Arquivo do dia: 11/07/2010

Túnel do tempo

Este blogueiro larga com sua Honda XL250R nº 13, no Primeiro Enduro de Regularidade organizado em Porto Velho. Década de 80

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"Amazônia encena na Rua" inunda Porto Velho de arte

De 19 a 25 de julho, o Grupo Imaginário faz uma maratona de espetáculos. Nada mais nada menos do que 20 peças, 4 oficinas e apresentação de 9 grupos da Amazônia e convidados. Durante o período, o blog vai publicar as atrações diárias, porque é muita coisa boa para esta cidade que sempre precisa de pensamentos legais e coisas legais. Valeu Chicão ! Acesse o site www.oimaginarioro.com.br ou ligue(69) 9979 0048

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“Amazônia encena na Rua” inunda Porto Velho de arte

De 19 a 25 de julho, o Grupo Imaginário faz uma maratona de espetáculos. Nada mais nada menos do que 20 peças, 4 oficinas e apresentação de 9 grupos da Amazônia e convidados. Durante o período, o blog vai publicar as atrações diárias, porque é muita coisa boa para esta cidade que sempre precisa de pensamentos legais e coisas legais. Valeu Chicão ! Acesse o site www.oimaginarioro.com.br ou ligue(69) 9979 0048

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X Encontro de Culturas Tradicionais na Chapada dos Veadeiros, em Alto Paraíso. Tri legal, sô !

De 16 a 31/07 acontece a 10ª edição do Encontro de Culturas que trará dez etnias indígenas e diversas comunidades tradicionais, na  Vila de São Jorge ,  um povoado de 600 pessoas, no norte do Estado de Goiás, a 35 km da cidade de Alto Paraíso e 240 km de Brasília. Criada por garimpeiros, em 1912, a vila é a porta de entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros – reserva ecológica  reconhecida como Patrimônio Natural da Humanidade, pela Unesco. A região abrange oito municípios goianos: Alto Paraíso, Campos Belos, Cavalcante, Colinas do Sul, Monte Alegre, Nova Roma, São João d’Aliança e Teresina.

Além das apresentações de dança, folias e música, há rodas de prosas, oficinas, exposição fotográfica e mostras de vídeo. E, nesse ano, além dos grupos artísticos  o Encontro realizará também a “Reunião da Comissão Nacional da Política Sustentável para Povos e Comunidades Tradicionais” (com representantes do Ministério e da sociedade civil que integram essa política), seminário “Diversidade Cultural”, “Reunião dos Pontos de Cultura do Centro-Oeste” (que reunirá representantes de 45 Pontos), e o “Encontro de Capoeira”.

A Aldeia Multiétnica receberá dez etnias indígenas. Esses grupos, vindos de diferentes regiões do País, se encontrarão em vários rituais de dança, música, pintura corporal, oficinas, discussões sobre temas de interesse, inclusão digital e mostra de vídeos feitos pelos próprios índios. Todas essas atividades acontecerão na Aldeia da Lua, espaço localizado a 5 km da Vila . As etnias  são KAIAPÓ (PA), KRAHÔ (TO), AVÁ-CANOEIRO (GO), YAWALAPITI (XINGU), KAMAYURÁ (XINGU), XAVANTE, FULNI-Ô (PE), XERENTE, ASHANINKA (AC), DESSANA (AM) e INGARIKÓ (RR).

No dia 23 de julho acontece a transição da cultura indígena para as tradicionais. Nessa data, os índios fazem uma corrida de tora até o centro da Vila de São Jorge e apresentam rituais de música em frente ao palco montado para a festa.  Nessa segunda semana de Encontro será organizada a “Feira de Oportunidades Sustentáveis”, que reunirá artesãos da região que trabalham com matérias-primas do Cerrado, especialmente. Haverá artesanato com sementes, móveis, produtos de aromaterapia, óleos e essências com ervas do Cerrado, pintura, cerâmica, patchwork, instrumentos musicais e roupas.

Meninas de Sinhá

Dentre os shows e artistas confirmados estão Caçada da Rainha de Colinas do Sul – ritual de origem afro-brasileira, composto por 11 dias de folia a cavalo, um  culto ao Divino Espírito Santo e a Nossa Senhora do Rosário numa mesma festa. Catireiros da Chapada dos Veadeiros – o grupo se apresenta em várias festas de cultura popular da região, acompanhado dos Violeiros da Chapada. Catireiros de Natividade – formado por homens criados nas rodas de folia, cujos pais e avós também foram catireiros cujas folias estão inseridas nos Festejos do Divino Espírito Santo e na Festa de Reis. Catireiros de São João D’Aliança – Dança tradicional em devoção ao Divino Espírito Santo e ao padroeiro São João Batista. O som da viola é acompanhado de diversos enredos e versos improvisados, em compasso com as palmas e o sapateado. Comunidade Kalunga – Fazem parte dessa celebração o hasteamento do Mastro do Divino, a coroação do imperador, a procissão, a espada do Império, as rezas e ladainhas; o encerramento é feito com foguetório. Congo de Niquelândia – Tradição afro-brasileira nascida no quilombo Xambá (GO). A Congada da Irmandade de Santa Efigênia é uma manifestação cultural e religiosa em louvor a Santa Efigênia e Nossa Senhora do Carmo; é o único no país a utilizar penachos na cabeça (por conta da aproximação com os índios Avá-Canoeiro). Turma que Faz – apresenta a opereta Crinaná com músicas de CD homônimo. Dança, teatro, música e cinema são utilizados na apresentação, coordenada pela musicista e arte-educadora Doroty Marques. Folia do Divino de Formosa – trata-se de uma das mais importantes folias do calendário da cidade Formosa. Parece um festejo, recheado de ritos, crenças, expressões estéticas, performances, rezas e danças regionais. La Fanfarria – O Grupo Corporación La Fanfarria é uma entidade cultural sem fins lucrativos criada no ano de 1972, na Colômbia. A companhia é patrimônio cultural do município de Medellín. Os membros do grupo são embaixadores da cultura colombiana em mais de 22 países da Europa e da América. Moacir – artista plástico local. Mundaréu – grupo criado em 1997 faz uso dos recursos culturais do povo brasileiro. A brasilidade do grupo está presente tanto na música, na dança, nas encenações e na poesia quanto nos bonecos, adereços e fantasias. Violeiros da Chapada – Vindos de Alto Paraíso, os violeiros da Chapada tocam a moda de viola de raiz, acompanhados pela sonoridade dos Catireiros da Chapada dos Veadeiros. Dércio Marques – Com letras relacionadas ao meio ambiente e às questões sociais, um dos mestres da viola mostra como a arte faz parte de sua vida. A infinidade de temas abordados é apresentada por meio de um repertório totalmente improvisado, escolhido de acordo com o público presente. Renata Rosa – Paulista radicada em Pernambuco, é cantora, atriz, compositora, poetisa e pesquisadora. Já participou de projetos como o Maracatu de Baque Solto Estrela de Ouro de Aliança, de Pernambuco. Seu trabalho é aprofundado em pesquisas culturais e sonoras nos estados de Pernambuco e Alagoas. Os cantos das rodas de coco, de maracatu rural-tradicional e do cavalo marinho foram temas de suas investigações. Diversas de suas canções não têm registro de direito autoral, são de domínio público, pois representam o canto do povo. Terno de Congo do Catalão – O Terno de Congo Vilão de Catalão (GO) faz parte da celebração da Festa de Nossa Senhora do Rosário que acontece há 140 anos na cidade goiana e reúne todos os Ternos de Congo, Catupé Catunda e Moçambique da cidade. Os festejos acontecem todo mês de outubro e seus sentidos originais são o louvor à Nossa Senhora do Rosário e a celebração aos antepassados africanos. Terno de Moçambique de Perdões – Liderados pelo Capitão Julio Antônio, os mineiros do Terno de Moçambique de Perdões se apresenta em devoção à Nossa Senhora do Rosário. Segundo o Capitão do Terno, em uma noite de lua cheia, Antônio Joaquim de Oliveira, o avô de Seu Júlio, ouviu dois escravos cantando debaixo de uma árvore. Achando a cantoria bonita, se aproximou do local. Essa aproximação deixou a dupla de escravos assustada, fazendo com que corressem para a senzala. O que os escravos não sabiam era que, na verdade, o avô de seu Júlio queria assistir de perto aquela dança, canto e gingado. Depois deste dia, Antônio Joaquim convidou os escravos para cantar e dançar em sua casa, o que mais tarde viraria o Terno de Moçambique de Perdões.

Congo de Niquelândia

As diversas atividades culturais apresentadas no Encontro propiciam, pelos cinco sentidos, uma intensa apreensão e vivência profunda das riquezas da Chapada. Além de integrar mais fortemente as expressões culturais da região, promove o intercâmbio com realidades similares nacionais e com o que é produzido por artistas que atuam em áreas diversas e com diferentes linguagens.

As dificuldades iniciais foram sendo superadas  com o aprendizado proporcionado pela criação do Programa Nacional do Patrimônio Imaterial, gerido pelo IPHAN.

Outro destaque é o projeto “Cultura, Arte e Pensamento das Mulheres”, destinado a dar espaço a grupos de mulheres provenientes de diferentes matrizes culturais, de várias partes do mundo, por meio de rodas de prosa, cortejos, apresentações no palco e oficinas, dando voz a sua arte e ativismo nos movimentos sociais. Para essa mostra da arte e diversidade da cultura onde as mulheres são protagonistas, foram convidadas artistas do Brasil, América Latina, Caribe e Portugal.

Com a ascensão da cultura e da área social como campos estratégicos para as políticas públicas, uma série de outros programas, ações e projetos puderam ser acessados ou discutidos dentro do processo de organização do Encontro  e o maior acesso a eles pela população da Chapada dos Veadeiros para a resolução dos seus problemas e para a afirmação de seu potencial natural e cultural.

A Vila de São Jorge teve sua povoação iniciada por garimpeiros em busca do cristal quartzo. A abundância do mineral atraiu garimpeiros de vários lugares, principalmente da Bahia. Formou-se, então, um grande acampamento chamado “Acampamento do Garimpão”. Houve a alta do preço do cristal (impulsionada pela guerra) e logo depois a baixa (com o final da guerra e invenção do cristal sintético).  O site do encontro é http://www.encontrodeculturas.com.br Vai lá , Dona Francilene !

Quem não gosta de nenhuma destas coisas pode procurar alguma feira agropecuária em volta e vai achar duplas sertanejas às pencas.

Diversão garantida !

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Lagoa Azul (via Meu Drink)

Lagoa Azul

Ingredientes:

Mix de Limão, a famosa limonada – 1 dose

Vodka – 1/2 dose

Curação Blue – 1\4 de dose

Soda Limonada – até completar o copo

Gelo – à gosto

Como fazer:

Bata em uma coqueteleira a limonada, a vodka e o curaçao. Ponha tudo em um copo de long drink. Adicione o gelo e complete o copo com a soda.

Decore com laranja e cereja. Canudo azul ou vermelho tb fica bem bonito.

Gelo quebrado dá um ar de Iceberg na parada.

via Meu Drink

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Seminário sobre drogas no IAB Nacional

Dia 22 de julho (quinta-feira), às 11h, será instaurada a Comissão de Prevenção à Dependência Química .   No mesmo dia 22, às 13h, no Plenário do Instituto, será realizado o primeiro Seminário da Comissão de Prevenção à Dependência Química, com a presença de estudiosos da matéria e a comunidade universitária. Os palestrantes serão o Dr. Fernando Fragoso – Presidente do IAB, Dr. Jorge Jaber – Psiquiatra e Presidente da Comissão de Drogas da APERJ com o Tema: A epidemia do crack. , Dr. Talvane de Moraes – Presidente da Comissão de Dependência Química do IAB com o Tema: Os aspectos psiquiátricos forenses do uso e dependência de drogas. Dra. Ester Kosovski – Ex-Presidente do CONFEN, do Ministério da Justiça, Diretora do IAB com o Tema: A política de drogas na atualidade. Dr. Ubyratan Cavalcanti – Secretário-Geral do IAB com o Tema: A atual legislação antidrogas. Mais informações no site www.iabnacional.org.br ou (21) 2252-4538 , Av. Marechal Câmara, 210, 5º andar, Castelo, Rio de Janeiro, RJ.

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Gente que encontrei por aí… João Luiz Miranda, Presidente do Sindinav/Guajará-Mirim/RO

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Campeão da sustentabilidade

Por Juan Quirós

A Copa do Mundo da África do Sul resgata a Pátria de Chuteiras no cotidiano dos brasileiros Porém, a justificada euforia ante a expectativa do hexacampeonato não pode empanar a consciência de que, conforme alerta feito pela própria Fifa, estamos atrasados na agenda de uma competição ainda mais importante para o País: a Copa do Mundo de 2014, cuja realização no Brasil deve resultar em avanços significativos na infraestrutura.

Para que isso ocorra, é premente que os setores público e privado assumam suas responsabilidades. O Estado terá papel preponderante na viabilização das obras, pois boa parte delas será financiada com seus recursos. Estamos, sem dúvida, diante de excelentes perspectivas para o desenvolvimento de esforço conjunto entre os governos federal, estaduais e municipais, empresários, clubes de futebol e federações, com foco na construção, recuperação e modernização de rodovias, ferrovias, aeroportos, hotéis, logradouros urbanos e arenas esportivas. A Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, compõem um fator de estímulo aos investimentos nessas áreas e conferem ao País prestígio e credibilidade no cenário internacional.

Por outro lado, não basta cumprir os prazos e executar o expressivo volume de empreendimentos previstos. É importante, também, que os grandes eventos suscitem mudança cultural do mercado na direção das construções sustentáveis, essenciais na luta pela salubridade do habitat e contra as mudanças climáticas. É imprescindível, portanto, atender à expectativa de que os novos estádios e obras de mobilidade urbana respondam às demandas da preservação do meio ambiente, consolidando essa tendência também na execução de obras comerciais e residenciais, compensando integralmente as emissões de carbono. É preciso ter sempre em mente a ameaça das mudanças climáticas e a contribuição de cada setor produtivo para mitigar o risco.

São imensos os benefícios dos chamados empreendimentos verdes quanto à qualidade da vida de seus ocupantes, pureza do ar, luminosidade, temperatura e sequestro de carbono. Neste contexto, são cinco suas principais características: a eficiência na prevenção e redução da degradação ambiental na atividade construtiva, em especial no controle da erosão e sedimentação do solo; o uso de tecnologias para o controle do desperdício de água potável e preservação dos lençóis freáticos; utilização de sistemas elétricos capazes de reduzir o consumo de energia; o desenvolvimento de atividades para armazenagem e coleta de resíduos recicláveis; e o uso de sistemas de climatização voltados ao controle ambiental do ar interno.

Para que uma construção seja adequada ao tripé do conceito mais avançado de sustentabilidade (ser ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável), deve atender às normas LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), mundialmente aceitas e reconhecidas no Brasil. Sua certificação é feita pelo United States Green Building Council (USGBC), que tem um conselho encarregado de suas adaptações em nosso país.

É fundamental que haja uma inversão cultural do mercado, no sentido de se perceberem as vantagens e ganhos econômicos proporcionados por um empreendimento verde. No Brasil, construções industriais e comerciais estão mais avançadas no contexto dessa nova concepção arquitetônica. A ideia é que esses empreendimentos tornem-se, paulatinamente, um padrão da construção civil. Os ganhos são muito relevantes: redução de 39% na emissão de dióxido de carbono, 40% do consumo de água potável e até 50% de energia elétrica e 70% dos resíduos sólidos.

Felizmente, a comunidade empresarial brasileira está muito consciente com relação à necessidade de se realizarem obras enquadradas no conceito de projeto sustentável. No entanto, a partir do momento em que a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 passarem a semear canteiros de obras em todo o País, é imprescindível articulação entre os atores econômicos e sociais para a consolidação do modelo “verde”.

Considerando que o Brasil tem posição estratégica quanto à produção de alimentos e de energia renovável, detém a mais abundante reserva hídrica e possui a maior biodiversidade do Planeta, as construções ecologicamente corretas lhe garantiriam o título mundial da sustentabilidade.

*Juan Quirós é presidente do Grupo Advento e vice da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e da ABDIB (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base).

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