Arquivo do dia: 16/07/2010

O último choro de Paulo Moura

Último choro tocado por Paulo Moura, com Wagner Tiso ao teclado, no dia 10 de julho de 2010, na Clínica São Vicente, RJ, onde veio a falecer 2 dias depois. Emocionante despedida. > http://vimeo.com/13307593

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Lei da Ficha Limpa impugna mais 6. Agora são 27 candidatos em RO – confira lista

A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) de Rondônia finalizou as análises dos registros de candidaturas e impugnou mais 93 candidatos nesta quinta(15). Com isto, o total de impugnações sobe para 327. São casos “genéricos” como falta de documentação, certidões, fotografias e outros. Deste total , 27 são em decorrência da Lei Complementar nº 135/2010, a Lei da Ficha Limpa. Os casos mais comuns são de condenações por improbidade administrativa e contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) ou pelo Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE). Novas impugnações podem ser feitas com base na lista das candidaturas registradas individualmente.

Lista dos candidatos impugnados, segundo a Procuradoria da República em Rondônia do MPF >  (www.prro.mpf.gov.br):

Altamiro Souza da Silva – contas rejeitadas pelo TCE quando era prefeito de Alto Paraíso.
Carlinhos Camurça – contas rejeitadas pelo TCU quando era presidente do PPB.
Daniela Amorim – condenação por improbidade administrativa.
Edson Martins de Paula – condenação por improbidade administrativa.
Ernandes Amorim – condenação por improbidade administrativa.
Expedito Júnior – condenação por abuso de poder econômico.
Francisco Sales Duarte Azevedo – contas rejeitadas pelo TCU quando era prefeito de Ariquemes.
Irandir de Oliveira Souza – condenação por improbidade administrativa.
Ivo Narciso Cassol – condenação por abuso de poder econômico e abuso de poder político.
Jair Miotto – condenação por compra de votos.
João Ricardo Gerolomo de Mendonça – condenação por crime contra a administração pública e improbidade administrativa.
José Guedes – condenação e contas rejeitadas pelo TCU quando era prefeito de Porto Velho.
Marcos Donadon – condenação por formação de quadrilha e improbidade administrativa.
Meklisedek Donadon – condenação por improbidade administrativa, crime ambiental, contas rejeitadas pelo TCU quando era prefeito de Colorado
Moreira Mendes – condenação por improbidade administrativa.
Natan Donadon – condenação por improbidade administrativa.
Paulo Moraes – condenação por abuso de poder econômico.
Samuel Marques dos Santos – contas rejeitadas pelo TCU quando era delegado regional do Trabalho.
Silvernani Santos – condenação por improbidade administrativa.
Sueli Aragão – condenação de improbidade administrativa.
Zulmira de Brito – condenação por improbidade administrativa.

Nesta quinta(15) foram divulgados mais 6 nomes :

Marlon Donadon – condenação por abuso de poder político e econômico

Oldemar Antônio Fortes (Gaúcho do Cujubim) – contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE)

José Carlos de Oliveira (Carlão de Oliveira) – condenação no Tribunal de Justiça (TJ) por formação de quadrilha, concussão (exigir vantagem indevida) e corrupção passiva

Augustinho Pastore – contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) em relação à Câmara do Município de Vilhena

Ronilton Rodrigues Reis (Ronilton Capixaba) – condenação por conduta proibida (propaganda institucional irregular)

Valdelise Martins dos Santos Ferreira (Val Ferreira) – condenação por abuso de poder econômico e político.

NR: Este blog, em conjunto com o site http://www.noticiaro.com deu a informação em primeira mão, porque o jornalista Nelson Townes estava conferindo tudo, ao vivo, no TRE. Os outros sites começaram a noticiar mais de uma hora depois e teve alguns que até a meia-noite não tinham colocado sequer uma nota. A curiosidade era tão grande por parte de eleitores, candidatos e correligionários que um altíssimo tráfego foi registrado nos dois sítios até a madrugada.

Fonte: MPF/RO (www.prro.mpf.gov.br)

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Rondônia : Memória de um povo

Este vídeo ,Rondônia: Memória de um povo, foi produzido na semana passada, no III Encontro Estadual do Proinfantil, programa do MEC que em RO e RR tem a responsabilidade da Unir e coordenação da Profª Drª Maria do Carmo dos Santos. São mais de 650 professores capacitados nos 2 estados. O vídeo foi realizado pelos alunos nas Oficinas de Documentários, coordenadas por Beto e Lallo Bocchino  e de Desenho de Animação, coordenada por Lula Gonzaga, onde os alunos aprendem as técnicas e escolhem os temas sobre seus Estados, no caso de Rondônia, sobre a colonização.  E o Lula Gonzaga tem que dar notícias se gostou da Salineira… Parabéns a todos, porque fazer estas coisas por estas bandas não é mole.

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Deu na tv : jogador sincero…

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Trens a todo vapor ! Campus em Santos Dumont (MG) oferecerá cursos de restauração de bens e turismo ferroviário

Detalhe da EFMM foto : B. Bertagna

Detalhe da EFMM foto : B. Bertagna

O Brasil possui uma malha ferroviária de 30 mil quilômetros, nos quais são operados 20 trens destinados ao turismo. Nesta sexta-feira (16), o Turismo Ferroviário ganhará um aliado: o Centro de Excelência em Transporte Ferroviário do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais (IFET), no campus avançado da cidade mineira de Santos Dumont.

Para prestigiar a iniciativa, o ministro do Turismo, Luiz Barretto, participará da aula inaugural do curso Técnico em Ferrovia do IFET. A iniciativa de criar o campus surgiu da necessidade de oferecer cursos de suporte à implementação do transporte ferroviário nas áreas de operação e manutenção, automação ferroviária, conservação e restauração dos bens ferroviários e Turismo Ferroviário.

O evento contará com a presença dos ministros da Educação, Fernando Haddad, e chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci. O prefeito de Santos Dumont, Evandro Nery; o reitor do IFET, Mário Sérgio Costa Vieira; e o diretor do Campus Avançado Santos Dumont, André Diniz, também estarão presentes.

O novo campus ocupará uma área de aproximadamente 30 mil m². A partir do segundo semestre de 2010, serão oferecidas 135 vagas para os cursos de técnico em transporte ferroviário, eletrotécnica e mecânica.

No próximo ano, serão oferecidos também cursos de técnico em transporte de carga, conservação e restauração (focado em bens ferroviários), guia de turismo e pós-graduação em automação industrial (ferrovias). Na modalidade aprendizagem, as opções serão eletricidade, mecânica e metalurgia. O projeto prevê ainda, para 2013, dois cursos na modalidade de educação a distância: transporte ferroviário e transporte de cargas.

Para desenvolver uma política de fomento ao turismo ferroviário no país, especificamente, para o segmento de Trens Turísticos e Culturais, no início deste ano, foi criado o Grupo de Trabalho de Turismo Ferroviário. O objetivo é recuperar, requalificar e preservar trechos ferroviários em atividade ou desativados em todo o país.

No início deste mês, como forma de auxiliar os interessados na apresentação de propostas de apoio aos trens turísticos e culturais, o grupo de trabalho lançou a “Cartilha de orientação para proposição de projetos de trens turísticos e culturais”. O documento traz os requisitos exigidos por cada órgão para aprovação de um projeto de trens turísticos e culturais.

Além do MTur, compõem o grupo: Ministério dos Transportes, Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Secretaria de Patrimônio da União e a inventariança da extinta Rede Ferroviária Federal.

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Influencie positivamente…

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VI Seminário sobre Trens Turísticos e Culturais

Vai de hoje até o domingo dia 18, o VI Seminário sobre Implantação de Trens Turísticos e Culturais que ocorre em Campinas/SP, promovido pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), Movimento de Preservação Ferroviária (MPF), Associação Brasileira de Operadoras de Trens Turísticos e Culturais ( ABOTtC) e outras entidades. Estive na edição 2009 , juntamente com o Jun Alex Yamamoto, da SEMDES, e tivemos até a oportunidade de apresentar à seleta platéia o “case” Madeira-Mamoré, que tem recebido o apoio de todas estas entidades nacionais, principalmente nas pessoas do Vitor Ferreira , presidente do MPF e Geraldo Godoy, da ABPF, que também não estão medindo esforços para que o trem volte a funcionar na EFMM.

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Cléber Machado narrando uma suruba, imperdível !

Clique no link e baixe o áudio em mp3 :

cleber_machado

http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/

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O ocaso de um perdedor (via Impedimento)

Ser um perdedor não é fácil. Aliás, ser um perdedor é muito mais difícil do que ser um vencedor. Não por acaso, as pessoas buscam tanto o sucesso. E é por isso que jamais esquecerei o ano em que cursei a 8ª série. Vejam bem que aos 14 ou 15 anos o desejo de aceitação no meio em que se vive é enorme. Especialmente a aceitação do sexo oposto, já que essa é uma época digamos… de ebulição dos instintos mais primitivos (Jefferson, Bob. 2005)Cheguei ao João Ribeiro aos 12 anos para cursar a 6ª série. A escola mantinha turmas apenas até a 8ª, de forma que eu ficaria por lá durante três anos. Nos dois primeiros anos minha estratégia com as colegas se resumiu em manter boas notas e ser um bom menino. Não deu certo eu não peguei quase ninguém. Assim, mudar de estilo tornou-se necessário quando cheguei ao último ano tendo dado dois míseros beijos em dois anos. O primeiro passo foi começar a usar um desodorante mais forte, um Axe que minha mãe adjetivou como rançoso, já que nessa idade até dormindo eu suava como um cavalo (especialmente dormindo). As iniciativas incluíram amansar a protuberante juba com alguns quilos de gel, usar calças um número maior e, sempre que possível, burlar a regra de ir sempre uniformizado. Foi necessário tirar notas mais baixas, bem como um recuo estratégico no local de sentar na sala de aula.

Deu certo. Milagrosamente meu tênis passou da categoria xexelento para estiloso. Comecei a receber cartas cheias de coraçõezinhos, as meninas mandavam me prender na festa junina, mandavam recados pelo sistema de som. Entrei para o grupo de teatro e, inexplicavelmente, ganhei o papel principal. Fui um dos fundadores do grêmio da escola e através dele conheci a verdadeira finalidade do movimento estudantil. Depois de seis meses de desdobres infindáveis, beijei a loirinha de olhos azuis depois da aula. Sim, a vida me sorria. E não era um sorriso qualquer. Era um sorriso de dentes brancos e lábios adolescentes. Naquele ano não faltei nenhum dia de aula. Mais do que isso, frequentava o turno inverso.

Weber, o piloto australiano, não o sociólogo alemão, diria “nada mal para quem sempre foi um segundo piloto”. Realmente, eu não podia acreditar. Parece que as pessoas nem notavam aquele monte de espinha ou o físico assemelhado ao de um grilo. O importante não era ser, mas sim, representar ser.

Mas Nietzsche já dizia que ninguém pode fugir de tornar-se quem realmente é. E o ocaso do meu glorioso ano veio no final, com o campeonato inter-séries. Para começar, na minha turma não tinha gente suficiente disposta a jogar. Fui, então, convidado a jogar por outra, em um claro desvio das regras propostas. Eu não tinha bola para ser reforço de equipe alguma. Muito menos para virar o atacante titular, nem ganhar a camisa 10. Não lembro quais foram os fatores que montaram esse cenário, só me recordo de estar, como se diz por aqui, por cima do charque.

O campeonato parecia o final perfeito para aquele ano. Bons jogos na primeira fase e dois gols que nos colocaram na final. Veio a final e, logo de cara, gol meu. Em uma bobeira, no entanto, eles empataram e o jogo ficou no 1 a 1. Vieram os pênaltis e, consciente das minhas limitações, eu já saia de fininho para não efetuar nenhuma das cobranças. O meu desespero foi ver que colocaram meu nome como responsável pelo último pênalti. Até que chegou a temida hora. Se eu fizesse, seguia o baile, com as cobranças alternadas. Se errasse, seria o fim. Ajeitei a bola na marca, me concentrei e… no ângulo. Mas, assim do nada, o juiz se pôs a apitar feito um louco. Na adrenalina, eu esqueci de esperar o apito, e a cobrança teve que ser repetida. E aí? Bater no mesmo canto ou no outro? Seguir chutando no alto? Fui. Bati no mesmo canto, mas em baixo. O goleiro pegou, era o fim.

Todas as conquistas daquele ano foram embora com aquele chute. Se me perguntarem qual a principal lembrança da 8ª série, digo, sem pestanejar, que é o rosto das gurias na tela que cercava a quadra. Rostos que diziam: “eu sabia que tudo isso era uma farsa”. E era.

Como diria outro filósofo, Celso Roth, o futebol é assim. Uma derrota, um pênalti não convertido, um gol contra, uma expulsão. Quem sabe uma ajeitada na meia. Quando o assunto é futebol, qualquer deslize pode ser fatal.

Mas como esse esporte é qualquer coisa de espetacular, o contrário também pode acontecer. Pedro Júnior ou Adriano Gabiru podem fazer o gol do título. Mestre Celso, que sempre foi um bom aluno mas nunca ficou com a loirinha de olhos azuis, pode se redimir de uma carreira pouco mais do que medíocre. Ao contrário de mim, que não poderei voltar até aquele dia na quadra do João Ribeiro e me contentarei com conquistas menores como casar, ter filhos ou ter uma carreira bem sucedida, Roth segue sendo técnico, segue disputando campeonatos. Agora, ele tem um bom time nas mãos e uma semifinal de Libertadores pela frente. Se vencer, poucos vão lembrar dos erros, dos campeonatos perdidos na reta final. Se perder sobrará apenas o vazio e a certeza de ter se tornado o que sempre disseram que é: um perdedor.

Texto enviado por Dionatas Alisson Coelho.

via Impedimento

NR : Desde já preparamos a faixa: fica Roth !

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