Arquivo do dia: 14/04/2010

Menino desaparecido em Porto Velho viajava de bicicleta para Ariquemes

A Final Felizbusca pelo menor  Marcos Felipe Silvestre , de 13 anos de idade terminou com um desfecho feliz.  O menino estava desaparecido desde sexta-feira, 9. Marcos Felipe estuda no SESC-Escola e aparentemente promoveu uma “aventura juvenil”.

Após uma campanha intensa de alguns sites de Porto Velho como o noticiaRo.com, betobertagna.com, rondoniagora,com, nahoraonline.com e outros ele foi identificado por um motorista que ligou para o telefone de sua mãe, que constava nas matérias dos sites.

Marcos Felipe estava com sua bicicleta, e segundo relato de sua mãe, Patricia Silvestre de Castro para o NoticiaRo.com ele “estaria indo para Ariquemes, aparentemente por causa da  sua avó, com quem já morou um tempo ” .

O menino já havia pedalado mais de 50 km pela BR 364 e havia pernoitado em sítios ao longo da estrada. Ele foi avistado perto de um posto de gasolina, onde parou para beber água.

Com informações de noticiaRo.com

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Instalem enfermarias nos grandes presídios, não mandem bandidos para policlínicas na cidade

Por Nelson Townes, do NoticiaRo.com

O grave incidente ocorrido neste domingo na Policlínica Ana Adelaide, um dos mais procurados pelos moradores de Porto Velho, onde bandidos tentaram resgatar a tiros presos que ali eram atendidos, pode se repetir – com conseqüências que podem ser trágicas.

A solução não é militarizar o centro de Saúde, com a presença de soldados da PM prontos para batalha contra novas tentativas de resgate de presos que ali estejam sendo medicados – e que certamente ocorrerão ante o aumento da população da cidade, e dos bandidos que se infiltram entre os novos migrantes.

Quando os serviços de segurança elegem um local como área de risco, estão dizendo ao povo: cuidado, aqui pode haver conflitos, procurem outro centro de saúde, evitem os riscos das balas perdidas em tiroteios – essas anônimas e aterradoras balas perdidas que tanto podem partir da arma de um policial como de um delinqüente, mas igualmente fatais.

A solução é as autoridades da Segurança Pública instalarem enfermarias nos grandes presídios. Ao menos uma enfermaria central no Urso Branco, por exemplo, o de maior população carcerária.

Não existem médicos ou enfermeiros dispostos a enfrentar os riscos de trabalhar numa enfermaria no Urso Branco? Existem. São os médicos e enfermeiros do hospital da Polícia Militar.

A simples presença de forças militares vigiando a Policlínica Ana Adelaide já assusta o povo. Só a PM, acostumada a tratar mal os cidadãos e brincar com spray de pimenta nos olhos dos outros por qualquer motivo já é uma preocupação.
É mais um sofrimento para aqueles que geralmente são precariamente atendidos pelos serviços de Saúde (por falta de recursos) e ainda tem que dividir os poucos recursos com bandidos perigosos que são levados para lá para pequenos curativos.

Toda grande cadeia em qualquer Capital tem uma enfermaria interna bem equipada até para pequenas cirurgias, até mesmo por uma questão humanitária. Ali serão prestados os primeiros socorros a presos realmente em estado grave, enquanto se remove (aí se justifica) para um atendimento hospitalar adequado.

E atendimento hospitalar em unidades militares, não em estabelecimentos civis como o pronto socorro e hospital João Paulo 2º e Hospital de Base. Ah, o hospital da PM é só para militares? Então, comandante Angelina, honre seu título de cidadã honorária de Porto Velho, e por respeito ao povo crie uma ala só para os bandidos.

Afinal, o Estado tem a obrigação de garantir aos presos sob sua custódia o bem estar e a vida. Centro de Saúde não é lugar para atender presos e, muito menos vigiar presos e enfrentar bandidos a tiros. O lugar é civil, e não para agentes penitenciários abrutalhados que querem tratamento vip e urgente para criminosos, e PMs sádicos ansiosos para sacar as armas porque se sentem desacatados por suas próprias sombras.
Respeitem o povo.

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Ao Norte – 14

Castanheira na BR 429, em São Miguel do Guaporé, Estado de Rondônia

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Programa "Mais Cultura" vai investir R$ 14 milhões na Amazônia em microprojetos

O Ministério da Cultura investirá cerca de R$ 14 milhões para financiar projetos culturais no Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. O edital Microprojetos Mais Cultura para Amazônia Legal foi publicado na segunda-feira, dia 12, no Diário Oficial da União (DOU).

A ação visa promover a diversidade cultural da Amazônia Legal por meio do financiamento não reembolsável de projetos de artistas, grupos artísticos independentes e produtores culturais. As iniciativas deverão ter como beneficiários jovens entre 17 e 29 anos residentes em regiões ou municípios da Amazônia Legal.

Esta é a segunda edição do Microprojetos Mais Cultura. Em 2010, o teto por projeto foi ampliado para 35 salários mínimos para atender o “custo amazônico”, uma das principais deliberações da II Conferência Nacional de Cultura, realizada no último mês de março, em Brasília.

Outra novidade do Microprojetos para Amazônia Legal é a possibilidade de inscrição oral de projetos. Serão aceitas inscrições gravadas em meio digital ou fita cassete.

O Microprojetos para Amazônia Legal será executado em parceria com a Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC), do Banco da Amazônia (Basa) e dos governos estaduais da região amazônica.
As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 11 de junho. Podem participar pessoas físicas com idade superior ou igual a 18 anos completos e pessoas jurídicas sem fins lucrativos que desenvolvam projetos socioculturais nas seguintes áreas: artes visuais, artes cênicas, música, literatura, audiovisual, artesanato, cultura afro-brasileira, cultura popular, cultura indígena, design, moda e artes integradas – ações que não se enquadrem nas áreas anteriores ou que contemplem mais de uma área artística na mesma proposta.

Os projetos devem ser enviados pelo correio para o endereço Programa Mais Cultura – Ação Microprojetos Amazônia Legal, Coordenação de Difusão Cultural da Funarte – Brasília, Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, Lote 02, CEP 70.070-350, Brasília – DF.

O edital e os formulários para as inscrições estão disponíveis nas páginas eletrônicas do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br), do Programa Mais Cultura (http://mais.cultura.gov.br), e da Funarte (www.funarte.gov.br).

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Programa “Mais Cultura” vai investir R$ 14 milhões na Amazônia em microprojetos

O Ministério da Cultura investirá cerca de R$ 14 milhões para financiar projetos culturais no Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. O edital Microprojetos Mais Cultura para Amazônia Legal foi publicado na segunda-feira, dia 12, no Diário Oficial da União (DOU).

A ação visa promover a diversidade cultural da Amazônia Legal por meio do financiamento não reembolsável de projetos de artistas, grupos artísticos independentes e produtores culturais. As iniciativas deverão ter como beneficiários jovens entre 17 e 29 anos residentes em regiões ou municípios da Amazônia Legal.

Esta é a segunda edição do Microprojetos Mais Cultura. Em 2010, o teto por projeto foi ampliado para 35 salários mínimos para atender o “custo amazônico”, uma das principais deliberações da II Conferência Nacional de Cultura, realizada no último mês de março, em Brasília.

Outra novidade do Microprojetos para Amazônia Legal é a possibilidade de inscrição oral de projetos. Serão aceitas inscrições gravadas em meio digital ou fita cassete.

O Microprojetos para Amazônia Legal será executado em parceria com a Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC), do Banco da Amazônia (Basa) e dos governos estaduais da região amazônica.
As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 11 de junho. Podem participar pessoas físicas com idade superior ou igual a 18 anos completos e pessoas jurídicas sem fins lucrativos que desenvolvam projetos socioculturais nas seguintes áreas: artes visuais, artes cênicas, música, literatura, audiovisual, artesanato, cultura afro-brasileira, cultura popular, cultura indígena, design, moda e artes integradas – ações que não se enquadrem nas áreas anteriores ou que contemplem mais de uma área artística na mesma proposta.

Os projetos devem ser enviados pelo correio para o endereço Programa Mais Cultura – Ação Microprojetos Amazônia Legal, Coordenação de Difusão Cultural da Funarte – Brasília, Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, Lote 02, CEP 70.070-350, Brasília – DF.

O edital e os formulários para as inscrições estão disponíveis nas páginas eletrônicas do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br), do Programa Mais Cultura (http://mais.cultura.gov.br), e da Funarte (www.funarte.gov.br).

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10 dias para encerrar inscrições do CurtAmazônia

AM, BA, ES, GO, MA, MG, PE, PR, RJ, RO, RS, SC e SP  são alguns dos estados brasileiros que já inscreveram filmes no 1º Festival de Cinema Curta Amazônia, que encerra as inscrições no dia 24 de abril e que será realizado de 25 à 29 de maio de 2010.

Podem ser inscritos filmes com produção de 1º de janeiro de 2004.

O Festival de Cinema Curta Amazônia promove o Cinema Brasileiro através de exibições de obras cinematográficas no sentido de contribuir  para o fortalecimento do audiovisual da Região Norte.

Confira mais informações no site oficial do Festival http://www.curtamazonia.com ou através do e-mail festival@curtamazonia.com .

O resultado da seleção será divulgado até o dia 10 de maio.

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O Paganismo

” O paganismo” é um livro que trata de uma das religiões em mais célere crescimento em todo o mundo. O paganismo é  habitualmente expresso através da celebração de festividades sazonais, como os solstícios, e pelo uso da magia. Inspirando-se em fontes ancestrais,  está relacionado com algumas das principais preocupações da nossa época, incluindo a ecologia e o feminismo. Embora a celebração da natureza possa ser romântica, esta levou também muitos pagãos a envolverem-se em atos radicais. O paganismo enfatiza a escolha pessoal ao mesmo tempo que age em harmonia com a mais vasta comunidade da vida. O autor do livro é Graham Harvey , publicado em 2010 pela Texto Editores. Leitura reflexiva para todas as religiões.

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