Arquivo do dia: 03/06/2010

Dica de final de semana : visitar o "Carlos Chagas", navio da esperança

O NAsH Carlos Chagas - U 19 , Classe Oswaldo Cruz, da Marinha do Brasil

O Navio de Assistência Hospitalar “Carlos Chagas” – U-19, cujo nome homenageia o ilustre cientista, está atracado no cais da Marinha do Brasil – na área do complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, após cumprir ciclo de atendimento médico e odontológico às populações ribeirinhas na calha do Rio Madeira, bem como potencializar a presença da Marinha do Brasil na região amazônica. Ele é  capaz de operar 1 helicóptero Bell Jet Ranger IH-6 ou 1 Hélibras Esquilo UH-12.  Sua tripulação é formada por 27 homens, sendo 6 oficiais e 22 praças, mais 4 oficiais médicos, 2 dentistas e 15 praças enfermeiros/farmacêuticos.
O Navio de Assistência Hospitalar Carlos Chagas é o segundo, de uma série de dois Navios de Assistência Hospitalar encomendados pelo Ministério da Saúde para realizar missões de atendimento médico-odontológico às populações ribeirinhas da Região Amazônica. Foi projetado e construído pelo AMRJ – Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, Ilha das Cobras, Rio de Janeiro, de acordo com as mais avançadas técnicas de Engenharia Naval, e com um índice de nacionalização de 98%. Como resultado de um convênio feito entre os Ministérios da Marinha, Saúde e Previdência e Assistência Social, o NasH Carlos Chagas passou a ser operado pela Marinha do Brasil. Em março de 85 foi incorporado a Flotilha do Amazonas (FlotAM).
A população do Estado de Rondônia está convidada para visitação pública às instalações deste  famoso “Navio da Esperança”.
Segundo informações da Delegacia Fluvial em Porto Velho, a visitação vai até o final da tarde de domingo, sendo que o navio zarpará na segunda.

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Dica de final de semana : visitar o “Carlos Chagas”, navio da esperança

O NAsH Carlos Chagas - U 19 , Classe Oswaldo Cruz, da Marinha do Brasil

O Navio de Assistência Hospitalar “Carlos Chagas” – U-19, cujo nome homenageia o ilustre cientista, está atracado no cais da Marinha do Brasil – na área do complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, após cumprir ciclo de atendimento médico e odontológico às populações ribeirinhas na calha do Rio Madeira, bem como potencializar a presença da Marinha do Brasil na região amazônica. Ele é  capaz de operar 1 helicóptero Bell Jet Ranger IH-6 ou 1 Hélibras Esquilo UH-12.  Sua tripulação é formada por 27 homens, sendo 6 oficiais e 22 praças, mais 4 oficiais médicos, 2 dentistas e 15 praças enfermeiros/farmacêuticos.
O Navio de Assistência Hospitalar Carlos Chagas é o segundo, de uma série de dois Navios de Assistência Hospitalar encomendados pelo Ministério da Saúde para realizar missões de atendimento médico-odontológico às populações ribeirinhas da Região Amazônica. Foi projetado e construído pelo AMRJ – Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, Ilha das Cobras, Rio de Janeiro, de acordo com as mais avançadas técnicas de Engenharia Naval, e com um índice de nacionalização de 98%. Como resultado de um convênio feito entre os Ministérios da Marinha, Saúde e Previdência e Assistência Social, o NasH Carlos Chagas passou a ser operado pela Marinha do Brasil. Em março de 85 foi incorporado a Flotilha do Amazonas (FlotAM).
A população do Estado de Rondônia está convidada para visitação pública às instalações deste  famoso “Navio da Esperança”.
Segundo informações da Delegacia Fluvial em Porto Velho, a visitação vai até o final da tarde de domingo, sendo que o navio zarpará na segunda.

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Ao norte – 27

Piracema no Salto do Teotônio. Até quando ? Foto : JLZ Barcelos

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O cara cheira demais , o bilau crack…

Estudo dirigido por Alessandra Diehl, coordenadora da Enfermaria de Dependência Química da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (UNIAD) da UNIFESP e  que traçou o comportamento sexual dos usuários  de drogas, mostrou que o índice de disfunção erétil é maior do que o dobro quando comparado à média da população brasileira.

Entre os principais problemas relatados pelos entrevistados, a ejaculação precoce lidera, atingindo 39% deles, seguido pelo desejo sexual diminuído (19%), dificuldade de ereção (12%), retardo na ejaculação (8%) e dor durante a relação (4%).

O tabagismo, o alcoolismo e a dependência de drogas como maconha, cocaína e crack, são importantes fatores de risco para o desenvolvimento de disfunções sexuais, principalmente disfunção erétil nos homens. “O álcool e a nicotina, por exemplo, promovem alterações na arquitetura vascular de forma generalizada, atingindo órgãos vitais para o bom desempenho sexual”, afirma. “Já a cocaína, apesar de aumentar a libido, acaba, com seu uso crônico, fazendo o efeito contrário”.

Outras drogas de abuso, como o ecstasy, o crystal e o ácido gama-hidroxibutírico (GHB), também conhecido como “Boa Noite Cinderela”, aumentam a libido e, por esse motivo, são muito procuradas. No entanto, Alessandra alerta que o uso crônico acaba por prejudicar o desejo sexual e a busca por essas drogas passa a ser mais para aliviar sintomas de abstinência do que pelo prazer propriamente dito.

Segundo a pesquisadora, um dos principais motivos da busca por novas ou várias parcerias afetivas e sexuais nesta população tem relação com as características de poliusuários de drogas e/ou de crack, que demonstram extrema impulsividade e pobre avaliação de riscos, com necessidade urgente de satisfação imediata. “Uma das hipóteses também é que a grande maioria destes indivíduos apresente algum grau de lesão no lobo pré-frontal do cérebro, responsável pela nossa capacidade de organizar e tomar decisões”, diz.

Apesar de perceberem que algo não vai bem em sua vida sexual, apenas 12% dos usuários de drogas procuram ajuda médica e outros 12% atribuem o problema ao uso de substâncias psicoativas.

Confira o perfil do comportamento sexual dos dependentes químicos

47% relataram alguma dificuldade sexual
5 parcerias sexuais é a média no último ano
3 relações sexuais é a média por semana
87% tiveram atividade sexual nos últimos 12 meses
90% são heterossexuais
36% tiveram experiências homossexuais
15% tiveram experiências homossexuais relacionada à aquisição ou troca por droga
41% não usam preservativos e, 23%, usam esporadicamente
49% avaliam como bom o seu desempenho sexual
31% já tiveram alguma DST (doença sexualmente transmissível)
56% são solteiros

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