Arquivo do dia: 29/07/2010

A respeito da nauseante nota publicada como direito de resposta a mando do TRE, no site noticiaro.com

Diz o respeitado jornalista Nelson Townes de Castro, no rodapé da nota em seu site, que lhe foi impingida como direito de resposta ao pretenso candidato até esta data impugnado, Expedito Jr, na data de 28 de agosto de 2010.

“NOTA DO EDITOR

Seria comovente seu desespero, causaria até piedade final tão desonroso para a carreira de um jovem político, mas temos absoluta convicção de sua culpa. Seu cinismo é nauseante. E você só pagará por seus crimes quando for inteiramente defenestrado da política. Compra de voto é crime sem perdão.”

Pois digo eu :

Não venha me pedir votos, a mim e a minha família, pois não reconhecemos sua defesa dos interesses de Rondônia, e nenhum excelente trabalho a frente do Congresso Nacional como falsamente  tenta iludir o povo com esta nota que para nós é mentirosa e cretina.  Se você passar por aqui, não fazemos nenhuma questão de cumprimentá-lo , nem de abraçá-lo, nem lhe dizer palavras de conforto e desejo de sucesso . Você tenta disssimular .  mas é um “cassado por compra de votos”. Temos sim que lhe dizer, com a cara limpa, que quem compra voto, como outros que pleiteiam registro de candidatura com o mesmo crime nojento nas costas, deviam ser escorraçados da vida pública e  para nós não merecem o mínimo respeito e sim o nosso desprezo, para não lhes dizer outras coisas mais desagradáveis porém pertinentes à nossa indignação. Estas palavras também servem para outros lôbos em pele de cordeiro que tentam se passar como cínicas vítimas , talvez amparadas só pelo seu desespero em ver o mundo da corrupção ruir a sua volta.

Beto Bertagna

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Francesco Sambo

http://www.francescosambo.com

Não tem como não visitar este site, do designer italiano Francesco Sambo, que trabalha com criaturas híbridas, numa incrível manipulação digital de imagens de corpos (quase sempre dele mesmo).  Muito bom, só vendo !

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Gente que eu encontrei por aí… Letícia Bertagna

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Militarização na Amazônia : Peru também vai de MI-35 russo

Agora já são 3 países da América do Sul a possuir a máquina mortírfera russa: Brasil, Venezuela e Peru foto: B. Bertagna

O Ministério da Defesa do Peru confirmou a compra de  6  Mi-171Sh (helicópteros utilizados para transporte) e dois Mi-35P( de ataque, semelhantes aos AH-2 Sabre, da Base Aérea de Porto Velho) . o valor da transação chega perto dos  US$250 mi e os aparelhos deverão ser entregues até 2011. O uso, segundo o Ministério é para ” combater o narcotráfico e o terrorismo na Amazônia peruana” . Desde 2007 o Peru vem modernizando a sua frota de 15 helicópteros MI-17, com a empresa russa Rosoboronexport, numa escalada sem precedentes de militarização da Amazônia.

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Fina Flor do Samba:ode à cidade e encontro das tribos

Por Altair Santos (Tatá)

O velho e bom samba sabor Brasil por aqui sempre presente e imprescindível, heterogêneo, tribal e capaz de partilhar a mesa dos seus acordes entre roqueiros e sertanejos, bluzeiros e bossas novistas, poetas e dançarinos para o santo paticumbum de toda sexta que vai até o início da madrugada, quando começa o êxodo, dos até então presentes, noutras direções. Lírico e simétrico nos versos de si mesmo, o samba, semanalmente faz a chamada bradando que a noite de sexta-feira, em Porto Velho, tem seu início – às 20h – no Mercado Cultural e justo na parte externa onde, durante o dia, o frenesi da nossa pulsante e palpitante cidade porto denuncia o porvir festivo de logo mais.  Lá, quando a tarde vai se deitando e o anoitecer levanta, os novos ventos culturais que aqui sopram içam as velas da nau do samba, num embalo irresistível, do tipo me leva que eu vou. E muitos vão. É hora da Fina Flor do Samba: tão fina e tão flor, tão pura e tão samba que nos premia com incursões várias nas combinações que vão pelas linhas de Agepê a Dadá do Areal, de João Donato e Jorge Aragão a João Henrique (Manga Rosa), passando por Benito Di Paula e Bainha, de Elton Medeiros a Bubu Johnson…  Na hora e medida certas, tantans e pandeiros, ganzás, surdos, cavacos, violões e vozes alojam ziriguiduns e breques no peito do povo. O que antes era um tímido evento defronte ao Mercado Cultural, agora se faz ouvir na aconchegante Praça Getúlio Vargas e arrabaldes ressignificando a cidade para os seus e batizando o centro histórico como o epicentro do samba. Valeu a pena a parceria Ernesto Melo, sambista de Porto Velho, Fundação Cultural Iaripuna e o grande público, perseverarem na idéia. Aos poucos o povo foi ouvindo, conhecendo, gostando, recomendando e admitindo o projeto como um bem promotor de entretenimento e lazer cultural para os muitos que ali se achegam. Na última sexta-feira, o Ernesto Melo e seus parceiros levaram como convidados especiais da noite o Grupo Kizomba. Não bastasse João Carteiro, Silvio Santos, Macumbinha e Piaba, terem feito um belo desfile pelo samba nosso de cada dia, a turma do Kizomba tendo ainda no time alguns remanescentes da primeira formação (Cristóvão, Mestre Oscar knightz, Neguinho, Zé Áureo e Marcelo Luna), nos tirou a todos pro canto e pra dança e fez uma das mais empolgantes e envolventes apresentações que testemunhamos desde quando os conhecemos. E não hesitamos. Levados em viagem cantamos os refrões, seguramos a mão da cabrocha e ensaiamos uma seqüência de passos. Mais que isso, ali, a cidade exalava harmonia pura ao redor do velho e imbatível samba. Quando se esgotaram as mesas do bar, a opção era os bancos e escadas da praça, o meio fio ou o par de sandálias, como assento confortável pra quem queria prosear e curtir o show. Os sabiás e uirapurus de Porto Velho, polidos e multifacetados se fazem mágicos e tomam formas. Neste particular, eles se vestiram de pagodeiros de moral pra nos inebriar com o que de bom há muito não ouvíamos. Houve quem dissesse (e não foram poucos) ter sido aquela a melhora sexta-feira lá no Mercado Cultural. Ver e ouvir o Kizomba em noite de inspiração nos propiciou, além do enlevo para nossos olhos, ouvidos e alma de sambista, testemunhar a valia qualitativa dos nossos bons artistas que, quando chamados dizem presente e fazem bonito. Muito bonito.

(*) O autor é músico e Presidente da Fundação Cultural Iaripuna

tatadeportovelho@gmail.com

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