Arquivo do dia: 05/07/2010

Vamos dar uma espremidinha que cabe mais um !

foto : divulgação / Ryanair

A polêmica e barata irlandesa Ryanair, concorrente da Blue Jet (a Azul americana) afirmou que pretende oferecer as passagens para viagens em pé justamente com os recursos arrecadados na utilização dos sanitários. (Ela anunciou recentemente que pretendia cobrar cerca de R$ 8 para o uso dos banheiros em seus aviões.) A idéia é trocar as fileiras de trás dos aviões, e talvez os banheiros, por fileiras de encostos verticais. Assim caberia mais 50 pessoas em cada vôo. Os testes de segurança começarão em 12 meses e os planos são viabilizar o projeto em um prazo  entre 18 meses a dois anos e os aviões com assentos verticais seriam inicialmente utilizados apenas em voos de  duração de menos de uma hora, tipo ponte aerea Rio/SP, trecho Rio Branco/Porto Velho. A Ryanair declarou : “Nós já retiramos balcões de check-in, uma ideia que há dois anos as pessoas consideravam uma piada.Por que não haveria de dar certo esta nova experiência?” Os fabricantes de sardinhas estão de olho nestas novidades. Já já começam a tirar as janelinhas, as luzes de cortesia, e rola o que a gente chamava, não muito antigamente um Boeing “pé de boi”.

Na foto um fusca "pé-de-boi", o carro era tão espartano que não tinha nenhum cromado, nem espelho lateral, pisca-pisca, nada. Era carroceria, motor, câmbio e rodas. Tente imaginar um "Boeing" pé-de boi " !

Com informações da BBC

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Gente que eu encontrei por ai… Beth Brito

Beth Brito trabalha com turismo cultural e ecológico na região do Vale do Guaporé. Dá-lhe Beth !

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Dunga e o time de anões

Por Rud Prado

Antes da Copa começar lancei uma previsão. Meu lado Mãe Diná, que droga, estava certo. Os meninos do Brasil pisaram na Jabulani. Mas não dá para criticar a coitada da pelota. Não foram poucos os que se deram muito bem com ela. Então o que aconteceu com nosso time, ou com o time do Dunga? Bom, já tinha previsto que a coisa iria começar meia boca. E que depois  de uma boa apresentação até quem estivesse como eu,  barbinha de molho, se animaria com uma bela apresentação. Mas ela não veio. Sofremos na primeira fase com a falta de criatividade do nosso ataque. Contra times retranqueiros – e a maioria é – nos mostramos incompetentes.  Ficamos torcendo pelo lampejo de talento de jogadores que não estavam na sua melhor fase. Ficamos dependendo da fragilidade de nossos adversários. Nosso banco sem opção. Nosso técnico sem paciência, sem educação. Comemoramos a vitória contra o Chile, como se eles fossem o bicho papão. Eles abriram as pernas e estávamos diante da Holanda. Aí, depois de um primeiro tempo digno do futebol que se espera da seleção do Brasil, não apenas do time do Dunga, o chão se abriu na falha do melhor goleiro do mundo. O time encolheu. Um time todo de Dungas. Jogadores descontrolados. Como se tomar um gol fosse o fim. Era o começo da nossa derrota. Mas esse descontrole já estava patente no primeiro tempo. Um técnico ensandecido esmurrando, xingando. E estávamos ganhando! Robinho abria uma boca maior que o mundo, querendo engolir o juiz, ao invés de jogar apenas o bom futebol que enfim jogava.  Foi esse mesmo Robinho, o Fabuloso e companhia, que antes do jogo contra o Chile fizeram declarações nada modestas. A despedida da nossa seleção estava anunciada mais uma vez. Disseram os nossos craques em falar pelo cotuvelo que os adversários tremem diante da camisa amarelinha, que viram o rosto, que desviam o olhar no túnel. Triste conclusão: de novo a soberba nos tirou do páreo no momento em que começamos a jogar de verdade. Nos encolhemos diante da primeira adversidade porque nos julgamos maiores do que somos realmente. E, principalmente, pelo péssimo hábito de nos julgarmos maiores do que nossos adversários. Esquecidos de que a real grandeza se conquista a todo o momento, superando a dificuldade presente. Não é uma camisa que nos dá a grandeza, seja ela amarela ou não. É o modo como a dignificamos. Sem essa compreensão quem tremeu foi um time todo. Não no túnel, mas diante do mundo. Nem a camisa azul nos impediu de amarelar diante dos Laranjas. Mais uma lição. Perder é parte do futebol, é  parte da vida. Então percamos também, de uma vez por todas, a empáfia que nos apequena e que tantas derrotas nos dá.

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Túnel do Tempo

Beto Bertagna e Vitor Ugo,cineasta e autor do célebre “Os Desbravadores”  trocando figurinhas… 1997

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Meu prego

no caminho

morto

moscas e passarinho.

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Índios digitais

Estreou  o curta-metragem Indígenas Digitais,  no Rio de Janeiro. Um documentário mostrando como indígenas de várias etnias estão utilizando a tecnologia para troca de informação e aprendizado. É o curta-metragem Indígenas Digitais, uma parceria da ONG Thydewá com a Cardim Projetos. O curta traz várias nações como a Pataxó Hahahãe (BA) , a Pankararu e a a Tupinambá (BA). Os indios relatam o uso da filmadoras, celulares e computadores  para a melhoria da vida nas comunidades e para o contato com o mundo.

O funcionamento da rede Índios On-Line ,projeto selecionado em 2004  , proporcionou a criação de um portal para facilitar a informação e a comunicação entre sete nações indígenas na Bahia, em Pernambuco e em Alagoas. Nos últimos anos, o projeto contou com a participação de 25 etnias e mais de 500 indígenas, que publicaram 3.000 matérias e receberam 2 milhões de internautas em seu portal.

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Ao norte – 35

Praça no centro de Alta Floresta, ano 2000

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