Arquivo do mês: junho 2010

Sítio Mirante, patrimônio cultural de Rondônia

Petroglifos do sítio Mirante, em Riachuelo/Pres. Médici/Rondônia foto: Z. Santos

Você pode agendar sua visita aos petroglifos em Riachuelo, com a Associação de Amigos de Nova Riachuelo pelo e-mail assoc.amigosriachuelo@gmail.com .

5 Comentários

Arquivado em Efêmeras Divagações

Amigos de Novo Riachuelo, parabéns !

Amigos de Riachuelo : zelo e cuidado com o patrimônio arqueológico  foto : Z. Santos

Amigos de Riachuelo : zelo e cuidado com o patrimônio arqueológico foto : Z. Santos

Momento histórico da constituição da Associação de Amigos de Riachuelo, distrito de Pres. Médici/RO. A Associação visa , dentre outras coisas, preservar o patrimônio cultural e arqueológico da região, trazendo uma esperança de novos dias e horizontes para a melhoria de vida dos moradores. Parabéns a todos ! Vocês merecem porque sabem valorizar o que é de todos nós. Sítios arqueológicos lindíssimos na região , com inscrições rupestres , bem cuidados com a parceria da Associação podem trazer emprego e renda, com o desenvolvimento do turismo.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Livros que ajudam a entender Rondônia – 16 – Viver Amazônico

Deixe um comentário

Arquivado em Livros para entender RO

Governo desmente roubo de água dos rios amazônicos: é um 'hidromito' !

Da Agência Brasil

O Ministério do Meio Ambiente (MMA), a Agência Nacional de Águas (ANA), a Marinha e a Polícia Federal (PF) descartaram  qualquer possibilidade de que esteja ocorrendo roubo de água em rios da Amazônia por navios estrangeiros. Representantes dos quatro órgãos federais participaram, na Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento da Câmara dos Deputados, de audiência pública que tratou do suposto tráfico de água doce no Brasil.

A audiência foi pedida pelo deputado José Lupércio Ramos de Oliveira (PMDB-AM). Segundo ele, navios-tanques estariam enchendo os porões com água dos rios amazônicos para engarrafamento na Europa, no Oriente Médio e até na China. O contra-almirante Monteiro Dias, do Comando de Operações Navais do Ministério da Defesa, explicou ao parlamentar que o uso da água de lastro obedece a regras internacionais e a Marinha brasileira exige que os navios esvaziem os tanques duas vezes antes de entrar na Foz do Rio Amazonas, para evitar a contaminação com organismo estranhos ao ecossistema do rio.

O militar informou que as 12 capitanias dos portos que cuidam da navegação na Amazônia examinaram, no ano passado, cerca de 43 mil embarcações e não encontraram qualquer indício de furto de água. Ele, no entanto, admitiu que a estrutura de fiscalização da Marinha ainda “não é suficiente” e mais três capitanias serão abertas na região, sendo uma em Rondônia.

Para Antônio Félix Domingues, coordenador de Articulação e Comunicação da ANA, o tráfico de água doce da Amazônia é um “hidromito”, uma “ história mirabolante” que “não tem sustentação econômica”. “Isso daí é uma viagem. Isso custaria de 3 a 4 dólares por metro cúbico, quando há tecnologia que tira o sal da água por 50 centavos de dólar por metro cúbico”, contabilizou.

O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, Silvano da Costa, informou que não há nenhuma denúncia formal sobre roubo de água da Amazônia no Conselho Nacional de Recursos Hídricos, composto por 57 membros do Poder Público e da sociedade civil. O diretor executivo da Polícia Federal, Luiz Pontel de Souza, confirmou que a PF também não tem nenhum registro de “hidropirataria”, mas informou que esse suposto crime não está previsto na legislação brasileira.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Governo desmente roubo de água dos rios amazônicos: é um ‘hidromito’ !

Da Agência Brasil

O Ministério do Meio Ambiente (MMA), a Agência Nacional de Águas (ANA), a Marinha e a Polícia Federal (PF) descartaram  qualquer possibilidade de que esteja ocorrendo roubo de água em rios da Amazônia por navios estrangeiros. Representantes dos quatro órgãos federais participaram, na Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento da Câmara dos Deputados, de audiência pública que tratou do suposto tráfico de água doce no Brasil.

A audiência foi pedida pelo deputado José Lupércio Ramos de Oliveira (PMDB-AM). Segundo ele, navios-tanques estariam enchendo os porões com água dos rios amazônicos para engarrafamento na Europa, no Oriente Médio e até na China. O contra-almirante Monteiro Dias, do Comando de Operações Navais do Ministério da Defesa, explicou ao parlamentar que o uso da água de lastro obedece a regras internacionais e a Marinha brasileira exige que os navios esvaziem os tanques duas vezes antes de entrar na Foz do Rio Amazonas, para evitar a contaminação com organismo estranhos ao ecossistema do rio.

O militar informou que as 12 capitanias dos portos que cuidam da navegação na Amazônia examinaram, no ano passado, cerca de 43 mil embarcações e não encontraram qualquer indício de furto de água. Ele, no entanto, admitiu que a estrutura de fiscalização da Marinha ainda “não é suficiente” e mais três capitanias serão abertas na região, sendo uma em Rondônia.

Para Antônio Félix Domingues, coordenador de Articulação e Comunicação da ANA, o tráfico de água doce da Amazônia é um “hidromito”, uma “ história mirabolante” que “não tem sustentação econômica”. “Isso daí é uma viagem. Isso custaria de 3 a 4 dólares por metro cúbico, quando há tecnologia que tira o sal da água por 50 centavos de dólar por metro cúbico”, contabilizou.

O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, Silvano da Costa, informou que não há nenhuma denúncia formal sobre roubo de água da Amazônia no Conselho Nacional de Recursos Hídricos, composto por 57 membros do Poder Público e da sociedade civil. O diretor executivo da Polícia Federal, Luiz Pontel de Souza, confirmou que a PF também não tem nenhum registro de “hidropirataria”, mas informou que esse suposto crime não está previsto na legislação brasileira.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Spam

Existem diversas versões a respeito da origem da palavra spam. A versão mais aceita afirma que o termo originou-se da marca SPAM, um tipo de carne suína enlatada da Hormel Foods Corporation, e foi associado ao envio de mensagens não-solicitadas devido a um quadro do grupo de humoristas ingleses Monty Python.

O quadro foi escrito para ironizar o racionamento de comida ocorrido na Inglaterra durante e após a Segunda Guerra Mundial. SPAM foi um dos poucos alimentos excluídos desse racionamento, o que eventualmente levou as pessoas a enjoarem da marca e motivou a criação do quadro.

Esse quadro envolve um casal discutindo com uma garçonete em um restaurante a respeito da quantidade de SPAM presente nos pratos. Enquanto o casal pergunta por um prato que não contenha a carne enlatada, a garçonete repete constantemente a palavra “SPAM” para indicar a quantidade. Eventualmente, a discussão faz com que um grupo de vikings presente no restaurante comece a cantar de maneira operática “SPAM, amado SPAM, glorioso SPAM, maravilhoso SPAM!”, impossibilitando qualquer conversa.

A Hormel Foods Corporation não se posicionou contra o uso do termo spam para designar o envio de mensagens eletrônicas não-solicitadas após sua popularização, mas passou a exigir que a palavra SPAM em letras maiúsculas seja reservada para designar seu produto e marca registrada.

Existem três versões, menos populares, a respeito da etimologia que associam o termo spam a acrônimos. A primeira afirma que SPAM significa Sending and Posting Advertisement in Mass, ou “enviar e postar publicidade em massa”, a segunda que significa Shit Posing As Mail, ou “porcaria fingindo ser correspondência” e a terceira que significa Single Post to All Messageboards, ou “mensagem única para todos os fóruns de discussão.”

Deixe um comentário

Arquivado em Delírio Cotidiano

5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul : Porto Velho fica fora do circuito, Rio Branco entra

A mostra “Cinema e Direitos Humanos na América do Sul” dedica-se a apresentar, e dessa vez pelo quinto ano consecutivo, filmes sul-americanos que discutem temas atuais de direitos humanos no nosso continente. Repetindo as mesmas parcerias do primeiro ano, a 5ª edição da mostra é realizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica, produzida pela Cinemateca Brasileira e pelo SESC São Paulo, e patrocinada pela Petrobras.

Para a edição 2010, que será exibida a partir do dia 8 de novembro desse ano, o circuito de exibição compreenderá 20 capitais brasileiras: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Teresina.

Como em todos os anos, a mostra vem para comemorar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. A curadoria em 2010 é de Francisco Cesar Filho, que prepara uma programação compreendendo uma seção contemporânea, uma retrospectiva histórica, homenagens e encontros.

Os filmes contemporâneos, que até então eram programados apenas via pesquisa curatorial, passaram a ser escolhidos também por meio de uma chamada pública. É com emprego desses dois sistemas de seleção que a mostra exibe, sempre, títulos realizados em todos os países da América do Sul: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, consolidando-se como espaço de reflexão no qual os direitos humanos se encontram com a expressão cinematográfica. Ao exibir a produção contemporânea sul-americana, o evento promove o encontro de cineastas, militantes e ativistas com o publico de diversas regiões do país. E Porto Velho dançou…

1 comentário

Arquivado em Notícias