Arquivo do dia: 08/10/2010

Bulliyng Eleitoral: Quando os pais ensinam o ódio (via Arnobio Rocha)

Todos estes que aí estão Atravancando o meu caminho, Eles passarão… Eu passarinho! Mário Quintana Bullying Segundo a Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying )  “é um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully – «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos)  … Continue Lendo

via Arnobio Rocha

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Os donos da rua

Av. Calama esquina com José Bonifácio. Porto Velho/RO. Sexta-feira,8 de outubro foto :JLZ Barcelos

Já não bastasse o Detran, a Semtram, a Polícia Rodoviária Federal, a Guarda Municipal, a PM, aparece agora mais um “gestor” das vias públicas. Como diria o Boris Casoy, é uma vergonha !

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Até que enfim a campanha de Dilma vai fortalecer central antiboatos na web

A campanha de Dilma Rousseff vai reforçar uma “central antiboatos” para frear correntes contra a candidata petista na internet. Na avaliação dos governadores eleitos e do comando político, houve lentidão na resposta aos boatos dirigidos aos evangélicos. A tarefa de reagir a e-mails com notícias falsas estava a cargo do grupo da Pepper Comunicação, em parceria com a empresa americana Blue State.
Segundo o Terra apurou, essa função deve ser transferida para a equipe de Marcelo Branco, responsável pela mobilização da campanha nas redes sociais e nos blogs, além da transmissão ao vivo dos comícios.
Entre os motivos para justificar a perda de votos de Dilma, aponta-se uma mensagem com uma falsa declaração da petista em Minas Gerais, de que “nem Cristo” tiraria dela a vitória no primeiro turno. Outras correntes atacavam as convicções da presidenciável sobre o aborto. Num nível abaixo da cintura, alguns e-mails traziam relatos inverídicos sobre a sua vida íntima.
O comando da campanha deve montar uma estrutura mais apropriada à velocidade da disseminação dos boatos. A equipe coordenada por Branco, que realiza diagnósticos diários da rede, estaria afiada para esse trabalho.
No esboço original, a Pepper responderia pelo disparo de e-mails e de sms. Os reveses da campanha sugeriram deficiência na comunicação com os internautas e na desmontagem de ataques a Dilma. Desde o início, o site oficial e o Twitter da candidata estão sob responsabilidade da equipe de jornalismo.
Procurado pelo Terra, Marcelo Branco prefere não comentar a estrutura da campanha na web nem falar sobre os erros anteriores ao primeiro turno. Ele expõe: “A estratégia é reforçar e estruturar a central anti-boatos, para mobilizar uma reação mais rápida”.
Durante a campanha à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama teve de enfrentar os boateiros de plantão.
Para isso ele também criou uma central antiboatos, ativa até hoje. Clique aqui para conhecer.

Veja também > A campanha Dilma descobriu a pólvora

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Chico da Silva:bom até debaixo d'água!

 

Chico da Silva, o manaura que nasceu pra cantar samba foto: A. Serpa

Chico da Silva, o manaura que nasceu pra cantar samba foto: A. Serpa

 

Por Antônio Serpa do Amaral Filho

Um verdadeiro fazedor da arte popular do nosso chão montou sua banca artística na calçada do Bar do Zizi, no Mercado Cultural de Porto Velho, onde acontece todas as sextas-feiras os módulos do Projeto Fina Flor do Samba. Chama-se Francisco Ferreira da Silva, de pia batismal e certidão de nascimento. Mas no coração do povo manauara ele conhecido apenas por Chico da Silva. Um Francisco cantante, um Chico compositor. É sambista de boa cepa, mas também faz música de boi-bumbá. Seu coração de curumim criado sem cueca nos arredores de Parintins bate cadenciado na cores azul e branco, mas seu grande sucesso nacional veio na bandeira degradê da nação que venera a figura folclórica do boi vermelho, vermelhaço, vermelhão.  Chico tem inúmeras músicas gravadas por gente de renome na calçada da fama da chamada Música Popular Brasileira, como Alcione, a Marron, por exemplo. Mas disso não faz muito alarde. Sua alma de caboclo lhe faz sábio e comedido. No Bar do Zizi, apenas cantou. Chegou, cumprimentou o público e cantou com alma de artista o que sabe cantar e compor: samba. Boa parte do público conhecia suas composições, por isso interpretou com ele, em coro, os velhos sucessos do artista. Empolgado com o coral de vozes entoando suas composições, ele caminhou no meio do povo, feliz e descontraído, como um ribeirinho dando canga pé em beira rio de água doce. Chico canta como quem joga conversa fora do botequim da esquina – descontraidamente, olhando nos olhos das pessoas, despojado e contente. Atuando no palco, não inventa moda nem falsetes de última hora. Deixa fluir simplesmente, em vários figurinos rítmicos, o seu esquadrão do samba, enquanto um pandeiro rebate no gol e na defesa bate o tamborim. Caprichoso por formação e batismo, ele também compõe para o boi Garantido, posto que no Amazonas a artista nenhum é dado o direito de se atrever a cantar música de apenas um boi. Sua sina franciscana lhe fez nascer na da cidade da ilha tupinabarama, mas cedo ganhou o mundo e já trabalhou até com um dos monstros sagrados da cultura nacional: o sambista Martinho da Vila. Quando desfrutava o apogeu da carreira artística uma doença grave tentou roubar-lhe a saúde e a voz. Todavia, ele lutou feito um bravo guerreiro dos parintintins e soube vencer a enfermidade, conseguindo também recuperar a voz que, no dia 01 de outubro último, ecoou por todo o quadrante do centro histórico da capital, no palco do Fina Flor do Samba. É preciso muito amor, Sufoco, O Barba Azul, Bailarina e Convite a Roberto Carlos foram algumas das criações que Chico da Silva mostrou ao público rondoniense. Ele foi trazido à capital pelo compositor e intérprete Ernesto Melo, graças a uma super-vaquinha que arrecadou dinheiro de vários simpatizantes do projeto cultural que acontece no Mercado Cultural de Porto Velho. O que era pra ser um show transformou-se numa grande festa popular. Calcula-se ter sido o segundo maior público do Projeto Fina do Samba até hoje. Apesar da chuva ter jogado muita água na apresentação de Chico da Silva, ele soube conquistar o coração da platéia, fazendo-a dançar e cantar suas músicas, como um regente bem-amado conduzindo a massa à performance de uma ópera popular, na qual o povo é quem produz o show e assina a direção. Chico da Silva poderia holywoodianamente seguir cantando na chuva, porque o show desse caboclo é bom até debaixo d’água!

Estas imagens foram feitas pelo Giovani Viecili, da Aquipublicidade, testando uma nova câmera DSRL que grava também vídeos em High Definition,  um documento vivo do sucesso que se transformou a Fina Flor do Samba, às sextas , no Mercado Cultural.

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Chico da Silva:bom até debaixo d’água!

 

Chico da Silva, o manaura que nasceu pra cantar samba foto: A. Serpa

Chico da Silva, o manaura que nasceu pra cantar samba foto: A. Serpa

 

Por Antônio Serpa do Amaral Filho

Um verdadeiro fazedor da arte popular do nosso chão montou sua banca artística na calçada do Bar do Zizi, no Mercado Cultural de Porto Velho, onde acontece todas as sextas-feiras os módulos do Projeto Fina Flor do Samba. Chama-se Francisco Ferreira da Silva, de pia batismal e certidão de nascimento. Mas no coração do povo manauara ele conhecido apenas por Chico da Silva. Um Francisco cantante, um Chico compositor. É sambista de boa cepa, mas também faz música de boi-bumbá. Seu coração de curumim criado sem cueca nos arredores de Parintins bate cadenciado na cores azul e branco, mas seu grande sucesso nacional veio na bandeira degradê da nação que venera a figura folclórica do boi vermelho, vermelhaço, vermelhão.  Chico tem inúmeras músicas gravadas por gente de renome na calçada da fama da chamada Música Popular Brasileira, como Alcione, a Marron, por exemplo. Mas disso não faz muito alarde. Sua alma de caboclo lhe faz sábio e comedido. No Bar do Zizi, apenas cantou. Chegou, cumprimentou o público e cantou com alma de artista o que sabe cantar e compor: samba. Boa parte do público conhecia suas composições, por isso interpretou com ele, em coro, os velhos sucessos do artista. Empolgado com o coral de vozes entoando suas composições, ele caminhou no meio do povo, feliz e descontraído, como um ribeirinho dando canga pé em beira rio de água doce. Chico canta como quem joga conversa fora do botequim da esquina – descontraidamente, olhando nos olhos das pessoas, despojado e contente. Atuando no palco, não inventa moda nem falsetes de última hora. Deixa fluir simplesmente, em vários figurinos rítmicos, o seu esquadrão do samba, enquanto um pandeiro rebate no gol e na defesa bate o tamborim. Caprichoso por formação e batismo, ele também compõe para o boi Garantido, posto que no Amazonas a artista nenhum é dado o direito de se atrever a cantar música de apenas um boi. Sua sina franciscana lhe fez nascer na da cidade da ilha tupinabarama, mas cedo ganhou o mundo e já trabalhou até com um dos monstros sagrados da cultura nacional: o sambista Martinho da Vila. Quando desfrutava o apogeu da carreira artística uma doença grave tentou roubar-lhe a saúde e a voz. Todavia, ele lutou feito um bravo guerreiro dos parintintins e soube vencer a enfermidade, conseguindo também recuperar a voz que, no dia 01 de outubro último, ecoou por todo o quadrante do centro histórico da capital, no palco do Fina Flor do Samba. É preciso muito amor, Sufoco, O Barba Azul, Bailarina e Convite a Roberto Carlos foram algumas das criações que Chico da Silva mostrou ao público rondoniense. Ele foi trazido à capital pelo compositor e intérprete Ernesto Melo, graças a uma super-vaquinha que arrecadou dinheiro de vários simpatizantes do projeto cultural que acontece no Mercado Cultural de Porto Velho. O que era pra ser um show transformou-se numa grande festa popular. Calcula-se ter sido o segundo maior público do Projeto Fina do Samba até hoje. Apesar da chuva ter jogado muita água na apresentação de Chico da Silva, ele soube conquistar o coração da platéia, fazendo-a dançar e cantar suas músicas, como um regente bem-amado conduzindo a massa à performance de uma ópera popular, na qual o povo é quem produz o show e assina a direção. Chico da Silva poderia holywoodianamente seguir cantando na chuva, porque o show desse caboclo é bom até debaixo d’água!

Estas imagens foram feitas pelo Giovani Viecili, da Aquipublicidade, testando uma nova câmera DSRL que grava também vídeos em High Definition,  um documento vivo do sucesso que se transformou a Fina Flor do Samba, às sextas , no Mercado Cultural.

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A campanha Dilma descobriu a pólvora

Por Ivo Pugnaloni

“Alguém está usando e-mails falsos para denegrir a candidata de Lula!” Ora, que novidade! Francamente, não foi por falta de aviso. O “Império” já fez isso e muito pior nas eleições na  Venezuela, na Ucrânia, na Moldávia, na Romênia, no Irã e mais recentemente na Colômbia, onde ficou célebre o “mago indiano Ravi Singh”… Aquele, que por sinal, já andou por aqui, na campanha Serra, mas que “não funcionou” e foi mandado embora ( mas sobre o qual  agora muita gente estará pensando: “será que ele não funcionou mesmo?” ) E-mail falso é coisa antiga, mas muito eficiente. Até a campanha de Obama foi gravemente ameaçada por essa tática básica. Mas lá nos EUA a política não é uma brincadeira. E ninguém se impressiona mais com “gênios” e “gurus”, que mandam você fingir que não está acontecendo nada e o que vem de baixo não te atinge. Para combater as mentiras vindas do submundo, sem assinatura, a campanha Democrata criou uma página oficial de desmentir baixarias. Simples assim: ao apócrifo, Obama respondeu com o Oficial, o assinado, o verdadeiro. Nela, em vez de receber em seu computador e-mails falsos com baixarias,  os usuários eram convidados, nas inserções de televisão da campanha de Obama, a visitar um site onde já encontrava uma coleção das calúnias, vídeos, documentos e fotos falsificadas que os republicanos espalhavam sobre ele. A coleção de calúnias era aumentada todos os dias com a contribuição dos usuários, que eram convidados a enviá-las, de preferência com os e-mails que vieram junto com a mensagem. Junto, no site, havia o desmentido oficial, as provas da falsificação e ainda um grande e enfático pedido ao usuário que retransmitisse o desmentido para o maior numero de internautas. Tudo isso sem nenhuma observação do tipo “spam é feio, indelicado e politicamente incorreto”… Foi assim que operou Obama, desmistificando, tirando o ar de “segredo”, de verdadeira “revelação”, da informação falsa que “misteriosamente” chegava ao e mail individual de cada usuário. E você sabe, para o iniciante de internet, o que é “misterioso” tem valor…faz quem recebe a informação parecer único, especial, superior, diferente da massa que apenas vê TV… A campanha Dilma teria percebido isso mais cedo e tomado essa providencia básica, de criar um site de desmentido, se não estivesse contaminada por três erros. O primeiro erro é o clima de “já ganhou” ,não da candidata que leva tudo bem a sério, nem da direção, mas da própria militância, contaminada compreensivelmente talvez pelo comodismo natural da campanha midiática e pelos institutos de pesquisas, que podem ter inflado os índices para cima, atrapalhando mais o trabalho político do que quando os põe para baixo. O segundo erro é acreditar muito no efeito da TV, veículo cuja credibilidade vem sendo erodida diariamente, esquecendo de convidar a militância ( não a paga, mas a voluntária) para a discussão nas ruas, para a panfletagem, para as portas de fábricas, para os terminais de ônibus. O terceiro erro foi achar que o email é “coisa do passado”e que a moda agora é o twitter, as redes sociais e parafernálias a que a grande massa de internautas não tem acesso por serem ainda muito complicadas.Acontece que a maioria da população e principalmente a nova classe C só comprou seus computadores há poucos anos ou até meses. Assim, a grande massa de usuários, não consegue ainda usar e ter acesso às complicadas ferramentas que os entendidos acham “o must” e recomendam, em lugar do “ultrapassado e mail”… Quem pensa assim, e esquece que essa enorme massa consegue perfeitamente receber e mails falsos com links que a levam a vídeos falsos contra a Dilma no Youtube, pois seus endereços podem ser captados facilmente por sistemas de inteligência dedicados a obter e mails válidos na internet. Afinal, se isso fosse difícil, não receberíamos dezenas de e mails por dia, anunciando “milhões de e mails válidos para a sua empresa vender mais”. Essa terceira praga espalhou um tipo de “bom-mocismo” irracional, ingênuo e despolitizado entre a militância da campanha Dilma, dizendo coisas como: 1.      “Mandar e mail para quem você não conhece é feio e isso não deve ser usado, pois isso é spam e o spam é politicamente incorreto” ( mas o outro lado pode mandar dezenas de spams por dia para a minha caixa..) 2.      “O e-mail é coisa do passado, a moda é o twitter e as redes sociais”, ( na verdade só uma minoria de internautas usa essas coisas, mas com várias identidades, principalmente para paquera, dando a impressão que são muito mais usuários do que realmente são ); 3.      “Não adianta a campanha fazer vídeos desmentindo boatos, pois fazendo assim nós estaríamos entrando no mesmo nível dos adversários. O melhor é fingir que não está acontecendo nada e cada um fazer seus próprios vídeos e colocar no Youtube,de preferência  engraçados, para se tornarem “virais” ( sem comentários…) Esses conceitos, copiadas de algum livro escrito pelo mais novo sabichão da moda “nos States”, desarmou nossa militância, deixando-a pensar que sozinhos, os blogs particulares de abnegados jornalistas e militantes de esquerda, o twitter e os facebook da vida resolveriam o problema e conseguiriam fazer frente à mídia pró-Serra, que tem mais de 60 anos de experiência em dar golpes de estado e fazer oposição com tecnologia. Para tentar recuperar os estragos não é difícil. Mas exige determinação e urgência: a.      Colocar no ar, imediatamente uma página de desmentidos, do tipo “É mentira deles!”, parecida com a do Obama.( por falar nisso: o PT não havia contratado uns especialistas da campanha do Obama? Onde eles andam? Que dizem?) b.      Divulgar o endereço de internet da página “É mentira deles” em todos os cartazes, folhetos e “santinhos” da campanha e principalmente, na campanha de TV e rádio, dizendo que só desesperados e gente sem proposta, que quer ganhar a eleição a qualquer custo, faz aquilo. c.      Usar o enorme tráfego que isso irá gerar para essa página, para mostrar, na condição de vítima das calúnias e do bloqueio da mídia, todas as propostas de Dilma, em detalhes, e principalmente os números e as realizações do governo Lula, que a mídia golpista esconde há oito anos. No tempo do movimento para depor Sarney e dar o golpe tipo Honduras com Perillo e Gilmar Mendes, o senador Mercadante se queixou que “não agüentava mais a pressão de seus eleitores pelo Twittwer”. No Irã, mensagens falsas dizendo “Pai, estou cercada na praça, venha rápido!”, atraiam  milhares de pais desesperados para suas “manifestações espontâneas contra a fraude eleitoral”, onde se viam no meio de bombas e de correria… Até quando vamos acreditar que informática é um convento de freiras e que tudo ali é real e verdadeiro? Até quando vamos deixar de levar em conta que quem criou toda essa tecnologia  tem condição de dominá-la a tal ponto de com não mais que dez pessoas conseguir automatizar procedimentos de envio que são feitos aos milhões e disseminados, na ponta, às centenas, por milhares de militantes reais da direita? A revolução não será nem televisionada nem twittada, pessoal! Chega de acreditar em Papai Noel e só em TV e apenas na militância virtual! Vamos convocar para as ruas a militância consciente e organizada, como fazíamos no passado, pois a maioria de nós só espera um chamado, uma hora e um local, que nunca vem! Vamos colocar o bloco na rua, nos pontos de ônibus, distribuindo folders com a comparação Lula x FHC, as propostas de Dilma e com o endereço da nossa página de desmentidos, a “É mentira deles”, ou qualquer outro nome que os marqueteiros queiram dar. Temos que fazer do limão da calúnia uma limonada e um autêntico tiro no pé para eles. E rápido!

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Letícia Bertagna & Guilherme Mautone orgulhosamente apresentam:

A revista Investigação nº 11 é o resultado da íntima articulação entre Artes Visuais e Filosofia. No seu volume inaugural os editores Guilherme Mautone e Letícia Bertagna lançam o tema da percepção e recepção das Artes Visuais.A revista é apoiada pela Funarte e pelo MinC e seu primeiro volume foi patrocinado pela Petrobras. Na ocasião do lançamento haverá uma mesa redonda com o tema “Desdobramentos possíveis: percepção e recepção das Artes Visuais” e a participação de  Maria Esther Maciel, Kathrin Rosenfield e Rommulo Conceição.

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