros a socos e facadas quando eles chegavam em casa, pouco depois da meia-noite. Para o Ministério Público, ele entrou na casa quando o casal estava com vizinhos e forjou uma pegada no chão do quarto de hóspedes, simulando uma invasão por uma terceira pessoa. Depois, se escondeu no imóvel e esperou que os sogros voltassem. Após o crime, quando chegou em casa, teria tido a ajuda da mulher para limpar as manchas de sangue, segundo a denúncia. Willians e Roberta foram denunciados sob suspeita de duplo homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa das vítimas). Os dois negam o crime. Ambos forneceram material para exames de DNA e laudos periciais pelo Instituto de Criminalística, que ainda não foram concluídos. A assessoria do Ráo, Pacheco, Pires & Peñon Advogados, que defende o casal, disse que se manifestaria após conseguir mais informações sobre a prisão e a denúncia.

via Notas Judiciosas:recortes jornalísticos e opiniões sobre temas jurídicos.

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