Arquivo do dia: 21/05/2010

Diogo Portugal traz stand up solo "Hã?!" a Porto Velho, neste sábado

Diogo Portugal se apresenta neste sábado, dia 22 de maio, às 21h, no Complexo Peixe Beer – Espaço do Peixe Vivo, em Porto Velho.

O humorista de várias facetas traz para a cidade seu espetáculo stand up Hã?!.

Durante uma hora, Portugal diverte a platéia com suas sacadas bem humoradas do dia a dia, mostrando porque é um dos grandes nomes do humorismo no país.

Mais informações no fone (69) 3222-9473. Preço do ingresso : R$ 20,00 + 1 kg de alimento não perecível(não vale sal). A classificação etária é para maiores de 14 anos. Garantia de boas risadas !

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Diogo Portugal traz stand up solo “Hã?!” a Porto Velho, neste sábado

Diogo Portugal se apresenta neste sábado, dia 22 de maio, às 21h, no Complexo Peixe Beer – Espaço do Peixe Vivo, em Porto Velho.

O humorista de várias facetas traz para a cidade seu espetáculo stand up Hã?!.

Durante uma hora, Portugal diverte a platéia com suas sacadas bem humoradas do dia a dia, mostrando porque é um dos grandes nomes do humorismo no país.

Mais informações no fone (69) 3222-9473. Preço do ingresso : R$ 20,00 + 1 kg de alimento não perecível(não vale sal). A classificação etária é para maiores de 14 anos. Garantia de boas risadas !

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Sinceramente…

Data: 21/05/10 Foto: B. Bertagna

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FARCs na Amazônia preocupam militares que prevêem invasão da região pelos Estados Unidos

Por Nelson Townes, do NoticiaRo.com

A descoberta de uma base das FARCs (o exército rebelde colombiano), no Estado do Amazonas, confirma os temores dos militares brasileiros expressados em Porto Velho, até de forma pública a explícita, sobre uma invasão militar da Amazônia por forças estrangeiras – cedo ou tarde.

A própria presença da FARC em território nacional é uma invasão – ainda que os rebeldes colombianos pretendem usar a selva brasileira apenas como esconderijo. O perigo é se os “assessores militares norte-americanos”, das quase dez bases oficialmente instaladas na Colômbia, resolverem fazer turismo não autorizado na Amazônia para capturar os rebeldes.

Esse é o cenário, cada vez mais real, previsto em 2005 numa conferência de oficiais da 17ª Brigada de Infantaria de Selva do Exército para estudantes do ensino médio e de segundo grau numa modesta escola do bairro operário JK 1, em Porto Velho.

Era uma simples (na verdade muito séria) conferência pronunciada de forma muito clara, informal, mas repleta de dados, com direito a perguntas e apartes da platéia, aos jovens estudantes do bairro periférico de Porto Velho. Um major do Exército disse aos estudantes que a invasão da Amazônia pelos Estados Unidos – a pretexto de prender narcotraficantes que fugiram da Colombia (ou rebeldes como os da Farc) era apenas “uma questão de tempo.”

No dia 10 de maio corrente, o Departamento de Ensino e Cooperação (Depec) do Ministério da Defesa em parceria com o Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) iniciou, o I Curso de Extensão em Defesa Nacional.

O professor de História, Delmo de Oliveira Arguelhes, participou da aula inaugural dizendo que, no caso do Brasil, a guerra é literalmente a última opção. “Desde o fim da guerra do Paraguai, há 140 anos, tentamos convencer os nossos vizinhos que somos um país pacífico.”

E é claro que amamos nossos vizinhos (exceto quando se trata da Seleção Argentina de Futebol). Mas, temos que entender bem o que diz, nas entrelinhas ,o professor.

Por via das dúvidas (aliás, dos prognósticos), o Exército treina suas tropas para guerra de desgaste contra os virtuais intrusos. “No braço não dá para enfrentar os americanos, a solução é a tática de guerrilha na selva;

Prevendo essas ameaças, a Aeronáutica transformou a Base Aérea de Porto Velho na primeira unidade de ataque aéreo com helicópteros de última geração. Aqui estão estacionados os caças A 29 Super Tucano, outra arma importante para combates aéreos na região.

“As FARC estão ai”, disse um oficial do Exército ao repórter. “Cuidado com o que pode vir no rastro delas.”

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Convivência Espacial

foto:L.Bertagna

foto: L.Bertagna

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Monte Roraima : Aventura com segurança

Nos últimos dias, este blog publicou uma série de posts sobre o Monte Roraima. Mas como ir lá ?

Tem que ir de avião até Boa Vista capital do estado de Roraima. A partir de Boa Vista são necessárias 2,5h de estrada pela BR 174 até Santa Elena de Uairén, totalmente asfaltada. Depois mais 68 km até a entrada da vicinal que conduz à comunidade indígena de Paraitepuy, localizada no Parque Nacional Gran Sabana.

A melhor época é no período menos chuvoso, que compreende outubro a abril, mas cada ano é muito singular. Melhor contatar a agência antecipadamente para saber as condições climáticas da região, que é muito particular. Nesse período sugerido as trilhas são menos escorregadias, a travessia de alguns rios é menos complicada e há um pouco mais de “conforto” nos acampamentos. As viagens nos outros períodos representam uma aventura maior, compensada também pelo espetáculo das cachoeiras mais densas. A temperatura na base oscila em torno dos 20 graus, e no topo fica por volta de zero grau à noite.

É indispensável um completo equipamento para trilha. Deve-se lembrar que são, pelo menos, seis dias de caminhadas longe da civilização, sem nenhum contato com o mundo urbano. Portanto, não pode faltar nada. Quanto à alimentação, recomenda-se levar um pouco acima da previsão do grupo, pois os indígenas nem sempre respondem por suas provisões. A lista destes itens pode ser fornecida pelo responsável que organiza a viagem.

O acesso ao Monte Roraima é possível a todas as pessoas (via trekking ou mesmo de helicóptero), mas é preciso ter consciência de que a realidade da caminhada é difícil e cansativa, anda-se muito em terrenos acidentados, um sobe-desce sem parar, e o desgaste físico é extenuante. Por isso a elaboração de um bom roteiro e uma boa orientação por parte dos responsáveis pela organização faz a diferença. E lembre-se: o rigor na fiscalização da fronteira depende muito do humor dos plantonistas. O passaporte é importante, exige-se a vacina contra febre amarela.  Não é necessário visto de entrada, ele é concedido na fronteira.

Para outras informações ligue para o Magno, da Roraima Adventure, no fone (95) 3624 9611 ou mande um e-mail para magno@roraima-brasil.com.br. O site é www.roraima-brasil.com.br

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Direito das minorias

Não há um consenso sobre a definição do termo “minoria”, mas o juízo de que os grupos minoritários merecem proteção específica é defendida por todos, especialmente os estudiosos dos direitos humanos.

O Estado de Direito se caracteriza pela primazia da lei em busca da Justiça, na qual geralmente a lei é estabelecida a partir da vontade da maioria e a aprovação das normas. Para que este tema se torne efetivamente um Estado de Direito democrático, é preciso assegurar os direitos das minorias.

A definição de minoria não é consensual, mas a idéia da necessidade de haver proteção específica para este grupo é defendida por grande parte dos estudiosos, sobretudo os que atuam na área de direitos humanos.

Em geral quando se fala em minorias é comum pensar em quantidade: as minorias seriam aqueles grupos com menor número de pessoas em relação à sociedade. Contudo, esse critério não é o mais adequado, pois sempre que a ideia de números é invocada aparece a necessidade de definir um padrão: quantas pessoas deve haver no grupo para que ele seja considerado uma minoria? Qual a porcentagem em relação à sociedade que torna um grupo uma minoria? Por mais que se tente estabelecer um padrão, ele sempre parece aleatório.

O audiolivro “Tudo o que você precisa ouvir sobre direitos das minorias”, lançado pela Editora Saraiva, fala sobre a proteção de todos os indivíduos que pertençam a grupos que possam ser subjugados em sua relação de poder com a sociedade, abrangendo, assim, as minorias e os grupos vulneráveis.

Alguns temas abordados são: Direitos humanos; Povos indígenas; minorias étnicas e nacionais; Minorias religiosas; Portadores de necessidades especiais, entre outros.

A autora, Liliana Lyra Jubilut é mestre e doutora em Direito Internacional pela USP; possui LL.M. (Master of Laws) em International Legal Studies pela Escola de Direito da Universidade de Nova York; professora e pesquisadora da Faculdade de Direito do Sul de Minas em Direito Internacional e Direitos Humanos. O audiolivro custa em torno de R$ 25 e tem duração de 80 minutos. Oito passadas no cruzamento da BR 364 com a Campos Sales resolvem o problema.

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