Arquivo do mês: junho 2010

Sítio Mirante, patrimônio cultural de Rondônia

Petroglifos do sítio Mirante, em Riachuelo/Pres. Médici/Rondônia foto: Z. Santos

Você pode agendar sua visita aos petroglifos em Riachuelo, com a Associação de Amigos de Nova Riachuelo pelo e-mail assoc.amigosriachuelo@gmail.com .

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Amigos de Novo Riachuelo, parabéns !

Amigos de Riachuelo : zelo e cuidado com o patrimônio arqueológico  foto : Z. Santos

Amigos de Riachuelo : zelo e cuidado com o patrimônio arqueológico foto : Z. Santos

Momento histórico da constituição da Associação de Amigos de Riachuelo, distrito de Pres. Médici/RO. A Associação visa , dentre outras coisas, preservar o patrimônio cultural e arqueológico da região, trazendo uma esperança de novos dias e horizontes para a melhoria de vida dos moradores. Parabéns a todos ! Vocês merecem porque sabem valorizar o que é de todos nós. Sítios arqueológicos lindíssimos na região , com inscrições rupestres , bem cuidados com a parceria da Associação podem trazer emprego e renda, com o desenvolvimento do turismo.

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Livros que ajudam a entender Rondônia – 16 – Viver Amazônico

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Governo desmente roubo de água dos rios amazônicos: é um 'hidromito' !

Da Agência Brasil

O Ministério do Meio Ambiente (MMA), a Agência Nacional de Águas (ANA), a Marinha e a Polícia Federal (PF) descartaram  qualquer possibilidade de que esteja ocorrendo roubo de água em rios da Amazônia por navios estrangeiros. Representantes dos quatro órgãos federais participaram, na Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento da Câmara dos Deputados, de audiência pública que tratou do suposto tráfico de água doce no Brasil.

A audiência foi pedida pelo deputado José Lupércio Ramos de Oliveira (PMDB-AM). Segundo ele, navios-tanques estariam enchendo os porões com água dos rios amazônicos para engarrafamento na Europa, no Oriente Médio e até na China. O contra-almirante Monteiro Dias, do Comando de Operações Navais do Ministério da Defesa, explicou ao parlamentar que o uso da água de lastro obedece a regras internacionais e a Marinha brasileira exige que os navios esvaziem os tanques duas vezes antes de entrar na Foz do Rio Amazonas, para evitar a contaminação com organismo estranhos ao ecossistema do rio.

O militar informou que as 12 capitanias dos portos que cuidam da navegação na Amazônia examinaram, no ano passado, cerca de 43 mil embarcações e não encontraram qualquer indício de furto de água. Ele, no entanto, admitiu que a estrutura de fiscalização da Marinha ainda “não é suficiente” e mais três capitanias serão abertas na região, sendo uma em Rondônia.

Para Antônio Félix Domingues, coordenador de Articulação e Comunicação da ANA, o tráfico de água doce da Amazônia é um “hidromito”, uma “ história mirabolante” que “não tem sustentação econômica”. “Isso daí é uma viagem. Isso custaria de 3 a 4 dólares por metro cúbico, quando há tecnologia que tira o sal da água por 50 centavos de dólar por metro cúbico”, contabilizou.

O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, Silvano da Costa, informou que não há nenhuma denúncia formal sobre roubo de água da Amazônia no Conselho Nacional de Recursos Hídricos, composto por 57 membros do Poder Público e da sociedade civil. O diretor executivo da Polícia Federal, Luiz Pontel de Souza, confirmou que a PF também não tem nenhum registro de “hidropirataria”, mas informou que esse suposto crime não está previsto na legislação brasileira.

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Governo desmente roubo de água dos rios amazônicos: é um ‘hidromito’ !

Da Agência Brasil

O Ministério do Meio Ambiente (MMA), a Agência Nacional de Águas (ANA), a Marinha e a Polícia Federal (PF) descartaram  qualquer possibilidade de que esteja ocorrendo roubo de água em rios da Amazônia por navios estrangeiros. Representantes dos quatro órgãos federais participaram, na Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento da Câmara dos Deputados, de audiência pública que tratou do suposto tráfico de água doce no Brasil.

A audiência foi pedida pelo deputado José Lupércio Ramos de Oliveira (PMDB-AM). Segundo ele, navios-tanques estariam enchendo os porões com água dos rios amazônicos para engarrafamento na Europa, no Oriente Médio e até na China. O contra-almirante Monteiro Dias, do Comando de Operações Navais do Ministério da Defesa, explicou ao parlamentar que o uso da água de lastro obedece a regras internacionais e a Marinha brasileira exige que os navios esvaziem os tanques duas vezes antes de entrar na Foz do Rio Amazonas, para evitar a contaminação com organismo estranhos ao ecossistema do rio.

O militar informou que as 12 capitanias dos portos que cuidam da navegação na Amazônia examinaram, no ano passado, cerca de 43 mil embarcações e não encontraram qualquer indício de furto de água. Ele, no entanto, admitiu que a estrutura de fiscalização da Marinha ainda “não é suficiente” e mais três capitanias serão abertas na região, sendo uma em Rondônia.

Para Antônio Félix Domingues, coordenador de Articulação e Comunicação da ANA, o tráfico de água doce da Amazônia é um “hidromito”, uma “ história mirabolante” que “não tem sustentação econômica”. “Isso daí é uma viagem. Isso custaria de 3 a 4 dólares por metro cúbico, quando há tecnologia que tira o sal da água por 50 centavos de dólar por metro cúbico”, contabilizou.

O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, Silvano da Costa, informou que não há nenhuma denúncia formal sobre roubo de água da Amazônia no Conselho Nacional de Recursos Hídricos, composto por 57 membros do Poder Público e da sociedade civil. O diretor executivo da Polícia Federal, Luiz Pontel de Souza, confirmou que a PF também não tem nenhum registro de “hidropirataria”, mas informou que esse suposto crime não está previsto na legislação brasileira.

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Spam

Existem diversas versões a respeito da origem da palavra spam. A versão mais aceita afirma que o termo originou-se da marca SPAM, um tipo de carne suína enlatada da Hormel Foods Corporation, e foi associado ao envio de mensagens não-solicitadas devido a um quadro do grupo de humoristas ingleses Monty Python.

O quadro foi escrito para ironizar o racionamento de comida ocorrido na Inglaterra durante e após a Segunda Guerra Mundial. SPAM foi um dos poucos alimentos excluídos desse racionamento, o que eventualmente levou as pessoas a enjoarem da marca e motivou a criação do quadro.

Esse quadro envolve um casal discutindo com uma garçonete em um restaurante a respeito da quantidade de SPAM presente nos pratos. Enquanto o casal pergunta por um prato que não contenha a carne enlatada, a garçonete repete constantemente a palavra “SPAM” para indicar a quantidade. Eventualmente, a discussão faz com que um grupo de vikings presente no restaurante comece a cantar de maneira operática “SPAM, amado SPAM, glorioso SPAM, maravilhoso SPAM!”, impossibilitando qualquer conversa.

A Hormel Foods Corporation não se posicionou contra o uso do termo spam para designar o envio de mensagens eletrônicas não-solicitadas após sua popularização, mas passou a exigir que a palavra SPAM em letras maiúsculas seja reservada para designar seu produto e marca registrada.

Existem três versões, menos populares, a respeito da etimologia que associam o termo spam a acrônimos. A primeira afirma que SPAM significa Sending and Posting Advertisement in Mass, ou “enviar e postar publicidade em massa”, a segunda que significa Shit Posing As Mail, ou “porcaria fingindo ser correspondência” e a terceira que significa Single Post to All Messageboards, ou “mensagem única para todos os fóruns de discussão.”

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5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul : Porto Velho fica fora do circuito, Rio Branco entra

A mostra “Cinema e Direitos Humanos na América do Sul” dedica-se a apresentar, e dessa vez pelo quinto ano consecutivo, filmes sul-americanos que discutem temas atuais de direitos humanos no nosso continente. Repetindo as mesmas parcerias do primeiro ano, a 5ª edição da mostra é realizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica, produzida pela Cinemateca Brasileira e pelo SESC São Paulo, e patrocinada pela Petrobras.

Para a edição 2010, que será exibida a partir do dia 8 de novembro desse ano, o circuito de exibição compreenderá 20 capitais brasileiras: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Teresina.

Como em todos os anos, a mostra vem para comemorar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. A curadoria em 2010 é de Francisco Cesar Filho, que prepara uma programação compreendendo uma seção contemporânea, uma retrospectiva histórica, homenagens e encontros.

Os filmes contemporâneos, que até então eram programados apenas via pesquisa curatorial, passaram a ser escolhidos também por meio de uma chamada pública. É com emprego desses dois sistemas de seleção que a mostra exibe, sempre, títulos realizados em todos os países da América do Sul: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, consolidando-se como espaço de reflexão no qual os direitos humanos se encontram com a expressão cinematográfica. Ao exibir a produção contemporânea sul-americana, o evento promove o encontro de cineastas, militantes e ativistas com o publico de diversas regiões do país. E Porto Velho dançou…

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Lançamento de "O Risco – Lúcio Costa e a utopia moderna"

Beto Bertagna e Geraldo Motta , diretor do filme "O Risco", sobre a vida de Lúcio Costa

Brasília, uma cidade construída a partir de um projeto, é o ponto de partida e fio condutor desta história. Os depoimentos de familiares, de personalidades, com destaque para a interação do urbanista com Oscar Niemeyer e Le Corbusier, traçam o perfil deste homem que foi fundamental no processo de “formação” da arquitetura moderna brasileira. “O Risco” intercala importantes depoimentos com raras e inéditas imagens de arquivos nacionais e internacionais, e ainda os registros de viagens filmados em 8 mm pelo próprio Lúcio Costa, dos anos 30 até a década de 60. Um vídeo valioso para a memória nacional.

PROMOÇÃO RELÂMPAGO : O primeiro leitor que mandar um e-mail para betobertagna@yahoo.com.br dizendo que quer ganhar o vídeo de presente , vai levar. O vídeo será entregue pessoalmente ou pelos correios.  Vale a data e hora de chegada no meu e-mail. Este post entrou no ar dia 28 de junho de 2010 às 12:52 , hora de Brasília.

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Lançamento de “O Risco – Lúcio Costa e a utopia moderna”

Beto Bertagna e Geraldo Motta , diretor do filme "O Risco", sobre a vida de Lúcio Costa

Brasília, uma cidade construída a partir de um projeto, é o ponto de partida e fio condutor desta história. Os depoimentos de familiares, de personalidades, com destaque para a interação do urbanista com Oscar Niemeyer e Le Corbusier, traçam o perfil deste homem que foi fundamental no processo de “formação” da arquitetura moderna brasileira. “O Risco” intercala importantes depoimentos com raras e inéditas imagens de arquivos nacionais e internacionais, e ainda os registros de viagens filmados em 8 mm pelo próprio Lúcio Costa, dos anos 30 até a década de 60. Um vídeo valioso para a memória nacional.

PROMOÇÃO RELÂMPAGO : O primeiro leitor que mandar um e-mail para betobertagna@yahoo.com.br dizendo que quer ganhar o vídeo de presente , vai levar. O vídeo será entregue pessoalmente ou pelos correios.  Vale a data e hora de chegada no meu e-mail. Este post entrou no ar dia 28 de junho de 2010 às 12:52 , hora de Brasília.

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Fotos e vídeos integram acervo da mostra virtual “Futebol, História & Paixão”

Comemorando os 40 anos de aniversário da Revista Placar, da Editora Abril, o Museu de Arte Brasileira da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) recebe a exposição “Futebol, História & Paixão”.  Em clima de torcida, o portal Universia preparou um passeio virtual da mostra, com fotos de craques que fizeram história.

Pelé e Robinho, além de craques das várias gerações da seleção brasileira como Rivelino, Falcão, Romário, Ronaldo, ganham destaque na exposição, que traz mais de 180 imagens e vídeos de todas as edições da Copa do Mundo.

Mais informações sobre o passeio virtual da exposição “Futebol, História & Paixão” estão em www.universia.com.br/cultura+/materia.jsp?materia=19865.

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Livros que ajudam a entender Rondônia – 15 – História Social da Borracha

Em registros marcados por grande impacto e sensibilidade, o fotógrafo revela a solidariedade existente entre pessoas que enfrentam desafios cotidianos no combate ao analfabetismo, na defesa dos conhecimentos tradicionais e na manutenção de um modo de vida que valoriza a convivência pacífica com os recursos naturais.

Dessa forma, o autor coloca o público frente à existência de mundos paralelos e bastante distintos do conhecido nas cidades. Aliando rigor na técnica fotográfica e riqueza de informações, o trabalho mostra a vida na floresta e a organização da cadeia produtiva extrativista, tradicionalmente baseada na borracha e castanha-do-pará e a incorporação de novos produtos florestais.

A temática amazônica não é nova para Carlos Carvalho. Em 1985, durante uma reportagem feita para o jornal Washington Post sobre os danos ambientais causados pela BR-364, em Rondônia, os conflitos pela propriedade da terra e os desafios para a manutenção da integridade da floresta amazônica despertaram seu interesse profissional. A partir daí, o cotidiano das organizações e dos seringueiros da Acre entraram em sua pauta.

Vencedor do Prêmio Leica-Agfa de 2005, na categoria preto e branco, Carlos Carvalho possui trabalhos nas coleções Masp/Pirelli e FINEP/RJ. Também em 2005 participou da exposição “Citzens”, inaugurada em Londres e que seguiu por todo Reino Unido e também Palestina.

O livro  ‘História Social da Borracha – Seringueiros do Acre’ é uma excelente amostra do desenvolvimento de seu trabalho criativo e é apresentado por Marina Silva e pelo fotógrafo e pesquisador Pedro Karp Vasquez.

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Motolâncias SAMU 192 : rapidez no atendimento pode representar a diferença entre salvar e perder uma vida

O Serviço Móvel de Atendimento às Urgências e Emergências SAMU 192, está implantando mais um veículo na frota de intervenção em casos de urgências em algumas cidades do Brasil. A moto a serviço do SAMU 192 é pilotada por um técnico de enfermagem e tem a possibilidade de chegar mais rápido aos atendimentos de urgência em localidades onde o fluxo de trânsito é muito intenso ou em territórios de difícil acesso que as ambulâncias muitas vezes não conseguem passar com facilidade. A Motolância SAMU 192 antecede a chegada da ambulância de suporte avançado (USA – UTI Móvel) para adiantar o atendimento e estabilizar a vítima. As Motolâncias SAMU 192 promovem o atendimento rápido e diminuição do tempo-resposta o que interfere muito na vida que está sendo socorrido.  Os veículos de intervenção rápida (Motolância SAMU 192) são úteis principalmente nos casos de doenças cardiovasculares como infartos, anginas, ataques cardíacos e derrames cerebrais, nestes casos quanto menor o tempo do socorro menores serão as seqüelas. As capitais do Norte (Porto Velho, Rio Branco, Manaus, Macapá, Belém e Boa Vista)já enfrentam problemas sérios de tráfego e deverão também ser contempladas com as Motolâncias, esta excelente idéia.

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Dunga, CBF e Globo (via Crônico)

A maioria dos jornalistas sempre mantém um certo cuidado quando vai falar de grandes corporações. Quando essas são Rede Globo e CBF, o cuidado é redobrado. Não acho que seja medo ou “rabo preso”, mas simplesmente é difícil saber o que são fofocas, teorias da conspiração e o que de fato acontece em reuniões fechadas dessas cúpulas.(Para um resumo do que aconteceu entre Dunga, CBF e Globo, sugiro a leitura desse resumo, do Blog do Tão Gomes e uma atualização do caso pelo UOL Esporte.)

Minhas considerações:

1) A Globo tem preferência em apurações de casos sobre as outras emissoras e veículos, isso é fato. Assessorias de imprensa geralmente não negam pedidos de entrevistas do Jornal Nacional e/ou Fantástico justamente por saberem a quantidade de pessoas que assiste aos programas. Goste você ou não, é assim que tem sido nos últimos 40 anos.

2) O Dunga tem todo o direito de negar entrevistas, seja quem estiver pedindo. É como um professor em sala de aula. Há as regras do colégio, da diretoria, mas dentro da sala de aula, ele é quem diz como as coisas serão.

3) Sabendo que negar entrevistas (exclusivas ou não) para qualquer programa da Globo não é uma prática comum, espera-se, no mínimo, um incômodo por parte do repórter, do editor, do editor-chefe, do editor-executivo, do diretor de jornalismo etc que não estão acostumados com isso.

Agora, a parte onde as coisas começam a ficar complicadas:

a) Como veículo (ou profissional de um) você tem que estar preparado para que coisas assim aconteçam. Professores de jornalismo adoram dar exemplos de políticos que se recusaram a falar e, justamente toda a recusa, foi a matéria do jornalista. Ficar ofendido, achar um absurdo e querer queimar a imagem de quem fez isso com você é antiético.

b) Eu disse que o Dunga tem todo o direito de negar uma entrevista (dele ou dos jogadores), mas há jeitos e jeitos para se fazer isso. A postura de ataque e ofensa do técnico da seleção brasileira também é antiética e antiprofissional. Se ele tem um problema ou se incomoda com a Rede Globo (ou qualquer um de seus funcionários), perde toda a razão ao atacá-los de forma grosseira e xingando. Se ele tivesse dito apenas “Desculpem, mas os jogadores nem eu estamos dando entrevistas coletivas” – Mas o Ricardo Teixeira nos autorizou. “OK, mas mesmo assim, não vamos dar as entrevistas” e fim, não faria sentido o editorial lido por Tadeu Schmidt no Fantástico. Não teria acontecido grosseria nem nada. Do que Dunga poderia ser acusado? “Ele não falou conosco como fizeram todos os técnicos anteriores”? A Globo não faria isso, por saber que um veículo só é preferencial ao outro quando decidem agir assim com eles, mas que nenhum veículo de imprensa pode exigir isso, de quem quer que seja.

c) Assim como o professor na sala de aula, o diretor pode decidir tirá-lo do corpo docente do colégio e simplesmente acabar com esse problema pra ele. Porém, se o professor é competente, dá resultados, os alunos gostam dele, as outras classes também etc, e o professor chega pra conversar e não simplesmente sacar a espada, o diretor também não tomará uma atitude radical, já que também não quer se queimar.

No fim das contas, todos se queimaram. Dunga com a CBF, com a Globo e com os jornalistas que defendem a classe. A Globo com a população, que já tem uma visão conspiratória da emissora, além de se queimar com os jogadores e o (ainda) técnico da seleção, que sempre estiveram presentes nas câmeras do canal 5, dando audiência e trazendo a simpatia do povo. E a CBF, que precisa esperar o término da Copa para decidir o que fazer.

Agora, o que realmente me “diverte” é ver que em quatro anos o circo estará armado na nossa casa, onde também moram todos esses personagens. Vai ser uma história legal de ser acompanhada (e contada). Afinal, estamos aí para isso, né, pelas histórias. (esse texto do PVC, da ESPN, complementa um pouco o meu pensamento)

via Crônico

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Somos suicídas?

Por Rud Prado

Tragédias como esta enchente  que levou de água abaixo as vidas e sonhos dos irmãos alagoanos e pernambucanos deixam alguma lição?  Começo a refletir sobre as palavras encharcadas de angústia da prefeita de Branquinhas, no Alagoas. Ao ver que sua cidade foi varrida do mapa, Ana Renata disse que é melhor esquecer a cidade e construir outra longe do rio e dos escombros que a todos impressionam. Imagina ela que esquecida a dor e enterrados os mortos, esta será uma solução para a nova cidade não viver sob o medo da eminência de uma outra tragédia. Mas a sucessão de tragédias que assistimos me leva a retomar a pergunta lá de cima. Estamos aprendendo alguma coisa com tudo isso? Ou continuaremos apenas contando mortos e depois os esquecendo em covas, cavadas às pressas, tão rasas quanto nossas consciências? Logo teremos outra tragédia, e, de olho na bola da vez, ficaremos cegos para as lições que a natureza nos dá. E são lições que custam caro. Custam patrimônios, histórias de vidas, e a própria vida. Todos sabem que construir em cima do chorume  é uma loucura, mas o poder público do Rio de Janeiro incentivou a ocupação dos lixões e ofereceu “infraestrutura” para  a indignidade se edificar. Quem é que não sabe que desmatar as encostas é burrice pura? Quem é que não sabe que o desmatamento das matas ciliares e que o avanço da cidade sobre rios e igarapés é um convite a tragédias desse tipo? Mas vai-se se fazendo vista grossa. Melhor isso do que um programa realmente sério de moradia popular, isso custa caro. Acontece que poucos, muito poucos estão realmente preocupados com a natureza. Até ela bater em nossa porta com a força de uma enchente. Com a fúria de um deslizamento de terra. Até ela entregar a fatura do descaso com o meio ambiente.  Pensamos quadrado. Não aprendemos ainda que a terra é redonda. Que nela uma ação é conseqüência de outra . Que tudo é continuidade. Causa e efeito.  E continuamos a repetir os mesmos erros. Cultivando as mesmas práticas ancestrais. Esquecendo que hoje não temos meia dúzia de gatos pingados nômades passeando por um planeta onde nada parecia ter fim. Éramos livres para não pensar no amanhã, no outro, no planeta. Nossa inconseqüência não nos atingia.  Agora isso mudou. Mas não mudamos. Ainda não. A reciclagem de lixo é pífia. Continuamos a desperdiçar recursos naturais e a pressionar cada vez mais a natureza. Coleta seletiva é programa sério de algum prefeito desse Brasil? Vamos além: quantos governantes por esse mundo, presidentes, governadores, prefeitos estão pensando, não na futura eleição, mas num modelo de gestão que respeite a vida? Por aqui usamos a  justificativa de que os gringos  já desmataram tudo, mas nós ainda não atingimos a nossa cota. Cota de quê meu Deus!  De burrice? E vamos queimando a floresta, desmatando as encostas, a mata ciliar . Vamos ocupando as margens do rio, como os nômades faziam. Mas não somos nômades. O que somos então?  Suicídas?

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A frase do fim de semana – 10

“Começar a ler foi para mim como entrar num bosque pela primeira vez e encontrar-me, de repente, com todas as árvores, todas as flores, todos os pássaros. Quando fazes isso, o que te deslumbra é o conjunto. Não dizes: gosto desta árvore mais que das outras. Não, cada livro em que entrava, tomava-o como algo único.”

José Saramago

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Há 35 anos, Tubarão era lançado nos cinemas (via 100Grana | Cultura Pop para Lisos!)

Há 35 anos, Tubarão era lançado nos cinemas

“Dum-Dum…Dum-Dum…Dum-DumDum-DumDum-DumDum-DumDum-DumDum-DumDum”

Eu não estava lá quando o filme passou nos cinemas em 1975, mas vi várias reprises em Sessões da Tarde e Sessões de Sábado da vida. E verdade seja dita, sempre paro para ver quando Tubarão passa na televisão.

Dirigido por Steven Spielberg e baseado no livro de Peter Benchley, o filme continua representando o que há de melhor em termos de suspense, na minha opinião.

A trama já é velha conhecida: Um tubarão branco começa a atacar os banhistas de uma cidade da Nova Inglaterra, forçando o Xerife local Martin Brody (o saudoso Roy Scheider) a unir forças com o caçador de tubarões Quint (Robert Shaw) e o  ictiologista Matt Hooper (Richard Dreyfuss) para deter o bicho. Um elenco bem diferente do que imaginava o autor do livro que pensava em Robert Redford, Paul Newman e Steve McQueen.Vamos rever o trailer:

Palmas para a produção, que conseguiu trabalhar um tubarão mecânico, que deu uma série de problemas durante as filmagens, especialmente pelas filmagens em  àgua salgada (uma insistência de Spielberg) e não em piscina, e conseguiram deixá-lo mais assustador na pós-produção do que muito monstro em CG feito hoje em dia.

No total, o filme faturou 47o milhões de dólares em todoo mundo, ganhou 3 Oscars, um Globo de Ouro, um Bafta, um Grammy (trilha de John  Williams dá nisso), fora as indicações. Obviamente, rendeu continuações (que teve nomes como Michael Caine, Louis Gosset Jr., Dennis Quaid ), sem falar nas várias paródias, como em Apertem Os Cintos-O piloto Sumiu e outros.

Uma delas, pelo que  li na Revista SET há alguns anos, seria uma sequência jamais filmada de nome Jaws 4 X Hollywood 0, se não me falha a memória que, basicamente seria uma comédia,  mostrando Richard D. Zanuck, um dos produtores do filme original, sendo assassinado por um dos bichos, dentro da piscina de sua casa(!). O motivo: os tubarões não queriam outro filme. Seria bizarro :)

Mas para mim, o primeiro permanece imbatível, sobretudo por cenas como essa:

“Um Sorriso, desgraçado!”


via 100Grana | Cultura Pop para Lisos!

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Há 35 anos, Tubarão era lançado nos cinemas (via 100Grana | Cultura Pop para Lisos!)

Há 35 anos, Tubarão era lançado nos cinemas

“Dum-Dum…Dum-Dum…Dum-DumDum-DumDum-DumDum-DumDum-DumDum-DumDum”

Eu não estava lá quando o filme passou nos cinemas em 1975, mas vi várias reprises em Sessões da Tarde e Sessões de Sábado da vida. E verdade seja dita, sempre paro para ver quando Tubarão passa na televisão.

Dirigido por Steven Spielberg e baseado no livro de Peter Benchley, o filme continua representando o que há de melhor em termos de suspense, na minha opinião.

A trama já é velha conhecida: Um tubarão branco começa a atacar os banhistas de uma cidade da Nova Inglaterra, forçando o Xerife local Martin Brody (o saudoso Roy Scheider) a unir forças com o caçador de tubarões Quint (Robert Shaw) e o  ictiologista Matt Hooper (Richard Dreyfuss) para deter o bicho. Um elenco bem diferente do que imaginava o autor do livro que pensava em Robert Redford, Paul Newman e Steve McQueen.Vamos rever o trailer:

Palmas para a produção, que conseguiu trabalhar um tubarão mecânico, que deu uma série de problemas durante as filmagens, especialmente pelas filmagens em  àgua salgada (uma insistência de Spielberg) e não em piscina, e conseguiram deixá-lo mais assustador na pós-produção do que muito monstro em CG feito hoje em dia.

No total, o filme faturou 47o milhões de dólares em todoo mundo, ganhou 3 Oscars, um Globo de Ouro, um Bafta, um Grammy (trilha de John  Williams dá nisso), fora as indicações. Obviamente, rendeu continuações (que teve nomes como Michael Caine, Louis Gosset Jr., Dennis Quaid ), sem falar nas várias paródias, como em Apertem Os Cintos-O piloto Sumiu e outros.

Uma delas, pelo que  li na Revista SET há alguns anos, seria uma sequência jamais filmada de nome Jaws 4 X Hollywood 0, se não me falha a memória que, basicamente seria uma comédia,  mostrando Richard D. Zanuck, um dos produtores do filme original, sendo assassinado por um dos bichos, dentro da piscina de sua casa(!). O motivo: os tubarões não queriam outro filme. Seria bizarro :)

Mas para mim, o primeiro permanece imbatível, sobretudo por cenas como essa:

“Um Sorriso, desgraçado!”


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E não é que o site "porcalhão" rondoniaovivo se manifestou ?

É incrível a cara de pau dos sujeitos !

Levam uma canelada à la Costa do Marfim e chamam de “picuinha” ! Vocês levaram foi uma porrada mesmo, rapá . Mas este pessoal , além de porcalhão, é mentiroso (já foi provado com um Direito de Resposta goela abaixo) e incompetente porque nem  lê nem o que publica. Tentaram uma enquete fajuta e o resultado, segundo o jornalista Nelson Townes, foi que “o rabo roeu o cachorro” ! Quá .

Depois, vem querer meter o pau no IPHAN e em mim pessoalmente (raivinha…) e lá no meio do próprio saite de fo-foca tem um manifesto sobre o Museu da EFMM em Guajará-Mirim que desmente tudo que o sujeito escreve !

Deuzulivre , mermão.

Companheiro, lê o teu saite e depois se mete a escrever, fica menos ridículo. Vai lá, prá te ajudar a página é http://www.rondoniaovivo.com/news.php?news=63579 .

Lá você lerá coisas como “Desde 2004 existem recursos (originalmente R$ 800 mil) de um Contrato de repasse, via Caixa Econômica Federal, entre o Governo Federal (MinTur) e o Governo do Estado de Rondônia (SETUR),destinado à reforma do complexo da EFMM, em Guajará-Mirim” .  Ou “O então, Gov. Ivo Cassol foi cobrado publicamente pelos Amigos do Museu durante o 9º Encontro dos Filhos e Amigos de Guajará, em novembro de 2009. Ele prometeu agilidade no processo. Este não caminhou muito, em que pese a demonstração de apoio de Sua Excelência. O Governo do Estado não consegue publicar o edital desde então. A explicação dos técnicos da SETUR gira em torno de falta de documentação, renovação de licença ambiental e até adequação orçamentária da Planilha correspondente.”

Como o recurso alocado é para o  Estado, lá vai uma nova matéria do próprio site. Ajudo de novo. http://www.rondoniaovivo.com/news.php?news=63952

“Segundo o superintendente da Setur, Heitor Costa, que assumiu a pasta há menos de um mês, disse que tem trabalhado no projeto, que se encontra na Superintendência Estadual de Licitações de Rondônia (Supel), e deve ser licitado no próximo dia 25 deste mês. “Estamos correndo contra o tempo, pois em virtude da legislação eleitoral nenhuma obra poderá ser iniciada depois do dia 2 de julho”, informou.
O superintendente da Setur disse ainda que o projeto foi aprovado pela Caixa Econômica Federal, e o recurso na ordem de R$ 1 milhão está na conta, sendo que R$ 595 mil é de repasse do Ministério do Turismo e R$ 219 mil contrapartida do Governo do Estado. Heitor Costa explicou também que o recurso está aplicado e só de juros rendeu mais de R$ 180 mil.”

Só que isto vai atacar o padrinho Cassol , e como diria o “Dunga” , o saite é “cagão” para essas coisas e não vai querer dizer que o Estado e seu ex-governador endeusado pelo saite não honrou seu compromisso em plena campanha pré-eleitoral e não licitou a obra de recuperação do museu, apesar de ter o dinheiro depositado na Caixa Econômica Federal.

Prefere atacar gratuitamente o IPHAN achando que com isto vai atingir o Pref. Roberto Sobrinho, que em certa ocasião bateu o brim do “jornalista” .

Poderiam ao menos entrevistar o Sec de Cultura de Guajará-Mirim, Dayan Saldanha , ou o Prefeito Atalíbio Pegorini para perguntar sobre a ação do IPHAN na questão. Só que , certamente o que eles diriam não iria agradar à vontade nefasta de denegrir a minha pessoa e o IPHAN.  Mas que tal criar um pouquinho de coragem e ligar para eles ? Eles estão mais disponíveis e fáceis de achar que o tal “caminhão-baú” incendiado.

Mas tenho que reconhecer um elogio, feito ao final da matéria. Este blog “Beto Bertagna a 24 quadros” é atualizado e muito bem informado. Reconheço e agradeço, também em nome de todos os colaboradores que contribuem para este sucesso, que a cada dia mais conquista leitores qualificados e formadores de opinião deste Estado, do Acre e do restante Norte do Brasil.

Não é fácil receber elogio público de um inimigo descarado e falso.

E quanto à sugestão de o IPHAN nacional monitorar o blog não é preciso.

Já existe um link no portal oficial  do órgão para que os mais de 100.000 internautas que se preocupam verdadeiramente com patrimônio cultural também acessem  este humilde, porém muito honesto , blog.

Não escondam o rabinho torto entre as pernas. Venham com a tréplica para apanhar mais ou  vão se roçar em 3 milhões de ostras.

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E não é que o site “porcalhão” rondoniaovivo se manifestou ?

É incrível a cara de pau dos sujeitos !

Levam uma canelada à la Costa do Marfim e chamam de “picuinha” ! Vocês levaram foi uma porrada mesmo, rapá . Mas este pessoal , além de porcalhão, é mentiroso (já foi provado com um Direito de Resposta goela abaixo) e incompetente porque nem  lê nem o que publica. Tentaram uma enquete fajuta e o resultado, segundo o jornalista Nelson Townes, foi que “o rabo roeu o cachorro” ! Quá .

Depois, vem querer meter o pau no IPHAN e em mim pessoalmente (raivinha…) e lá no meio do próprio saite de fo-foca tem um manifesto sobre o Museu da EFMM em Guajará-Mirim que desmente tudo que o sujeito escreve !

Deuzulivre , mermão.

Companheiro, lê o teu saite e depois se mete a escrever, fica menos ridículo. Vai lá, prá te ajudar a página é http://www.rondoniaovivo.com/news.php?news=63579 .

Lá você lerá coisas como “Desde 2004 existem recursos (originalmente R$ 800 mil) de um Contrato de repasse, via Caixa Econômica Federal, entre o Governo Federal (MinTur) e o Governo do Estado de Rondônia (SETUR),destinado à reforma do complexo da EFMM, em Guajará-Mirim” .  Ou “O então, Gov. Ivo Cassol foi cobrado publicamente pelos Amigos do Museu durante o 9º Encontro dos Filhos e Amigos de Guajará, em novembro de 2009. Ele prometeu agilidade no processo. Este não caminhou muito, em que pese a demonstração de apoio de Sua Excelência. O Governo do Estado não consegue publicar o edital desde então. A explicação dos técnicos da SETUR gira em torno de falta de documentação, renovação de licença ambiental e até adequação orçamentária da Planilha correspondente.”

Como o recurso alocado é para o  Estado, lá vai uma nova matéria do próprio site. Ajudo de novo. http://www.rondoniaovivo.com/news.php?news=63952

“Segundo o superintendente da Setur, Heitor Costa, que assumiu a pasta há menos de um mês, disse que tem trabalhado no projeto, que se encontra na Superintendência Estadual de Licitações de Rondônia (Supel), e deve ser licitado no próximo dia 25 deste mês. “Estamos correndo contra o tempo, pois em virtude da legislação eleitoral nenhuma obra poderá ser iniciada depois do dia 2 de julho”, informou.
O superintendente da Setur disse ainda que o projeto foi aprovado pela Caixa Econômica Federal, e o recurso na ordem de R$ 1 milhão está na conta, sendo que R$ 595 mil é de repasse do Ministério do Turismo e R$ 219 mil contrapartida do Governo do Estado. Heitor Costa explicou também que o recurso está aplicado e só de juros rendeu mais de R$ 180 mil.”

Só que isto vai atacar o padrinho Cassol , e como diria o “Dunga” , o saite é “cagão” para essas coisas e não vai querer dizer que o Estado e seu ex-governador endeusado pelo saite não honrou seu compromisso em plena campanha pré-eleitoral e não licitou a obra de recuperação do museu, apesar de ter o dinheiro depositado na Caixa Econômica Federal.

Prefere atacar gratuitamente o IPHAN achando que com isto vai atingir o Pref. Roberto Sobrinho, que em certa ocasião bateu o brim do “jornalista” .

Poderiam ao menos entrevistar o Sec de Cultura de Guajará-Mirim, Dayan Saldanha , ou o Prefeito Atalíbio Pegorini para perguntar sobre a ação do IPHAN na questão. Só que , certamente o que eles diriam não iria agradar à vontade nefasta de denegrir a minha pessoa e o IPHAN.  Mas que tal criar um pouquinho de coragem e ligar para eles ? Eles estão mais disponíveis e fáceis de achar que o tal “caminhão-baú” incendiado.

Mas tenho que reconhecer um elogio, feito ao final da matéria. Este blog “Beto Bertagna a 24 quadros” é atualizado e muito bem informado. Reconheço e agradeço, também em nome de todos os colaboradores que contribuem para este sucesso, que a cada dia mais conquista leitores qualificados e formadores de opinião deste Estado, do Acre e do restante Norte do Brasil.

Não é fácil receber elogio público de um inimigo descarado e falso.

E quanto à sugestão de o IPHAN nacional monitorar o blog não é preciso.

Já existe um link no portal oficial  do órgão para que os mais de 100.000 internautas que se preocupam verdadeiramente com patrimônio cultural também acessem  este humilde, porém muito honesto , blog.

Não escondam o rabinho torto entre as pernas. Venham com a tréplica para apanhar mais ou  vão se roçar em 3 milhões de ostras.

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Águas de abril


Por Beto Bertagna

Águas de abril,

que choram por espanhóis

Monções naufragadas

de Luiz de Mello Pereira e Cáceres

Águas de sempre

que choram por nós…

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Sonhos Homericos

De um site português:

Photobucket

O Ministério da Saúde adverte:
“Enxugue bem a cintura depois do banho visto que o mosquito da Malária e Febre Amarela reproduz-se em pneus molhados.”

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Gente que encontrei por aí… Joais

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Arqueologia na Amazônia em alta : Dra. Erika Robrahn-Gonzalez

Nunca a arqueologia esteve tão em voga, sendo comentada, discutida nos bares, nas rodas de amigos, como agora na Amazônia. A Amazônia parece ser a bola da vez na ciência investigativa. Só em Porto Velho, há 2 cursos em funcionamento: um regular, na Universidade Federal de Rondônia-UNIR e outro de Especialização, na Faculdade São Lucas. Em Presidente Médici temos o Centro de Arqueologia de Rondônia, e na rua, os arqueólogos contratados pelos grandes empreendimentos do Madeira se cruzam a todo instante. Veja esta entrevista interessante da Dra. Erika Robrahn-Gonzalez, da empresa Documento , responsável pelo trabalho de arqueologia em Jirau,  para o Globo Universidade.

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Livros que ajudam a entender Rondônia – 14 – Inferno Verde

Alberto Rangel foi amigo de Euclides da Cunha desde o tempo de estudantes na Escola Militar da Praia Vermelha, onde, em novembro de 1888, assistiu, em formação, o ato de rebeldia de Euclides no famoso episódio do sabre. Quando em dezembro de 1904, o autor de “Os Sertões” chegou a Manaus chefiando a comissão de Reconhecimento do Alto Purus, foi recebido no cais por Rangel que lhe ofereceu para morada sua casa, a Vila Glicínia, a bucólica “Tebalda” com alpendre para a borda da mata amazônica.

Dos estudos dos dois escritores, surgiu o livro “Inferno Verde” de Alberto Rangel, publicado em 1908 com um longo e primoroso prefácio escrito por Euclides da Cunha; embora distantes, os dois amigos correspondiam-se regularmente; em 15 de agosto de 1909 quando Euclides foi assassinado, Alberto Rangel encontrava-se na França e só voltou ao Brasil em dezembro desse ano. Livro que se encontra ainda em sebos de Rio e São Paulo.

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Ministro da Cultura anuncia nesta quinta a estréia da Cia. Brasileira de Ópera

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, junto com o Maestro John Neschling e com o diretor executivo da Cia. Brasileira de Ópera, José Roberto Walker, anunciam nesta quinta (24)  em Belo Horizonte, a turnê nacional de estreia da Companhia Brasileira de Ópera.

O primeiro espetáculo será O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, apresentado às 21h, também nesta quinta-feira, (24) no Palácio das Artes. O projeto é apoiado pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Políticas Culturais, e tem como objetivo divulgar o gênero musical e ajudar na formação de cenógrafos, regentes e músicos de todo o País.

A Cia. Brasileira de Ópera também se apresenta em outras 14 cidades e a estimativa é que mais de 100 mil pessoas assistam à peça, que terá preços acessíveis. O MinC participa do projeto com 50% do orçamento total, que é de R$ 10,3 milhões. O restante é patrocinado pelo Banco do Brasil e pela Petrobras.

A peça apresentará cenários e personagens desenhados pelo cartunista americano Joshua Held que vão interagir com cantores de carne e osso, capturando a atenção de adultos e crianças. A direção artística é do Maestro John Neschling e produção de José Roberto Walker.

Além de Neschling, a Cia. terá como regentes residentes os maestros Abel Rocha e Victor Hugo Toro. O diretor italiano Pier Francesco Maestrini assina a concepção cênica da ópera, e Walter Neiva e Mauro Wrona serão diretores residentes. Participarão de cada etapa da turnê mais de 70 artistas e técnicos. Até o final da temporada serão mais 200 profissionais envolvidos em todo o Brasil.

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Fórum Juvenil do Patrimônio Mundial : inscrições abertas até 1º de julho

O Iphan, em parceria com a Federação Brasileira dos Albergues da Juventude, promoverá a edição regional do Fórum Juvenil do Patrimônio Cultural. Deverão participar jovens de 18 a 22 anos, de todo o Brasil e de outros 18 países da América do Sul, África e Ásia. O site do evento, onde estão todas as informações e a ficha de inscrição é: www.patrimoniojovem.com.br

Do Brasil, serão selecionados 27 jovens, um de cada estado da federação, e mais 18 jovens dos países que comporão o Centro Regional de Formação em Gestão do Patrimônio Cultural, unidade de referência internacional reconhecido pela Unesco e em fase de implantação no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro e que reúne os países da América do Sul, países africanos de língua portuguesa e espanhola, Timor Leste, além de Portugal e Espanha.

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Nestlé reinventa o comércio "regatão" na Amazônia. Mas escambo não vale mais…

Por Beto Bertagna

De olho em novos mercados, a Nestlé Brasil está lançando o primeiro supermercado flutuante para atender as populações ribeirinhas da Amazônia. O barco “Nestlé Até Você a Bordo”, iniciará as operações em 1º de julho. Sairá do porto de Belém, percorrerá 18 municípios(Barcarena, Soure, Salvaterra, Cachoeira do Arari, Ponte das Pedras, Muaná, Limoeiro do Ajuru, São Sebastião da Boa Vista, Curralinho, Oeiras do Pará, Bagre, Breves, Melgaço, Portel, Gurupá, Porto de Moz, Almerim e Santarem) que compõem a região da Ilha de Marajó até a região do Baixo Amazonas, e retornará a Belém. Todo o percurso será feito em torno de 18 dias e a embarcação permanecerá um dia em cada cidade. A estimativa é atender um público de 800 mil pessoas/mês.
Para que seja reconhecida durante todo o trajeto, a embarcação possui a identidade visual da Nestlé e conta com acesso para pessoas com necessidades especiais e idosos. Onze pessoas, entre funcionários do supermercado e tripulantes, trabalharão diretamente no barco de 27,5 metros de comprimento, que conta com três áreas de estoque, além do espaço da loja de 100 m².
É a volta da velha figura, disfarçada, industrializada e repaginada , do “regatão”, que chegou a ter fluxo intenso no norte do  Brasil, entre 1870 e 1913. Hábeis vendedores, eles se dedicaram ao comércio ambulante  especialmente na Amazônia. Vendiam de tudo nos “barrancos dos rios”, através de embarcações entulhadas de mercadorias . Mas hoje não vale escambo, o pagamento tem que ser em dinheiro, ou quem sabe, cartão de crédito via GPRS.

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Nestlé reinventa o comércio “regatão” na Amazônia. Mas escambo não vale mais…

Por Beto Bertagna

De olho em novos mercados, a Nestlé Brasil está lançando o primeiro supermercado flutuante para atender as populações ribeirinhas da Amazônia. O barco “Nestlé Até Você a Bordo”, iniciará as operações em 1º de julho. Sairá do porto de Belém, percorrerá 18 municípios(Barcarena, Soure, Salvaterra, Cachoeira do Arari, Ponte das Pedras, Muaná, Limoeiro do Ajuru, São Sebastião da Boa Vista, Curralinho, Oeiras do Pará, Bagre, Breves, Melgaço, Portel, Gurupá, Porto de Moz, Almerim e Santarem) que compõem a região da Ilha de Marajó até a região do Baixo Amazonas, e retornará a Belém. Todo o percurso será feito em torno de 18 dias e a embarcação permanecerá um dia em cada cidade. A estimativa é atender um público de 800 mil pessoas/mês.
Para que seja reconhecida durante todo o trajeto, a embarcação possui a identidade visual da Nestlé e conta com acesso para pessoas com necessidades especiais e idosos. Onze pessoas, entre funcionários do supermercado e tripulantes, trabalharão diretamente no barco de 27,5 metros de comprimento, que conta com três áreas de estoque, além do espaço da loja de 100 m².
É a volta da velha figura, disfarçada, industrializada e repaginada , do “regatão”, que chegou a ter fluxo intenso no norte do  Brasil, entre 1870 e 1913. Hábeis vendedores, eles se dedicaram ao comércio ambulante  especialmente na Amazônia. Vendiam de tudo nos “barrancos dos rios”, através de embarcações entulhadas de mercadorias . Mas hoje não vale escambo, o pagamento tem que ser em dinheiro, ou quem sabe, cartão de crédito via GPRS.

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Gente que encontrei por aí… Flávio Bonfim

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Saramago : último post no WordPress

Como publicamos, faleceu na passada sexta-feira José Saramago, aos 87 anos, primeiro vencedor de língua portuguesa do prémio Nobel de literatura.  Saramago morreu em sua casa em Lanzarote, nas ilhas de Canárias, Espanha, após uma longa doença. Segundo a Fundação José Saramago: “O escritor faleceu na companhia de sua família, despedindo-se de um modo sereno e tranquilo”. O que talvez nem todos saibam é que José Saramago fazia também parte da comunidade do WordPress.com, onde mantinha dois blogs, um em português e o outro em espanhol. Pensamos não haver melhor homenagem do que republicar aqui o seu post, estranhamente relevante para esta comunidade, do próprio dia em que nos deixou:

Pensar, pensar

“Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de reflexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, não vamos a parte nenhuma.”

18/06/2010

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Treino de goleiro: em época de Copa, "Academia Fechando o Gol" dá as dicas

O conhecimento do time adversário e os treinos específicos ajudam nas defesas do goleiro. Erros, como o do goleiro inglês, podem ser evitados com técnica. Para evitar o gol do adversário, nada melhor do que uma defesa exata e até as retiradas da área com rapidez. E se isto não ocorrer, o resultado é bem conhecido: gol para o adversário. Segundo Rodrigo Rocha , coordenador da academia Fechando o Gol, www.fechandoogol.com.br ( inaugurada em 2008 pelo goleiro Armelino Donizetti Quagliato, o Zetti destinada ao preparo de goleiros amadores e profissionais) os goleiros que participam destes torneios devem ser preparados com as técnicas para ter um posicionamento perfeito para cada jogada ou chute dos mais diferentes locais. E ainda o preparo psicológico para pensar estrategicamente nos melhores movimentos para as defesas em segundos importantíssimos para o time. “A agilidade e os movimentos de velocidade de reação são algumas características inerentes aos goleiros. Já nos grandes torneios, como a Copa do Mundo, ele deve conhecer o esquema tático do seu time e do adversário e treinar de acordo com as infinitas possibilidades de ataque que podem vir em campo, pois é com um treino contínuo que se faz um bom goleiro”, explica Rocha, responsável pela coordenação de mais de 100 alunos.Quanto ao jogo entre os Estados Unidos e a Inglaterra, que finalizou com um placar de 1×1, devido a uma falha de defesa do goleiro Robert Green, Rocha acredita que erros podem ocorrer, mas que faltou a técnica. “O goleiro não pode menosprezar nenhum chute a gol. Ele deve estar preparado e atento para impedir com segurança a entrada da bola. Não é tocá-la e sim postar-se sempre atrás dela e evitar o gol”
“Ter cuidado com as quedas para evitar contusões e lesões e realizar um estudo aprofundado sobre os times que irá enfrentar. Deve se dedicar para conhecer o adversário, analisando as jogadas e estudar as táticas dos adversários, como bolas mais altas ou mais rasteiras, dentre outras.”
Rodrigo acredita que em grandes times há problemas na defesa, tornando-a fraca e sujeitando os times a goleadas. “Em vários jogos, não apenas nos mundiais da Copa, como nos torneios regionais, vemos que há falhas na defesa que deixam o gol vulnerável. O time inteiro deve compreender que o sistema defensivo é importante e intervir antes que o ataque se aproxime muito da área”, analisa o coordenador.
Para ele, talento faz sim parte do goleiro, mas pela sua posição diferenciada são os treinamentos repetitivos e precisos que simulam o que os goleiros encontrarão em campo que garantem o profissionalismo. “São os estudos, as aplicações de métodos e práticas, o desenvolvimento de habilidades e os treinamentos que formam bons goleiros e jogadores de todos os esportes”, finaliza o coordenador.

O goleiro deve estar atento ao posicionamento e as técnicas de defesas de bola, aquecimento e alongamentos que garantirão a flexibilidade, agilidade, a coordenação e a velocidade de reação. Preparar-se psicologicamente é importante, pois o estresse durante os jogos é grande.

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Treino de goleiro: em época de Copa, “Academia Fechando o Gol” dá as dicas

O conhecimento do time adversário e os treinos específicos ajudam nas defesas do goleiro. Erros, como o do goleiro inglês, podem ser evitados com técnica. Para evitar o gol do adversário, nada melhor do que uma defesa exata e até as retiradas da área com rapidez. E se isto não ocorrer, o resultado é bem conhecido: gol para o adversário. Segundo Rodrigo Rocha , coordenador da academia Fechando o Gol, www.fechandoogol.com.br ( inaugurada em 2008 pelo goleiro Armelino Donizetti Quagliato, o Zetti destinada ao preparo de goleiros amadores e profissionais) os goleiros que participam destes torneios devem ser preparados com as técnicas para ter um posicionamento perfeito para cada jogada ou chute dos mais diferentes locais. E ainda o preparo psicológico para pensar estrategicamente nos melhores movimentos para as defesas em segundos importantíssimos para o time. “A agilidade e os movimentos de velocidade de reação são algumas características inerentes aos goleiros. Já nos grandes torneios, como a Copa do Mundo, ele deve conhecer o esquema tático do seu time e do adversário e treinar de acordo com as infinitas possibilidades de ataque que podem vir em campo, pois é com um treino contínuo que se faz um bom goleiro”, explica Rocha, responsável pela coordenação de mais de 100 alunos.Quanto ao jogo entre os Estados Unidos e a Inglaterra, que finalizou com um placar de 1×1, devido a uma falha de defesa do goleiro Robert Green, Rocha acredita que erros podem ocorrer, mas que faltou a técnica. “O goleiro não pode menosprezar nenhum chute a gol. Ele deve estar preparado e atento para impedir com segurança a entrada da bola. Não é tocá-la e sim postar-se sempre atrás dela e evitar o gol”
“Ter cuidado com as quedas para evitar contusões e lesões e realizar um estudo aprofundado sobre os times que irá enfrentar. Deve se dedicar para conhecer o adversário, analisando as jogadas e estudar as táticas dos adversários, como bolas mais altas ou mais rasteiras, dentre outras.”
Rodrigo acredita que em grandes times há problemas na defesa, tornando-a fraca e sujeitando os times a goleadas. “Em vários jogos, não apenas nos mundiais da Copa, como nos torneios regionais, vemos que há falhas na defesa que deixam o gol vulnerável. O time inteiro deve compreender que o sistema defensivo é importante e intervir antes que o ataque se aproxime muito da área”, analisa o coordenador.
Para ele, talento faz sim parte do goleiro, mas pela sua posição diferenciada são os treinamentos repetitivos e precisos que simulam o que os goleiros encontrarão em campo que garantem o profissionalismo. “São os estudos, as aplicações de métodos e práticas, o desenvolvimento de habilidades e os treinamentos que formam bons goleiros e jogadores de todos os esportes”, finaliza o coordenador.

O goleiro deve estar atento ao posicionamento e as técnicas de defesas de bola, aquecimento e alongamentos que garantirão a flexibilidade, agilidade, a coordenação e a velocidade de reação. Preparar-se psicologicamente é importante, pois o estresse durante os jogos é grande.

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“A mulher do atirador de facas” no Ponto de Exibição ABD/RO

O filme “A mulher do atirador de facas”, com Carla Camurati e Ney Latorraca e de direção Nilson Villas Boas, é um dos destaques no mês dos namorados,  no Ponto de Exibição da ABD/RO. A programação resulta de sete interpretações livres filmadas no Brasil nos últimos 25 anos. São reflexões sobre o amar, sem a pretensão de esgotar o assunto. A coletânea começa com uma animação, Castelos de vento (1998), “Km 0” (2003), “A vida ao lado” (2006), “A mulher do atirador de facas” (1988). Todos esses filmes são da Programadora Brasil e no final serão projetados filmes premiados de curta-metragem do CurtAmazônia/2010.

O endereço onde acontecem as exibições, aos sábados, às 8 da noite, é na Associação Curta Amazônia na Rua Raimundo Cantuária, 712-B, Bairro Baixa União, próximo ao TRE.

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Cala a boca , Tadeu Schmidt – Apresentador passa Galvão Bueno nos Trending Topics do Twitter

O irmão do jogador de basquete Oscar Schmidt e apresentador da rede Globo ganhou a ira dos usuários brasileiros da rede após criticar o técnico da seleção brasileira de futebol Dunga e afirmar que a Globo se preocupa com a verdade e em transmitir a melhor informação.

O técnico se irritou com as atitudes do jornalista Alex Escobar (que supostamente estava ao telefone, falando com Tadeu Schmidt), chamando-o entredentes  dentre outras coisas, de de “besta, burro, cagão” ,durante a entrevista coletiva que seguiu a vitória da equipe contra a Costa do Marfim.

A reação veio com Schimidt, que criticou muito a atitude do técnico e afirmou com arrogância a posição da emissora em transmitir a verdade e as melhores informações, que como sabemos, quando se trata de Rede Globo, chega a ser uma piada. E Schmidt não contava com a contra-reação dos torcedores do Brasil usuários da rede, que preferiram defender Dunga, numa avalanche de mensagens colocou o assunto no topo das Trending Topics do Twitter.

Entre as mensagens que estão sendo retuitadas, está uma que diz A Globo pode discordar do treinador, mas o treinador não pode discordar da Globo, enviada pelo perfil @DungaRei , criado especialmente para a situação. Além disso, foi inventada outra falsa campanha, com a mensagem CALA BOCA TADEU SCHMIDT , ” Tadeu Schmidt is a kind of flower of Amazonia in extinction” , em prol da proteção de uma fictícia flor nacional.

Por trás do incidente entre Dunga e Alex Escobar esconde-se uma história que a maioria dos torcedores desconhece. Segundo o jornalista Mauricio Stycer, do UOL Esporte, a Globo teria negociado diretamente com Ricardo Teixeira, presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), entrevistas exclusivas com três jogadores da seleção, entre os quais Luis Fabiano. As entrevistas iriam ser exibidas durante o programa “Fantástico”, no domingo, pouco depois da partida contra Costa do Marfim, vencida pelo Brasil por 3 a 1. Dunga vetou o acerto.

O incidente entre Dunga e Alex Escobar ocorreu quando o jornalista conversava ao telefone com o apresentador Tadeu Schmidt exatamente sobre este assunto. O técnico percebeu o que ocorria e perguntou: “Algum problema?” Escobar respondeu: “Nem estou olhando para você, Dunga”.

Veja aqui o vídeo que gerou toda a nova polêmica.

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Cala a boca, Galvão !

“Cala boca, Galvão” , depois de virar hit entre as torcidas nos estádios brasileiros agora ganhou o universo. Como foi uma das palavras mais digitadas no Twitter durante a abertura da Copa do Mundo, a expressão atingiu os Trending Topics mundiais- tópicos mais vistos – do Twitter. Os usuários que não conhecem o português indagavam aos usuários brasileiros o que significava aquilo. Foi a vez da malandragem tupiniquim explicar que era uma campanha para salvar um pássaro raro do Brasil. E os brazucas foram além, criando um perfil “Galvão Institute” no Twitter e um vídeo sobre a dita campanha.  Vale lembrar que o Brasil tem o segundo maior número de usuários do Twitter, perdendo apenas para os EUA.  E a campanha continua, gerando até notas na imprensa estrangeira, sobre a verdadeira frase “Cala a boca, Galvão!”. Aliás é só frequentar o Estádio Olímpico, o Mineirão, o Barradão e outros que a frase corre solta nas torcidas organizadas. Ficou barato. Pior seria se fizessem um clipe com o outro hit das torcidas. ” Uh, Galvão…vai tomar no…”  No caso do Estádio Olímpico , agora outra frase vai fazer sentido : “Fica Roth” !

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s.o.s@a sós.sem

Por Binho

ali
sem
asa

sem
som

sem
imagem

aliciado
pelo
solo
do
silêncio
de
alice

http://www.rubensvazportovelho.blogspot.com/

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Cineamazônia, inscrições abertas !

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Como o gerenciamento de projetos otimiza tempo e elimina erros na execução das obras

A arq. Renata Marques, especialista em gerenciamento de projetos Foto: G. Quináglia

Por Beto Bertagna

A expansão do mercado imobiliário dos últimos anos alterou o cenário da arquitetura nacional. Com prazos cada vez mais apertados para a entrega dos projetos e finalização das obras, surge uma nova categoria profissional para o setor: o gerenciador de projetos. Responsável por identificar pontos vulneráveis do empreendimento, o consultor, um especialista da área, procura por todas as possíveis falhas que podem gerar problemas futuros ou exigir a reexecução de alguma parte do empreendimento. A essência do trabalho do gerenciador é a verificação das soluções técnicas adotadas pelas diversas disciplinas de projeto, o acompanhamento de cronograma, e a compatibilização dos projetos de arquitetura, hidráulica e elétrica, entre outros, resultando em um projeto exeqüível, customizado e coerente com o material de venda e as premissas pré-estabelecidas pela construtora.

Com 33 anos de idade e 13 de experiência acumulada neste mercado, a arquiteta paulista Renata Marques trabalha neste conceito desde o início de sua carreira. “De 1998 a 2004, fui contratada por uma importante construtora onde os projetos eram desenvolvidos simultaneamente por vários profissionais e era preciso que uma pessoa compatibilizasse as diferentes plantas. Foi lá que comecei a atuar como gerenciadora de projetos”, recorda.

Durante esse período a profissional teve a oportunidade de trabalhar dentro do canteiro dos empreendimentos, acompanhando de perto o andamento das obras, experiência fundamental para sua atuação como gerenciadora.  “Ter a vivência dos problemas gerados no processo de construção, assim como a dinâmica dos diversos serviços na obra, é um diferencial que trago para a análise dos projetos que faço hoje em dia. É muito mais prático e econômico para a construtora que pode tocar vários projetos ao mesmo tempo com a garantia de que todos estarão dentro do padrão de qualidade”, analisa Renata, que também teve participação em projetos pioneiros no Brasil com inovações tecnológicas, como Drywall, fachada pré-moldada, banheiro pronto e estrutura metálica.

Além dos ensinamentos aprendidos no canteiro de obras, Renata ressalta a sobreposição de plantas como mais um importante diferencial de seu trabalho e para o sucesso do projeto analisado. “Para garantir uma verificação mais completa e na tentativa de identificar todas as incompatibilidades, minha equipe elabora sobreposições de plantas das diversas disciplinas envolvidas para propor as melhores soluções e minimizar o risco de erros de um projeto durante a execução, além da otimização no uso de recursos humanos, financeiros, de logística e tempo, explica.

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Serra Grande, em Roraima, pertinho de Boa Vista

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Gente que encontrei por aí… Pistolino

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Tacacá, de segunda a sexta

Das 17:00 às 21:00 , de segunda a sexta, na Av. Farqhuar 3214 (esquina com rua Pe. Pasquale) , próximo à CONAB o tacacá que deu certo, do gaúcho com a cearense. Agora também com churrasquinho, salgados e refrigerantes.  Pode também pedir para entrega pelos fones 9213 1385 e 8433 9501. Mas, báh, tchê ! Capaz !

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Padre Lambretinha quem chamou é a mãe (trecho da música "Esquina do Tempo", do Binho : Encontro de Romi-Isettas em Santa Bárbara d´Oeste (SP).

Uma simpática Romi-Isetta genérica(seria coreana , seria boliviana ?) estacionada na Av. Presidente Dutra. Em Porto Velho, já foram observados dois veículos semelhantes. Não poluem, não ocupam espaço, são protegidos do sol e da chuva e são extremamente econômicos porque usam motores de 250 cc. Este modelo coreano é diferente porque as entradas são laterais e não há volante, mas um guidão igual a de moto.

Tá bem, o assunto não é bem Lambretta, nem o padre Lambretinha como dirão os mais puristas. Mas é que a música deste senhor que atende pela alcunha de  Rubens Vaz Cavalcante é uma autêntica crônica da cidade de Porto Velho . E a letra puxou o assunto e pronto…

E eu quero mesmo é falar da Romi-Isetta !

A cidade de Santa Bárbara d´Oeste, interior de São Paulo, costuma comemorar o Encontro Nacional de Romi-Isettas que reúne cerca de 30 colecionadores de todo o país e 700 visitantes em comemoração à Romi, fabricante que  produziu o Romi-Isetta, primeiro carro nacional feito em série.

No final da década de 50, o Romi-Isetta, como ficou conhecida era um veículo estranho com motor de lambreta,  espaço para duas pessoas e uma porta frontal.

O projeto era  italiano e desenvolvia uma velocidade máxima de 70 quilômetros por hora.

Ela foi produzida por uma indústria respeitável, a Romi, que existe até hoje, comemora seus 80 anos  e inclusive negocia seus papéis na Bovespa. O carrinho que ganhou as ruas e a admiração de muitos à época, era a Isetta. Com 3  rodas , o que lhe dava bastante instabilidade, e que dependendo da velocidade e do ângulo da curva a fazia rolar pelo chão, levando em sua cabine o seu feliz(?) proprietário. Quase sempre o mesmo batia o pó do brim (que era como se  chamava na época, o jeans), colocava a engenhoca em pé e pronto. Ela estava apta a seguir o seu glorioso caminho.

A história, na verdade, começou na Itália, que já tinha uma enorme tradição com suas Lambrettas. Em 9 de abril de 1953, a empresa ISO Automoveicoli-Spa, fabricante de pequenas motocicletas e triciclos comerciais, fundada pelo gênio Enzo Rivolta, apresentou no salão de Turin um projeto iniciado em 1952 denominado Isetta, (pequena ISO), do engenheiro chamado Preti.

Em 56, a fábrica italiana encerrou suas atividades e transferiu todo o parque fabril para Santa Bárbara do Oeste, em São Paulo, sede das Máquinas Agrícolas Romi.  Neste mesmo ano, a ISO vendeu licença de fabricação para a alemã BMW, que usou um motor de 300 cc e produziu em torno de 150.000 veículos.

Assim, com a produção se iniciando em 5 de setembro de 1956, a Romi-Isetta foi o primeiro veículo nacional a ser produzido em série , antecendendo à Vemaguete, perua da Vemag, que seria fabricada em parceria com a alemã DKW. ( Motor de 3 pistões, 3 bobinas, 3 cilindros, 3 tudo e que fedia que nem o cão porque era dois tempos, tinha que misturar óleo direto na gasolina e quando houvesse algum escapamento no escapamento ( redundância da redundância) queimava as vistas dos ocupantes do veículo. E pasmem, tinha um modelo que inacreditavelmente abria as portas para a frente, ao contrario do usual nos dias de hoje !!!

O modelo original era fabricado com motor ISO de 250 cc, depois trocado pelo BMW de 300 cc.  Em 59, um tal Grupo Executivo da Indústria Automobilística, criado pelo presidente Juscelino Kubitschek, para incentivar a fabricação de veículos nacionais, ironicamente como muita coisa no Brasil (não vou nem falar de Rondônia), começou a decretar o fim da Romi-Isetta, pois exigia certos padrões ordenados pelas multinacionais, tipo o veiculo deveria ter pelo menos dois bancos e duas portas. Como não era então,por estas normas impostas pela indústria estrangeira que chegava, considerado um veículo, não recebia os mesmos incentivos do governo. A Romi-Isetta, que era um veículo popular, passou a ser mais caro que um Volkswagen ou uma DKW. E olha que o JK chegou em Brasília a bordo de uma Romi-Isetta, triunfalmente liderando a Caravana da Integração Nacional, que foi do RJ a Brasilia ! Isto depois de ter rodado 7.000 km e de ter sido recebida pelo governador Leonel Brizola, em Porto Alegre, somo símbolo da industrialização do Brasil .

Romi-Isetta original anos 50

Em 1960, deu-se o golpe final , com a produção das últimas unidades montadas com peças que sobraram das linhas de produção. Foram cerca de 3.500 unidades, de um veículo que poluía pouco, era extremamente econômico, fazia cerca de 35 km por litro, não ocupava muito espaço, era protegido da chuva e que poderia ter estimulado a produção genuinamente nacional. ( Quem aí lembra do Gurgel 800 ? )

Logomarca do modelo coreano. Qual seria a marca ?

E quem quiser que conte outra, cumbeira no Rio Madeira !!!

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Padre Lambretinha quem chamou é a mãe (trecho da música “Esquina do Tempo”, do Binho : Encontro de Romi-Isettas em Santa Bárbara d´Oeste (SP).

Uma simpática Romi-Isetta genérica(seria coreana , seria boliviana ?) estacionada na Av. Presidente Dutra. Em Porto Velho, já foram observados dois veículos semelhantes. Não poluem, não ocupam espaço, são protegidos do sol e da chuva e são extremamente econômicos porque usam motores de 250 cc. Este modelo coreano é diferente porque as entradas são laterais e não há volante, mas um guidão igual a de moto.

Tá bem, o assunto não é bem Lambretta, nem o padre Lambretinha como dirão os mais puristas. Mas é que a música deste senhor que atende pela alcunha de  Rubens Vaz Cavalcante é uma autêntica crônica da cidade de Porto Velho . E a letra puxou o assunto e pronto…

E eu quero mesmo é falar da Romi-Isetta !

A cidade de Santa Bárbara d´Oeste, interior de São Paulo, costuma comemorar o Encontro Nacional de Romi-Isettas que reúne cerca de 30 colecionadores de todo o país e 700 visitantes em comemoração à Romi, fabricante que  produziu o Romi-Isetta, primeiro carro nacional feito em série.

No final da década de 50, o Romi-Isetta, como ficou conhecida era um veículo estranho com motor de lambreta,  espaço para duas pessoas e uma porta frontal.

O projeto era  italiano e desenvolvia uma velocidade máxima de 70 quilômetros por hora.

Ela foi produzida por uma indústria respeitável, a Romi, que existe até hoje, comemora seus 80 anos  e inclusive negocia seus papéis na Bovespa. O carrinho que ganhou as ruas e a admiração de muitos à época, era a Isetta. Com 3  rodas , o que lhe dava bastante instabilidade, e que dependendo da velocidade e do ângulo da curva a fazia rolar pelo chão, levando em sua cabine o seu feliz(?) proprietário. Quase sempre o mesmo batia o pó do brim (que era como se  chamava na época, o jeans), colocava a engenhoca em pé e pronto. Ela estava apta a seguir o seu glorioso caminho.

A história, na verdade, começou na Itália, que já tinha uma enorme tradição com suas Lambrettas. Em 9 de abril de 1953, a empresa ISO Automoveicoli-Spa, fabricante de pequenas motocicletas e triciclos comerciais, fundada pelo gênio Enzo Rivolta, apresentou no salão de Turin um projeto iniciado em 1952 denominado Isetta, (pequena ISO), do engenheiro chamado Preti.

Em 56, a fábrica italiana encerrou suas atividades e transferiu todo o parque fabril para Santa Bárbara do Oeste, em São Paulo, sede das Máquinas Agrícolas Romi.  Neste mesmo ano, a ISO vendeu licença de fabricação para a alemã BMW, que usou um motor de 300 cc e produziu em torno de 150.000 veículos.

Assim, com a produção se iniciando em 5 de setembro de 1956, a Romi-Isetta foi o primeiro veículo nacional a ser produzido em série , antecendendo à Vemaguete, perua da Vemag, que seria fabricada em parceria com a alemã DKW. ( Motor de 3 pistões, 3 bobinas, 3 cilindros, 3 tudo e que fedia que nem o cão porque era dois tempos, tinha que misturar óleo direto na gasolina e quando houvesse algum escapamento no escapamento ( redundância da redundância) queimava as vistas dos ocupantes do veículo. E pasmem, tinha um modelo que inacreditavelmente abria as portas para a frente, ao contrario do usual nos dias de hoje !!!

O modelo original era fabricado com motor ISO de 250 cc, depois trocado pelo BMW de 300 cc.  Em 59, um tal Grupo Executivo da Indústria Automobilística, criado pelo presidente Juscelino Kubitschek, para incentivar a fabricação de veículos nacionais, ironicamente como muita coisa no Brasil (não vou nem falar de Rondônia), começou a decretar o fim da Romi-Isetta, pois exigia certos padrões ordenados pelas multinacionais, tipo o veiculo deveria ter pelo menos dois bancos e duas portas. Como não era então,por estas normas impostas pela indústria estrangeira que chegava, considerado um veículo, não recebia os mesmos incentivos do governo. A Romi-Isetta, que era um veículo popular, passou a ser mais caro que um Volkswagen ou uma DKW. E olha que o JK chegou em Brasília a bordo de uma Romi-Isetta, triunfalmente liderando a Caravana da Integração Nacional, que foi do RJ a Brasilia ! Isto depois de ter rodado 7.000 km e de ter sido recebida pelo governador Leonel Brizola, em Porto Alegre, somo símbolo da industrialização do Brasil .

Romi-Isetta original anos 50

Em 1960, deu-se o golpe final , com a produção das últimas unidades montadas com peças que sobraram das linhas de produção. Foram cerca de 3.500 unidades, de um veículo que poluía pouco, era extremamente econômico, fazia cerca de 35 km por litro, não ocupava muito espaço, era protegido da chuva e que poderia ter estimulado a produção genuinamente nacional. ( Quem aí lembra do Gurgel 800 ? )

Logomarca do modelo coreano. Qual seria a marca ?

E quem quiser que conte outra, cumbeira no Rio Madeira !!!

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O Fator Deus : lamentem a morte de José Saramago

O MAIOR PECADO

O maior crime, o mais absurdo, o que mais ofende a simples razão, desde o princípio dos tempos e das civilizações, é matar em nome de Deus. Palavras de José Saramago, que era ateu, mas mostra seu amor por Deus amando a humanidade<

“De algo sempre haveremos de morrer, mas já se perdeu a conta aos seres humanos mortos das piores maneiras que seres humanos foram capazes de inventar. Uma delas, a mais criminosa, a mais absurda, a que mais ofende a simples razão, é aquela que, desde o princípio dos tempos e das civilizações, tem mandado matar em nome de Deus”. As palavras são do Premio Nobel de Literatura, escritor e poeta português José Saramago, que morreu nesta sexta-feira (18) e deixou o planeta de luto. Suas obras foram traduzidas até na China. Publicamos nesta edição sua célebre crônica “O Fator Deus” – em que Saramago, que se declarava comunista e ateu, faz a melhor defesa de Deus já escrita pelo homem. Ele diz que Deus é inocente das maldades que praticamos em Seu nome. Saramago morreu em sua casa na Espanha, na ilha de Lanzarote, aos 87 anos. (NT)

O FATOR DEUS

Por José Saramago (*)

Algures na Índia. Uma fila de peças de artilharia em posição. Atado à boca de cada uma delas há um homem. No primeiro plano da fotografia um oficial britânico ergue a espada e vai dar ordem de fogo. Não dispomos de imagens do efeito dos disparos, mas até a mais obtusa das imaginações poderá “ver” cabeças e troncos dispersos pelo campo de tiro, restos sanguinolentos, vísceras, membros amputados. Os homens eram rebeldes.

Algures em Angola. Dois soldados portugueses levantam pelos braços um negro que talvez não esteja morto, outro soldado empunha um machete e prepara-se para lhe separar a cabeça do corpo. Esta é a primeira fotografia. Na segunda, desta vez há uma segunda fotografia, a cabeça já foi cortada, está espetada num pau, e os soldados riem. O negro era um guerrilheiro.

Algures em Israel. Enquanto alguns soldados israelitas imobilizam um palestino, outro militar parte-lhe à martelada os ossos da mão direita. O palestino tinha atirado pedras. nos Estados Unidos da América do Norte, cidade de Nova York.

Dois aviões comerciais norte-americanos, sequestrados por terroristas relacionados com o integrismo islâmico, lançam-se contra as torres do World Trade Center e deitam-nas abaixo. Pelo mesmo processo um terceiro avião causa danos enormes no edifício do Pentágono, sede do poder bélico dos States. Os mortos, soterrados nos escombros, reduzidos a migalhas, volatilizados, contam-se por milhares.

As fotografias da Índia, de Angola e de Israel atiram-nos com o horror à cara, as vítimas são-nos mostradas no próprio instante da tortura, da agônica expectativa, da morte ignóbil.

Em Nova York tudo pareceu irreal ao princípio, episódio repetido e sem novidade de mais uma catástrofe cinematográfica, realmente empolgante pelo grau de ilusão conseguido pelo engenheiro de efeitos especiais, mas limpo de estertores, de jorros de sangue, de carnes esmagadas, de ossos triturados, de merda.

O horror, agachado como um animal imundo, esperou que saíssemos da estupefação para nos saltar à garganta.

O horror disse pela primeira vez “aqui estou” quando aquelas pessoas saltaram para o vazio como se tivessem acabado de escolher uma morte que fosse sua. Agora o horror aparecerá a cada instante ao remover-se uma pedra, um pedaço de parede, uma chapa de alumínio retorcida, e será uma cabeça irreconhecível, um braço, uma perna, um abdômen desfeito, um tórax espalmado.

Mas, até mesmo isto é repetitivo e monótono, de certo modo já conhecido pelas imagens que nos chegaram daquele Ruanda-de-um-milhão-de-mortos, daquele Vietnã cozido a napalme, daquelas execuções em estádios cheios de gente, daqueles linchamentos e espancamentos daqueles soldados iraquianos sepultados vivos debaixo de toneladas de areia, daquelas bombas atômicas que arrasaram e calcinaram Hiroshima e Nagasaki, daqueles crematórios nazistas a vomitar cinzas, daqueles caminhões a despejar cadáveres como se de lixo se tratasse.

De algo sempre haveremos de morrer, mas já se perdeu a conta aos seres humanos mortos das piores maneiras que seres humanos foram capazes de inventar. Uma delas, a mais criminosa, a mais absurda, a que mais ofende a simples razão, é aquela que, desde o princípio dos tempos e das civilizações, tem mandado matar em nome de Deus.

Já foi dito que as religiões, todas elas, sem exceção, nunca serviram para aproximar e congraçar os homens, que, pelo contrário, foram e continuam a ser causa de sofrimentos inenarráveis, de morticínios, de monstruosas violências físicas e espirituais que constituem um dos mais tenebrosos capítulos da miserável história humana.

Ao menos em sinal de respeito pela vida, deveríamos ter a coragem de proclamar em todas as circunstâncias esta verdade evidente e demonstrável, mas a maioria dos crentes de qualquer religião não só fingem ignorá-lo, como se levantam iracundos e intolerantes contra aqueles para quem Deus não é mais que um nome, nada mais que um nome, o nome que, por medo de morrer, lhe pusemos um dia e que viria a travar-nos o passo para uma humanização real.

Em troca prometeram-nos paraísos e ameaçaram-nos com infernos, tão falsos uns como outros, insultos descarados a uma inteligência e a um sentido comum que tanto trabalho nos deram a criar.

Disse Nietzsche que tudo seria permitido se Deus não existisse, e eu respondo que precisamente por causa e em nome de Deus é que se tem permitido e justificado tudo, principalmente o pior, principalmente o mais horrendo e cruel.

Durante séculos a Inquisição foi, ela também, como hoje os talebãs, uma organização terrorista que se dedicou a interpretar perversamente textos sagrados que deveriam merecer o respeito de quem neles dizia crer, um monstruoso conúbio pactuado entre a religião e o Estado contra a liberdade de consciência e contra o mais humano dos direitos: o direito a dizer não, o direito à heresia, o direito a escolher outra coisa, que isso só a palavra heresia significa.

E, contudo, Deus está inocente. Inocente como algo que não existe, que não existiu nem existirá nunca, inocente de haver criado um universo inteiro para colocar nele seres capazes de cometer os maiores crimes para logo virem justificar-se dizendo que são celebrações do seu poder e da sua glória, enquanto os mortos se vão acumulando, estes das torres gêmeas de Nova York, e todos os outros que, em nome de um Deus tornado assassino pela vontade e pela ação dos homens, cobriram e teimam em cobrir de terror e sangue as páginas da história.

Os deuses, acho eu, só existem no cérebro humano, prosperam ou definham dentro do mesmo universo que os inventou, mas o “fator Deus”, esse, está presente na vida como se efetivamente fosse o dono e o senhor dela. Não é um deus, mas o “fator Deus” o que se exibe nas notas de dólar e se mostra nos cartazes que pedem para a América (a dos Estados Unidos, não a outra…) a bênção divina.

E foi o “fator Deus” em que o deus islâmico se transformou, que atirou contra as torres do World Trade Center os aviões da revolta contra os desprezos e da vingança contra as humilhações. Dir-se-á que um deus andou a semear ventos e que outro deus responde agora com tempestades. É possível, é mesmo certo.

Mas não foram eles, pobres deuses sem culpa, foi o “fator Deus”, esse que é terrivelmente igual em todos os seres humanos onde quer que estejam e seja qual for a religião que professem, esse que tem intoxicado o pensamento e aberto as portas às intolerâncias mais sórdidas, esse que não respeita senão aquilo em que manda crer, esse que depois de presumir ter feito da besta um homem acabou por fazer do homem uma besta.

Ao leitor crente (de qualquer crença…) que tenha conseguido suportar a repugnância que estas palavras provavelmente lhe inspiraram, não peço que se passe ao ateísmo de quem as escreveu. Simplesmente lhe rogo que compreenda, pelo sentimento de não poder ser pela razão, que, se há Deus, há só um Deus, e que, na sua relação com ele, o que menos importa é o nome que lhe ensinaram a dar. E que desconfie do “fator Deus”. Não faltam ao espírito humano inimigos, mas esse é um dos mais pertinazes e corrosivos. Como ficou demonstrado e desgraçadamente continuará a demonstrar-se.

(*) José Saramago e escritor português, e é o primeiro autor em língua portuguesa a receber o Premio Nobel de Literatura. O Brasil não tem nenhum. A Argentina tem quatro. Este artigo já foi publicado pelos principais jornais do mundo inteiro e é aplaudido como o mais perfeito texto sobre a corrupção que o homem faz de Deus, principalmente quando seu Santo Nome é usado para violar a cidadania garantida pelo Estado e vincular religião – coisa que Deus jamais criou – com a política. (Nelson Townes, do NoticiaRo.com)

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Enquanto isto, em Jacy-Paraná…

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A frase do fim de semana – 9

“As coisas mudam, mas estamos contando sempre as mesmas histórias. Desde Homero.”

Fanny Ardant, atriz francesa

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Site porcalhão defende sujeira e abandono na EFMM

Só porcalhões acostumados a chafurdar na lama são capazes de defender a sujeira, o abandono, o odor fétido de fezes e urina misturados nojentamente “ao vivo” quando se visitava o antigo Plano Inclinado da EFMM, completamente destruído e podre e que agora está sendo revitalizado. Mas cada um com seu cada qual.

É incrível ! E os ataques mentirosos do site porcalhão, que se gaba de estar entre os 10 mais visitados de Porto Velho, aumentaram quando foram retirados os bares dos “barquinhos” onde rolava prostituição infantil e tráfico descarado de drogas.

Que interesse este tal site teria em manter aquela situação? Esquisito…

No detalhe da foto, situação do Plano Inclinado da EFMM que o site porcalhão defende com unhas e dentes, até mentindo descaradamente para a população, para que fique como está. Especialistas acreditam que fixação por sujeira e excrementos humanos pode ser alguma perturbação psicológica grave ou uma patogenia mais complexa.

No projeto do arq. José Augusto, que respeitou todas as normas patrimoniais, o local não deverá ter a visita dos focas e "mandantes" do famigerado site, porque se prevê ali um local limpo e familiar, chamado de "Área de Conforto". As famílias decentes de Porto Velho no entanto, que almejam uma cidade melhor, agradecem.

Finalmente, um projeto arquitetônico à altura da importância da EFMM.

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Madeira-Mamoré, dia a dia…

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Gente que encontrei por aí… Ernande e Luciana

Ernande e Luciana, curtindo o samba do Ernesto

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Reflexão não muito profunda, sobre sites vagabundos de fo-focas

” Matéria jornalística vagabunda é que nem adesivo : não promove, não gruda e ainda emporcalha o veículo.”

Comentário do Jornalista Nelson Townes :

Caro Beto,
Quando alguma desinformação ou canalhice é publicada por qualquer meio de comunicação não diga que é matéria jornalística. A matéria jornalista tem que ser o mais fiel possívell aos fatos e, OBRIGATORIAMENTE E PARA TODO O SEMPRE ouvir os dois lados, ou deixar claro que não o fez, e interpretar (que é diferente de comentar) o fato. Se um ente público está intervindo num bem público a pergunta óbvia é por que? O foco principal da notícia é o motivo da intervenção. A partir daí o jornalista tem o restante para oferecer ao seu público a informação honesta e manter a relação de boa fé que qualquer mídia deve ter com todos. Principalmente com o leitor ou espectador. Se não for assim, NÃO É MATÉRIA JORNALÍSTICA. Portanto, caríssimo Beto, não existem matérias jornalistas vagabundas. Existem vagabundos que se intitulam jornalistas e até conseguem diplomas, graduação acadêmica e registro como profissionais de imprensa para o mercado de trabalho. Mas, efetivamente, não são jornalistas, repito. Deveriam ser defenestrados, expurgados da categoria, ter o diploma, os títulos acadêmicos, o registro no Ministério do Trabalho, tudo cancelado. E expostos à execração pública como os vagabundos, picaretas, desonestos que enganam a opinião pública fraudando o bem mais precioso que desde os nossos mais remotos ancestrais temos para lutar pela sobrevivência de nossa espécie em nosso planeta: A INFORMAÇÃO. O fato é que conheço a imprensa de Rondônia há anos e nunca a vi em tão má fase. Se a Internet é um oceano, o que temos em Rondônia é um mar poluído por esgoto. Felizmente, há exceções que navegam em aguas limpas.

Diante deste comentário, deste Jornalista com J maiúsculo e vergonha na cara, devemos mudar nossa reflexão para :

“Site de fo-foca vagabundo é que nem adesivo de terceira : não promove, não gruda e ainda emporcalha o veículo e a sociedade decente à sua volta.”

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