Arquivo do dia: 18/03/2010

Capô "fura o ticket" no CineOca

O Filme “Bebel, a Garota Propaganda“,  longa de estréia do cineasta paulista Maurice Capovilla, o “Capô”  é o destaque cinematográfico do mês que homenageia a Mulher no CineOca.
As exibições do CineOca acontecem às quintas-feiras às 8 da noite no SESC.
Realizado entre 1966/1967  foi baseado no excelente livro de Ignácio de Loyola Brandão, “Bebel, que a cidade comeu” , feito com poucos recursos e com a colaboração do cineasta Roberto Santos.

A partir da trajetória de uma moça ansiosa por sucesso, o filme questiona os valores veiculados pela indústria cultural e a banalização da mulher.

Capô frequenta às vezes nossas bandas portovelhenses . já foi homenageado no Cineamazônia, já deu show de dança(daí a expressão “furar o ticket”, usada por dançarinos profissionais) no antigo bar Wood River que as pessoas insistiam em chamar de Open por conta de um neon na porta.

Ultimamente ele anda pelo Acre, onde coordena a implantação da Usina de Artes João Donato e acabamos vez por outra nos cruzando no Café do Teatro, obviamente bebendo café sob o inclemente sol acreano.

Seu filme mais recente é “Harmada”, de 2004 , inspirado na obra do gaudério João Gilberto Noll.

O protagonista é Paulo César Peréio e só isto já merece uma história à parte. Legal prá caramba são Bububu no Bobobó ( década de 80), O Jogo da vida(1977, creio que baseado no livro de João Antônio), O profeta da fome(77).  “O último dia de Lampião”, acho que foi o primeiro Globo Repórter a ir ao ar, no tempo em que o programa era feito por cineastas de verdade em câmeras 16 mm.

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Capô “fura o ticket” no CineOca

O Filme “Bebel, a Garota Propaganda“,  longa de estréia do cineasta paulista Maurice Capovilla, o “Capô”  é o destaque cinematográfico do mês que homenageia a Mulher no CineOca.
As exibições do CineOca acontecem às quintas-feiras às 8 da noite no SESC.
Realizado entre 1966/1967  foi baseado no excelente livro de Ignácio de Loyola Brandão, “Bebel, que a cidade comeu” , feito com poucos recursos e com a colaboração do cineasta Roberto Santos.

A partir da trajetória de uma moça ansiosa por sucesso, o filme questiona os valores veiculados pela indústria cultural e a banalização da mulher.

Capô frequenta às vezes nossas bandas portovelhenses . já foi homenageado no Cineamazônia, já deu show de dança(daí a expressão “furar o ticket”, usada por dançarinos profissionais) no antigo bar Wood River que as pessoas insistiam em chamar de Open por conta de um neon na porta.

Ultimamente ele anda pelo Acre, onde coordena a implantação da Usina de Artes João Donato e acabamos vez por outra nos cruzando no Café do Teatro, obviamente bebendo café sob o inclemente sol acreano.

Seu filme mais recente é “Harmada”, de 2004 , inspirado na obra do gaudério João Gilberto Noll.

O protagonista é Paulo César Peréio e só isto já merece uma história à parte. Legal prá caramba são Bububu no Bobobó ( década de 80), O Jogo da vida(1977, creio que baseado no livro de João Antônio), O profeta da fome(77).  “O último dia de Lampião”, acho que foi o primeiro Globo Repórter a ir ao ar, no tempo em que o programa era feito por cineastas de verdade em câmeras 16 mm.

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Filmes para entender Rondônia – 1 Na trilha dos Uru Eu Wau Wau

Foto : Adrian Cowel

Um filme de Adrian Cowel, um chinês de Tongshan que estudou na Austrália e na Inglaterra, e que acabou se formando em História pela Universidade de Cambridge. Este filme, em que Adrian divide a direção com Vicente Rios,  faz parte da série A Década da Destruição e mostra o primeiro contato com os índios Uru Eu Wau Wau, pressionados pelo desenvolvimento em Rondônia, que atraía cada vez mais agricultores do Paraná e do Rio Grande do Sul para a Amazônia. Impulsionados a penetrarem na floresta, os colonos se aproximavam cada vez mais da tribo. Nesta conjuntura, o rapto de uma criança branca pelos Uru Eu Wau Wau aumenta o rancor dos colonizadores contra os índios, vistos como uma barreira ao desenvolvimento. Paralelamente, a Funai organiza uma expedição para contactá-los e protegê-los do avanço dos brancos sobre o seu território. O filme foi feito em 1990 e tem 52 minutos de duração, que é uma janela internacionalmente aceita pelas emissoras de televisão para a exibição. (assim como filmes de 26 minutos). Imperdível, mas difícil de achar cópia para ver. Contatos : Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia/UCG, fone (62) 3946 1150 e-mail: igpa@ucg.br  e Departamento de Arquivo e Documentação – Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, fone (21) 2590 3690 e-mail: dadcoc@coc.fiocruz.br .

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