Arquivo do dia: 29/06/2010

Spam

Existem diversas versões a respeito da origem da palavra spam. A versão mais aceita afirma que o termo originou-se da marca SPAM, um tipo de carne suína enlatada da Hormel Foods Corporation, e foi associado ao envio de mensagens não-solicitadas devido a um quadro do grupo de humoristas ingleses Monty Python.

O quadro foi escrito para ironizar o racionamento de comida ocorrido na Inglaterra durante e após a Segunda Guerra Mundial. SPAM foi um dos poucos alimentos excluídos desse racionamento, o que eventualmente levou as pessoas a enjoarem da marca e motivou a criação do quadro.

Esse quadro envolve um casal discutindo com uma garçonete em um restaurante a respeito da quantidade de SPAM presente nos pratos. Enquanto o casal pergunta por um prato que não contenha a carne enlatada, a garçonete repete constantemente a palavra “SPAM” para indicar a quantidade. Eventualmente, a discussão faz com que um grupo de vikings presente no restaurante comece a cantar de maneira operática “SPAM, amado SPAM, glorioso SPAM, maravilhoso SPAM!”, impossibilitando qualquer conversa.

A Hormel Foods Corporation não se posicionou contra o uso do termo spam para designar o envio de mensagens eletrônicas não-solicitadas após sua popularização, mas passou a exigir que a palavra SPAM em letras maiúsculas seja reservada para designar seu produto e marca registrada.

Existem três versões, menos populares, a respeito da etimologia que associam o termo spam a acrônimos. A primeira afirma que SPAM significa Sending and Posting Advertisement in Mass, ou “enviar e postar publicidade em massa”, a segunda que significa Shit Posing As Mail, ou “porcaria fingindo ser correspondência” e a terceira que significa Single Post to All Messageboards, ou “mensagem única para todos os fóruns de discussão.”

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5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul : Porto Velho fica fora do circuito, Rio Branco entra

A mostra “Cinema e Direitos Humanos na América do Sul” dedica-se a apresentar, e dessa vez pelo quinto ano consecutivo, filmes sul-americanos que discutem temas atuais de direitos humanos no nosso continente. Repetindo as mesmas parcerias do primeiro ano, a 5ª edição da mostra é realizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica, produzida pela Cinemateca Brasileira e pelo SESC São Paulo, e patrocinada pela Petrobras.

Para a edição 2010, que será exibida a partir do dia 8 de novembro desse ano, o circuito de exibição compreenderá 20 capitais brasileiras: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Teresina.

Como em todos os anos, a mostra vem para comemorar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. A curadoria em 2010 é de Francisco Cesar Filho, que prepara uma programação compreendendo uma seção contemporânea, uma retrospectiva histórica, homenagens e encontros.

Os filmes contemporâneos, que até então eram programados apenas via pesquisa curatorial, passaram a ser escolhidos também por meio de uma chamada pública. É com emprego desses dois sistemas de seleção que a mostra exibe, sempre, títulos realizados em todos os países da América do Sul: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, consolidando-se como espaço de reflexão no qual os direitos humanos se encontram com a expressão cinematográfica. Ao exibir a produção contemporânea sul-americana, o evento promove o encontro de cineastas, militantes e ativistas com o publico de diversas regiões do país. E Porto Velho dançou…

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