Arquivo do dia: 29/05/2010

Livros que ajudam a entender Rondônia – 11

No site oficial da editora, que é de Brasília, o livro é apresentado assim:  “A Thesaurus tem o prazer de apresentar ao público aventuras do nosso “faroeste brasileiro”, a região Amazônica.” . No site,  há este link onde a editora indica que você pode ler, gratuitamente em arquivo PDF,  dois contos do autor. Se o interesse for se aprofundar no tema, procure ler o caso do camareiro espião.

http://www.thesaurus.com.br/download.php?codigoArquivo=287

Ah, ía esquecendo. O autor também tem este aqui.

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Dama da noite no Cohab

foto : JLZ Barcelos

Esta belíssima “dama da noite” fica no jardim do nosso colaborador JLZ Barcelos, no Cohab, em Porto Velho…

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Novo vôo entre Porto Velho, Cuiabá e Guarulhos

A partir de 1º de junho, a TAM dará início a um voo diário entre os aeroportos de Cumbica, em Guarulhos (SP), Cuiabá (MT) e Porto Velho (RO).
O voo partirá do aeroporto de Guarulhos às 21h50 e pousará em Cuiabá às 22h55, de onde decolará às 23h30, seguindo para o aeroporto de Porto Velho, onde chegará à 01h05. Já o percurso inverso decolará de Rondônia às 02h00, chegando a Cuiabá às 03h35 e partindo às 04h10 para Guarulhos, onde pousará às 07h15.

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Bad Trip

Por Valéria del Cueto

Juro que daria tudo para não estar escrevendo este relato. São 18 horas em Cuiabá, 19 no Rio de Janeiro. Se o céu da minha trip fosse de brigadeiro estaria a 3 horas da Casa da Gávea, onde o curta metragem História Sem Fim do Rio Paraguai será exibido e comemorado o aniversário da Denise del Cueto, mulher do del pai.

Qual o que, meu sofrer  começou no balcão da cia. aérea, onde fui informada que o vôo que embarcaria havia sido cancelado. Isso mesmo.

Oh, meu santo protetor dos passageiros enganados, vilipendiados e traídos, onde estavas quando o senhor Jean gerente da enrolação e da quebra de contrato me dava a opção de embarcar num vôo de outra companhia , uma hora e meia depois, com destino a Guarulhos e, depois de um pit stop de mais de 2 horas, seguir num vôo para Teresina, com uma escala redentora no Galeão? Talvez muito ocupado, com justíssima razão, com as cinzas do vulcão europeu que ora provoca um efeito dominó na malha viária do velho continente e adjacências.

Enfim, estávamos, eu e mais outros tantos otários, com um bilhete que nos prometia desembarcar às 22 horas e 27 minutos no aeroporto Santos Dumont, na entrada da baía de Guanabara, sendo remanejados  para um vôo de uma companhia amiga, com destino a Ilha do Governador. A chegada esta(va) prevista para a  00 horas e 40 minutos. Começava a bad trip me impede de chegar ao Santos Dumont e  ainda por cima desembarca o pacote há dezenas de quilômetros do destino desejado.

Havia outra opção? Sim,  perder o filme e o feriado aguardando a voada do dia seguinte.

Avisar os otários do desastre, anunciado pelo menos uma hora antes, de acordo com a atendente, e o dobro do tempo, segundo o gerente Jean, não pareceu uma ideia plausível para o último, que arregalou os olhinhos e tascou a pérola:
– Não temos tempo para isso. Disse-o,  como quem declara que o problema não é dele mas, sim, dos trouxas que com um simples aviso poderiam reorganizar suas vidas, procurar outras opções ou, simplesmente, mandar-los catar coquinhos.

Fiquei pasma quando descobri que éramos apenas 15 vítimas, destinadas a trocar, entre outras coisas, o conforto alimentar da companhia que escolhemos pelas 8 minguadas bolachinhas que nos couberam no ágape da substituta. Isso sem falar na diferença básica da dimensão das poltronas.

A novela estava apenas começando. O capítulo seguinte  reservava outra surpresa. Não é que o vôo até Belo Horizonte, com escala em Goiânia existia? Atrasado, mas aguardado pelo restante dos passageiros.

Bom, fúria é pouco. Ampliada pelo fato de que cada “mala viajen” com sua solução capenga serve para considerar cumprido o contrato firmado no bilhete. Que serviço porco, quanto descaso com os bobalhões que escolheram voar pela dita companhia…

Tempo, tempo, tenho tempo. Horas no confortabilíssimo aeroporto internacional Marechal Rondon. O suficiente para procurar os meus direitos. Não, não é piada!

Piada foi chegar no balcão da empresa e pedir para usar o telefone para fazer a reclamação via 0800.
– A senhora quer o que? Pergunta a gentil, porém intrigada atendente.
– Usar o telefone, expliquei, para fazer uma reclamação.
– Pelo nosso telefone? Não entendi…
Relatei a situação e pulei para a próxima mocinha, esta, do lado de lá da linha.
– Trip reservas, boa tarde.
– Boa tarde para você também, quero registrar uma reclamação.

E começou a lenha. Pois, na concepção da moça Renata, eu não tinha motivos para isso. Arranquei a ferro e fórceps o número do protocolo e resolvi ampliar a área de protesto, procurando a ANAC. Ela sim, a que fica no desembarque, no barraco decadente ao lado.

Chegando lá, outra surpresa. Foram-se os tempos em que um gentil funcionário descia com a gente e ia na companhia averiguar o problema e tomar uma providência imediata. O funcionário em questão, muito gentil, por sinal, ainda está lá, há 26 anos, diga-se de passagem. Mas reclamações, só pelo site.

Quanto a soluções para os problemas dos passageiros, bem, é mais ou menos como reclamar com o bispo. Por essas e outras é que as bad trips pululam impunemente por mais de 70 destinos, anuncia o banner, diante do balcão às moscas, para onde retornei desolada.

Bom, conseguimos, finalmente, decolar com mais outros 20 minutos de atraso. E daí? A espera em Guarulhos se arrastou por mais de duas horas. Falo só para constar, por que isso não faz diferença mesmo, né? Estamos no trecho.
Só espero que o tal santo protetor dos passageiros enganados, vilipendiados e traídos esteja mais liberado (o que é claro, não aconteceu). Achava, e com razão, que precisaria – e muito – da ajuda dele quando, depois da meia noite, virasse abóbora e tivesse que ser repatriada para o Leme, da Ilha do Governador, via Linha Vermelha.

Quanto a meu compromisso, sorry espectadores, perdoe-me aniversariante, mas, além de bad, o trem da trip não conseguiu sair da estação da incompetência e, graças ao desempenho exemplar da parceira aérea, acabei desembarcando em solo carioca mais ou menos a 1 e 40 da madruga. Falhei, sim, mas com um serviço desses, quem pode me culpar?

* Valéria del Cueto é jornalista, cineasta e gestora de carnaval. Este artigo faz parte da série Parador Cuyabano, do SEM FIM           http://delcueto.multiply.com

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Cineclubistas, uni-vos !

Nascido de um diálogo entre o Instituto India Amazônia, a Juventude Protagonista no Meio Cultural – JPC e a Casa Brasil – Unidade Porto Velho, o Cine Gaia Casa Brasil é um prologamento do Grupo GAIA – Grupo Afro-ameríndio de Interculturalidade Amazônica, veia cultural do Instituto INDIA, que leva desde 2008 por meio do Cine Gaia produções audiovisuais nacionais para algumas escolas estaduais e municipais de Porto Velho.

Embalados por esta dialogicidade o Cine Gaia Casa Brasil vem realizando desde de Outubro de 2009 sessões de cinema gratuitas na Casa Brasil – Unidade Porto Velho. Não apenas na promoção do audiovisual, mas na democratização destas produções prioritariamente local e nacional para a Zona Leste da Capital, fomentando o debate a cerca das temáticas abordadas pelos filmes e construindo junto à comunidade o calendário de exibição.

Para Betânia Maria Zarzuela Alves de Avelar, presidente do India Amazônia, ” esta é uma oportunidade de estarmos todos juntos para construir e dialogar nossa intervenção no cenário local político-cultural de nosso Estado.”

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Gente que encontrei por ai… Solange Lima e Geraldo Moraes

foto: A. Galindo

foto: A. Galindo

Solange Lima é uma produtora de cinema que  iniciou sua carreira no cinema trabalhando na Truq Cine TV e Vídeo, onde permaneceu até 1996, quando foi convidada para a produção do filme ´Tieta´ de Cacá Diegues e, em seguida, abriu sua própria produtora, a Araçá Azul.  Membro-fundadora e ex-presidente da Associação Baiana de Cinema e Vídeo, Solange Lima é a atual presidente da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas(ABD Nacional), entidade que atua na implantação e fortalecimento de políticas culturais para o audiovisual e está presente nos 27 estados do país.

O gremista Geraldo Moraes é diretor, roteirista e produtor que concentra sua filmografia em temas relacionados à cultura do Centro-Oeste brasileiro, onde se radicou.  Dirigiu os curtas-metragens A semente do pão (1973) e Os mensageiros da aldeia(1976), antes de dedicar-se à realização dos longas-metragens A difícil viagem (1980),C írculo de fogo (1990) e No coração dos deuses (1999). Foi também professor de cinema da Universidade de Brasília, onde ajudou a criar o Centro de Produção Audiovisual.  Foi Secretário Nacional do Audiovisual do Ministério da Cultura, durante a gestão de Antônio Houaiss, quando contribuiu para a administração do Prêmio Resgate do Cinema Brasileiro e participou da regulamentação da Lei do Audiovisual. Em 2003, foi eleito presidente do Congresso Brasileiro de Cinema, o CBC.

Os dois estão em Porto Velho, Rondônia participando do 1º CurtAmazônia vivendo um pouco o clima quente e úmido da nossa equatorial Amazônia.

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Sábado à noite, no Mercado Cultural tem Prisma Luminoso

Por Ana Aranda

A Fundação Municipal de Cultura Iaripuna apresenta neste sábado (29/5), no Mercado Cultural, às 20h, show do grupo ‘Prisma Luminoso’, formado por Bubu Johnson (vocal), Genésio (cavaquinho), Nicodemus e Júnior Johnson (violão) e Júnior Lopes. Os integrantes do grupo contam com uma longa convivência com apresentações em bares da cidade e a parceria se consolidou no ‘Clube do Choro’, com trabalhos memoráveis no Vilas Bar, sendo que o mais importante aconteceu em comemoração ao aniversário da cidade, em outubro do ano passado, quando a avenida Carlos Gomes foi fechada para receber os convidados do evento. O grupo foi uma das atrações do projeto do Banco da Amazônia em Porto Velho.
O grupo Prisma Luminoso, segundo Bubu Johnson, tem o chorinho como base do repertório, além de composições de grandes nomes da música brasileira que “infelizmente” não têm espaço na mídia brasileira. “São grandes compositores que passam despercebidos, principalmente da nova geração e merecem ser sempre lembrados”. Entre estes compositores, Bubu destaca Ney Lopes, Wilson das Neves, Paulinho da Viola, Cartola e Noel Rosa, entre outros.

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