Arquivo do dia: 24/06/2010

Arqueologia na Amazônia em alta : Dra. Erika Robrahn-Gonzalez

Nunca a arqueologia esteve tão em voga, sendo comentada, discutida nos bares, nas rodas de amigos, como agora na Amazônia. A Amazônia parece ser a bola da vez na ciência investigativa. Só em Porto Velho, há 2 cursos em funcionamento: um regular, na Universidade Federal de Rondônia-UNIR e outro de Especialização, na Faculdade São Lucas. Em Presidente Médici temos o Centro de Arqueologia de Rondônia, e na rua, os arqueólogos contratados pelos grandes empreendimentos do Madeira se cruzam a todo instante. Veja esta entrevista interessante da Dra. Erika Robrahn-Gonzalez, da empresa Documento , responsável pelo trabalho de arqueologia em Jirau,  para o Globo Universidade.

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Livros que ajudam a entender Rondônia – 14 – Inferno Verde

Alberto Rangel foi amigo de Euclides da Cunha desde o tempo de estudantes na Escola Militar da Praia Vermelha, onde, em novembro de 1888, assistiu, em formação, o ato de rebeldia de Euclides no famoso episódio do sabre. Quando em dezembro de 1904, o autor de “Os Sertões” chegou a Manaus chefiando a comissão de Reconhecimento do Alto Purus, foi recebido no cais por Rangel que lhe ofereceu para morada sua casa, a Vila Glicínia, a bucólica “Tebalda” com alpendre para a borda da mata amazônica.

Dos estudos dos dois escritores, surgiu o livro “Inferno Verde” de Alberto Rangel, publicado em 1908 com um longo e primoroso prefácio escrito por Euclides da Cunha; embora distantes, os dois amigos correspondiam-se regularmente; em 15 de agosto de 1909 quando Euclides foi assassinado, Alberto Rangel encontrava-se na França e só voltou ao Brasil em dezembro desse ano. Livro que se encontra ainda em sebos de Rio e São Paulo.

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Ministro da Cultura anuncia nesta quinta a estréia da Cia. Brasileira de Ópera

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, junto com o Maestro John Neschling e com o diretor executivo da Cia. Brasileira de Ópera, José Roberto Walker, anunciam nesta quinta (24)  em Belo Horizonte, a turnê nacional de estreia da Companhia Brasileira de Ópera.

O primeiro espetáculo será O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, apresentado às 21h, também nesta quinta-feira, (24) no Palácio das Artes. O projeto é apoiado pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Políticas Culturais, e tem como objetivo divulgar o gênero musical e ajudar na formação de cenógrafos, regentes e músicos de todo o País.

A Cia. Brasileira de Ópera também se apresenta em outras 14 cidades e a estimativa é que mais de 100 mil pessoas assistam à peça, que terá preços acessíveis. O MinC participa do projeto com 50% do orçamento total, que é de R$ 10,3 milhões. O restante é patrocinado pelo Banco do Brasil e pela Petrobras.

A peça apresentará cenários e personagens desenhados pelo cartunista americano Joshua Held que vão interagir com cantores de carne e osso, capturando a atenção de adultos e crianças. A direção artística é do Maestro John Neschling e produção de José Roberto Walker.

Além de Neschling, a Cia. terá como regentes residentes os maestros Abel Rocha e Victor Hugo Toro. O diretor italiano Pier Francesco Maestrini assina a concepção cênica da ópera, e Walter Neiva e Mauro Wrona serão diretores residentes. Participarão de cada etapa da turnê mais de 70 artistas e técnicos. Até o final da temporada serão mais 200 profissionais envolvidos em todo o Brasil.

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Fórum Juvenil do Patrimônio Mundial : inscrições abertas até 1º de julho

O Iphan, em parceria com a Federação Brasileira dos Albergues da Juventude, promoverá a edição regional do Fórum Juvenil do Patrimônio Cultural. Deverão participar jovens de 18 a 22 anos, de todo o Brasil e de outros 18 países da América do Sul, África e Ásia. O site do evento, onde estão todas as informações e a ficha de inscrição é: www.patrimoniojovem.com.br

Do Brasil, serão selecionados 27 jovens, um de cada estado da federação, e mais 18 jovens dos países que comporão o Centro Regional de Formação em Gestão do Patrimônio Cultural, unidade de referência internacional reconhecido pela Unesco e em fase de implantação no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro e que reúne os países da América do Sul, países africanos de língua portuguesa e espanhola, Timor Leste, além de Portugal e Espanha.

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