Arquivo do dia: 11/06/2010

Mostra Fotográfica realizada por surdos na Ivan Marrocos

A exposição de alunos  do I Curso Básico de Fotografia para Surdos movimenta a Casa de Cultura Ivan Marrocos, no horário de 8:00 às 20:00 horas,  até o dia 14.06.2010. Com o tema “A Fotografia é Absurdamente Comunicante” a Mostra  reúne mais de 100 fotografias dos 15 alunos que concluíram a formação. O curso  é uma realização da Secretaria de Estado da Educação, através do Centro de Capacitação dos Profissionais da Educação e Atendimento às Pessoas com Surdez –CAS e teve início no dia 25.05 com a carga horária de 40 horas entre teoria e prática de campo.

Segundo o ministrante do curso o fotógrafo Walteir Costa a “grande sacada dessa amostra é que ela sinaliza para o potencial de aprendizagem da fotografia pela pessoa com surdez porque essa pessoa é essencialmente visual, se orienta no mundo através da sua  visualidade. Neste sentido, os recursos da linguagem fotográfica podem contribuir de forma significativa  para uma maior expressão da sua interioridade e comunicação com o mundo”.

Além de uma metodologia especificamente projetada para as condições da surdez, as aulas  foram traduzidas para a Língua Brasileira de Sinais – Libras  pela intérprete professora Elielza Reis cujo trabalho foi reconhecido como de grande relevância para o sucesso dessa primeira experiência com surdos da cidade de Porto Velho. que também contou com a parceria e apoio do Colortec, Tênis Club de Porto Velho e  a  Secretaria da Cultura através da Casa Ivan Marrocos.

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BAFANA BAFANA ABAFANDO (via DIÁRIO DA FOICE)

BAFANA BAFANA ABAFANDO

DANDO CABO NA CIDADO DO CABO

Hoje estive em Cape Town onde o agito não pára. Para vocês terem uma idéia do clima, um senhor de 76 anos faleceu de derrame em um dos hospitais da cidade. Quando eu lhe falei “Vambora, ô bacana” ele entendeu “Bafana” e alma saiu do corpo pulando com uma camisa da seleção da África do Sul e gritando “Bafana, bafana!” todo serelepe. A alegria é contagiante!

OBRIGADO, STEVE JOBS

Recebi esta manhã um IPAD para fazer minhas matérias pro “Matando a Bola”. Foi um presente do meu amigo Steve Jobs pelo favor de não tê-lo levado alguns anos atrás em decorrência de um câncer que teria empacotado até o Niemeyer, mas peguei leve. Desde então o nosso acordo é: enquanto ele conseguir fazer a Apple inovar, ele sobrevive. Acho uma troca justa.

Estou adorando o aparelho. Nos seus 64 Gb couberam todos os arquivos e fichas com nomes de todo mundo que eu já levei e ainda vou levar. Tem Wi-Fi e 3G, um eterno pedido meu porque o inferno é o como o Brasil, a gente não encontra um Wi-Fi decente em canto algum e 3G pega bem lá (ironicamente só o da VIVO). Já no céu a tecnologia 4G já está instalada há muito. É o paraíso!

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A partir de hoje escreverei nele o “Matando a Bola – Especial da Copa 2010”. A merda é que não tem Word. Mas posso conversar com o Bill Gates para resolver isto logo. Se funcionou com o Office para Mac, pode funcionar para o Ipad também. Não custa ameaçar… quer dizer: tentar!

SERVIÇO DE PRETÓRIA

Mesmo com credenciais do além é difícil conseguir um serviço decente nesta cidade. Fui barrado duas vezes ao tentar entrar no estádio de Pretória para fazer umas fotos para o “Diário da Foice”. E olha que eu expliquei duas vezes que eu era a Morte, e coisa e tal, mas não adiantou. Tentei dar uma graninha por fora dizendo “Libera a entrada aí, ô bacana”. Mas o cara entendeu “Bafana” de novo e saiu pulando todo animadinho gritando o nome da seleção da África do Sul. E pior: levou a minha grana sem me deixar entrar.

SOWETO É PIOR DO QUE COMPLEXO DO ALEMÃO

Visitei uma das bairros mais famosos do mundo, Soweto, que muita gente também conhece por favela, mas isso é propaganda enganosa. Favela sem traficante, sem tiroteio, e bala perdida a cada cinco minutos para mim não é favela. Eu teria que vender biscoitos Globo para sobreviver lá. Se continuar neste caminho vai virar bairro nobre. Escrevam o que eu tô falando.

SIMON NA RODA

Cruzei ontem por acaso com Carlos Eugênio Simon que já está em Rustemburgo. Passou pertinho de mim. Se ele soubesse o número de pedidos que eu recebo diariamente para levá-lo teria mudado de calçada. Ele vai apitar o primeiro jogo da Inglaterra. A sorte dele é que meu inglês não passa do “The body is on the table”.

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Um funcionário da Copa disse que Morte só conseguiria entrada para a abertura passando por cima do cadáver dele. Pelo menos foi a última coisa que o funcionário disse…

via DIÁRIO DA FOICE

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Crack chega a Rondônia para o tráfico invisível

Por Nelson Townes, do NoticiaRo.com

O crack, a mais mortífera e barata droga derivada do lixo que sobra da fabricação da pasta base de cocaína,chegou definitivamente a Rondônia (e ao vizinho Estado do Acre). Era o pior pesadelo da Polícia Federal, das polícias estaduais e principalmente dos Ministérios da Justiça(MJ) e Saúde a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad.)

Já se sabia que o crack estava se espalhando dos grandes centros urbanos do Sul e Sudeste – especialmente São Paulo e Rio – para os municípios do Interior dessas regiões. O que se temia é que se expandisse para todo o País e chegasse a Amazônia, principalmente em regiões como Rondônia, onde o narcotráfico é virtualmente invisível.

É feito em pequenas quantidades por incontáveis, talvez milhares, de “mulas” (transportadores) que constituem o que os policiais chamam de “tráfico formiga”. As pequenas porções d narcóticos são facilmente escondidas, são tão pequenas que as “formigas” conseguem convencer com facilidade que é para uso próprio, quando são presas, e acabam sendo logo libertadas;

Mas, através do “tráfico formiga” são contrabandeadas, no total, grandes quantidades que são armazenadas nos entrepostos em Porto Velho e no interior do Estado e despachadas em grande escala para os mercados consumidores nas grandes cidades do Brasil, da Europa e da Ásia. E com freqüência para os Estados Unidos, não obstante o paredão policial com que a Agência de Repressão ao Narcotráfico (a DEA, Drug Enforcement Agency) tenta proteger o país.

É isso o que torna avassaladora a presença do crack aqui. Assim como não se sabe o total de “traficantes formigas”, muito menos se sabe qual o volume da droga consumida aqui. O uni co dado estatístico confiável é o de que para cada grama de narcótico apreendido pelos policiais, outros dez passaram sem que ninguém visse.

Nos anos 1990 dizia-se que nada menos do que três mil quilos de pasta base de cocaína atravessavam a fronteira do Brasil com a Bolívia e eram embarcados em pequenos aviões que os aguardavam nas 400 pistas de pouso escondidas na selvas de Rondônia – com destino a Colombia – ou, quando o carregamento era de cocaína refinada, para praias desertas da Flórida, onde a carga era recolhida e os aviões abandonados. Era o que fontes da Polícia Federal diziam na época.

Carregamentos de cocaína partiam também de Rondônia para o Centro-Sul. Rondônia era a principal rota de escoamento da droga colombiana para São Paulo, Rio, Europa e Ásia – e era uma rota estratégica definida pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, ao qual está subordinada a DEA, para desviar o fluxo da cocaína que, entre os anos 1980 e 1990, tinha produzido 8 milhões de adolescentes narcodependentes nas ruas das principais cidades americanas.

O repórter obteve essa informação em conversa (em 1990) com autoridades da Umopar,a polícia nacional anti-drogas da Bolívia, nas cidades bolivianas de Trinidad, Cochabamba e Santa Cruz de La Sierra e fontes diplomáticas brasileiras e bolivianas em La Paz – como enviado especial da Agência Estado.

Obviamente o pessoal da DEA que o repórter entrevistou no quartel-general dessa organização em Trinidad (era o 3º andar inteiro do Hotel Ganadero, no centro da cidade) nunca admitiu isso. Muito menos a Polícia Federal do Brasil o confirmou e qualificou como “mentirosa” outra informação ouvida na Bolívia de que a DEA, que auxiliava financeiramente a polícia brasileira impunha, mediante um acordo secreto, que Rondônia fosse aberta ao narcotráfico como uma rota para desviá-lo dos Estados Unidos para a Europa e Ásia.

Foi nessa época que os policiais estaduais e federais começaram a falar no “tráfico formiga” em Rondonia, principalmente de “mela”. Tráfico feito principalmente por mulheres. A “mela” era a droga mais popular de Rondônia, depois da maconha e, nas palavras de um promotor público a este repórter, representavam a única fonte de renda para um universo entre 10 mil a 40 mil famílias em Porto Velho.

Como já foi dito antes, não há uma estatística segura sobre a quantidade de drogas apreendida em Rondônia nem sobre o total de “formiguinhas” envolvidas . Talvez uma avaliação aproximada possa ser feita com base na população carceraria presídio feminino de Porto Velho. Das 144 presas, 95 por cento, diz uma fonte oficial, cumprem pena por tráfico de drogas. “A maioria por pequenas porções de drogas, em média 100 gramas por presa.”

Algumas estão condenadas a longas penas, por agravantes e outros crimes, mas a maioria das “formigas”em breve estará nas ruas, engrossando as fileiras das pequenas traficantes livres e comercializando o crack recém-chegado a Porto Velho, um produto mais barato e que logo se torna muito procurado dado seu instantâneo poder de causar dependência ao usuário.

Homens jovens adultos também fazem o “tráfico formiga” e grande parte deles, ao menos a metade, constitui a população dos presídios masculinos de Porto Velho, especialmente o Urso Branco, atualmente com cerca de 700 presos.

O narcotráfico invisível é tão desafiador para a Polícia que ela faz o maior alarde quando prende alguém “com uma porção de substância entorpecente”. Recentemente, um programa de TV do meio dia, desses do tipo “almoço com sangue”, mostrou um repórter relatando uma grande operação policial militar contra um traficante.
As cenas mostravam vários carros da Polícia Militar correndo com a sirene aberta como se fossem participar de um combate. Depois exibiam um cara magro e com jeito de faminto algemado e apresentado como “perigoso elemento”, “rei do tráfico”. E um oficial exibindo orgulhosamente o resultado da operação: umas quatro “parangas”de “mela” que mal davam para ver sobre a mão espalmada do militar. Talvez tenha sido uma tática de marketing para assustar as “formigas.”

As autoridades ainda estão tentando entender como Rondônia e Acre se tornaram alvo dos traficantes das novas drogas, pois além do crack surgiu a “merla morte súbita”, que não deve ser confundida com a tradicional “mela”,sem o “r.”

Aparentemente, o crack chegou a Rondônia junto com a transferência de presos perigosos para os novos presídios da região, e que decidiram que uma nova “fonte de renda” é necessária para influenciar as atividades criminosas a partir destes presídios” – como analisa um olicial.

Poli ciais ouvidos pelo repórter disseram que por ser mais barato e causar fulminante dependência, o crack pode ser devastador nas camadas mais pobres da população e aumentar a criminalidade dos que estarão dispostos a fazer qualquer coisa para comprar mais crack.

É a primeira vez que o cracl é identiticado no noroste do Brasil, seg undo uma fonte policial. Há crack sendo consumido em Porto Velho e Rio Branco.

É uma droga que vai circular invisível, através do “tráfico formiga”. Uma pedra muito pequena de crack de péssima qualidade, é vendida na Paraíba, a crianças de 8 anos por apenas R$ 1,00. Uma única pedra de crack pode, dependendo do tamanho, custar em média a R$ 10,00; Em média, é quanto custam aqui..

No Nordeste, a faixa etária mais atingida é de 8 a 14 anos, de famílias de baixa renda. Em vários Estados, crianças pedem esmolas, dinheiro para comprar crack.

Paradoxalmente, as apreensões de cocaína, uma droga mais cara, mais da classe média no Brasil, vêm aumentando consideravelmente nos últimos anos e mais do que dobraram desde o início da década, segundo informa um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU)

O crack suplantou o consumo da cocaína e da “mela” derivada da pasta base de cocaína em Rondõnia. E a Força Aérea Brasileira, com o apoio do Serviço de Proteçção e Vigilância da Amazônia (Sivam) desviou para o Paraguai a rota do cocaína (produzida principalmente na Colômbia), de sua antiga rota por Rondônia, via Bolívia. .

Mas, há indícios de que aumentou o contrabando da pasta base, não mais para ser enviado para a Colombia, nos aviões que se escondiam nos campos de pouso em fazendas de Rondônia, e sim para a produção de “craclk” em rústicos laboratórios que podem ser instalados em qualquer Estado brasileiro, segundo um informante deste site, principalmente em São Paulo.

Uma ironia é que o crack é feito com a pasta base de cocaína, geralmente oriunda de Rondônia refinada no Centro-Oeste e no Sudeste. Provavelmente o presidenciável tucano José Serra sabe disso e quer desviar a atenção sobre a raiz do mal em São Paulo, denunciando a “cocaína” que vem da Bolívia com a complacência do presidente Evo Morales.

O aumento do comtrabando da pasta base, matriz do crack – salvo engano um quilo de pasta pode render 20 mil pedras – não tem sido mencionado pelas autoridades e pela mídia em geral. Fala-se genericamente em cocapina.
Outra ironia, em 20 anos, o crack saiu das cracolândias das grandes metrópoles para ganhar municípios do interior do Brasil. E saiu das sarjetas, nivelando mendigos e meninos de rua a famílias de classe média e alta.

Desde os primeiros relatos de meninos de rua fumando a pedra elaborada dos restos da cocaína nas ruas da capital paulista, em 1989, até os dias atuais, o crack transformou-se num gigantesco problema de saúde pública, observa o jornal “Correio Braziliense.”

O jornal informa que só em 2009, as polícias brasileiras apreenderam mais de 1,5 tonelada da droga, cujo poder de viciar nunca havia sido verificado antes. A demanda em clínicas de tratamento chega a 90% do total de vagas.

“Estamos diante de um problema grave, que atinge especialmente os jovens, trazendo a eles uma perspectiva sombria de futuro”, definiu José Luiz, diretor do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde.

Não é apenas Rondônia que não tem dados precisos sobre o narcotráfico. Telles disse que não se sabe exatamente quantos usuários de crack existem no país, já que os dados disponíveis são de 2005 e serão atualizados por um levantamento encomendado pelo governo federal que deve ficar pronto no primeiro semestre de 2010.

Além de ser um fator de aumento da criminalidade, os efeitos sobre o usuário são fatais. Os usuários de crack sofrem danos como a intoxicação pelo alumínio, que se desprende da lata de refrigerante aquecida para inalação do crack.

Textos médicos informam que o metal entra na circulação causando danos irreparáveis ao cérebro , pulmões e rins. Além do mais o organismo do dependente cobra uma vigília quase permanente em função da droga.

O usuário quase não come ou dorme, o que provoca um rápido emagrecimento. Sem contar as inevitáveis lesões nos pulmões, o coração também sofre com a dopamina, que eleva a quantidade de adrenalina e o aumento da pressão arterial e o número de batimentos cardíacos.

Nos músculos esqueléticos, pode haver a degeneração irreversível chamada de rabdomiólise. O crack provoca lesões no cérebro, causando perda de função de neurônios.

Isso resulta em deficiências de memória e de concentração, oscilações de humor, baixo limite para frustração e dificuldade de ter relacionamentos afetivos. Em razão da ação no cérebro, quadros psiquiátricos mais graves também podem ocorrer, com psicoses, paranoia, alucinações e delírios

O desejo sexual diminui. Os homens têm dificuldade para conseguir ereção.Pacientes podem morrer de doenças cardiovasculares (derrame e infarto) e relacionadas ao enfraquecimento do organismo (tuberculose).

Os Ministérios da Justiça(MJ) e Saúde a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) já deflagraram ações com o objetivo de prevenir, conscientizar e reprimir a expansão do entorpecente que assusta o país.

“O avanço dessa droga nos preocupa, uma vez que existe agora um processo de interiorização do consumo no país. Acreditamos que somente um trabalho de triangulação entre as pastas da Saúde, Educação e Justiça pode ser efetivo no combate”, afirma o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto.

Em novembro de 2009, o órgão anunciou a criação de um grupo de trabalho, dentro do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), para enfrentar a disseminação do crack no país. Segundo Barreto, as atividades do grupo estão em curso em 2010. A proposta é unir representantes do próprio MJ, da Senad e especialistas para traçar um plano nacional de combate ao crack

Outra medida é a instalação de postos especiais da Polícia Federal de fronteira. As primeiras unidades serão no Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Acre, conhecidas rotas de entrada da pedra.

O governo federal já reconhece a existência do “tráfico formiga. “A grande dificuldade para traçar uma estratégia de combate ao crack é que não existem grandes traficantes e nem rotas de consumo, a pedra está em todo lugar”, resume o secretário-executivo do Ministério da Justiça. O “tráfico formiga” é invisível. E formigas existem em todos os lugares, não acabam nunca.

MELA E MERLA
A “mela” é o que sobra da fabricação da pasta base de cocaína – uma espécie de borra sem valor comercial para a indústria da transformação da pasta base ,(sulfato de cocaína) que é feita na Bolívia para ser tranformada em cocaína (cloridrato de cocaína), refinada em laboratórios químicos, geralmente na Colômbia.

Os resíduos de sulfato de cocaína tem, porém, efeitos deletérios e, não obstante ser apenas lixo, com grande teor de ácido sulfúrico, éter, acetona e outros produtos usados para fazer a pasta base, é vendido a baixo preço consumidores de narcóticos nas ruas de Porto Velho.

As vezes a mela é misturada à maconha para ser fumada na forma de cigarros que são chamados de “melado.”

A “merla” ainda tem resíduos da borra da pasta base de cocaína, mas é mais letal pois em sua composição entram querosene, ácido sulfúrico, barrilha usada para limpeza de piscina(óxido de cálcio),cimento, soda cáustica,amônia, cal virgem, solução de bateria de carro, , gasolina reutilizada inúmeras vezes.

A “merla” é absorvida pela mucosa pulmonar e a exemplo da cocaína, é excitante ao sistema nervoso.

Exames em indivíduos sob efeito da “merla” relatam que ela causa euforia, diminuição de fadiga, aumento de energia, redução do sono e do apetite, perda de peso, alucinações,delírios e confusões mentais.

O usuário da merla corre sérios riscos de ter convulsões e perda de consciência, As convulsões podem levar o usuário a ter uma parada respiratória, coma, parada cardíaca e a morte.

Usuários da “merla” relataram que após o efeito da droga, sentem medo, depressão e paranóia (sensação de perseguição) que em alguns casos os leva ao suicídio.

Com o uso continuado o usuário perde os dentes sob o efeito do ácido de bateria que começa a corroê-los até sua perda total.

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