"Tô frito", minissérie dirigida por Flavia Moraes estréia hoje, depois do CQC

“Tô Frito é pop sem ser banal. É divertida sem ser alienada.Nós apostamos na inteligência: o programa não subestima seu público, não trata o adolescente como bobo” diz a diretora Flávia Moraes.
“Pra viver tem que ter estômago” é a frase que vira lição de vida para o jovem Vitor, o desenhista de 21 anos que sai do interior do Rio Grande do Sul disposto a viver, trabalhar e vencer em São Paulo. Interpretado por Ian Ramil, ele é o protagonista da minissérie Tô Frito, que mostrará em oito capítulos o desafio de Vitor em encarar sozinho a passagem da casa dos pais para a maior cidade brasileira e tudo o que isso representa: superar a saudade da família, fazer novos relacionamentos, procurar trabalho para sobreviver, administrar a casa e se virar para tudo, até para fritar um ovo.
Tô Frito marca a primeira experiência em dramaturgia na televisão de Flavia Moraes, uma das principais realizadoras da propaganda brasileira. O texto é do casal Letícia Wierzchowski, autora do romance A Casa das Sete Mulheres, e do escritor e roteirista Marcelo Pires. Os três – Flavia, Letícia e Marcelo – são gaúchos que saíram de Porto Alegre para viver e trabalhar em Sampa.  O episódio inicial de Tô Frito tem meia hora de duração. A minissérie tem estréia nacional na Band nesta segunda-feira, depois do CQC.

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Arquivado em Delírio Cotidiano

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