Arquivo do dia: 29/01/2010

Governo brasileiro oficializa uso religioso da ayahuasca

A resolução, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira(28), veta o comércio e propagandas do composto, que só poderá ser cultivado e transportado para fins religiosos e não lucrativos.

A norma coíbe o uso do chá com outras drogas e em eventos turísticos e  recomenda que as entidades façam uma entrevista com aqueles que forem ingerir o chá pela primeira vez e evitem seu uso por pessoas com transtornos mentais e por usuários de outras drogas.

Em 1985, a bebida chegou a ser proibida no País, mas liberada dois anos depois, quando estudos demonstraram a importância de seu uso religioso.

No início dos anos 90 houve nova tentativa de proibir o chá, também refutada. Em 2002, mais uma vez houve denúncias de mau uso do chá, o que gerou os estudos mais recentes.

Durante a primeira gestão do Governo Lula, as religiões ayahuasqueiras do Santo Daime, Barquinha e União do Vegetal (UDV) do Acre entregaram, através da Madrinha Peregrina Gomes Serra, dignitária do Centro de Iluminação Cristã Luz Universal – Alto Santo, centro daimista fundado por Irineu Raimundo Serra em Rio Branco /AC  um pedido ao então Ministro da Cultura, Gilberto Gil para que o Santo Daime fosse registrado como Patrimônio Imaterial da Cultura Brasileira, o  que está sendo analisado pelo IPHAN.

O governo peruano também recentemente publicou no Diário Oficial do País, o El Peruano , através do Presidente do Instituto Nacional de Cultura, Javier Ugaz Villacorta o reconhecimento do ritual da ayahuasca como patrimônio cultural do Peru.

Ayahuasca é um nome indígena, de origem inca, usado para denominar uma das mais antigas bebidas sacramentais produzida a partir da fervura de duas plantas nativas da floresta amazônica: o cipó Banisteriopsis caapi (douradinho, jagube, mariri) e folhas do arbusto Psychotria viridis (chacrona).

Seu princípio ativo é o dimetiltriptamina (substância alucinógena) e seu uso se expandiu pela América do Sul e outras partes do mundo com o crescimento de movimentos religiosos organizados.

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Adazir & Edgley

Edgley(violão) & Adazir em ação. MPB em alta. Cortesia da foto : Silvio Pullig, ex-Nômades.

Pode até chover canivete, mas  os caras vão se encontrar de novo prá fazer uma MPB de primeira,  afinal eles estão juntos desde 1990.

Um sózinho já é o Adazir & Edgley.

Ora, o Kleiton não é o Kleiton. O Kleiton é o Kleiton & Kledir.

Mas é melhor ainda quando estão em dupla. Os mais novatos em PVH ainda não sabem direito qual é o Adazir e qual é o Edgley.  Matemos então a charada !

Adazir é fã de Caetano e Edgley se liga mais em João Bosco, talvez do tempo da parceria com Aldir Blanc.

Como nem tudo é perfeito , Adazir é flamenguista. Edgley, mais sensato, é vascaíno. De qualquer forma são democráticos e aceitaram colocar um adesivo do Exército Gremista na percussão multimídia do Adazir.

E topam tocar o que pedem os fãs, fazocas, semi-bêbados, semi-analfabetos, artistas frustrados, chatos de plantão, gente bacana, bonita e sincera e outras figuras da riquíssima fauna que frequenta as noites portovelhenses. Já tocaram junto com o Marão num projeto bem bacana que provou que baixo também pode entrar em música de barzinho. (Por falar nisto, cadê o Marão, um cara daquele tamanho é meio difícil de se esconder !).

Sábado eles alegram a nossa conversa fiada no Canteiros Bar, do Ruy que, enquanto isto, vai nos empurrando macaxeira frita (êpa!!) e Antárctica gelada goela abaixo.  A noite segue e eles desfiam um repertório prá lá de variado, de Zéca Baleiro até  Engenheiros do Haway, que certa vez disseram que primeiro resolveram fazer a banda e depois aprenderam a tocar. Mas bem, isto já é outra história.

Bom, quem quiser contratar este pessoal gente fina prá uma festa na empresa ou na sua casa, é só ligar no (69)9231 1811,  8467 7270 ou  9218 1796. Vai atender certamente o Adazir & Edgley, mas faça de conta que é uma pessoa só que tá no telefone e converse normalmente.

Tenho dito !

(Ops. Quem quiser me seguir no twitter :  http://twitter.com/betobertagna )

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Livros imprescindíveis para entender Rondônia – 2

Livro do Ten.Cel Amilcar Botelho de Magalhães foi publicado pela Livraria do Globo, de Porto Alegre em 1930 e reúne artigos escritos para o Diário de Notícias (hoje extinto) e o Correio do Povo, comprado pelo Grupo Record, empresa de comunicação controlada pela Igreja Universal do Reino de Deus

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