Arquivo do dia: 23/08/2010

O que aconteceu com a música nacional?

Por Lucas Rock

È parece que as bandas e as musicas de qualidade nacional estão em extinção, é assim que a grande maioria de nós pensou, e é bem provável que seja isso que aconteceu com o rock in roll nacional como por: exemplo Raul seixas, legião urbana, cazuza e etc., evoluíram para restart, cine, nx zero e outros lixos “industrializados”, o sertanejo raiz virou um sertanejo melódico com letras repetitivas e melódica fraca para um estilo musica que mostra a raiz de muitos que saíram da cidadezinha para a cidade “grande”, hoje em dia não acontece mais isto devido ao fato de não existir tantas cidades do interior que era maioria roça muitas indústria estão agora no interior.

A juventude parece que não percebe para a decadência da musica nacional, e pensa que a musica nacional era sempre assim, a mídia pop infestando as revistas, e a mídia pop descobriu uma maneira de vender bem essas musicas para as pessoas mais novas, até os mais velhos estão aderindo ao novo gosto musical nacional.

È parece que a qualidade no país em todos os fatores está se rebaixando, será porque o nível educacional da maior parte da população brasileira esta diminuindo? Ou as pessoas pararam de criticar e relutar contra a grande porcaria que a mídia joga para manipular-nos?

São coisas que ficarão na duvida de uma pequena parte da população brasileira, já que muitos aprenderam nas escolas a não questionar o que está errado, nem mesmo as novas músicas brasileiras.

http://lucasrocksp.wordpress.com/

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Do Mural de Alberto Lins Caldas

*
essas linhas de força
como girassois se contorcem

…essas feridas eu mesmo
tratei de curar com saliva

essa luz foi o deserto
q tornou ruina quase treva

sentado aqui desenho
com sonhos quartos e salas

o cansaço da tarde invade
o centro fragil da noite

sei q os jasmineiros
não foram plantados

mas as ervas selvagens
desenham um nome
*

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Oh my God! Sasha não está grávida de Mick Jagger! (via Rômulo O. Costalarga)

Oh my God! Sasha não está grávida de Mick Jagger! A suposta gravidez de Sasha, notória filha alfabetizada em inglês da nefasta e igualmente notória Xuxa com o ator ‘muito-mais-ou-menos’ Luciano Szafir, foi o grande ‘Trend Topic’ do Twitter, o ranking dos assuntos mais comentados no microblog, neste domingo (22).  … Read More

via Rômulo O. Costalarga

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Mateus

Por Valéria del Cueto

Mateus é um menino que mora na casa ao lado do chalé. Outro dia descobri que a presença de Mateus é essencial para me reconhecer definitivamente uma chapadense, a cada final de semana que me escondo por lá. Tudo é uma questão de ponto de vista, o que para meus amigos cuiabanos pode ser um “escondimento”, na verdade é o que me coloca em contato com as plantas, os insetos e, principalmente os pássaros cantantes do meu pedaço alugado.
Quando chego, depois de uma semana encarapitada no apartamento da Avenida São Sebastião ( o santo padroeiro do meu Rio de Janeiro me protege e abriga na atual temporada no centro-oeste), procuro o reconhecimento mútuo entre os elementos do meu habitat e a forasteira que vos escreve. Respiro fundo, abaixo o giro, apuro os ouvidos e deixo o ritmo do chalé e seu entorno me envolverem. Normalmente fico quietinha no meu canto até o dia seguinte e, só então exploro o entorno: a praça, a padaria, a Pomodori. São as 3 Ps. Mas isso, depois de Mateus. Só o vejo bem de longe e ouço, muitas vezes por dia, o brado de reconhecimento:
– Mateeeeeeuuuusssss! Vozes femininas, masculinas adultas e infantis repetem o chamado em tons variados, muitas vezes bastante aborrecidas. Principalmente as masculinas. Mateus está na boca do povo da esquina da margem da piscina.
Resumindo: ele vive aprontado, como devem  fazer os meninos da sua idade. Ele não é como Ana Clara, uns 6 anos, que veio me conhecer e assuntar logo que comecei a subir para cá. Mantém distância e só abre um pouco a guarda na época das mangas.
De vez em quando encontro rastros dele em baixo das mangueiras e nas frutas, pedaços cortados com faca espalhados pelo gramado.
– Foi o Mateus, entrega Ana Clara que, politicamente correta, vem perguntar se pode pegar algumas frutas da safra que começa.
– Já disse que você é legal, me avalia e avaliza a menininha.
– Mas ele gosta mesmo é de pular o muro durante a semana e correr o risco de levar uma bronca, explica ela, aproveitando o momento amizade para solicitar o serviço completo: quer eu vá em busca das mangas que ela escolhe, enquanto tento atingi-las e derrubá-las com um pedaço enooorme de galho.
Mateus me dá menos trabalho, penso enquanto tento acertar as frutas escolhidas por minha amiguinha exigente. Não as mais próximas, mas as mais lindas do pé, é claro. Um trabalhão!
Mateus está corretíssimo, admito para mim mesma. Tantos chamados têm que ter uma ou muitas razões. A emoção é tudo e, todo mundo que já experimentou, sabe que fruta roubada é muito mais gostosa do que fruta dada.
Nunca chamei por ele. Volta e meia vejo sua sombra montada na bicicleta riscando a lateral do terreno vizinho, despencando na Travessa da Piscina e circulando a cerca espinhenta de sansão em direção ao mundo chapadense.
Admiro Mateus. Queria ser criança como ele. Livre, leve e quase solto, se não tivesse sido a menina aventureira e arteira que fui…

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* Valéria del Cueto é jornalista, cineasta e gestora de carnaval. Este artigo faz parte da série Parador Cuyabano, do Sem Fim http://delcueto.multiply.com

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Dicas para curar a Ressaca! (via Factóide!)

Aquela ressaca de segunda!? Confira algumas dicas. Chegou a pior parte: curar a maldita ressaca. Para isso, é preciso programar uma desintoxicação. Durante a bebedeira, o aparelho digestivo teve muito trabalho extra. O estômago precisou fabricar mais suco gástrico; o fígado mais bile, além de ter que neutralizar as toxinas presentes pelo álcool. O intestino necessitou produzir mais suco entérico e ainda ficou com o trânsito mais lento … Read More

via Factóide!

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"Tô frito", minissérie dirigida por Flavia Moraes estréia hoje, depois do CQC

“Tô Frito é pop sem ser banal. É divertida sem ser alienada.Nós apostamos na inteligência: o programa não subestima seu público, não trata o adolescente como bobo” diz a diretora Flávia Moraes.
“Pra viver tem que ter estômago” é a frase que vira lição de vida para o jovem Vitor, o desenhista de 21 anos que sai do interior do Rio Grande do Sul disposto a viver, trabalhar e vencer em São Paulo. Interpretado por Ian Ramil, ele é o protagonista da minissérie Tô Frito, que mostrará em oito capítulos o desafio de Vitor em encarar sozinho a passagem da casa dos pais para a maior cidade brasileira e tudo o que isso representa: superar a saudade da família, fazer novos relacionamentos, procurar trabalho para sobreviver, administrar a casa e se virar para tudo, até para fritar um ovo.
Tô Frito marca a primeira experiência em dramaturgia na televisão de Flavia Moraes, uma das principais realizadoras da propaganda brasileira. O texto é do casal Letícia Wierzchowski, autora do romance A Casa das Sete Mulheres, e do escritor e roteirista Marcelo Pires. Os três – Flavia, Letícia e Marcelo – são gaúchos que saíram de Porto Alegre para viver e trabalhar em Sampa.  O episódio inicial de Tô Frito tem meia hora de duração. A minissérie tem estréia nacional na Band nesta segunda-feira, depois do CQC.

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“Tô frito”, minissérie dirigida por Flavia Moraes estréia hoje, depois do CQC

“Tô Frito é pop sem ser banal. É divertida sem ser alienada.Nós apostamos na inteligência: o programa não subestima seu público, não trata o adolescente como bobo” diz a diretora Flávia Moraes.
“Pra viver tem que ter estômago” é a frase que vira lição de vida para o jovem Vitor, o desenhista de 21 anos que sai do interior do Rio Grande do Sul disposto a viver, trabalhar e vencer em São Paulo. Interpretado por Ian Ramil, ele é o protagonista da minissérie Tô Frito, que mostrará em oito capítulos o desafio de Vitor em encarar sozinho a passagem da casa dos pais para a maior cidade brasileira e tudo o que isso representa: superar a saudade da família, fazer novos relacionamentos, procurar trabalho para sobreviver, administrar a casa e se virar para tudo, até para fritar um ovo.
Tô Frito marca a primeira experiência em dramaturgia na televisão de Flavia Moraes, uma das principais realizadoras da propaganda brasileira. O texto é do casal Letícia Wierzchowski, autora do romance A Casa das Sete Mulheres, e do escritor e roteirista Marcelo Pires. Os três – Flavia, Letícia e Marcelo – são gaúchos que saíram de Porto Alegre para viver e trabalhar em Sampa.  O episódio inicial de Tô Frito tem meia hora de duração. A minissérie tem estréia nacional na Band nesta segunda-feira, depois do CQC.

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